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Articulações de bastidores por mudança de votos esquentam Senado

August 29, 2016 22:39, von Blog do Arretadinho

Presença de Chico Buarque causou muito burburinho durante
a manhã, mas a de Lula também desperta atenções
EDILSON RODRIGUES/AGÊNCIA SENADO
Trabalhos estariam sendo capitaneados, de um lado, pelo ex-presidente Lula, de outro, pelo ministro interino Eliseu Padilha. Em reservado, fala-se em 11 senadores suscetíveis a trocas de posição

por Hylda Cavalcanti, da RBA

Brasília – Apesar do burburinho com a presença de Chico Buarque no Senado, durante o início dos trabalhos de hoje (29) assistindo à defesa da Dilma Rousseff, o assunto mais comentado dos bastidores do Congresso, nesta segunda-feira (29), tem sido mesmo a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E a possibilidade de mudanças de votos com as articulações capitaneadas nos últimos dias por Lula e pelo ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner.

Fazem parte da lista dos que podem mudar de posição, ou deixar de aparecer para votar, os senadores Jáder Barbalho (PMDB-PA) e Wellington Fagundes (PR-MT) – ambos por motivo de doença. Mas podem mudar de voto contra ou favorável ao impeachment Fernando Collor (PTB-AL), João Alberto de Souza (PMDB-MA), Edison Lobão (PMDB-MA), Roberto Rocha (PSB-MA) e Telmário Motta (PDT-RR). E há, ainda, a expectativa de que se isente de participar da votação o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

As possíveis mudanças não são exatamente favoráveis nem para os defensores da presidenta afastada Dilma Rousseff nem para a base aliada do governo provisório de Michel Temer. Mas deixam no ar um clima de confronto e de busca de alianças de última hora, que têm em Lula um dos seus principais protagonistas.

No total, as especulações dão conta de que entre 11 e 15 senadores estariam sendo alvo de contatos pelos parlamentares peemedebistas de um lado e parlamentares da base de apoio à presidenta afastada do outro. Não que, necessariamente, estejam indecisos em relação aos seus votos, mas pela possibilidade de, em função de fatores externos ou diferenças políticas observadas em seus estados, mudarem de posição no derradeiro instante.

Além dos nomes citados, são ainda mencionados Benedito de Lira (PP-AL), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Eduardo Braga (PMDB-AM), Hélio José (PMDB-DF), Romário (PSB-RJ), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Wilder Morais (PP-GO).

Casos de doença
Por parte de Jáder Barbalho as informações são de que, doente, tendo sido internado por três vezes nos últimos três meses, o senador, que faltou no sábado e hoje à sessão, pode ter dificuldades para estar em Brasília e votar o processo de impeachment. O filho de Barbalho, Hélder Barbalho, foi ministro dos Portos do governo Dilma, mas o apoio da família ao presidente interino Michel Temer é dado como certo e ponto já superado, conforme disseram esta manhã colegas do mesmo estado, o Pará.

Helder Barbalho é o atual ministro da Integração Nacional do presidente provisório e já tinha sido dada como certa a votação do pai pelo impeachment – que na primeira votação, em maio, também não participou alegando os mesmos motivos de saúde (argumento que terminou sendo questionado, na ocasião, por peemedebistas). “Ele está mesmo, tendo complicações, mas fará tudo para estar aqui amanhã”, afirmou um assessor.

Já no caso de Wellington Fagundes, o acaso pegou o senador e seus aliados num grande susto. Fagundes saiu do Senado seguindo forte dores, no último sábado, e foi direto para o Hospital de Base de Brasília. Foi diagnosticado que tem um quadro de diverticulite, motivo pelo qual ele ficou hospitalizado até hoje. De acordo com boletim médico divulgado por sua assessoria, apesar de estar em tratamento, ele deve ir para casa no início da noite. E amanhã participará da votação, “nem que chegue apenas na hora de votar”, conforme disse um assessor parlamentar.

Incômodo de Collor
Fernando Collor, que se não tivesse renunciado à presidência da República em 1992, teria sido o primeiro presidente brasileiro a sofrer impeachment, até agora se manifestou favorável ao afastamento de Dilma Rousseff. Collor, no entanto, suscitou dúvidas e interpretações diversas pelo fato de ter ido até o Palácio da Alvorada, sexta-feira, para uma longa conversa com a presidente afastada – que durou quase três horas. O parlamentar chegou ao Senado sem comentar sobre o encontro e posando em tom impávido, diante dos olhares de comparação entre o seu caso e o de agora.

Mas não conseguiu esconder o desconforto com os olhares para o seu lado quando Dilma Rousseff, mesmo sem se dirigir diretamente a ele, disse que não é “nem traidora, nem covarde”. E depois, quando ao comentar vários pedidos para renunciar, a presidenta afastada reiterou que jamais cometeria este gesto, culminando com uma frase: “Sou defensora veemente do Estado democrático de direito”.

