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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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“Estamos em uma guerra ideológica para matar pobre”, diz policial perseguido por criticar PM

April 10, 2019 13:45, von Blog do Arretadinho

“Somos treinados com o mantra bandido bom é bandido morto, mas nunca vi policial executar deputado bandido, juiz que vende sentença, senador chefe de tráfico”

por Paulo Tavares no DF em Foco

“Somos treinados com o mantra bandido bom é bandido morto, mas nunca vi policial executar deputado bandido, juiz que vende sentença, senador chefe de tráfico” – confira o relato do policial militar

Aviso de Gatilho (Trigger Warning): depressão e suicídio*

Por Martel Alexandre del Colle

Eu voltei para a polícia militar em 2016. O motivo e as circunstâncias são longos demais para se narrar aqui. Depois de todas as experiências que eu havia passado dentro da polícia eu havia voltado mais forte e determinado a fazer o que era certo. Fui colocado em um batalhão que cuidava da região metropolitana de Curitiba. Fiquei empolgado. Eu adoro ser policial, cuidar da sociedade, ajudar a fazer deste país um local mais justo. Certas partes de mim parecem terem sido feitas para isso. Eu fico calmo nas ocorrências de vulto, eu gero soluções rápidas e nunca tive uma ocorrência na qual se possa dizer que o procedimento adotado foi errado.

Chegando ao batalhão, eu assumi uma companhia. Algo novo para mim. Estaria no comando de muitos policiais. Considerei uma grande oportunidade. Comecei a realizar algumas mudanças: treinamento para todos os policiais, banco de horas, mudança na forma da escala. Havia conversado com um professor de jiu-jítsu e uma academia de musculação que ficava a poucos metros da companhia para que os policiais pudessem treinar no local com um preço diferente devido ao número de possíveis inscritos.

Isso durou menos de um mês. Fui enviado para a escala de coordenação de policiamento. Fiquei um pouco chateado, mas sem problemas. Policial militar é policial em qualquer lugar e função. Na função de coordenador percebi vários defeitos. Sempre fui assim, eu encontro as falhas com facilidade. A parte boa é que eu também encontro as soluções. Comecei a dizer alguns problemas que eu encontrava para a execução de um bom serviço aos meus chefes, juntamente com uma proposta para solucionar a demanda. Fui ouvido em partes e outras foram ignoradas. Quanto a alguns problemas eu sequer poderia tocar no assunto. Eram pesados demais e eu poderia sofrer represálias.

O tempo que fiquei na unidade, estagnado, vendo muitas coisas erradas, começou a me estressar. E quando eu digo “coisas erradas” não estou dizendo que eles não faziam meus gostos. Estou me referindo a distribuição de efetivo pela malha feita de maneira irresponsável, o que no final gera mortes e assaltos; refiro-me ao uso político das forças de segurança, realizando operações que aparecem muito, mas que não solucionam nada; refiro-me a vistas grossas para a corrupção policial, condenando os policiais novatos a experiências terríveis dentro da viatura; refiro-me a vistas grossas para execuções e torturas; refiro-me a métodos de fiscalização obsoletos e ineficientes; dentre outras coisas. Todos problemas sérios, que condenam vidas e que são de fácil solução. Tão fácil que eu apresentei uma solução para praticamente todos.

Meu estresse e desapontamento chegou a tal ponto que eu fui até a diretoria de pessoal da polícia e fiz uma proposta ao chefe: gostaria de ajuda para ir para outra unidade, caso isso não fosse possível, eu queria ajuda para solicitar minha saída da polícia. Eu não esperava nenhuma ajuda, estava certo que aquele seria meu último dia na polícia, mas eu me enganei. O oficial que me recebeu me ouviu. Contei todas as minhas frustrações para ele e ele entendeu. Resolveu então me mandar para um batalhão que fosse mais apegado a técnica e ao estudo. Enviou-me para uma unidade de policiamento escolar. Confesso que as circunstâncias da transferência me deixaram animado. Sempre sonhei com uma unidade policial voltada para a técnica, para o estudo e para o resultado de maneira humanizada.



Que porra é essa?

April 10, 2019 13:38, von Blog do Arretadinho

O Ministro das Relações Exteriores é despreparado, louco ou os dois?

Esse vídeo foi feito a partir da participação do atual Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do senado brasileiro que aconteceu hoje, 04/04/2019.




