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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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#NãoVaiTerGolpe

March 17, 2016 10:35, von Blog do Arretadinho



Lula terá papel protagonista no enfrentamento da crise

March 17, 2016 10:26, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
Ex-presidente assume a Casa Civil. Expectativa é tentar recompor a base do governo para barrar as manobras no Congresso.

Por: Christiane Peres
no pcdobnacamara.org.br

Depois de muita especulação e negociação, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou nesta quarta-feira (16) o convite da presidente Dilma Rousseff para assumir a Casa Civil. A Pasta era até então chefiada por Jaques Wagner, que agora, passa a ser chefe de gabinete de Dilma.

A informação, confirmada primeiramente pelos petistas Afonso Florence e José Guimarães e depois por nota do Palácio do Planalto, foi comemorada pelos comunistas. Para o líder do PCdoB na Câmara, deputado Daniel Almeida (BA), Lula chega para reforçar o governo e recompor a base aliada para barrar manobras no Congresso.

“Nós saudamos a vinda de Lula para este papel protagonista no enfrentamento da crise política e econômica. Lula tem essa reconhecida capacidade de se articular no ambiente político, emprestar uma extraordinária credibilidade nas ações políticas que desenvolve, tem interlocução em amplos setores da sociedade e no Parlamento, além do ambiente empresarial. Ele traz confiança para a superação da crise”, afirma o parlamentar.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) considera que a decisão foi acertada para que saídas políticas sejam construídas e o país não fique refém “de uma campanha golpista para destruir um projeto que está sendo bem sucedido há anos”.

Do Plenário da Câmara, onde a informação repercutia entre oposição e situação, o deputado Wadson Ribeiro (PCdoB-MG) constatou o frisson do anúncio. “A oposição está desesperada, porque sabe que a vinda do ex-presidente Lula para o governo é um caminho importante para que a gente possa estancar a crise”, diz.

Para o vice-líder do governo, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a reação da oposição "revela o medo de que o Brasil volte a viver dias melhores".

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) enfatizou que Lula “realizou dois governos que fizeram história no Brasil. Preparou e instruiu todo o processo de inclusão social que temos vivido nesses anos. Espero que ele possa minimizar os rigores da crise econômica, que aqui no Brasil é amplificada com as lentes da política, e que o país volte a crescer”.

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a chegada de Lula ao seu governo. Segundo ela, a experiência do ex-presidente e seu profundo conhecimento sobre as necessidades do país serão essenciais para a superação deste momento. "No meu governo, Lula terá os poderes necessários para ajudar o Brasil a sair dessa crise. Seu compromisso com políticas estratégicas para que tenhamos o desenvolvimento do nosso país será fundamental. Essa experiencia dele será um grande ganho para meu governo."




Novos tempos na mansão de Paraty!

March 16, 2016 18:25, von Blog do Arretadinho

Vídeo sensacional! Novos tempos na mansão de Paraty!

por  Miguel do Rosário
no Cafezinho

Hoje é um novo dia, que começou!

Parabéns aos movimentos sociais que produziram esse trabalho que, apesar da leveza e do bom humor (e talvez por causa disso), tem uma importância histórica.

É o marco de uma nova era na história da mídia e da política em nosso país!

A luta política pela democratização da mídia está conseguindo se tornar, finalmente, uma luta popular!




Africanistas assinam manifesto em apoio a Lula

March 16, 2016 18:10, von Blog do Arretadinho

Em apoio ao trabalho na África do ex-presidente Lula e de seu Instituto

Lula foi o presidente que mais fez pela aproximação entre os povos do Brasil e os dos países africanos. Durante os seus dois mandatos, abriu  vinte novas embaixadas na África, elevando o número de embaixadas do Brasil no continente a 37.  Nesse período, o comércio transatlântico multiplicou-se rapidamente, envolvendo milhares de empresas e trabalhadores em empreendimentos produtivos benéficos para os nossos povos e países. A vitoriosa experiência brasileira de combate à fome e à miséria inspirou e serviu de exemplo para dezenas de governos africanos (e não só) para travar um combate sem trégua à fome e à miséria.

