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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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Manoel Pretto lança livro no Feitiço Mineiro

March 18, 2016 14:38, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
Escritor gamense reúne dezenas de amigos no Feitiço Mineiro para o lançamento de seu livro

De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

Na noite desta quarta-feira (16) o escritor Manoel Messias Evaristo Pretto reuniu dezenas de amigos no restaurante Feitiço Mineiro para o lançamento do seu livro, Histórias Próximas da Verdade. Além do lançamento do livro, Pretto brindou a todos os presentes com uma apresentação musical, onde interpretou canções de Vital Farias, Xangai, Juraíldes da Cruz, entre outros.

O show musical teve também as participações de Cumpadi Ancelmo e os seus "causos" matutos, dos músicos Sebastião Ceiça e Jairo Mendonça, além das participações pra lá de especiais do percursionista Bira e do pandeirista Jeferson Paz.

O evento fez parte do "Projeto Plural", que retorna ao Feitiço Mineiro em sua quinta edição, foi produzido por Marli Trindade e dirigido pelo premiado diretor de teatro Valdeci Moreira.

Entre os presentes destacaram-se alguns diretores do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, SINPRO/DF e do deputado distrital Chico Vigilante do PT.



Aparelho para detectar câncer do Hospital de Base está parado

March 18, 2016 12:26, von Blog do Arretadinho

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES
O mesmo ocorre em Pernambuco e Rio de Janeiro. Nos três estados,os equipamentos permanecem em caixas porque não foram providenciadas obras necessárias para as salas onde eles devem ficar
Aparelhos avaliados em mais de R$ 3 milhões e considerados importante ferramenta para o diagnóstico de câncer permanecem há mais de um ano nas caixas, sem uso, aguardando instalação em três instituições públicas de saúde no País.

Os equipamentos foram adquiridos para o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, o Hospital de Base do Distrito Federal e o Rio Imagem, ligado ao governo estadual.

“É como se você tivesse um carro zero aguardando na garagem há anos para ser usado. Quando for tirado da caixa, não estará em condições adequadas”, afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, Cláudio Tinoco Mesquita. “Mais do que desperdício de recursos públicos, essa falha tira uma oportunidade importante para vários pacientes, que não têm como esperar.”

A Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET, na sigla em inglês) passou a ser incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) em abril de 2014 para diagnóstico de câncer de pulmão, colorretal e de linfomas.

Obras
Nos três estados, aparelhos permanecem em caixas porque não foram providenciadas obras necessárias para as salas onde eles devem ficar. “Eles precisam de condições adequadas de refrigeração e eletricidade”, disse a professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Simone Brandão.

O aparelho de PET chegou ao serviço em 2012, comprado com recursos doados do Ministério de Ciência e Tecnologia. “O aparelho custou cerca de R$ 3 milhões e requisitamos recursos do hospital para uma reforma”, disse Simone. Parte da verba foi realocada e, até agora, a reforma não foi concluída.

O problema é o mesmo no Rio Imagem. O aparelho foi adquirido em 2014. Na época, já havia sido feito um planejamento para uma obra que abrigaria a sala onde o PET ficaria. A reforma não andou. “Vivemos uma situação desesperadora. Pacientes que precisam do exame têm de esperar ou pagar do próprio bolso”, disse Sérgio Altino, médico que acompanhou a aquisição do PET.

Falta
De acordo com a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, o número de PETs no País é baixo. Há 135 equipamentos em serviços privados e públicos, e a maioria está na rede particular – metade no Sudeste.

Em nota, a Secretaria de Saúde do DF informou que o aparelho foi adquirido em 2013. Na época, não foram levadas em consideração as obras necessárias para abrigar o equipamento. A estimativa é que as obras sejam concluídas em oito meses. O Ministério da Saúde afirmou que aparelhos não foram adquiridos com recursos federais.

do Portal Metrópoles



enan exonera assessor de Delcídio

March 18, 2016 12:15, von Blog do Arretadinho

Renan exonera assessor de Delcídio que gravou conversa com Mercadante
Está publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (18) a exoneração de José Eduardo Marzagão, assessor de imprensa do senador Delcídio do Amaral (sem partido- MS).

Marzagão gravou duas conversas que teve com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, na qual conversam sobre Delcídio. Os investigadores da Operação Lava Jato interpretaram a conversa como uma tentativa de Mercadante para evitar que o senador fizesse delação premiada.

A ordem para exoneração veio do presidente do Senado, Renan Calheiros, sob a alegação de quebra de confiança.

Apesar de o jornalista ocupar cargo de confiança no gabinete de Delcídio, segundo a assessoria de imprensa do Senado Federal, o presidente da Casa pode exonerar qualquer servidor comissionado, tendo em vista que as contratações não são um ato do gabinete e sim do Senado Federal.

À Agência Brasil, Marzagão disse acreditar que a decisão de Renan foi política, motivada por um pedido de Dilma e Mercadante. “Não fiz absolutamente nada que quebrasse a confiança do Senado, muito menos expus o Senado”, afirmou.

O assessor disse ainda que ontem (17) ao tomar conhecimento de que seria exonerado passou mal e foi para Instituto de Cardiologia para exames de onde saiu com um atestado médico que foi entregue na Casa. “Mesmo assim fui exonerado”, disse.

