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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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Lula vota nos braços do povo

October 2, 2016 17:55, von Blog do Arretadinho

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
Enquanto Temer se esconde, Lula vota nos braços do povo: “O PT vai surpreender nesta eleição”
Ex-presidente aproveitou a ocasião para criticar o candidato do PSDB João Dória: “São Paulo não pode eleger um aventureiro, que é uma coisa que surge do nada, sobre o qual não se sabe nada”

Por Redação Revista Fórum

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva votou por volta das 11h30 em São Bernardo do Campo (SP) e disse acreditar em um bom desempenho do Partido dos Trabalhadores na eleição deste domingo (2). “O PT vai surpreender nesta eleição”.

“O PT não é o primeiro partido que enfrenta a crise. Além da crise, nós enfrentamos uma guerra da imprensa com o PT que já dura sete anos. Se enganam os que pensam que podem acabar com o PT atacando uma personalidade. O PT são milhares de pessoas. A história será construída verdadeiramente. Estou tranquilo”, garantiu.

Antes de votar, ele foi abordado por diversas pessoas que pediam para tirar foto ou dar um abraço. Lula ainda parou para dar uma entrevista coletiva para a imprensa, quando criticou o candidato tucano à prefeitura de São Paulo, João Dória, e o comparou ao ex-presidente Fernando Collor.

“Quem está falando aqui é um cidadão brasileiro que conhece Haddad.  São Paulo não pode correr o risco de não reeleger um candidato da qualidade de um Fernando Haddad para eleger um aventureiro, que é uma coisa que surge do nada, sobre o qual não se sabe nada. São Paulo não merece isso”, ressaltou.




Já Michel Temer precisou mudar o horário de sua votação e até entrar no seu colégio eleitoral, a PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), antes da abertura oficial dos portões. O motivo dessa cautela era para evitar um protesto contra o golpe que já estava marcado para as 11 horas.




A aposentadoria da Dilma e o jornalismo bandido da Época

October 2, 2016 12:57, von Blog do Arretadinho

Dilma está fazendo 68 anos. Contribuiu 40 anos para a previdência. Entrou com um pedido de aposentadoria como todos os brasileiros.
O que faz a Época?

Uma reportagem cafajeste, manipulando informações e datas, típica do jornalismo de guerra desses tristes e fascistas tempos de golpe, para insinuar alguma irregularidade.

Ora, qual a necessidade de Dilma em fazer isso?

É a mídia brasileira surtada, obcecada por um golpe que já se consumou.

É uma estratégia para alimentar preconceitos, ódio, intolerância, fascismo.

Qual o objetivo dessa campanha continuada de ódio? A troco de que ofender gratuitamente a presidenta Dilma, mesmo depois que ela foi deposta e não detêm mais nenhum poder?

FHC se aposentou aos 37 anos. Michel Temer aos 55 anos. Dilma está se aposentando aos 68 anos.

Quem a mídia persegue? Dilma.

A mídia está desorientada pelo seu próprio ódio.

O golpe foi consumado. O Brasil está sendo devastado por uma crise econômica criada pela instabilidade gerada pelos próprios golpistas. Já temos 12 milhões de desempregados.

O que faz a mídia? Desvia a atenção da sociedade para factoides como esse.

O governo Temer, consciente de que factoides assim ajuda a entorpecer a opinião pública, desviando de si o incômodo escrutínio social, faz dobradinha com a Época e afasta servidores do INSS, sem que haja qualquer indício de que a presidenta foi beneficiada por algum tipo de tratamento.

Aliás, a denúncia é inteiramente vazia. Qual a acusação? De que o trâmite dos documentos de aposentadoria da Dilma foi rápido?

É surreal! Se foi lento, se foi rápido, o que a Dilma tem a ver com isso?

Por acaso Dilma tem algum poder no Executivo ou nos órgãos da previdência? Não. Não tem nenhum poder. Ao contrário, é uma presidenta deposta injustamente, perseguida por órgãos de mídia delinquentes.

Enquanto isso, os recursos do governo federal destinados à editora Globo, que edita a revista Época, crescem 900%, conforme denunciamos em post publicado hoje.

O banditismo da Época é muito bem pago!