Com Lula, o Brasil estabeleceu parcerias em diversas áreas da atividade produtiva, na educação, na cultura e nos esportes com a maioria dos países africanos, resgatando aos poucos aquilo que chamou de “dívida de solidariedade” para com os povos africanos, submetidos que foram ao escravagismo e anacrônicos sistemas coloniais até o fim do século passado. Em particular, a lei de 9/01/2003, assinada pelo presidente Lula, que implementou o estudo obrigatório da História da África e da Cultura Afro-Brasileiro nos ensinos fundamental e médio, tornou-se um marco fundamental na história das relações Brasil-África. Isso gerou um capital de simpatia sem precedente junto aos países africanos, que cada vez mais reconhecem no Brasil um dos mais importantes e confiáveis parceiros internacionais na luta pelo seu desenvolvimento.  

Ao final do seu segundo mandato, o presidente Lula continuou a emprestar a sua experiência para o aprofundamento das relações entre o Brasil e os países africanos. A sua primeira atividade pública, logo após vencer a batalha contra uma grave doença, foi participar de um evento para debater com empresários e instituições africanas e brasileiras as perspectivas de desenvolvimento das relações entre o Brasil e os países do continente africano. 

A pedido de movimentos sociais, organismos internacionais, governos, empresas e outras instituições, Lula e nossos parceiros da Iniciativa África do Instituto  continuaram a visitar países, conversar com chefes de estado, ministros, trabalhadores e empresários, proferindo palestras para transmitir a experiência do seu governo e incentivar a criação de novas parcerias entre o Brasil e os países africanos, principalmente para combater a fome e a miséria.

Lula foi e tem sido, sem a menor sombra de dúvidas, uma grande fonte de prestígio para o Brasil e o maior promotor do nosso país na África. Isso não pode ser ignorado no momento em que se observa mais uma tentativa de destruir a sua imagem pública com ilações sem provas. O ex-presidente não se sente nem está acima da lei, mas a conduta do judiciário deve se pautar pela irrestrita obediência aos parâmetros legais, sem ilações, julgamentos ou condenações antecipados.

Por meio deste, nós, que conhecemos e apoiamos o trabalho desenvolvido pelo Instituto Lula em direção à África, queremos demonstrar a nossa solidariedade ao ex-presidente Lula, amigo dos povos africanos.

Adilton de Paula – Coordenador institucional do Instituto Adolpho Bauer

Alexandra Loras – Jornalista, consulesa da França no Brasil

Ana Fonseca – Historiadora e pesquisadora no Núcleo de Estudos de Políticas Públicas da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Beluce Bellucci – Economista, professora na Universidade Cândido Mendes e coordenador do Centro de Estudos Afro-Asiáticos

Celso Amorim – Embaixador, ex-ministro das Relações Exteriores e ex-ministro da Defesa

Daniel Balaban – Economista, diretor do Centro de Excelência de Combate à Fome do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas - PMA

Daniel Calazans – Metalúrgico, diretor executivo do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Elói Ferreira de Araújo - Ex-ministro da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR e ex-presidente da Fundação Cultural Palmares

Flávia Antunes – Internacionalista, gerente na Global Health Strategies

Flávio Carrança – Jornalista, diretor do Sindicato dos Jornalistas em São Paulo

Flávio Jorge - membro do diretório nacional da Coordenação Nacional de Entidades Negras, CONEN

Fernando Mourão de Albuquerque – Sociólogo, professor na Universidade de São Paulo e na Universidade Independente de Angola

Gabriela Vallim – Jornalista, articuladora do movimento Juventude Viva

Gevanilda dos Santos – Historiadora, membro da Diretoria Executiva da Soweto Organização Negra

Gilberto Leal – Pedagogo, diretor da Coordenação Nacional de Entidades Negras, CONEN

Gilberto Schneider – Técnico agropecuário, diretor do Movimento dos Pequenos Agricultores -MPA-

Iole Ilíada – Geógrafa, vice-presidente da Fundação Perseu Abramo

João Bosco Monte – Internacionalista, presidente do Instituto Brasil-África

João Carlos Nogueira – Sociólogo, membro do Núcleo de Estudos Negros (NEN), da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN) e Coordenador Executivo do Projeto Brasil Afroempreendedor (PBAE/SEBRAE/IAB/CEABRA)