Conversas divulgadas por senadores de vários partidos ao longo do dia, nos corredores, principalmente no chamado “Túnel do Tempo”, localizado entre o plenário do Senado e os gabinetes, também foram de que, no final de semana, Lula tratou de conversar com representantes de deputados e senadores da bancada do Maranhão.

Segundo pessoas próximas ao ex-presidente, são fortes as possibilidades de três senadores daquele estado – João Alberto de Souza, Edison Lobão e Roberto Rocha – mudarem de voto e passarem a se manifestar contrários ao impeachment. No caso de Souza, seria sua segunda mudança: no início, ele se posicionou contrário ao impeachment. Na segunda votação, fico favorável ao processo.

Tabuleiro ainda incompleto
Também tem sido questionada a possibilidade do senador Telmário Mota se posicionar, mas de forma oposta. Mota sempre foi contrário ao impeachment, mas passou as últimas duas semanas queixoso, reclamando que, enquanto ficava no Senado defendendo Dilma Rousseff, o PT estaria apoiando candidatos adversários aos seus, na eleições municipais em Roraima. Mota chegou a ser chamado para uma conversa com ministros do governo interino de Michel Temer no Palácio do Planalto, na última quarta-feira, mas tem se mantido calado sobre o tema.

Conforme contaram alguns pedetistas, o ruído estaria sendo contornado com a colaboração do grupo contrário ao afastamento da presidenta. Em especial, o senador João Capiberibe (PSB-AP), que além ter conseguido demover o amigo a mudar de posição também estaria tentando ter últimas conversas com integrantes da sua legenda.

“Isso aqui é um tabuleiro que se mexe a cada instante. Não dá para dizer que os acertos estão todos definidos”, afirmou mais uma vez o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Em reservado, os senadores do PT, PCdo B, PDT e Rede dizem que vão conseguir mudar pelo menos quatro votos em favor da presidenta Dilma. Mas peemedebistas e integrantes do PSDB, como Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) contestam. E dizem que, mesmo se não conseguirem os 61 votos que davam como certo até poucos dias atrás, não veem como o impeachment ser revertido.

No caso de Renan Calheiros, o senador tem dito a todos que está adotando uma “postura republicana”. Depois da discussão que teve com a colega Gleisi Hoffmann, Calheiros jantou posteriormente com Lindbergh Farias (PT-RJ) e Tião Viana para amenizar qualquer ambiente hostil. E recebeu hoje Dilma Rousseff no seu gabinete. Mas não deu declarações nem se vai usar ou não a prerrogativa que tem – como presidente do Congresso Nacional – de se abster de votar.



Autoridades do RJ condenam insulto de Paes à mulher negra

August 29, 2016 21:19, von Blog do Arretadinho

Câmara do Rio, Defensoria e OAB condenam ofensas de Paes à mulher negra
A Câmara Municipal do Rio, núcleos de Defesa dos Direitos da Mulher e Contra a Desigualdade Racial da Defensoria Pública e a Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ) condenaram nesta segunda-feira (29) declarações machistas e racistas do prefeito Eduardo Paes (PMDB), feitas em maio do ano passado, durante a entrega de um apartamento a uma mulher no Morro da Babilônia, zona sul da cidade.

Na solenidade, Paes afirmou que a mulher iria “trepar muito” no quarto do novo imóvel. As declarações vazaram e foram divulgadas em vídeo nas redes sociais. Ao entrar no apartamento para entregar as chaves, a moradora, identificada por Rita, o prefeito começou a fazer várias insinuações sobre sexo e que a contemplada deveria usar o quarto para ter muitas relações sexuais. Em seguida, ainda diz rindo para os presentes que a nova moradora vai fazer "muito canguru perneta" no local.

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara de Vereadores do Rio, presidida pelo vereador Jefferson Moura  (Rede), também se posicionou contra a conduta do prefeito Eduardo Paes durante entrega de chave de imóvel para a moradora identificada como Rita.

Notas
No texto, os dois núcleos das entidades de classe, repudiam a atitude do prefeito Eduardo Paes e reafirmam o engajamento na luta contra o racismo e machismo estruturais.

Em nota, o núcleos lamentam a demonstração de machismo associado ao racismo que o prefeito do Rio de Janeiro expôs sua visão acerca das mulheres negras e pobres do Brasil. "Reforçando a objetificação do corpo da mulher e ainda o estereótipo da raça, o chefe do Executivo municipal, ao bradar em público a humilhante ideia que faz de uma cidadã, apenas concretiza em sua fala a assimetria de poder e reconhecimento latente nas relações sociais".

