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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Edir Macedo determina apoio a Bolsonaro

September 30, 2018 15:47, by Blog do Arretadinho

Edir Macedo. Foto: Divulgação
Edir Macedo ordena desembarque da campanha de Alckmin e determina apoio a Bolsonaro

O PRB, braço partidário da Universal e sócio-fundador do Centrão, apoia oficialmente a coligação tucana

Por Redação   Revista Fórum

A coluna de Lauro Jardim informa que o bispo Edir Macedo reuniu na quinta-feira (27) a cúpula da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo, para fazer duas determinações.

A principal delas é descarregar todas as forças e orações em Jair Bolsonaro. Macedo já avisou ao comando de campanha do capitão que gravará um vídeo de apoio à sua candidatura.

A outra, e um tanto óbvia, foi que todos desembarquem imediatamente da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB).

O PRB, braço partidário da Universal e sócio-fundador do Centrão, apoia oficialmente a coligação tucana.

O PRB chegou a cogitar uma candidatura própria este ano indicando o empresário Flávio Rocha, mas este desistiu da candidatura.

Lideranças políticas e religiosas ligadas à Universal chegaram a atuar, em 2017, no sentido de convencer Macedo a candidatar-se, confiando na força da bancada evangélica no Congresso Nacional.



Bolsonaro está caindo? Por Helena Chagas

September 28, 2018 14:39, by Blog do Arretadinho

Publicado no site da autora, Os Divergentes:

A pesquisa nossa de cada dia que o Datafolha nos dará nesta sexta-feira pode já sinalizar ou não, mas apenas depois do fim de semana ficará claro se Jair Bolsonaro de fato começou a cair ou se continua apenas “oscilando”.

É grande a expectativa nas campanhas de Fernando Haddad, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin de queda de Bolsonaro nos próximos dias, provocada sobretudo pelo movimento de reação das mulheres #Elenão, que vem crescendo, ocupando as redes e fará manifestações por todo o país neste sábado.

Com a ajuda do general Mourão, que alegrou as campanhas adversárias nesta quinta com seu exótico comentário comparando o 13° salário à jabuticaba, é bem possível que Bolsonaro perca pontos.

A dez dias das eleições, porém, a questão que se coloca é se isso pode mudar alguma coisa na foto que mostra os candidatos do PSL e do PT no segundo turno, beneficiando Ciro ou Alckmin. A hipótese é muito remota, e só seria viável se Bolsonaro começasse a despencar a uma velocidade de mais de um ponto por dia, o que é quase impossível.

Como a esperança é a última que morre, Ciro e Alckmin seguem trabalhando, apesar dos problemas de saúde do pedetista e das traições dos aliados do tucano. Em outras campanhas, espera-se mesmo certo crescimento de Alckmin, ainda que insuficiente para leva-lo ao segundo turno. Vai ficando claro que sua propaganda para desconstruir Bolsonaro na TV está tendo algum efeito -ainda que ele acabe não sendo seu beneficiário.

E quem vai se beneficiar com a queda de Bolsonaro? Por enquanto, parece ser Fernando Haddad. O petista também tem sido alvo de duros ataques da campanha do PSDB, mas essa briga não chega a ser novidade para o eleitor, que vê esse filme há uns 25 anos. Mas se Bolsonaro começa a cair, Haddad passa a ter chances de chegar ao segundo turno, onde parece ter conseguido uma vaga, à frente do adversário.

Diz-se sempre que o segundo turno é uma nova eleição. Mas o fato é que, até hoje, os que lá chegaram na frente tornaram-se presidentes da República.



Vice de Bolsonaro, Mourão critica 13º salário e adicional de férias

September 27, 2018 17:17, by Blog do Arretadinho

Foto: Agência Brasil
O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão (PRTB), criticou o 13º salário e o pagamento do adicional de férias no Brasil, durante palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS). 