João Cesar Belisário – Jornalista, diretor da Revista África21

José Luis Cabaço – ex-ministro de Transportes e Comunicações, ex-ministro de Comunicação Social de Moçambique

José Vicente – Advogado, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares

Kabengele Munanga – Antropólogo, professor da Universidade Federal do Recôncavo Baiano

Ladislau Dowbor – Economista, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP

Luiz Felipe de Alencastro – Cientista político e historiador, professor na Fundação Getúlio Vargas – FGV-SP

Márcia Lopes – Assistente social, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Marcos Aurélio Lopes Filho – Internacionalista, assessor de Programas de Cooperação Humanitária da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – FAO

Mathias de Alencastro -  Doutor em Ciência Política pela Universidade de Oxford

Matilde Ribeiro – Assistente social, ex-ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR – e atual reitora do Campus dos Malês da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira -UNILAB

Milton Rondó - Diplomata

Mônica Valente – Psicóloga, secretária de Relações Internacionais do PT

Natália da Luz – Jornalista e criadora do site Por Dentro da África

Paulo Esteves – Historiador, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro -PUC-RJ- e supervisor do BRICS Policy Center

Rafael Pinto – membro da Coordenação Nacional  de Africanidades  e  Resistência Afro Brasileira – CENARAB

Renata Prado – Frente de Jovens periféricos articuladores da campanha contra redução da maioridade penal #15contra16.

Rômulo Paes – Epidemiologista, diretor do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável – Centro Rio+, ONU

Salem Nasser – Advogado, professor e coordenador do Centro de Direito Global da faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas – FGV-SP

Samuel Pinheiro – Embaixador, ex-secretário geral do Itamaraty

Sandra Mariano – membro da Coordenação Nacional de Entidades Negras, CONEN

Suhayla Khalil – Internacionalista, professora de Relações Internacionais da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)

Tamires Gomes Sampaio – estudante de direito, vice-presidenta da União Nacional dos Estudantes -UNE

Thainara de Lima Silva – estudante de Psicologia, militante do movimento negro e feminista Dandariando

Vanessa Martina - Jornalista, editora da Revista Samuel

do Instituto Lula



Por dentro dos bastidores da Globo

March 16, 2016 17:09, von Blog do Arretadinho

Sílvia Faria com Bonner: ela se celebrizou por pedir que não pusessem FHC no noticiário da Lava Jato
Por dentro dos bastidores da Globo: o que dizem os jornalistas dissidentes

por Paulo Nogueira

Tem acontecido uma coisa interessante: chegam a mim mensagens de jornalistas da Globo revoltados com o que estão vendo na empresa. Os indignados estão lotados sobretudo em Brasília e no Rio.

Todos, naturalmente, pedem anonimato.

Me disse um deles, que tratarei como X: “Desculpa o número de mensagens, mas estou revoltado. Não sou petista. Meu primeiro voto no PT foi na Dilma….. mas estou dentro dos acontecimentos e é muito clara a estratégia.”

A estratégia é destruir Lula, Dilma, o PT e, se possível, qualquer resquício de pensamento de esquerda que exista no Brasil.

X chama a atenção para postagens no Facebook do coordenador de jornalismo da Globo em Brasília, Esdras Paiva.

“Seguem dentro da linha do Erick Bretas, não? Peço mais uma vez que não mencione meu nome, para que eu não corra riscos profissionais.”

Eis as postagens de Esdras destacadas por X.

“Seis milhões de brasileiros nas ruas num protesto sem bandeiras de partidos. E os petistas repetem o mantra do golpe criado pelo João Santana. Alguém tem que avisar para eles que esse papo de golpe não colou. E que o Santana tá vendo o sol nascer quadrado.”
Maior manifestação da história do Brasil. Somos um país de coxinhas. Coxinhas golpistas.”
Pergunto a X quem é Esdras. Não o conheço. X me situa.

“No episódio da bolinha de papel do Serra o Esdras Paiva era editor-chefe do Jornal Nacional em Brasília. O caso foi um fiasco dentro da redação. Muita gente envergonhada e constrangida comentava a cobertura em flagrante desaprovação”, ele conta.