***

Abaixo, a resposta da assessoria de Dilma Rousseff.

A respeito do texto noticioso “Aposentadoria a jato”, publicado por Época neste sábado, 1º de Outubro, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff esclarece:

1) Diferentemente do que insinua a revista Época, ao dar um tom escandaloso para o pedido de aposentadoria de Dilma Rousseff, não houve qualquer tipo de concessão ou tratamento privilegiado à ex-presidenta da República.

2) O texto publicado por Época dá ares de farsa à aposentadoria de Dilma ao insinuar que a ficha cadastral dela teria sido adulterada de maneira suspeita, dentro de um agência do INSS, ainda no ano passado. Isso é um desrespeito à ex-presidenta, cuja honestidade nem mesmo seus adversários questionam.

3) Todas as alterações feitas no cadastro tiveram como objetivo comprovar os vínculos empregatícios da ex-presidenta ao longo dos últimos 40 anos como funcionária pública. Auditoria do INSS poderá constatar que não houve quaisquer irregularidades.

4) A regra para aposentadoria exige no mínimo 85 pontos para ser concedida à mulher, na soma da idade mais tempo de contribuição. Dilma Rousseff atingiu 108 pontos, pelo fato de ter contribuído por 40 anos como servidora pública e chegado aos 68 anos de idade.

5) Diante disso, ela decidiu aposentar-se e recorreu, por meio de procuração a pessoa de sua confiança, a uma agência do INSS a fim de entrar com o pedido. O ex-ministro Carlos Gabas acompanhou.

6) Infelizmente, o jornalismo de guerra adotado pelas Organizações Globo e seus veículos demonstra que a perseguição a Dilma Rousseff prosseguirá como estratégia de assassinato de reputação, tendo como armas a calúnia e a difamação.

7) A verdade irá prevalecer contra mais esta etapa da campanha sórdida movida por parte da imprensa golpista contra Dilma Rousseff.

8) Os advogados de Dilma Rousseff avaliam os procedimentos jurídicos a serem adotados contra Época, seu editor-chefe e o repórter para reparar injustiças e danos à sua imagem pública.

por  Miguel do Rosário em O Cafezinho



Dadá Quixabeira no Gama

October 2, 2016 9:41, von Blog do Arretadinho







Aconteceu no Villa Maria na noite do dia 30/09/2016

confira totas fotos clicando no link abaixo

https://www.facebook.com/joaquim.dantas1/media_set?set=a.1266099676742044.1073742260.100000260727951&type=3



Lógica do voto útil pode decidir eleições em SP, RJ e POA

October 2, 2016 9:07, von Blog do Arretadinho

Em São Paulo, de acordo com a “lógica” do voto útil, Luiza Erundina (Psol)
 deve ver boa parte de seus votos se transferir para Haddad
FUTURA PRESS/FOLHAPRESS
Lógica do voto útil pode decidir eleições em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre
Para cientista político Vitor Marchetti, da UFABC, escolha de candidatos com mais possibilidade de representar o campo progressista no segundo turno é legítima: "Voto útil é sempre uma estratégia”

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – A lógica do voto útil, contestada por eleitores cujos votos são mais ideológicos, marca um movimento natural em eleições disputadas de maneira acirrada por setores progressistas e conservadores. A opção por um candidato com mais chance de evitar uma derrota antecipada do campo progressista não deve ser descartada e é legítima, avalia o cientista político Vitor Marchetti, da Universidade Federal do ABC.

“Não tem muito cabimento discutir se o voto útil deve ser admitido ou não. No processo, o eleitor raciocina e começa a avaliar, no cenário, quem tem mais chance. O voto útil é sempre uma estratégia”, afirma.

O cientista político destaca três das principais capitais do país onde “a lógica do voto útil está imperando” nas eleições municipais de 2016: Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. “No fundo, essa lógica está reportando que hoje há dois campos em disputa no país: um campo da esquerda e um campo da direita. Quem está no campo da esquerda começa a fazer um cálculo mais racional sobre quem tem mais chance de liderar o setor progressista”, diz.

Marchetti observa que as pesquisas indicam, no Rio, esse movimento sendo “capitaneado pelo Psol”, cujo candidato, Marcelo Freixo, aparentemente, tem mais chance do que Jandira Feghali (PCdoB) de ir ao segundo turno contra Marcelo Crivella (PRB).

