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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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Policiais agridem mulheres do MST em Fortaleza

March 8, 2016 20:32, von Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
Cerca de 300 mulheres do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) no Ceará se reuniram na manhã desta terça-feira (8) em frente ao Palácio da Abolição, sede do governo estadual, e foram agredidas por policiais que faziam a segurança do local.

Um vídeo gravado por uma das integrantes do ato e divulgado nas redes sociais mostra as mulheres atrás de grades de proteção. Policiais tomam uma faixa da mão de uma delas e ameaçam o grupo com cassetetes. Um deles jogou spray de pimenta nas manifestantes.

“Para nós, essa violência é inadmissível. A violência do Estado já faz parte do cotidiano. Estávamos aqui para tornar o 8 de março um dia de luta contra a violência, mas acabou sendo um dia com ação violenta por parte da polícia”, desabafou Lourdes Vicente, uma das coordenadoras do MST no Ceará.

O ato fez parte de uma série de mobilizações que o movimento realiza em todo o Brasil. No Ceará, o grupo de mulheres listou como pautas prioritárias o acesso à água, a manutenção das escolas do campo e a produção de alimentos saudáveis.

Uma comissão de manifestantes foi recebida pelo governador Camilo Santana e por secretários por volta das 11 horas. Segundo Lourdes Vicente, o governador abriu um canal de diálogo para receber as demandas. A coordenadora informou que haverá novas audiências nesta tarde e também durante a semana. Em sua página no Facebook, o governador disse lamentar o episódio de violência sofrido pelas mulheres do MST e garantiu “a apuração de quaisquer excessos”.

da Agência Brasil



Integrantes do PCC que atuavam no Distrito Federal são condenados

March 8, 2016 7:00, von Blog do Arretadinho

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Os réus receberam penas de prisão entre nove e dez anos de reclusão, em regime fechado, além de multa, pelo crime de integrar organização criminosa
Seis integrantes da organização criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) após serem alvo de uma operação da Polícia Civil, em 7 de novembro de 2014. A denúncia foi oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Os réus receberam penas de prisão entre nove e dez anos de reclusão, em regime fechado, além de multa, pelo crime de integrar organização criminosa.

A Operação Tabuleiro, deflagrada pela Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco), tinha como alvo desarticular uma célula da organização criminosa que pretendia se instalar no DF e na região do Entorno mediante a difusão de sua ideologia no sistema prisional e o ajuste para a prática de crimes graves, principalmente o tráfico ilícito de entorpecentes, crimes contra o patrimônio e a venda ilegal de armas de fogo.
Um dos procurados foi preso em Valparaíso (GO). Os demais estavam detidos em sete presídios: de Luziânia e Águas Lindas, em Goiás; nos presídios de Belém (PA); um em Parelheiros, São Paulo; e no presídio de Pacatuba, em Fortaleza (CE). Ainda existem outras seis ações penais em curso relacionadas ao caso, com um total de 27 réus.

A atuação do Ministério Público contra a organização criminosa também foi objeto da Operação Palestina, deflagrada pela Deco em 9 de novembro de 2015, que resultou no oferecimento, pelo Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público (Nupri) e pelo Gaeco, de quatro denúncias contra 51 investigados.

Marcola
O PCC foi implementado, no Entorno do DF, pelo traficante Marcos Hernas Camacho, o Marcola, considerado o líder da facção e que está preso há quase 30 anos. O objetivo dos líderes do PCC era expandir a organização para todos os estados e passar a comandar todo o tráfico de drogas do país. A polícia já identificou a presença de integrantes em 13 estados.

O grupo tem ligações com o tráfico de outros países como o Peru, Paraguai e a Bolívia. Além das prisões, também foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e dez contas bancárias foram bloqueadas pela Justiça. O valor dessas contas não foi divulgado.

Todos os integrantes do PCC que estavam soltos pagavam uma mensalidade de R$ 400 além do valor de rifas que eram feitas com sorteio de motos. O dinheiro arrecadado era utilizado para financiar o comando e a compra de drogas para o tráfico.

do Portal Metrópoles



Nota da Associação Juízes para a Democracia

March 7, 2016 18:43, von Blog do Arretadinho

Não se combate corrupção corrompendo a Constituição

A Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade  não governamental, de âmbito nacional, sem fins corporativos, que tem dentre seus objetivos estatutários o respeito aos valores próprios do Estado Democrático de Direito, tendo em vista propostas legislativas levadas à discussão e ações estatais realizadas, em nome do combate à corrupção, que afrontam os Direitos Fundamentais arduamente conquistados com a promulgação da Constituição da República de 1988, vem a público dizer que:
  
1. A gradativa superação do regime ditatorial instaurado pelo Golpe de Estado de 1964 acabou por revelar à sociedade a prática de diversos atos de corrupção, antes ocultos em favor dos detentores do poder político ou econômico, levados a efeito por corporações e agente estatais, independente de partidos políticos e das ideologias vigentes. Essas práticas ilícitas prejudicam a qualidade dos serviços públicos e a concretização dos direitos individuais, coletivos e difusos consagrados na Constituição da República, afetando a vida de toda a população, especialmente dos estratos mais pobres.

