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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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Cientistas chineses anunciam criação de embriões humanos imunes ao HIV

April 13, 2016 11:47, von Blog do Arretadinho

Uma equipe de cientistas da Universidade de Medicina de Cantão, no Sul da China, anunciou que conseguiu criar embriões humanos resistentes ao vírus HIV, por meio de modificação genética.
Segundo o coordenador da equipe, Fan Yong, os testes feitos em 26 embriões "defeituosos e inaptos a tratamentos de fertilidade" permitiram criar quatro embriões imunes ao HIV, enquanto os restantes mostraram mutações "não planejadas", informou hoje (13) um jornal oficial.

O trabalho foi publicado no último número do Journal on Assisted Reproduction and Genetics e detalha que todos os embriões foram destruídos no espaço de três dias.

É a segunda vez que um grupo de médicos chineses causa controvérsias com experiências sobre a modificação genética de embriões.

No ano passado, uma equipe da Universidade Zhongshan, também em Cantão, disse ter conseguido alterar pela primeira vez na história o genoma humano em embriões.

Da Agência Lusa



Bolão abre apostas sobre placar do impeachment

April 13, 2016 11:42, von Blog do Arretadinho

Enquanto aguardam a definição sobre os últimos detalhes para a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, deputados da oposição que querem seu afastamento abriram nesta quarta-feira (13) um bolão “democrático”. As apostas, que custam R$ 100, se referem ao placar de domingo (17), quando está prevista a decisão final da Câmara sobre o processo. 

Encabeçado pelos deputados do Solidariedade Paulinho da Força (SP) e Carlos Manato (ES) o bolão vai premiar apenas quem acertar integralmente o resultado.

“Se ninguém acertar, o dinheiro vai ser doado para caridade”, afirmou Manato. A brincadeira dos parlamentares, que têm marcado manifestações quase diárias em prol do impeachment, começou com sete apostas, mas Manato afirmou que serão “pelo menos 10 páginas” no final e garantiu que a base governista será convidada a participar. Por enquanto, as apostas são de 370 a 396 votos favoráveis ao processo contra uma média de 110 votos contrários, mas até o momento, aliados ao Planalto ainda não aceitaram a brincadeira.

Paralelamente, oposição e governo aguardam a decisão do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a ordem de chamada dos deputados para votação nominal do processo de admissibilidade do pedido de impeachment. Paulinho da Força afirmou que a tendência é que o peemedebista acabe decidindo por uma chamada por região, começando no Sul e terminando no Norte e Nordeste do país.

Cunha tem minimizado a importância desta regra no processo, mas a base aliada acusa Cunha de tentar manipular a votação para influenciar o resultado em prol do afastamento de Dilma. O temor de governistas é que os parlamentares favoráveis acabem falando primeiro e isto possa influenciar o resultado. Hoje, o vice-líder do PT na Casa, Henrique Fontana (RS), reafirmou que será ilegal a chamada por região. Para o gaúcho, se o Supremo Tribunal Federal (STF) não decidiu sobre o processo, Cunha deveria adotar o procedimento do período do impeachment de Fernando Collor, quando a chamada foi por ordem alfabética.

da Agência Brasil



Deputado diz que grupo de Temer o assediou

April 13, 2016 11:17, von Blog do Arretadinho

Aliel Machado - REDE/PR Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Aliel Machado - REDE/PR
Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Aliel diz que grupo marcou reunião com Temer e perguntou o que ele queria
Aliel Machado foi a grande surpresa da comissão de impeachment. O deputado chegou a dizer que votaria pelo impeachment, mas na hora, parecendo até emocionado, votou contra. Em entrevista exclusiva ao blog, diz que estava dividido: por motivos políticos, acha que deveria votar a favor. Por razões jurídicas, era contra. O que o levou a decidir foi o medo de dar uma “falsa legitimidade a Temer” e ajudar Cunha a se livrar da cassação.

Aliel diz que foi procurado por pessoas ligadas a Temer que perguntaram “o que ele queria, do que precisava”. Eduardo Cunha disse que ele nem andaria mais em Ponta Grossa. “Talvez nem deputado eu volte a ser. Mas estou tranquilo, sou jovem, posso trabalhar em outra área. Mas nunca tinha sentido muita tristeza, dias antes da votação. Porque eu tentava arranjar justificativa para votar a favor e não conseguia”, disse.

Veja a entrevista:

Quantas mensagens o sr. recebeu no celular desde ontem?
Ah, não sei. Botei no modo avião meu celular. Agora é um momento de muita paixão dos dois lados. De muito ódio,muita raiva. E as pessoas não têm uma percepção, têm uma ideia que puseram na cabeça e colocaram como objetivo. E com todo o respeito que tenho pela posição das pessoas, acho que não é assim. mas estou recebendo muitas mensagens, inclusive muitas favoráveis.