Em São Paulo, o atual prefeito, Fernando Haddad, é o único nome da esquerda com possibilidade de disputar a decisão contra o tucano João Doria, candidato do governador Geraldo Alckmin que parece liderar a corrida eleitoral. Na capital paulista, de acordo com a “lógica” do voto útil, Luiza Erundina (Psol) deve ver boa parte de seus votos se transferir para Haddad. Pelo menos segundo as pesquisas e trackings dos partidos, o petista disputa a segunda vaga, cabeça a cabeça, com Celso Russomanno (PRB). Marta Suplicy estaria para trás de ambos os candidatos.

Já no Rio Grande do Sul, Raul Pont (PT) é eleitoralmente mais credenciado a disputar o segundo turno contra Sebastião Melo (PMDB), sugando os votos progressistas que, no caso, se transfeririam de Luciana Genro para a candidatura petista, como movimento para desbancar Nelson Marchezan Júnior (PSDB), que disputa a segunda vaga.

Apesar de considerar natural o voto útil, principalmente numa conjuntura como a atual, após o impeachment de Dilma Rousseff, em que o país está fortemente dividido entre dois campos, o voto ideológico “mais forte” é inerente ao processo. “É também normal que haja uma parcela do eleitorado da Erundina que fique com ela”, diz Marchetti. “Seja como for, a lógica do voto útil está disseminada pelo país. Na minha opinião, vai fazer a diferença do ponto de vista do resultado.”

Na quarta-feira (28), em evento de campanha de Haddad realizado na Casa de Portugal, centro da capital, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu o tom sobre o que está em jogo e é a principal motivação do voto útil: "Precisamos ter um prefeito sério e responsável governando a cidade mais importante da América Latina para fazer frente aos pacotes do Temer para tirar dinheiro da educação e saúde".

No mesmo evento, o escritor Fernando Morais pediu união de PT e Psol para evitar que dois candidatos de direita cheguem ao segundo turno em São Paulo e Rio. “Estamos correndo o risco de entregar as duas maiores cidades do país aos golpistas. Está na hora do PT e do Psol se entenderem”, afirmou. Na capital fluminense, o PT não tem candidato e apoia Jandira Feghali.

Sobre a opinião de que a candidatura de Erundina é uma irresponsabilidade e um fator de divisão do eleitorado de esquerda, o candidato a vereador pelo Psol em São Paulo Douglas Belchior a considera equivocada. “Não é justo jogar nas costas do Psol e nas costas da candidatura da Erundina a responsabilidade por uma possível não chegada do Haddad ao segundo turno”, disse à RBA. “A posição da nossa campanha é: a nossa candidata é a Erundina e nós vamos com essa candidatura até o fim, porque é a melhor candidatura, tem a melhor plataforma.”



Distritais rejeitam aumento do IPTU proposto por Rollemberg

October 1, 2016 11:22, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Projeto que aumenta o imposto será enviado à Câmara Legislativa na próxima semana. De 12 deputados consultados, nenhum se declarou favorável à medida. 
Oito disseram ser contrários e quatro informaram que só vão se posicionar após analisar a proposta

Estrangulado pelas próprias finanças e pressionado pelo funcionalismo, que aguarda a aplicação da última parcela de um reajuste salarial aprovado ainda na gestão Agnelo Queiroz (PT), o GDF anunciou que pretende incrementar a arrecadação por meio do aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Só faltou combinar com os russos. No que depender da Câmara Legislativa, o Buriti terá um duro embate para emplacar a atualização do valor venal no IPTU, o que pode até triplicar a avaliação do imóvel que compõe a base da cobrança.

O argumento de que no segundo quadrimestre de 2016 os gastos com a folha de pessoal ficaram acima do limite estipulado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) não será suficiente para convencer os distritais. Nem a base comprou a ideia.
A reportagem do Metrópoles ouviu 12 dos 24 parlamentares e nenhum se declarou a favor. Oito são contra e quatro aguardam a proposta chegar à Casa para estudar o assunto.