2. Todos os atos concretos de corrupção que têm sido revelados e provados ofendem o Estado Democrático de Direito. A chamada "Operação Lava Jato", que ocupa as sempre seletivas  manchetes dos jornais brasileiros, é um claro exemplo de uma ação que só poderia ter início no ambiente democrático, no qual se respeitam a independência das instituições e a liberdade de expressão, inclusive para que as respectivas qualidades sejam enaltecidas e os respectivos erros, apontados. Vale, sempre, lembrar que ilegalidade não se combate com ilegalidade e, em consequência, a defesa do Estado Democrático de Direito não pode se dar às custas dos direitos e garantias fundamentais.  

3. O problema é que, tal como em outros momentos da História do Brasil, o combate à corrupção tem ensejado a defesa de medidas e a efetiva prática de ações não condizentes às liberdades públicas ínsitas ao regime democrático.

4. Nesse sentido, têm-se que as chamadas  “10 Medidas Contra a Corrupção”, lançadas à discussão pelo Ministério Público Federal, não se mostram adequadas à Constituição da República. A despeito da boa intenção envolvida, medidas como a limitação ao uso do habeas corpus; a distorção da noção de trânsito em julgado trazida pela figura do recurso protelatório (que, ao lado da possibilidade de execução provisória da pena, fulmina o princípio do estado de inocência); a relativização do princípio da proibição da prova ilícita; a criação de tipos penais que, na prática, invertem o ônus da prova que deveria caber à acusação; o desrespeito ao contraditório; a violação à vedação do anonimato que se implementa com a possibilidade de fonte sigilosa; dentre outras distorções democráticas defendidas no projeto de "iniciativa popular" (porém, promovido e patrocinado por agentes estatais) trazem o desalento de carregar, em si próprias, a corrupção do próprio sistema de garantias constitucionais, com o agravante de que, sempre que se alimenta a ideologia de que o Direito Penal é instrumento idôneo para sanar questões estruturais complexas, acaba pagando o preço a destinatária habitual do sistema: a população pobre e vulnerabilizada que lota as desumanas carceragens espalhadas pelo país.

  5. No mesmo sentido, não se pode concordar com os shows midiáticos, promovidos em cumprimentos de ordens de prisão e de condução coercitiva (efetivada ainda que ausentes as situações previstas no artigo 260 do Código de Processo Penal), na mesma “Operação Lava Jato”.

Tais fatos dão visibilidade a fenômenos que sempre alcançaram as parcelas mais vulneráveis da população brasileira: o desrespeito aos limites legais ao exercício do poder penal, com a violação de direitos elementares, como a intimidade e a imagem. A violação de direitos e garantias fundamentais, e isso vale para qualquer cidadão (culpado ou inocente, rico ou pobre, petista ou tucano),  só são comemoradas em sociedades que ainda  não foram capazes de construir uma cultura democrática, de respeito à alteridade e ao projeto constitucional de vida digna para todos.

6. Os atos concretos de corrupção no trato da coisa pública devem ser enfrentados pelo aprofundamento – e não pela supressão – dos direitos democráticos estampados constitucionalmente. A implementação de uma reforma política que reduza a influência econômica nas eleições e nas ações cotidianas da Administração Pública, a exigência de maior transparência na prática de atos governamentais, o incentivo ao controle pela sociedade civil sobre todos os Poderes de Estado (inclusive o Judiciário pela instituição de ouvidorias externas aos tribunais[1])  e a consecução de plena autonomia orçamentária desses mesmos Poderes e ainda de órgãos participantes da persecução penal são algumas, dentre tantas outras, medidas que podem ser eficazes contra o patrimonialismo, de origem colonial, que persiste no Brasil nas mais diversas esferas estatais, em pleno século 21.
  
A corrupção, por definição, consiste na “violação aos padrões normativos do sistema”[2]. Assim sendo, a AJD espera que, por imperativo lógico e ético, não se combata a corrupção com a disruptura do próprio ordenamento jurídico, ainda mais se isso significar desrespeito a avanços civilizatórios e democráticos arduamente conquistados e que hoje figuram na Constituição da República sob a forma de direitos fundamentais, garantidos por cláusula pétrea. 