O sr. parece ter mudado de ideia em cima da hora. O que aconteceu?
Eu estava com muita dúvida. A parte política me dizia para fazer uma coisa e a parte jurídica me dizia para fazer outra, na minha cabeça. E estava com  muita dúvida. Se fosse escolher eu me absteria. Mas é um voto morno. Ia me abster na comissão e no plenário. Mas se abster no plenário ia parecer que eu estava ajudando o governo, que eu não tinha coragem. Quando o partido tomou posição pela admissibilidade eu pensei: “arranjei uma desculpa, vou votar com o partido”. Cheguei a dizer para a Record que a admissibilidade não decidia. E a cada  minuto a gente vendo as coisas acontecerem. E teve duas coisas que me tocaram bastante. Um vídeo do Bolsonaro, antigo, e a gravação do Temer no final da tarde.

E quanto eu percebi, mesmo sendo oposição, o processo jurídico de fato – fui presidente da Câmara de Ponta Grossa, lidei muito com orçamento – e juridicamente não tem crime de responsabilidade na peça. Por mais que o contexto seja grave, por mais que esteja praticamente comprovado o desvio de campanha, meu medo era dar uma legitimidade que não existe para o Temer assumir a Presidência. É ajudar o Cunha, que com a entrada do Temer tenho certeza absoluta que se livra da cassação. Tem um acordo com os partidos. E isso me tocou bastante.

O que está na rua, esse movimento de indignação, essas pessoas que não aceitam a corrupção, isso não pode parar. E eu acredito que não vai parar, vai fortalecer as investigação. Ao contrário do PT nunca achei que é golpe. Falei no meu discurso que o PT errou e vai pagar, está pagando. Tem muita gente presa. E acho que tem que ir pra cadeia mesmo. Agora o voto era sobre aquele relatório. Pedalada fiscal sequer existe um termo jurídico. Não é crime. Eu sei que lá na frente vai ser dito que esse não era o caminho legal. E quem está buscando a legalidade quer que o Brasil supere isso com maturidade. E eu não me senti à vontade para votar em algo ilegal.

O sr. acha que essa decisão prejudica sua candidatura a prefeito em Ponta Grossa?
Eu não pensei na eleição. Se pensasse na eleição votaria pelo impedimento. Mas eu seria só mais um. Prefiro não ser só mais um. Lá em Ponta Grossa teve deputado estadual que foi à rua pelo impeachment, isso é oportunismo. Estou de consciência limpa. Se a consequência do que fiz ajudar, ótimo. se for pensar só em eleição não acaba com a corrupção, não vai ser justo. Não é a primeira vez. Sou deputado e me colocaram como pré-candidato a prefeito pelas pesquisas. Se eu mudar isso eu perco a minha essência. Eu fiz 61 mil votos me Ponta Grossa. Nunca ia ser deputado se não fosse por Ponta Grossa. Mas não estou traindo meus princípios. Talvez nem deputado eu volte a ser. Mas estou tranquilo, sou jovem, posso trabalhar em outra área. Mas nunca tinha sentido muita tristeza, dias antes da votação. Porque eu tentava arranjar justificativa para votar a favor e não conseguia.

A gente sabe que o governo está tentando conseguir votos. O sr. foi procurado?
Fui procurado pelos dois lados, pelo Temer e pelo governo. Por deputados. E falei: “estou indeciso, minha decisão vocês só vão saber na hora”. E me ligavam durante esses dias: “Olha, vem aqui, vamos conversar, você não quer falar com o Temer?” “Não”, falei, “acho que não”. “Não, fale com ele.” Chegaram a marcar reunião pra mim. Ontem [segunda]
me mandaram: “O sr. pediu uma reunião com o Temer, ele vai lhe atender agora”. “Não, não não. Eu não pedi reunião nenhuma. Eu não vou.” Antes da votação. E do governo alguns deputados do governo, não o Palácio. Do Paraná, inclusive. O Enio veio conversar comigo. Disse que sabe que eu sou oposição, mas que é muita grave. Eles sabem que eu entrei com ação no tribunal pedindo cassação da chapa, digo que a Dilma e o Temer não têm mais legitimidade de ficar. Que tinham que renunciar. Eles me veem meio como o PSol aqui… Mas teve só conversas de parceiros, que vinham me perguntar.