Para ele, os direitos trabalhistas são “jabuticabas” — isto é, ocorrem só no Brasil e em mais nenhum outro país do mundo. Mourão defendeu uma “implementação séria da reforma trabalhista”.

“Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada doze, como é que nós pagamos treze? É complicado, e é o único lugar em que a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil. São coisas nossas, a legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo”, disse candidato.
fonte Bahia Notícias



Debate tem até profecia de candidato evangélico

September 27, 2018 7:09, by Blog do Arretadinho

Debate tem ataque a líderes nas pesquisas, 'profecia' e Meirelles 'bancário'

Haddad defendeu legado dos governos petistas, enquanto Ciro e Alckmin procuraram se consolidar como opção aos "extremos". Álvaro Dias atacou PT, mas poupou Bolsonaro

por Redação RBA

São Paulo – Em uma hora e 45 minutos, oito dos 13 candidatos à Presidência da República tiveram poucos embates mais violentos, com a possível exceção de Álvaro Dias. O candidato do Podemos mais de uma vez atacou diretamente o PT, mas poupou Jair Bolsonaro (PSL). Enquanto Fernando Haddad defendeu o legado dos governos petistas, Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) tentaram se consolidar como opção ao que chamaram de "extremismo". Eles participaram de debate organizado na noite desta quarta-feira (25) pelo SBT, pelo portal UOL e pelo jornal Folha de S. Paulo.

Em alguns momentos, o previsível acirramento deu lugar a risos na bancada e na plateia. Os dois principais foram quando Henrique Meirelles (MDB) disse não ser banqueiro, mas bancário, e quando Cabo Daciolo (Patriota) – que na média teve bom desempenho – "profetizou" sua vitória no primeiro turno, "por honra e glória do Senhor Jesus", com 51% dos votos. Haddad e o ausente Jair Bolsonaro (PSL) sofreram mais ataques. Todos criticaram o governo Temer, do qual o ex-ministro Meirelles passou o tempo se esquivando.

Em terceiro lugar nas pesquisas, Ciro voltou a pedir apoio dos eleitores que, neste momento, optam por Haddad ou Bolsonaro por ser contra o oponente. "O Brasil não aguenta mais essa polarização", afirmou. 

Em quarto, o tucano Alckmin foi pela mesma linha. Atacou o PT e seu "projeto de poder" e um governo que, segundo ele, arrasou as finanças públicas, mas disse também que é preciso "evitar a insensatez de um candidato que não tem as menores condições, que representa o que há de mais atrasado na política brasileira". Segundo ele, "o eleitor, nessa reta final, vai fazer uma reflexão".

Dias foi o mais agressivo contra o PT, que chamou de "organização criminosa", cuja volta ao poder deve, segundo ele, ser impedida. Mesmo com uma pergunta explícita, de Fernando Canzian, da Folha, não deixou claro, se apoiaria ou não Bolsonaro em um possível segundo turno.

"Eu tenho esperança que essa eleição seja para escolher o melhor, mas seja sobretudo um estímulo à honestidade, à competência administrativa. Ainda acredito no despertar do povo brasileiro", afirmou, dizendo ser contra o embate entre "extrema-esquerda e extrema-direita". O candidato do PSL não participou por ainda estar hospitalizado, depois do ataque sofrido no dia 6 em Juiz de Fora (MG). A informação foi repetida no início dos três blocos pelo jornalista Carlos Nascimento, do SBT, mediador de debate.

Marina (Rede) disse que, neste momento, não apoiaria nenhum dos dois. "Não tenho ódio de ninguém e vou governar com os melhores do Brasil", afirmou, provocando risos no final, ao fazer referência a bordão usado pelo candidato do MDB na campanha. "Quando tem uma briga na família, ninguém chama o Meirelles. Chama uma tia, um avó, chama uma mulher corajosa."

