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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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O padre, Aécio e Cunha

April 9, 2016 17:08, von Blog do Arretadinho

Um Padre velho estava morrendo no Hospital de Base de Brasília. De repente ele faz um sinal para a enfermeira.

- Sim, Padre? Diz a enfermeira.

- Eu queria ver o Aécio Neves e o Cunha antes de morrer, sussurrou o Padre.

- Verei o que posso fazer, respondeu a enfermeira.

Ela entra em contato com os partidos deles.

Logo recebe um aviso que ambos gostariam muito de visitar ao Padre moribundo.

A caminho do Hospital, Aécio disse a Cunha:

- Eu não sei por que o velho padre quer nos ver, mas por certo isso vai ajudar a melhorar nossa imagem perante a Igreja, nós que sempre enfrentamos embaraços com ela.

Cunha concordou. Era uma grande oportunidade para eles e até um comunicado oficial à imprensa, sobre a visita, foi expedido.

Quando chegaram ao quarto, o velho Padre pegou a mão de Cunha, com sua mão direita e a mão de Aécio Neves , com sua esquerda. Houve um grande silêncio e se viu um ar de pureza e serenidade no semblante do Padre.. Aécio Neves, então, falou:

- Padre, porque fomos os escolhidos, dentre tantas pessoas, para estar ao seu lado no seu final?

O velho Padre, lentamente, falou:

-Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo.

- Amém, disse Cunha.

- Amém, disse Aécio Neves.

O Padre continuou:

- Como Ele morreu entre dois ladrões, eu queria fazer o mesmo.



Governador Flávio Dino inaugura dois restaurantes populares neste sábado

April 9, 2016 15:48, von Blog do Arretadinho

Pedreiras e Lago da Pedsra ganham restaurantes populares neste sábado
Com a implantação de mais dois restaurantes populares no interior do Maranhão, o Governo do Estado avança com o plano de expansão da rede, visando combater a extrema pobreza e a fome, beneficiando um número maior de cidadãos e proporcionando mais dignidade à população em situação de vulnerabilidade social e em estado de insegurança alimentar. Os novos restaurantes forão inaugurados pelo governador Flávio Dino neste sábado (9), em Pedreiras, às 11h, e em Lago da Pedra, às 13h.

Os restaurantes populares são unidades públicas de alimentação e nutrição que ofertam refeições nutritivas ao preço simbólico de R$ 2 e a distribuição de 1.100 refeições diárias, no almoço, e 550 no jantar. Os principais públicos alvos da ação são desempregados, estudantes, trabalhadores, moradores de rua e famílias em situação de insegurança alimentar.

Segundo o governador Flávio Dino, além de trazer benefício direto à população no combate à fome, os espaços fomentam o desenvolvimento agrícola, a partir da aquisição de produtos da agricultura familiar. “Estamos ampliando a segurança alimentar e gerando mercado para os nossos produtores. Nossa orientação é que todos esses equipamentos cada vez mais comprem alimentos que sejam produzidos pela agricultura familiar, para que, com isso, nós, mediante investimentos do governo, possamos gerar emprego”, detalhou o governador.

Flávio Dino enfatizou que iniciativas como esta ratificam a principal marca do Governo: a preocupação com o social, com as pessoas. “Recebemos o Governo com seis, inauguramos sete, e neste sábado inauguraremos mais dois. Significa que em pouco mais de um ano de gestão, vamos duplicar a rede de atendimento em restaurantes populares”, explicou.

Expansão da rede
Na capital maranhense além da recém inaugurada unidade do São Francisco, o Governo do Maranhão já disponibiliza o serviço também nos bairros da Cidade Olímpica, Maiobão, Vila Luizão, Liberdade, Coroadinho e Anjo da Guarda.

Em 2015 o governo passou a servir também o jantar, o que representa mais comida de qualidade para a população menos favorecida e um passo a mais na luta contra a fome e a favor da redução dos índices de insegurança alimentar, que ainda é um grande desafio a enfrentar no estado.