A mesma edição do Diário Oficial traz também a exoneração do chefe de gabinete de Delcídio, Diogo Ferreira Rodrigues. Rodrigues foi preso no final de novembro do ano passado, no âmbito da Operação Lava Jato, juntamente com o senador Delcídio. Ambos foram soltos em fevereiro. O chefe de gabinete de Delcídio não foi encontrado pela reportagem para comentar o assunto.

Procurado pela reportagem, o ministro Aloizio Mercadante disse que o Legislativo é um poder independente: “o Senado Federal é um Poder independente, com plena autonomia para tomar suas decisões. Jamais tratei desse assunto com quem quer que seja”.

A reportagem da Agência Brasil também entrou em contato com o Palácio do Planalto que disse que não vai comentar a exoneração de Rodrigues.

*Matéria alterada às 11h22 para inclusão do posicionamento do ministro Mercadante.

 da Agência Brasil



OPOSIÇÃO DESESPERADA E HISTÉRICA

March 17, 2016 22:44, von Blog do Arretadinho

A posse do ministro da Casa Civil, o ex-presidente Lula, representa a mudança do Brasil. Representa os milhões de brasileiros e brasileiras que hoje tem o que comer. Lula representa a desnaturalização da fome e da miséria e é a maior liderança que este país já teve! #EmDefesaDaDemocracia #NaoVaiTerGolpe

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Publicado por Erika Kokay em Quinta, 17 de março de 2016



Carta aberta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

March 17, 2016 22:21, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Creio nas instituições democráticas, na relação independente e harmônica entre os Poderes da República, conforme estabelecido na Constituição Federal.

Dos membros do Poder Judiciário espero, como todos os brasileiros, isenção e firmeza para distribuir a Justiça e garantir o cumprimento da lei  e o respeito inarredável ao estado de direito.

Creio também nos critérios da impessoalidade, imparcialidade e equilíbrio que norteiam os magistrados incumbidos desta nobre missão.

Por acreditar nas instituições e nas pessoas que as encarnam, recorri ao Supremo Tribunal Federal sempre que necessário, especialmente nestas últimas semanas, para garantir direitos e prerrogativas que não me  alcançam exclusivamente, mas a cada cidadão e a toda a sociedade.

Nos oito anos em que exerci a presidência da República, por decisão soberana do povo – fonte primeira e insubstituível do exercício do poder nas democracias – tive oportunidade de demonstrar apreço e respeito pelo Judiciário.

Não o fiz apenas por palavras, mas mantendo uma relação cotidiana de respeito, diálogo e cooperação; na prática, que é o critério mais justo da verdade.

Em meu governo, quando o Supremo Tribunal Federal considerou-se afrontado pela suspeita de que seu então presidente teria sido vítima de escuta telefônica, não me perdi em considerações sobre a origem ou a veracidade das evidências apresentadas. 

Naquela ocasião, apresentei de pleno a resposta que me pareceu adequadapara​ preservar a dignidade da Suprema Corte, e para que as suspeitas fossem livremente investigadase se chegasse, assim, à verdade dos fatos​.

Agi daquela forma nãoapenas ​porque teriam sido expostas a intimidade e as opiniões dos interlocutores.

Agi por respeito à instituição do Judiciário e porque me pareceu também a atitude adequada diante das res​ponsabilidades que me haviam sido confiadas pelo povo brasileiro.

Nas últimas semanas, como todos sabem, é a minha intimidade, de minha esposa e meus filhos, dos meus companheiros de trabalho que tem sido violentada por meio de vazamentos ilegais de informações que deveriam estar sob a guarda da Justiça.

Sob o manto de processos conhecidos primeiro pela imprensa e só depois pelos diretamente e legalmente interessados, foram praticado atos injustificáveis de violência contra minha pessoa e de minha família.

Nesta situação extrema, em que me foram subtraídos direitos fundamentais por agentes do estado, externei minha inconformidade em conversas pessoais, que jamais teriam ultrapassado os limites da confidencialidade, se não fossem expostas publicamente por uma decisão judicial que ofende a lei e o direito.

Não espero que ministros e ministras da Suprema Corte compartilhem minhas posições pessoais e políticas.

Mas não me conformo que, neste episódio, palavras extraídas ilegalmente de conversas pessoais, protegidas pelo Artigo 5o. da Constituição, tornem-se objeto de juízos derrogatórios ​sobre meu caráter.

Não me conformo que se palavras ditas em particular sejam tratadas como ofensa pública, antes de se proceder a um exame imparcial, isento e corajoso do levantamento ilegal do sigilo das informações.

Não me conformo que o juízo personalíssimo de valor​es se sobreponha ao direito.

Não tive acesso agrandes ​estudos formais, como sabem os brasileiros. Não sou doutor, letrado, jurisconsulto. Mas sei, como todo ser humano, distinguir o certo do errado; o justo do injusto.

Os tristes e vergonhosos episódios das últimas semanas não me farão descrer da instituição do Poder Judiciário. Nem me farão perder a esperança no discernimento, no equilíbrio e no senso de proporção de ministros e ministras da Suprema Corte.

Justiça, simplesmente justiça, é o que espero, para mim e para todos, na vigência plena do estado de direito democrático.

do Instituto Lula