“O caso não deve ser tratado de forma isolada e jamais poderia ser rotulado como gafe ou piada de mau gosto. Em outras ocasiões, ocupantes de cargos da mais alta cúpula da administração já se manifestaram publicamente de forma semelhante, ao afirmar que favelas são fábricas de marginais e ainda que comunidades carentes têm taxas de natalidade no padrão África”, acrescentou a nota.

O comunicado conjunto informou ainda que “é tempo de a sociedade enxergar os cruéis rótulos que recaem sobre as mulheres negras brasileiras, que exigem de cada um de nós um posicionamento firme e definitivo, não só contra pessoas racistas e misóginoa, mas sim contra toda a estrutura desigual que submete mulheres negras ao empobrecimento, à invisibilidade, à (hiper)erotização de seus corpos”.

Desrespeito
Segundo o vereador Jefferson Moura, o prefeito desrespeitou simultaneamente a Lei de Contravenções Penais e o Código Civil. A comissão pede retratação pública do prefeito e conduta compatível com o cargo que ocupa.

Também por meio de nota, a comissão desaprova veementemente a conduta do prefeito Eduardo Paes na ocasião da entrega das chaves à Rita, contemplada com um apartamento pela prefeitura.

"Um vídeo amplamente divulgado pela imprensa e pelas redes sociais comprova a atitude incompatível com o cargo que ocupa. Em pelo menos três momentos sugere que a beneficiária levará muitos namorados para fazer sexo no imóvel construído com dinheiro público.Por tudo exposto, a comissão exige do prefeito postura compatível com o cargo que ocupa, respeitando todos os moradores da cidade e pede que se retrate publicamente.

A prefeitura do Rio informou que não vai se pronunciar sobre o caso.

da Agência Brasil



Gim Argello chora em depoimento a Moro

August 29, 2016 21:04, von Blog do Arretadinho

Às lágrimas, ex-senador Gim Argello depõe ao juiz Sérgio Moro
O ex-senador Gim Argello chorou em depoimento à Justiça nesta sexta (26), e disse que está sendo alvo de “vingança”. Ele é réu da Operação Lava Jato. Gim foi acusado de receber propina para impedir convocações na CPI da Petrobras.

“Eu não fui desonesto. Não pedi propina para ninguém, não pedi vantagem indevida a ninguém. Eu pedi doação eleitoral dentro da lei”, afirmou ele ao juiz Sergio Moro.

Gim está preso preventivamente desde abril deste ano, quando foi denunciado sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro, concussão e embaraço à investigação.

Quando era vice-presidente da CPMI da Petrobras, instalada em 2014, empresários que se tornaram delatores da Lava Jato, como Ricardo Pessoa e Otávio Marques de Azevedo, o acusam de ter pedido doações eleitorais em troca de evitar a convocação para a CPI. Ele nega e diz que jamais condicionou as doações à proteção no Congresso.

“Hoje eu virei um cachorro morto no mundo da política. Até desfiliado. Agora ficou fácil dizer isso”, afirmou a Moro. Ele se desfiliou há dois meses do PTB, do qual foi presidente no DF.

Gim Argello diz ser vítima de “uma retaliação”. Para ele todas as pessoas que o acusam hoje foram indiciadas na CPI. “Eu dizia: ‘O que está errado, não tem perdão’; foi até essa a expressão que eu usei.” O relatório da comissão foi aprovado em dezembro de 2014.

Chorando muito, Gim afirmou que “sempre apoiou a Lava Jato” e pediu justiça a Moro. “Eu estou sendo julgado pelo cargo que eu exercia, porque a Lava Jato precisa de um senador.”

Sérgio Moro respondeu e disse que “não tem nada disso” e que ele será julgado segundo as provas do processo.

fonte blogdocallado.com



Todos contra o golpe. #ForaTemer

August 27, 2016 11:19, von Blog do Arretadinho

Dilma: A democracia incomoda aos que não querem a participação popular
“Se você não pode passar pelo crivo do voto, o que eles pensaram: vamos saltar o voto e substituir um colégio eleitoral de 110 milhões de pessoas por um colégio menor de 81 pessoas. É disso que se trata”, afirmou a presidenta eleita Dilma Rousseff referindo-se ao golpe imposto ao país com o governo interino de Michel Temer. As declarações foram feitas durante o ato realizado em São Paulo na noite desta terça-feira (23). 

Por Railídia Carvalho    
no Portal Vermelho

A partir da quinta-feira (25) se inicia o julgamento do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. 

O ato realizado em São Paulo pelas Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo faz parte das ações de denúncia do golpe.  Diversas iniciativas estão programadas para acontecer a partir de quinta-feira(25), simultaneamente às sessões do Senado.