Em 2016, ainda serão instaladas mais duas novas unidades alimentares, em Chapadinha e Zé Doca. Também serão construídas 30 novas cozinhas comunitárias instaladas nos municípios incluídos no Plano de Ações ‘Mais IDH’. Além da alimentação, as unidades ofertarão uma gama de atividades produtivas, capacitações técnicas, atendimentos nutricionais e outras importantes ações visando à redução da insegurança alimentar em nosso estado.

do Blog do Raimundo Garrone



Acesso à Câmara será restrito durante semana de votação do impeachment

April 9, 2016 15:26, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
A Câmara dos Deputados vai restringir o acesso ao público entre os dias 11 a 21 de abril, período em que deve ser votado em Plenário o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. 
As medidas adotadas alteram as formas de acesso às dependências da Casa e de credenciamento de imprensa, entre outras. Segundo a Diretoria-geral, a decisão da Mesa Diretora da Câmara passa por questões relacionadas a segurança e proteção das pessoas de e do patrimônio físico, histórico e cultural da instituição.

“A Diretoria-Geral conta com a colaboração de todos para que haja o menor número possível de alterações na rotina diária dos serviços na Casa”, diz a nota divulgada hoje (9).

Entre os dias 14 e 21, a entrada na Casa será restrita a parlamentares, servidores, prestadores de serviços e pessoas credenciadas. Entre 15 e 21, o acesso ao complexo principal da Câmara deverá ser feito pelos anexos 1, 3 e 4. Será distribuída uma credencial específica para entrada no Salão Verde e no Plenário Ulysses Guimarães.

Os servidores que quiserem entrar com bolsas, volumes e bagagens de mão deverão passar por inspeção de raio-X entre os dias 11 e 13. E de 14 a 21, todos que acessarem a Câmara, inclusive servidores e jornalistas, também deverão passar pelo detector de metais, exceto os parlamentares que não precisarão passar pela inspeção e pelo detector.

Em relação ao acesso de jornalistas, a Diretoria-geral informou que haverá um número limitado de credenciais para o trabalho da imprensa entre os dias 15 e 21 de abril. Somente terão acesso ao Salão Verde e às galerias do plenário os jornalistas que obtiverem credenciais específicas para cada um desses espaços e não serão aceitos os crachás de credenciamento permanente, tampouco aqueles com acesso provisório ou temporário.

Visitação
A visitação institucional está suspensa de 11 a 21 de abril, assim como as sessões solenes e outros eventos e reuniões de 13 a 21, exceto aqueles referentes à votação do impeachment, à comissões temporárias (de inquérito e especiais) e às atividades do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

O policiamento nas áreas externas do Congresso Nacional será feito pelas polícias legislativas da Câmara e do Senado, com apoio de tropas da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

da Agência Brasil



Em 20 dias, aplicativo recebe mais de 40 denúncias de violações em favelas do RJ

April 9, 2016 15:10, von Blog do Arretadinho

Um policial militar civil xinga e puxa o cabelo de uma menina antes de colocá-la dentro de uma viatura, após a garota tentar persuadir o policial a não levar um rapaz preso. 
A cena ocorreu em uma favela da zona norte da capital fluminense. O flagrante foi enviado pelo aplicativo Nós por Nós , que recebe denúncias de violações cometidas por agentes do Estado. Lançado há 20 dias, o aplicativo já recebeu mais de 40 denúncias.

Um dos coordenadores do projeto, o historiador Fransérgio Goulart, do coletivo Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro, disse que a procura e a quantidade de relatos surpreenderam. Para ele, além de denunciar violações e cobrar respostas das instituições competentes, o aplicativo permite reflexões e maior conscientização de direitos entre os jovens nas favelas. A maioria dos relatos trata de abusos de poder, invasões de domicílio, tortura, homicídio e violência contra mulher. Mais de 500 downloads do aplicativo foram feitos até o momento. Cerca de 80% das denúncias são contra policiais militares, segundo os organizadores do aplicativo. Em seguida, aparecem os relatos contra policiais civis.

“A ferramenta tem contribuído para discutirmos o programa de proteção à testemunha que não funciona, o racismo institucional, a diferença da atuação da polícia na favela e na zona sul. Essas discussões empoderam a juventude”, disse Goulart, que é morador da Comunidade de Manguinhos, na zona norte, há 14 anos.

