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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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A República dos Delatores e as Diretas Já!

May 20, 2017 9:22, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Então, o maior dos delatores trucou.

Por Paulo Vinícius

Ao contrário da impressão corrente, não é o juiz o ápice do desbalanceamento dos poderes da República. Seu poder foi corroído pela vaidade que aprisiona, pela chantagem, pelo que não se vê. Também o judiciário é refém. Há poderes ocultos. Não se trata, apenas, de um poder – o judiciário - sobre os demais – legislativo executivo. Todos sabemos do quarto poder, a mídia monopolista, redesenhando o país sob o esquadro dos piores pesadelos. E é esse poder oculto/descarado, que é o porta-voz da chantagem, irmã siamesa da delação.

O quadro tem se tornado cada vez mais triste desde que o voto do povo deixou de valer. Só os “grandes eleitores” decidem o futuro do país e contra a maioria do povo. Vale o voto desse congresso, em que só uma minoria defende o povo, minoria esmagada pelos ladrões de direitos e guardiões de privilégios. Os trabalhadores pagam alto preço por não elegerem seus representantes. Rasga-se a CLT. Acabam com a previdência pública e a aposentadoria popular. Desemprego às centenas de milhares e aos milhões, quando, no passado recente, tivemos menos de 6% de desemprego. São pais e mães de família, crianças, indo viver nas ruas, empurrados ao desespero, às humilhações, ao risco, à violência, à fome.

Estão sabotando a Petrobrás, entregando o Pré-sal aos estrangeiros, vendendo empresas estatais, rasgando direitos, matando os indígenas, tudo contra os pequenos, os pobres. E essa hecatombe só se explica por um quinto poder, o mais oculto, incensado e cruel. Sobre tudo e todos, o poder do rentismo e seu apetite pantagruélico, que lucra com cada desemprego, com a destruição das empresas, com a PEC dos gastos, porque o rentismo especulativo lucra sempre e cada um de nós pode sentir seu toque funesto quando conta o quanto os juros comem das nossas vidas. Cada um de nós paga juros imorais e o Governo federal destina metade de seus recursos ao pagamento desses mesmos juros. Essa é a mãe de todas as corrupções, a mãe de todas as chantagens. E é a explicação do caráter pusilânime de nosso empresariado, em pútrida parasitose no corpo da Nação, através da corrução e da ciranda financeira da especulação em torno da dívida pública. Essa é a nova pirâmide social que pretendem, em que não cabe o povo, a democracia é abolida, e a black friday Brasil continua, inclemente.

Temer já era objeto da descrença geral, dada sua pequenez. Ainda assim, ousou entronizar-se como o instrumento do Golpe, do retrocesso, da conspiração pelo desmonte da República graças à cobiça das oligarquias, da imprensa golpista, dos especuladores vorazes. Mas não está disposto, no fim da vida, a ser imolado, sozinho. Desafiador, falou não para o público, mas para o privado, quem tiver ouvidos, ouça. Tendo vivido tanto os meandros do poder, é preciosíssimo e ameaçador arquivo vivo e, por isso mesmo, jamais abandonaria sua segurança - até pessoal. Comprou centenas de votos de parlamentares à vista de todos e com o apoio do PIG, para depor uma Presidenta honesta, Dilma. Suas relações carnais com a imprensa golpista e com o mercado financeiro não são menores. Ele disse e foi entendido: Não vai sozinho. No ápice do executivo tem a maior margem para operar o que seja.

Daí a ironia: é o delator e a imprensa golpista que têm os sabres na mão. É esse o poder absoluto de delatar, chantagear e trair a que chegamos, tristemente. Uma república policial, judiciária, mas sobretudo midiática e rentista. No futuro, poderá ser chamada de República dos Delatores. Ou República X9, República do dedo duro, ou ainda, a República dos Alcaguetes.

Mas a justa revolta não pode esquecer é que, se há implosão, há quem aperte o botão, e não é o povo. A dissolução da política é a escada para o fascismo. A corrupção não pode ser combatida com pirotecnia, hipocrisia, parcialidade, dissociada do projeto nacional e democrático. Corrupção não se combate com exportação de commodities, mas com desenvolvimento. Corrupção se combate com democracia, com controle social, com redução das desigualdades. E a política só se legitima como expressão da soberania popular.

O golpe, dentro do golpe, dentro do golpe, dentro do golpe, infinitamente, é o caminho para destruir a participação política, negar a soberania popular, entregar o poder supremo aos rentistas, oligarcas, verdugos e à imprensa golpista. E nesse trono de lama, ainda, está Temer, o seu “herói”. E, numa república de delatores, o poder dado a quem aponta – não esqueçamos - destina-se a, primeiramente, preservar a si próprio por crimes cometidos. E, em segundo lugar, às vinganças. São tais os interesses inconfessáveis capazes de destruir a democracia, a economia, a soberania nacional e o futuro do país. No trono de lama, o supremo delator recusa-se a deixar a ribalta. E o Brasil olhou pra si e viu o beco sem saída a que chegou. Nessa hora, tão soturna, do fundo d´alma da Nação, tão agredida e humilhada, quatro palavras singelas gritaram, com a liberdade que nos resta: Fora Temer! Diretas Já!