Quando o operário disse NÂO

April 10, 2019 10:08, von Blog do Arretadinho

Vale a pena ouvir de novo: 
Quando o operário disse não e disse mais um monte de desaforos que o patrão explorador precisava ouvir 
"vai tomar no c* seu Armando, vc seu saco de farinha"



Cortes de Dória na área da Cultura podem resultar no fechamento do Museu Afro Brasil

April 5, 2019 16:08, von Blog do Arretadinho

Museu Afro Brasil tem acervo de mais de 7 mil obras
Em nota pública, funcionários dizem que contingenciamento de 22,95% no orçamento da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa coloca em risco o funcionamento das atividades do museu, que reúne mais de 7 mil obras

por Redação da Revista Fórum

Uma nota pública distribuída nesta sexta-feira (5) por funcionários do Museu Afro Brasil afirma que o contingenciamento feito pelo governador João Dória na área de Cultura pode acarretar no fechamento da instituição, localizada no Parque do Ibirapuera, que abriga mais de 7 mil obras de diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros.

“O Museu Afro Brasil, instituição pública subordinada à Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e administrada pela Associação Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura –, está sob ameaça de redução de atividades e fechamento, diante deste  contingenciamento”, diz a nota, elencando o corte de 22,95% no orçamento da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa.

Segundo o documento, o contingenciamento significará a demissão de grande número de funcionários, a redução de projetos e atividades e,
até mesmo, o fechamento do Museu Afro Brasil, “impactando milhares de pessoas que veem e encontram neste espaço não apenas a
preservação de sua memória e identidade, mas a possibilidade de exercer seu direito à cultura”.

O Museu Afro Brasil recebe, anualmente, 180 mil visitantes, dentre eles 40 mil estudantes. Desde 2009, mais de 1,7 milhões de pessoas foram diretamente impactadas pelas ações do Museu.

Todos os anos dezenas de exposições, publicações e ações de pesquisa e incentivo à produção artística e cultural interagem com o acervo, uma biblioteca com 12 mil títulos e um Teatro (Ruth de Souza) que acolhe importantes atividades de promoção da cultura nacional sob a perspectiva afro-brasileira.

Além disso, projetos e programas educativos são responsáveis pelo atendimento e formação de diferentes públicos em situação de vulnerabilidade social, como idosos, crianças, pessoas com deficiência, jovens em privação de liberdade, frequentadores de equipamentos de Saúde Mental, professores, por meio de parcerias com instituições de Educação, Saúde e Assistência Social. “Áreas que foram apontadas como prioridades pelo Governador João Doria Jr., mas que também serão duramente afetadas pelo corte na Cultura”, diz a nota.



TRAGÉDIAS DE ANTIGAMENTE...

April 4, 2019 9:34, von Blog do Arretadinho

1. Quando as fichas acabavam no meio da ligação feita do orelhão.

2. Ou o disco riscava bem na melhor música.

3. Você datilografava errado a última palavra da página.

4. E não tinha fita corretiva de máquina de escrever pra consertar.

5. A fita do Atari não funcionava nem depois de você assoprar.

6. O locutor falava as horas ou soltava uma vinheta BEM NO MEIO DA MÚSICA que você tinha passado horas esperando pra gravar.

7. E depois o toca-fitas mastigava a fita.

8. O locutor não falava o nome da música quando ela terminava.

9. E você ficava anos sem saber quem cantava ou como chamava aquela música que você tinha amado.

10. Seu irmão bebia o líquido das Mini Cokes.

11. E alguém dizia que o filho do amigo do tio do vizinho tinha morrido depois de beber o líquido das Mini Cokes.

12. Alguém fumava dentro do ônibus.

13. Ou do avião.

14. Ou do elevador.

15. Você tinha que pagar multa por devolver a fita de vídeo pra locadora sem rebobinar.

16. O Ki-suco vazava da garrafinha da sua lancheira.

17. E molhava as bisnaguinhas com patê.

18. Você tirava as letras das músicas em inglês tudo errado.

19. E depois descobria, no folheto da Fisk, que estava tudo errado mesmo.

20. Mas já era tarde, pois você já tinha decorado errado (e canta errado até hoje).

21. Você arranhava com todo cuidado, mas quando levantava o papel via que o bichinho do decalque do Ploc tinha saído sem uma perninha.

22. A televisão resolvia sair do ar no dia do capítulo final da novela.

23. E seu pai tinha que subir no telhado pra mexer na antena.

24. E ele gritava lá de cima “melhorou?”

25. E você, embaixo, avisava: “melhorou o 5, o 7 e o 9. Piorou o 4, o 11 e o 13”.

26. E nunca todos os canais ficavam bons ao mesmo tempo.

27. Chegar à padaria e lembrar que você tinha esquecido o casco do refrigerante.

28. A Kombi que trocava garrafas velhas por picolés e pintinhos passava na sua rua um dia depois da sua mãe jogar tudo fora.

29. Você descobria que todas as 36 fotos do seu aniversário tinham ficado desfocadas.

30. E algumas tinham queimado, porque o rebobinador da  câmera tava meio enguiçado.

31. Quando sobrava só o lápis branco da caixa de 36

32. Você pensava que ia morrer porque engoliu uma bala Soft

Nossa vida era assim. E nem faz tanto tempo, mas nossos filhos nem têm ideia do que significa tudo isso.