A ferramenta também se mostrou eficaz em agilizar o processo do contato com a rede de apoio. “Já fazíamos denúncias antes, mas com o aplicativo as respostas foram bem mais rápidas. Tivemos denúncias que chegaram imediatamente, o que agilizou a rede de apoio e possibilitou respostas rápidas como a da perícia e do auxílio a familiares de vítimas, principalmente com a atuação da Defensoria Pública”, contou.

O fórum tem feito oficinas para jovens de comunidades pobres, em parceria com a ONG internacional Witness, sobre segurança nas redes sociais e como usar o aplicativo. Os encontros buscam esclarecer, por exemplo, os jovens sobre as competências de cada polícia. "A comunidade, de uma forma geral, não sabe qual o papel de cada polícia. O senso comum é achar que as polícias têm as mesmas atribuições. Esse é um dado importante, precisamos fazer esse debate", disse Goulart, ressaltando que o desafio atual da equipe é encaminhar as denúncias de forma qualificada para que sirvam de prova jurídica.

Pelo aplicativo, o denunciante pode informar a corporação ou órgão ao qual o agressor está vinculado e se violação trata de abuso de poder, agressão física, homicídio, tortura, prisão ilegal, racismo, machismo, homofobia, ocultação de identidade policial, extorsão, invasão de domicílio e/ou censura a meios de comunicação. A denúncia pode ser feita por escrito, foto, áudio ou vídeo, constando data, hora e endereço de onde ocorreu. A foto e a gravação do áudio podem ser feitas diretamente no aplicativo.

O volume de denúncias desafia a equipe a lidar com o desgaste emocional e psicológico. “As pessoas que estão morrendo, muitas são próximas. É duro conversar com as mães e familiares, que ainda têm que defender seus mortos da acusação de que são bandidos, algumas não têm como enterrar o filho. Fizemos uma atividade que foi apenas de choro,” lembrou Goulart. “É muita dor. Tentamos colaborar, mas é pouco, queríamos mais resultados e sofremos com isso”, desabafou.

Além dos interlocutores e coletivos de comunicação de dentro das favelas, cerca de 25 jovens ajudam a tocar o projeto do Fórum de Juventude, que também tem o apoio do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e das organizações não governamentais Witness, Justiça Global, Anistia Internacional e a Defensoria Pública do Estado.

O defensor público e coordenador do Núcleo de Direitos Humanos, Fábio Amado, espera que mais parceiros se unam à causa para acabar com a impunidade aos crimes cometidos contra a juventude negra e pobre. “Além do envolvimento dos moradores, que sofrem a violência, também é necessária a sensibilização de novos atores em quem possamos confiar, tanto da área pública como da área privada, para expandir a rede e ir além da denúncia e conseguir todos os meios possíveis para reprimir, evitar ou minimizar os danos”.

Para Rachel Barros de Oliveira, representante da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), o aplicativo ajuda também a desmistificar uma política de segurança pública que é colocada como solução para os problemas na favela, mas que tem gerado mais violação. “O aplicativo também está servindo como canal para a juventude negra, que é a que mais sofre, para vocalizar as violações”, ressaltou. “São os grupos que vivenciam isso na pele que tiveram a sacada de pensar em como tratar a violência, como dados e denúncia. É um processo inovador, de disputa de narrativa, mas também de qualificação da denúncia, que tem tudo para gerar resultados excelentes principalmente no campo da defesa de direitos humanos”.

O Nós por Nós oferece mapeamento georreferenciado do tipo de violação nas comunidades, lista da rede de apoio e um guia sobre os direitos do cidadão durante uma abordagem policial. Os vídeos e áudios são enviados para o banco de dados do Ibase para garantir a segurança do denunciante. Pode ser baixado gratuitamente em celulares com plataforma Android e deve estar disponível em outras plataformas nos próximos meses. Organizações em São Paulo, no Mato Grosso do Sul e no Ceará estão articulando o uso da ferramenta em seus estados.

O fórum busca parcerias para aprimorar o aplicativo e dar conta da sistematização e encaminhamento das denúncias. “Temos que analisar, enviar as denúncias, fazer ligações, usar a internet que é muito ruim nas favelas, nos locomover e precisamos ter mais agilidade. Precisamos de recurso financeiro para dar continuidade ao trabalho", disse Goulart. O grupo estuda também doações por meio de processos colaborativos na internet.