Mas o Temer está articulando assim tão abertamente?
Vergonhoso. E de fato está fazendo. Ele foi para o Rio de Janeiro conquistar os deputados do PMDB. E foi para outros estados. E quem está operacionalizando isso para ele é o Cunha. Eu tive uma conversa com o Cunha na semana passada. Porque eu fui na sala dele porque tinha um grupo querendo entrar no plenário e ele não autorizava. Fiquei puto da cara e fui lá. O Cunha falou: “Você não vai mais andar em Ponta Grossa. O Temer vai ser presidente, você vai ver. Ele estava numa reunião com o Paulinho da Força e o Rodrigo Maia do DEM. Eles coordenando, articulando e chamando os líderes partidários, os deputados, convencendo. O Mendonça Filho veio me pedir, do DEM: “Você tem que ser a favor”. Vários deles. Os caras que estão a favor do impeachment estão montando o governo com o Temer, eles vão assumir o comando de tudo. DEM, PSDB, todos esses caras. É o jogo aqui.

Mas chegaram a oferecer algo?
Não, nenhum dos dois lados. Não iam fazer. Como eu não tinha tomado decisão ficava mais difícil, acho. Falaram que iam ajudar, que o governo ia atender, o que que eu queria. “O que que você quer? O que que você acha que você precisa, pra te ajudar? Você é candidato a prefeito, tem que votar a favor e tal…” Isso o pessoal do Temer, né? Mas não chegaram a me oferecer nada. O governo nem me procurou.

Com isso o sr. já adiantou seu voto no plenário?
Sou contra.
O partido se mostrou surpreso com seu voto. O sr. acredita que haverá punição?
Que punição? O partido liberou os deputados. Eu consultei os filiados no Paraná e deu 40% das pessoas da Rede contra o impeachment no Paraná. Mas o resumo é que o que me preocupa é o programa do Temer e dar força para o Cunha. E outra coisa: dos 38 deputados que votaram pelo impeachment, 35 têm processo na Justiça. É essa turma que está defendendo.

fonte Gazeta do Povo



Justiça determina que Senac cumpra cotas de aprendizes

April 13, 2016 11:07, von Blog do Arretadinho

Falta de vagas no Senac não afasta responsabilidade de empresa cumprir cota de aprendizes
A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho proveu recurso da União contra decisão que anulou multa aplicada à distribuidora Fiorelo Pegorato Comércio e Representações Ltda., de Joaçaba (SC), por descumprimento da legislação de contratação de aprendizes (artigo 429 da CLT). Com isso, restabeleceu sentença que julgou improcedente o pedido da empresa de anulação da multa.

Entenda o caso
A Fiorelo Pegorato foi atuada por um fiscal do trabalho por manter apenas dois contratos de aprendizagem, quando o número previsto para o estabelecimento, de acordo com o número de trabalhadores, era de sete. O valor da multa foi de de R$ 4 mil.

Em ação anulatória ajuizada na Justiça do Trabalho, a empresa questionou o cálculo da cota de aprendizes e alegou que solicitou sete vagas ao Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em cursos de aprendizagem, mas a entidade ofereceu apenas duas, na área de vendas. Também afirmou que o município não possuía entidades de formação previstas em lei (artigo 430 da CLT), como escolas técnicas e entidades sem fins lucrativos de assistência e educação profissional registradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O juízo da Vara do Trabalho de Joaçaba (SC) manteve a validade do auto de infração. Para o primeiro grau, o estabelecimento limitou-se a procurar vagas apenas no Senac, deixando de buscar alternativas em outras unidades do Sistema Nacional de Aprendizagem (Sistema "S") para preencher as cinco vagas restantes.

O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC), porém, reformou a sentença, por considerar que as empresas não podem ser penalizadas pela omissão do Sistema S em cumprir a finalidade para qual foi criado.  Para o TRT, cabe à fiscalização do trabalho identificar e comunicar as empresas fiscalizadas sobre a existência de instituições técnico-profissionais legais, para que elas possam, dentro de um prazo concedido, solucionar a defasagem de vagas no Sistema "S" para o cumprimento da lei.

TST
No recurso de revista ao TST, a União defendeu a legalidade da autuação e alegou que o Regional, ao atribuir à fiscalização trabalhista obrigação não prevista em lei, viola o próprio artigo 430 da CLT.

O relator do recurso, ministro Walmir Oliveira da Costa, explicou que o artigo 429 da CLT estabelece a obrigação de contratação de aprendizes. "Ocorre que a obrigação de buscar suprir a insuficiência de cursos ou vagas nos Serviços Nacionais de Aprendizagem decorre da incidência do artigo 430 da CLT, que trata de obrigação a ser cumprida pela empresa, e não de encargo atribuído ao órgão administrativo de fiscalização", afirmou.