A repórter Débora Bergamasco, do SBT, quis saber se Ciro chamaria nomes do PT para seu governo, caso eleito. "Se eu puder governar sem o PT, eu prefiro", disse o candidato do PDT, afirmando que vai compor sua equipe como de outras vezes, com metade formada por mulheres e gente com "excelência técnica", um "termo de comprometimento" e "adensamento político tanto quanto possível".

E o MDB?, replicou a jornalista. Ciro afirmou que, em seu governo, o partido "será destruído pelos caminhos democráticos". Mas, em seguida, disse que existem "vários MDBs", elogiando nomes da legenda, como Roberto Requião, Jarbas Vasconcelos e Mauro Benevides. 

Meirelles peguntou a Daciolo qual a proposta do candidato contra a pobreza. "Democracia é legal", começou a responder o candidato. "Estamos diante da pergunta de um banqueiro para um soldado do Corpo de Bombeiros." Disse que a dívida externa foi reduzida quando Meirelles era presidente do Banco Central, no governo Lula, mas criticou os juros, afirmando que "os banqueiros do Brasil ficam roubando a nação e matando nosso povo". Por fim, pediu ao oponente que aceitasse Jesus como libertador da vida. 

O candidato do MDB respondeu que Daciolo deveria "estudar mais". E emendou: "Eu nunca fui banqueiro". Apresentando-se como bancário, disse que chegou à condição de presidente de banco por mérito próprio. A todo momento, Meirelles apresentou-se como candidato da "competência" e da "honestidade". Diogo Pinheiro, do UOL, quis saber se ele daria algum cargo a Michel Temer. Deu a entender que não: "Sempre escolhi equipe de primeira qualidade, pela competência, pela seriedade".

Canzian questionou as visitas semanais de Haddad ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Curitiba, onde está preso desde 7 de abril, se isso não reforçaria a impressão de ser um candidato "teleguiado". O candidato petista reafirmou a injustiça da prisão. "A sentença que o condenou não para em pé. Não vou sossegar enquanto Lula não tiver um julgamento justo, inclusive no exterior", acrescentou, citando decisão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

E observou que um governo "é composto por várias forças políticas", que firmam compromisso em torno de um programa. "Fui coordenador do programa de governo de Lula, que agora é o meu plano. Aquela plataforma vai tirar o país da crise, como nós fizemos em 2002", afirmou.

Haddad aparentou incômodo com a afirmação de Ciro de "preferir" governar sem o PT. Lembrou que poucos meses antes o agora candidato do PDT o convidou para ser vice, naquilo que Ciro teria classificado como o dream team (time dos sonhos) da eleição.



Como foi que chegamos nisso?

September 26, 2018 20:08, by Blog do Arretadinho

Eu decidi que não vou mais escrever sobre esta eleição.

As pessoas estão agressivas demais, vingativas demais.
Mas não posso deixar de dizer isso:

As próximas gerações vão julgar o que a nossa geração fez pelo país.

Por isso queria muito viver e deixar para minhas filhas um Brasil onde o filho do Bolsonaro fosse de alguma forma rechaçado pela sociedade pelo que fez hoje no Instagram.

Não só pela foto, mas principalmente pela mensagem que transmitiu.  

Um país onde ao menos o pai dele perdesse votos com isso.
Um país onde a gente estivesse procurando um caminho positivo para o futuro.

O que esse sujeito fez é repugnante em tantos, mas tantos níveis que sequer consigo encontrar palavras.

Mas o pior, talvez, seja a certeza que boa parte da sociedade onde estou inserido não apenas ignora a gravidade como até apoia este tipo de atitude.

Como? Como foi que chegamos nisso?

Não diga que é por causa do PT.

A pergunta não é quem é o culpado.

A pergunta é COMO foi que a gente perdeu a capacidade de se indignar com o preconceito, a raiva, a miséria mental?

Quem dera o post do sujeito fosse o catalisador de uma mudança. Que fosse capaz de unir o país inteiro contra esse ódio doentio, desmedido que se apossou de cada um de nós.

Mentor Neto



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