Procurada pela Agência Brasil, a Polícia Militar do Rio de Janeiro não se manifestou, até a publicação da reportagem, sobre as denúncias recebidas pelo aplicativo. A Polícia Civil informou que “aguarda as imagens e outras informações sobre os fatos”.

da Agência Brasil



Cunha pirou de vez, quer abrir 29 comissões de impeachment

April 9, 2016 13:19, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Cunha ameaça abrir 29 comissões de impeachment

no Congresso em Foco
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), avisou nesta sexta-feira (8) que, caso seja acatada a liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, determinando que a Casa dê prosseguimento ao processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer, ela terá de ser aplicada, também, a dezenas de outros pedidos pendentes, o que resultaria na instalação imediata de 29 comissões especiais.
“Não há a menor dúvida de que, se essa decisão do ministro Marco Aurélio tiver de ser implementada, os pedidos pendentes de apreciação serão todos implementados também. Então, os nove [pedidos] pendentes [relativos à] presidenta da República também serão implementados em conjunto com este. Dos 39 rejeitados, 20 foram por aspectos formais. Os outros 19, com inépcia ou justa causa, também teriam de ser reformulados. Então, teríamos o risco de termos 29 comissões especiais sendo instaladas simultaneamente. É o que vai acontecer, provavelmente, se essa decisão não for reformada pelo pleno [do Supremo Tribunal Federal]”, ponderou o peemedebista.

Cunha ainda fez críticas diretas a deputados que optarem por se ausentar da decisão do impeachment da presidente Dilma Rousseff, quando ocorrer a votação no plenário. Segundo ele, a ausência desses parlamentares gerará “suspeição e dúvidas sobre o caráter”.

“Acho muito pouco provável que algum parlamentar queira ficar para a história como ausente, sob suspeição por não participar de um processo desse. Dificilmente ele conseguirá explicar a seus eleitores por que esteve ausente. Aqueles que têm sua posição vão exercê-la aqui, seja para um lado ou para outro”, disse Cunha.

Segundo ele, os deputados que, por vontade própria, não estejam presentes, “não estarão exercendo o mandato como deveriam exercer, e vão responder perante os eleitores”, afirmou. “Vamos entender que quem está ausente é porque está votando pelo não acolhimento à denúncia. Ausência e voto contrário são a mesma coisa”, completou.

Tramitação
O presidente da Câmara explicou como pretende dar andamento ao processo em tramitação na Comissão Especial do Impeachment. Ele disse que, uma vez votado o parecer na comissão especial, será lido na sessão ordinária imediatamente seguinte. Após sua leitura, o texto será publicado no Diário Oficial do dia seguinte e, 48 horas depois, será colocado em pauta. “Esse é o rito estabelecido, que será cumprido, caia no dia em que cair. Tem de ser lido em uma sessão ordinária, não em extraordinária. E só pode ser lido no expediente. Ou seja, será lido na terça-feira, no expediente.”

Ele negou que esteja conduzindo o processo de forma a que a votação ocorra no fim de semana, na busca pelo apoio de manifestantes nos arredores do Congresso Nacional. “Não sou favorável, nem contrário. A adesão popular acontecerá no dia em que houver votação e em qualquer circunstância. Não vejo isso como estímulo ou desestimulo, mas como consequência natural de um processo que precisa ser encerrado”.

Para Cunha, a discussão tenderá a ser lenta. “O impeachment do Collor foi feito em dois dias. São 513 parlamentares, o que pode resultar em oito horas de votação. Prevejo no mínimo três dias de sessão. Não quer dizer que vá acabar no domingo. Pode acabar na segunda. Isso já aconteceu várias vezes na Casa”, afirmou.

O deputado reiterou que não acredita na judicialização do processo porque o rito que está sendo adotado é o que foi definido pelo Supremo Tribunal Federal. “Se ficamos paralisados aguardando até o julgamento dos embargos foi para que não se tivesse nenhum tipo de dúvida. Demos sequencia imediatamente após o julgamento dos embargos, mesmo sem o acórdão dos embargos, que ainda não foi publicado, nós estamos seguindo o rito”.

Relembre o início da polêmica:
Cunha libera 11 pedidos de impeachment

Com informações da Agência Brasil