E continua: “Esdras ficou furioso com as críticas, defendeu que a matéria do dia seguinte seria uma aula de jornalismo. E o dia seguinte veio para desespero de todos … era o perito que afirmou que o que parecia uma bolinha de papel era, na verdade, um rolo de fita adesiva letal e descontrolado. “Poderia ter matado.” A matéria não convenceu de novo e Esdras fez questão de entregar à direção de Brasília os nomes dos rebeldes. A diretora naquela época era Sílvia Faria.”

Não a conheço também. Quem é Sílvia Faria?

X me esclarece:

 “Ex-diretora da Globo brasilia. Atual diretora de jornalismo e braço direito do Kamel. Amiga que promove amigos apenas. Segura dezenas de informantes nas redações, como Esdras Paiva e Cleber Praxedes em Brasília. Foi a responsável por aquela orientação que vazou no ano passado e que determinava que qualquer menção a FHC em denúncias deveria ser omitida dos noticiários. Vazou em um domingo.”

X prossegue:

“Ela é violenta e odeia Erick Bretas, não por questões ideológicas  (são farinhas do mesmo saco). O ódio deve-se a questões de ego. Há quem aposte que o envio de Erick do jornalismo para “mídias” deveu-se à subida dela na hierarquia.”

Bretas, sabemos, é que aquele diretor da Globo que se fantasia de Moro no Facebook, mediante um avatar, para pregar o golpe e a prisão de Lula. O DCM vai processá-lo pela calúnia de dizer que somos financiados pelo PT.

De X passemos a Y. Y narra outro bastidor do Planeta Globo.

“Todo mundo sabe que O Globo tem lado (errado), mas vocês sabiam que o editor de política do jornal em Brasília, Paulo Celso Pereira, é primo em primeiro grau do Aécio Neves? Aécio foi seu padrinho de casamento e eles se falam diariamente. Ou seja, desde a campanha eleitoral, tudo o que os repórteres apuram junto ao PT é repassado diretamente, sem escalas, para o Aécio.”

Y pede que não a identifiquemos. “Peço que não publiquem o meu email para não sofrer retaliações. Vocês sabem como eles jogam pesado.”

Sim, sabemos.

Ouçamos agora Z, do Rio de Janeiro. Z é da GloboNews.

“A gente odeia isso aqui”, escreve ele. “Apesar do perfil sempre conservador, havia espaço para ideias divergentes. Mas a equipe que fundou o canal foi toda afastada, nos últimos quatro anos? Coincidência? Duvido muito.”

Z prossegue.

“Os responsáveis: Kamel, Latgê e Eugênia Moreira. Mulheres foram afastadas após voltarem de licenças-maternidade. Profissionais sérios como Guto Abranches, Sidney Rezende ou André Trigueiro foram demitidos ou postos na geladeira.”

Algo mais?

Sim. “Filha do Merval editora-chefe do Jornal das Dez.”

Z conta que ela não usa o sobrenome paterno. Assina Joana Studart como jornalista. Aqui entra em cena W. “Todo mundo a odeia exatamente por ser filha do Merval”, conta W. “Uma vez, em Brasília, ela demitiu um cara aos gritos. O Ali Kamel estava lá, e teve que chamar a Joana num canto e pedir para ela se controlar porque as coisas não eram assim. Todo mundo que estava ali se lembra disso.”

Algo mais?

Sim. Z me manda um link. “Para você ter uma ideia de como a coisa anda por lá.” Abro o link. Ali está a informação de que a GloboNews contratou uma “faxineira espiritual” para espantar a “uruca” da redação.

“É real. Aconteceu”, diz Y. Ele conta ainda que um professor da UFRJ, Francisco Carlos Teixeira, habitual comentarista da GloboNews, desistiu do canal por causa de sua radicalização. “Ele largou o estúdio no intervalo de um programa e nunca mais voltou.”

Em X, Y e Z você pode ter uma ideia de como está a vida, na Globo, para quem deseja ser mais que reprodutor dos interesses da família Marinho.

E finalmente: você só está lendo isso no DCM graças à internet, que arrebentou com o monopólio de informações da Globo e demais companhias jornalísticas.