Confira a opinião deles:

Bispo Renato Andrade (PR) — Contra
“Aumentar impostos não vai resolver o problema. No meu entendimento, isso pode agravar ainda mais a crise, que já é caótica para todos os setores. Um governo que pretende gastar milhões (ou até bilhões) com a terceirização da saúde deveria repensar a forma de pagar os reajustes salariais. As prioridades estão fora do lugar e, infelizmente, o que está em jogo são interesses pessoais. Se continuar assim, Brasília pode entrar em um caos ainda maior. É difícil de imaginar. É triste, mas é possível.”

Celina Leão (PPS) — Contra
“Na minha gestão, eu rejeitei esse projeto como presidente da Casa. Como deputada, vou continuar mantendo minha posição, que é votar contra qualquer tipo de aumento de impostos.”

Chico Vigilante (PT) — Contra
“Sou contra a implementação de um aumento no IPTU. O GDF teve um ano para fazer um estudo e não o elaborou porque não quis. Não podemos taxar quem realmente paga pela inflação. A inflação do pobre é maior do que a do rico. Fora que estão querendo aumentar a tarifa de água em 40%.”

Cláudio Abrantes (Rede) — Sem opinião formada
A assessoria do distrital informou que ele “não tem posição formada ainda. O deputado não recebeu o projeto e precisa analisá-lo. O parlamentar entende que existem discrepâncias hoje que precisam ser corrigidas em relação ao IPTU, mas é preciso saber se o governo mandará um projeto coerente”.

Cristiano Araújo (PSD) — Contra
“O GDF sempre escolhe o pior caminho para aumentar a arrecadação. Em vez de aumentar a base arrecadatória, estimular a atividade econômica e combater a sonegação, opta pelo sacrifício da população, com o aumento de impostos. Isso é uma estratégia para colocar os servidores contra a Câmara Legislativa do DF para mascarar sua incompetência administrativa.”

Lira (PHS) — Sem opinião formada
“É preciso ver o projeto para me pronunciar. A população já teve muitos aumentos de imposto no ano passado e ainda há aumento anual em cima da inflação. Vamos esperar a proposição chegar na Câmara”

Luzia de Paula (PSB) — Contra
“A princípio, sou contra. Ainda não chegou à Câmara e nós ainda não temos conhecimento do projeto, mas nossa população paga muitos impostos e não aguenta mais um aumento”

Rafael Prudente (PMDB) — Sem opinião formada
“Não me posiciono sobre projetos que ainda não chegaram à Câmara. Quando chegar, vamos ver as observações do governo.”

Raimundo Ribeiro (PPS) — Contra
“É inadmissível que um reajuste salarial que foi postergado por um ano seja instrumento de chantagem para aumentar impostos. O que o governo fez ao longo do ano para aumentar a arrecadação? Ele afirma que tem feito cortes, mas basta observar a linha de evolução da LRF para perceber que é uma mentira deslavada.”

Reginaldo Veras (PDT) — Contra
“Vivemos um momento de crise, com desemprego, baixa capacidade de compra das famílias e inflação acima da média. O contribuinte já está sobrecarregado com o pagamento de impostos. O projeto que o GDF enviará à Câmara na próxima semana propondo o reajuste do IPTU é inaceitável. O cidadão não pode arcar com mais um reajuste da carga tributária”

Rodrigo Delmasso (PTN) — Sem opinião formada
“A saída para aumentar a arrecadação do governo poderia ser outra, como a regularização de utilização de área pública usada pelos comerciantes e nas residências, a venda do Parque Ezechias Heringer, no Guará, e a regularização de quiosques e feiras permanentes. Só no Guará, seria em torno de R$ 20 milhões com o processo de regularização de uso da área pública. Tudo significa arrecadação.”

Wellington Luiz (PMDB) — Contra
“O governo tem que ter outros instrumentos de arrecadação, como a regularização dos imóveis, em vez de promover derrubadas, como tem feito. Só aumentar impostos piora a situação, não vai resolver, vai encolher ainda mais a economia. Temos que endurecer e não permitir que, neste momento de crise, o governo continue dando calote nos servidores e aumentando os impostos.”

Os outros 12 distritais não foram localizados nem retornaram os contatos da reportagem para se posicionar sobre o projeto.

do Portal Metrópoles
Colaborou Suzano Almeida