“Algum de nós aqui na última eleição votou para que o gasto de educação e saúde fosse congelado por 20 anos? Não voltamos. Nós votamos para acabar a faixa 1, que é a razão de ser do programa Minha Casa, Minha Vida? Não, não votamos”, indagou Dilma. 

“A democracia é muito incômoda principalmente quando você quer evitar a participação popular nas decisões”, declarou. Ela enfatizou que a questão democrática no Brasil é crucial e é no momento da eleição direta que o povo se manifesta sobre os rumos do país.

O nome é golpe
“Porque é um golpe? Porque se trata da utilização de um instrumento que, de fato está previsto na Constituição, que é o impeachment, mas que não tem base de sustentação porque não houve crime de responsabilidade”, explicou Dilma.

Na opinião dela, a acusação é pífia e é defendida por aqueles que não tem como explicar o golpe. 

“Quando falam que é questão política, a solução para divergência política ou como eles dizem que discordam do conjunto da obra, só tem um caminho e é a eleição direta, pelo voto direto da população brasileira”, cutucou.

“Eu nunca tive conta no exterior, não usei um centavo de dinheiro público a meu favor ou de terceiros. Do que me acusam? sabe do que me acusam? de exercer a atividade de gestão do governo federal usando as mesmas regras e a mesma lei de todos os presidentes que me antecederam”, ressaltou.

Acusações
A presidenta relembrou que a denúncia começou com seis decretos além das pedaladas fiscais, e hoje se mantém com três decretos. 

“Eram meras ações de governo. Decretos para suplementação do ministério da Educação e Cultura, que eles querem dilapidar, e da Justiça do Trabalho. O que eles queriam é que tivéssemos parado o governo e que não continuássemos a executar os programas sociais”.

No caso das pedaladas, Dilma explicou a discordância dos que a acusam em relação ao financiamento da agricultura familiar e comercial. 

“Há, sim, uma divergência entre nós e eles. Nessa divergência o Tribunal de Contas da União tomou uma decisão que nunca tinha se estabelecido antes, por isso nós sabemos que esse processo de impeachment tem por base uma fraude, uma verdadeira fraude porque seus argumentos não ficam de pé”, salientou.

Ida ao Senado
Dilma explicou que sua ida ao Senado para fazer pessoalmente sua defesa não referenda o golpe. “Não, nós não estamos referendando o golpe. Uma coisa é a instituição, outra coisa são as pessoas que são contrárias à tua posição”.

“Nós somos democratas e por isso a nossa maior arma é ampliar o espaço de discussão e debate em cada uma das instituições, por isso eu vou sim ao Senado por isso eu vou debater no Senado”, ressaltou Dilma.

“Eu não vou ao Senado porque acredito nos meus belos olhos. Eu vou ao Senado porque eu acredito na democracia deste país”, completou. 

Democracia
Dilma citou ainda que espaços democráticos criados no Brasil hoje garantiram que ela não renunciasse e se referiu a situações trágicas ocorridas com ex-presidentes atingidos por golpes. 

“Eu não fui obrigada a me suicidar, como Getúlio Vargas, ou ir para o Uruguai, como João Goulart, porque tem uma democracia neste país que nós lutamos para construir, muitas pessoas foram presas e exiladas. Eu devo isso a todos os que lutaram”.

A presidenta admitiu que a geração dela quando obteve a vitória achou que estava tudo bem. 

“Não tá, não. Tem que lutar todo santo dia, é que nem a vida. Temos que ter esta clareza que a democracia é algo muito valioso pra gente não lutar por ela sistematicamente”, finalizou Dilma.



Acampamento em defesa da democracia

August 27, 2016 10:56, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Acampamento Nacional inicia neste domingo em defesa da democracia e contra o golpe
Manifestantes de todas as regiões do país chegam a Brasília a partir deste domingo (28/08) para participar do Acampamento Nacional Em Defesa Democracia e dos Direitos, montado no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson em Brasília.

Organizado pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o acampamento será o ponto de referência da resistência popular e terá uma programação até o encerramento do processo do impeachment no Senado, previsto para terminar no dia 30.

A programação do Acampamento inicia no domingo, às 10 horas, com a Assembleia da Classe Trabalhadora do DF, organizada pela CUT, que completará 33 anos na data. 

Na manhã de segunda-feira, 29, a militância fará uma recepção para Dilma em frente ao Senado, para dar força para que a Presidenta eleita por mais de 54 milhões de voto enfrente os golpistas na sabatina. Às 16 horas sairá uma marcha do Acampamento ao Senado Federal para o ato político em defesa da democracia e contra o golpe que será realizado às 18 horas.

As mobilizações continuam na terça-feira, 30, quando está prevista a votação no Senado.

Serviço
Acampamento Nacional Em Defesa Democracia e dos Direitos
Início: 28 de agosto
Local: Estacionamento do Ginásio Nilson Nelson