O relator explicou que compete ao agente público apenas inspecionar a insuficiência de cursos e vagas de aprendizagem, conforme o artigo 13, parágrafo único, do Decreto 5.598/05 que regulamenta a contratação de aprendizes. Assim, o "rito" a que se refere a decisão do TRT, atribuindo à Inspeção do Trabalho identificar e comunicar oficialmente à empresa fiscalizada a existência de outras entidades para suprir as vagas de aprendizagem não tem previsão legal.

A decisão foi unânime.

fonte TST



Dilma: 'Este não será o país do ódio'

April 12, 2016 16:00, von Blog do Arretadinho

Dilma agradeceu a luta pela democracia e pediu a
todos para estarem "vigilantes" nos próximos dias
Foto ROBERTO STUCKERT FILHO/ PR
Durante encontro com estudantes e professores, a presidenta pediu "calma e paz" diante de "possíveis novos ataques desesperados" contra seu governo
por Redação RBA

São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff elevou o tom nesta terça-feira (12), em encontro com professores e estudantes, no Palácio do Planalto, ao falar sobre o processo de impeachment, que chamou de “farsa”, promovida por “dois chefes do golpe que agem em conjunto de forma premeditada”, em referência ao vice-presidente, Michel Temer, e ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "Este não será o país do ódio", afirmou.

A presidenta disse ter ficado “chocada com o vazamento deliberado, premeditado de um anúncio de posse antecipada, subestimando a inteligência dos brasileiros e brasileiras”. Ontem, vazou um áudio de Temer discursando para a nação, como se o processo de impeachment já tivesse sido aprovado em plenário – a votação está prevista para o próximo domingo (17).

“Vamos raciocinar. Antes sequer da votação do inconsistente pedido de impeachment foi distribuído um pronunciamento onde um dos chefes da conspiração assume o papel de presidente (…) De que base legal ele retirou a legalidade de seu gesto?”, questionou Dilma, afirmando que o vazamento deixa explícito o “desapreço que se tem pelo Estado democrático de direito e pela Constituição Federal, ao atropelar os ritos em curso, demonstrando desrespeito, inclusive ao Legislativo”. Em resposta, os presentes gritaram em coro: "Fora, Temer!"

Dilma defendeu-se de acusações sobre possíveis negociações de cargos para recomposição de base para a votação de domingo, acusando os adversários. “Ao longo da semana disseram que eu estaria usando de expedientes escusos. Me julgam pelo espelho, pois eles usam tais métodos. Caluniam enquanto leiloam posições no gabinete do golpe de um governo dos sem votos”, disse.

Sem citar o nome, Dilma fez referência a Cunha, responsável pela condução do processo de impeachment na Câmara. “Se havia alguma dúvida sobre a denúncia do golpe em andamento não há mais. Os golpistas têm chefe e vice-chefe assumidos. Um deles é a mão, não tão invisível, que conduz com desvios de poder e abusos inimagináveis o processo de impeachment, outro esfrega as mãos e ensaia a farsa do vazamento de um pretenso discurso de posse.”

A presidenta definiu a defesa de seu mandato como a manutenção de um projeto inclusivo, além de representar a manutenção de “uma jovem democracia, da legalidade, da república e da educação no país”, afirmou. Dilma alinhou as tentativas de golpe contra seu governo com possíveis ataques à educação pública. “O golpe é contra tudo aquilo que nos últimos 13 anos meu governo e o governo Lula têm feito, com o apoio do povo e o trabalho incansável dos movimentos sociais”, disse.

Dilma pediu “calma e paz”. “Não somos violentos. Não perseguimos pessoas. Não divergimos de adversários com gestos de ódio. Acreditamos na consciência das pessoas e que a verdade há de prevalecer”, afirmou. Dilma prosseguiu com um alerta: “Não se deixem enganar por nenhuma manobra mentirosa de última hora. Peço a todos que estejamos atentos e vigilantes nos próximos dias. Possivelmente sofrerei novos ataques desesperados. Não aceitem provocações. Não somos do ódio, somos da paz”.

Em relação à educação, a presidenta apresentou dados para “dar consistência à ideia de pátria educadora”: “Criamos 18 universidades federais, 173 campi universitário, 422 novas escolas técnicas federais. Contratamos 49 mil professores por concursos públicos. Mais de 4 milhões de jovens entraram em universidades privadas através do Prouni e do Fies, 9 milhões e 500 mil brasileiros cursaram a formação profissional”.