São Paulo, 7 de Março de 2016.
A Associação Juízes para a Democracia



Avião de carga faz pouso de emergência no Aeroporto JK

March 7, 2016 17:13, von Blog do Arretadinho

Reprodução
De acordo com a FAB, piloto informou problema no início da tarde desta segunda-feira (7/3). Inframerica informa que incidente não alterou o funcionamento do terminal
Um avião de carga, modelo DC-10, da empresa aérea venezuelana Solar precisou fazer um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek no início da tarde desta segunda-feira (7/3). Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o piloto declarou emergência e, até a última atualização desta matéria, ele continuava na pista de pouso do terminal, sendo avaliado pelas equipes técnicas.

Ainda de acordo com a FAB, não houve maiores consequências em decorrência da aterrissagem forçada e somente após a avaliação será possível determinar as causas da pane técnica.
Veja vídeo do momento em que a brigada de incêndio do aeroporto é acionada:

A aeronave seguia da Venezuela para o Distrito Federal. De acordo com a Inframerica, empresa que administra o aeroporto, não houve alterações no funcionamento do terminal e nenhum voo foi atrasado ou cancelado por conta do ocorrido.

É o terceiro incidente no Aeroporto JK em um período de duas semanas. No dia 23 de fevereiro, dois aviões quase se chocaram após decolarem do terminal em Brasília. Na última sexta-feira (4), um controlador tráfego aéreo evitou, mais uma vez, um choque entre duas aeronaves no local. Como medida preventiva, as decolagens simultâneas foram suspensas enquanto a investigação estiver em andamento.

Do Portal Metrópoles



Prefeitos apoiam CPMF

March 7, 2016 16:54, von Blog do Arretadinho

Após encontro com Dilma, prefeitos manifestaram apoio
para que a proposta de recriar CPMF seja aprovada no
Congresso até final de março.
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Prefeitos apoiam CPMF e dizem que momento é de pensar no País
A presidenta Dilma Rousseff se reuniu, nesta sexta-feira (4), com prefeitos do Comitê de Articulação Federativa e representantes das Associações Estaduais de Municípios, no Palácio do Planalto. Após o encontro, os prefeitos manifestaram apoio para que a proposta do governo de recriar a Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) seja aprovada no Congresso até o final de março.

“Sabemos que temos a Câmara dos Deputados, temos o Senado, que eles têm o pensamento contrário. Mas, nesse momento, temos que esquecer a política e pensar na União, nos estados e nos municípios. Então é por isso que precisamos levar a cada estado essa discussão e cada prefeitos dos pequenos e médios municípios provarem sua força, mostrar ao seu deputado a necessidade. Temos que pensar em formas de recuperar receita, recuperar a [União], recuperar os estados, recuperar a base”, afirmou Expedito José do Nascimento, prefeito do município de Piquet Carneiro (CE) e presidente da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece).

Para ele, a restauração da contribuição pode significar a “recuperação dessa crise que nós estamos vivendo, a recuperação das aplicações do campo da Saúde, da Educação que nós estamos necessitando”. A idéia inicial do governo, encaminhada ao Congresso por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), é que CPMF tenha uma alíquota de 0,38%, dos quais 0,2% seriam destinados à União; 0,09% aos estados e 0,09% aos municípios.

A definição da forma de repasse aos municípios vem sendo discutida entre os representantes da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) e da Associação Brasileira dos Municípios (ABM). Segundo Expedido José, quanto à CNM, “o pensamento é apoiar [a proposta], dentro dos critérios estabelecidos: 0,20% para a união, 0,09% para os estados e 0,09% para os municípios”.

Diálogo
Para Luiz Carlos Folador, prefeito de Candiota (RS) e presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o encontro dos prefeitos com a presidenta Dilma é muito importante. “Em um momento de crise, a melhor forma para que a gente possa buscar alternativas é o diálogo”

Folador resumiu a pauta, afirmando que foi uma sinalização muito positiva e que tratou também sobre o valor do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “Não tenho dúvida que a gente volta [aos estados] otimista: CPMF, [aumento de] 1% do FPM, não cobrança dos recursos do Imposto de Renda de cinco anos para trás. R$ 2 bilhões a mais para os municípios”.

Quanto à CPMF, ainda de acordo com o prefeito,“vai se buscar uma proposta conjunta, com um partilhamento entre a União, estados e municípios. A CNM está apoiando e a Frente Nacional de Prefeitos e também a Associação Brasileira de Municípios”.

Já o prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio Neto, contou que, apesar de ter sido um dos parlamentares mais ativos quando da derrubada da CPMF, considera a restauração da contribuição melhor que do que chamou de tributos reguladores, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o PIS/Cofins. Para Virgílio , todas as vezes que este tipo de impostos são majorados, causam desorganização na economia.



Do Blog do Planalto