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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Não ao calote na Cultura do Gama

May 3, 2019 14:04, by Blog do Arretadinho

Solicitação de prorrogação dos editais de 2017 

O movimento cultural e o Conselho de Cultura do Gama solicita  à Secretaria de Cultura do Distrito Federal a prorrogação da vigência dos editais do FAC de 2017 para que haja tempo hábil para cumprir o pagamento integral dos valores editalizados e evitar um possível calote nos projetos aprovados no mérito cultural.

A prorrogação se justifica pelos seguintes motivos:

No caso do edital regionalizado o FAC não convocou os suplentes, assim como fez com os editais áreas culturais e ocupação de espaços, caracterizando grave falta de isonomia jurídica no cumprimento do quesitos dos editais, o FAC deve esclarecer para a sociedade porque chamou os suplentes de dos dois editais e preteriu o edital regionalizado.

No caso dos editais áreas culturais e ocupação de espaços, existem projetos aprovados cujos os proponentes possuem prestações de contas a serem aprovadas pelo CAFAC, recentemente o FAC enviou e-mail estabelecendo o prazo até o dia 10 de maio para sanarem suas pendências, vale ressaltar que todas as pendências deverão ser aprovadas pelo CAFAC que somente terá a próxima reunião prevista para o dia 16 de maio, acontece que estamos quase no meio do ano e o conselho que aprova as prestações de contas realizou somente 3 reuniões com análises de processos.

Não consideramos justo que os gestores do FAC cobrem celeridade dos proponentes enquanto a Secretaria de Cultura demora no processo de seleção e chamamento dos suplentes, bem como na composição do conselho de administração do fundo.

A não prorrogação dos editais fará com que o FAC deixe de pagar significantes valores financeiros que contribuirão na dinamização da produção e fruição cultural do Distrito Federal que se encontram estagnadas desde o início deste ano.

O Conselho de Cultura do Gama estima que Somente em sua macrorregião poderá deixar de receber até quatrocentos mil reais, pendendo atingir valores superiores a um milhão de reais na soma de todos os editais de 2017, caracterizando assim um calote nos projetos já aprovados.

Reiteramos que a SECULT possui os meios os meios técnicos e jurídicos para prorrogar os editais e sem prejuízo para os proponentes que têm o direito de receber os recursos para realizarem seus projetos ainda neste ano.



Onde estão as mulheres que elegeram o Bozo?

April 30, 2019 16:07, by Blog do Arretadinho




ARTIGO | Por que a diversidade incomoda tanto Bolsonaro?

April 26, 2019 9:45, by Blog do Arretadinho

Por Rodrigo Britto* em CUT Brasília

O jornal O Globo publicou nesta quinta-feira (25) que o presidente Jair Bolsonaro vetou uma propaganda do Banco do Brasil protagonizada por jovens negros, tatuados, com cabelo cumprido e um visual pra lá de irreverente. Um estilo diferente (e até provocador) para aqueles que se encaixam na “forma bolsonarista”. De acordo com a reportagem, não foi informado o motivo de o presidente não ter gostado da peça publicitária. Mas, neste caso, a propaganda, direcionada para os jovens – público que o Banco do Brasil quer alcançar –, faz suscitar uma questão essencial: por que a diversidade incomoda tanto Bolsonaro?

Reconhecer a diversidade é ressaltar a importância de grupos segregados, bem como pautar e executar políticas públicas específicas para esses setores. É reconhecer que o Brasil é composto por negros e negras, por indígenas. É entender também que meninos e meninas usam as cores que quiserem. É pautar a autonomia da mulher sobre o próprio corpo, explorando-o da forma que elas bem entenderem. É, acima de tudo, prezar pela liberdade e pelos direitos sem impor padronizações estéticas e/ou culturais como fórmula de dominação de um povo.

Mesmo sem a exposição do motivo pelo qual Bolsonaro não tenha gostado da propaganda do Banco do Brasil, é previsível a aversão do ultraliberal à peça. Os discursos inflamados de ódio contra quilombolas, indígenas, homossexuais e mulheres – principalmente as negras – são a comprovação de que diversidade, definitivamente, não é a praia de Bolsonaro. Ou dizer que “ter filho gay é falta de porrada”, por exemplo, demonstra engajamento e simpatia pelo tema da diversidade?

Para além disso, há ainda a forma como Bolsonaro concebe o Banco do Brasil, um banco do povo brasileiro. Não bastassem as investidas pesadas do comandante reformado do Exército para privatizar o banco – e entregá-lo de mãos beijadas ao capital estrangeiro –, agora, na lógica do presidente, nem mesmo autonomia para promover suas próprias campanhas o BB tem.

Dessa maneira, é fácil chegar à outra conclusão: para Bolsonaro, bancos devem estar totalmente desatrelados da promoção de qualquer política de desenvolvimento social, restando a ele o papel exclusivo de gerenciador de interesses de banqueiros.

Lamentável!



Léo, primo de Carlucho, agora é assessor parlamentar: R$ 22,9 mil.

April 26, 2019 7:54, by Blog do Arretadinho

por Reinaldo Azevedo

Leo Índio e Carlucho em folguedos. Numa das imagens, aparece Bolsonaro, o tiozão. Ascensão meteórica em Brasília. É um caso raro de talento súbito

Essa coisa de "sangue do meu sangue" pode ir longe, né?

Sabem como é… Aí vêm o filho do pai, o irmão do irmão, o primo do primo…

Quando menos se espera, o Brasil pode ver nascer um regime monárquico, né?

Já temos a nossa família real, com o rei Bolsonaro 1º e os três príncipes: Flávio, Carlos e Eduardo.

Nessa configuração, Fabrício Queiroz, aquele que recebia depósitos dos funcionários do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, deve ganhar um título de nobreza: sugiro o de Duque da Zona Oeste do Rio. Terá de se entender, claro!, com Adriano Magalhães da Nóbrega, o chefe da principal milícia local, o Escritório do Crime, que está foragido, acusado de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco. Só questão de falar com quem manda.

O "sangue do meu sangue" também tem de alcançar os cortesãos do rei. É o caso de Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, primo dos três príncipes e primeiro-amigo de Carlos, a quem chama de "Carlucho". Há centenas de fotos da dupla nas redes sociais. Amigos de fé, irmãos, camaradas.

Aos 35 anos, sem nunca ter exercido cargo público, Léo se tornou assessor político. Circulava pelo Palácio do Planalto com crachá e sem função. Especulava-se ser lá os olhos de Carlos, a voz de Carlos, a alma de Carlos.

Não conseguiu encontrar um lugar formal no Palácio, mas não vai ficar ao relento. Foi contratado pelo senador Chico Rodrigues (DEM-RR), vice-líder do governo, para o segundo cargo mais importante de seu gabinete, com um salário de R$ 22,9 mil mensais. Ainda estudante de administração, será assessor parlamentar. Como se sabe, nessa função, experiência política é tudo, né? Rodrigues atribui a contratação a "feeling" e "desenvoltura".

O senador tenta justificar a nomeação, segundo leio na Folha:
"É um garoto novo, que estuda administração, conhece muita gente na República, aqui em Brasília e vai ser uma forma de me ajudar também. Assim como eu tenho doutores em direito eleitoral, tenho doutores em economia, inclusive um funcionário que eu requisitei do Banco Central. Enfim, eu também estou pegando essa turma nova para me dar suporte. Então é uma assessoria que vai ser boa para mim".

Rodrigues nem precisa explicar. A gente já tinha entendido.



A treta entre mourão e olavo de carvalho

April 25, 2019 17:27, by Blog do Arretadinho




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