O povo precisa ser chamado a escolher seu destino. E às forças democráticas, patrióticas e populares, cumpre o dever de refundar sua utopia, projetos e unidade, para serem dignas de conduzir o país para longe desse abismo. E, dessa vez, sem as ilusões sobre mudanças profundas sem rupturas. Não há vitória assegurada. Só uma ampla unidade poderá abrir caminhos para um tempo novo. E, ainda assim, o desmonte havido, por suas proporções, obriga a ajustar contas com o rentismo, os especuladores, e a imprensa golpista.

A soberania popular, a defesa da democracia, a possibilidade de decidir de modo limpo o futuro do país, eis a frágil esperança para sair do labirinto pútrido do poder de poucos. Não nos confiemos no papel de espectadores das conspirações palacianas, recusemos o circo dos horrores da imprensa golpista contra a democracia e a Nação, reunamos todas as forças que lutem pela democracia no Brasil ameaçado. E que o povo decida.

Paulo Vinicius (PV) é dirigente da CTB-DF e secretário de Política Sindical do Sindicato dos Bancários/DF.



Stedile: "Precisamos de diretas já"

May 18, 2017 20:48, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
João Pedro Stedile convoca o povo para não sair das ruas
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Stedile: "Precisamos de diretas já e de um plano popular de emergência"
João Pedro Stedile, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Frente Brasil Popular, analisa em entrevista o cenário político brasileiro, o papel da Globo, as divisões no campo golpista e fala sobre a necessidade de construção de um governo de transição e da construção de um projeto popular para o Brasil.

Brasil de Fato - Qual o interesse da Globo em divulgar esses áudios e por que eles insistem em eleições indiretas?

João Pedro Stedile - A Rede Globo se transformou no principal partido da burguesia brasileira. Ela cuida dos interesses do capital, utilizando sua força de manipulação da opinião pública e articulando os setores ideológicos da burguesia, que inclui o poder judiciário, alguns procuradores, a imprensa em geral, etc. Eles sabem que o Brasil (e o mundo) vive uma grave crise econômica, social e ambiental, causada pelo modus operandi do capitalismo. E isso aqui no Brasil se transformou numa crise política, porque a burguesia precisava ter hegemonia no Congresso e no governo federal para poder aplicar um plano de jogar todo peso da saída da crise sobre a classe trabalhadora. Portanto, a Globo é a mentora e gestora do golpe.

Porém, a saída Temer, depois do impeachment da Dilma, foi um tiro no pé, já que a sua turma - como revelou o próprio Eduardo Cunha - era um bando de lúmpens, oportunistas e corruptos, que não estavam preocupados com um projeto burguês de país, mas apenas com seus bolsos.

A Operação Carne Fraca foi um tiro no pé, que ajudou a desacreditar essa turma do PMDB, pois vários deles estavam envolvidos e provocaram um setor da burguesia agroexportadora. Agora, eles precisam construir uma alternativa ao Temer. A forma como ele vai sair se decidirá nas próximas horas e dias, se por renúncia, se cassam no TSE ou mesmo aceleram o pedido de impeachment no Congresso. E nas próximas semanas se decidirá quem colocar no lugar.

Muitos fatores incidirão e o resultado não será algum plano maquiavélico de algum setor, mesmo da Globo, mas será resultado da luta de classes real, de como as classes se comportarão nas próximas horas, dias e semanas.

Como se organiza o campo golpista?

campo golpista está dividido desde 2014. E isso nos ajuda. Porque nos golpes anteriores, de 1964, e depois no período do governo FHC de 1994, a burguesia estava unida, tinha um comando único, tinha um projeto de país e tinha uma retaguarda importante no capital estadunidense. Agora, eles não têm projeto para o país. Perderam a retaguarda gringa pois se alinhavam com a Hilary Clinton. Querem salvar apenas seus interesses econômicos particulares. Como disse o sociólogo tucano José de Souza Martins, "as reformas da previdência e trabalhistas são medidas capitalistas, que aumentam a exploração dos trabalhadores, mas são contraditórias com um projeto capitalista de país".

Eles não têm comando único. Estão divididos entre o poder econômico ([Henrique] Meireles, JBS, etc); o grupo dos lúmpens do PMDB ([Romero] Jucá, [Eliseu] Padilha, [Michel] Temer, Moreira Franco…), que tem o poder das leis, e começam a ter fissuras, como o caso do Renan Calheiros. E há também o grupo ideológico, composto pela Globo e pelo Poder Judiciário. Há muitas contradições internas entre eles.

E por isso também eles não têm claro, agora, quem colocar no lugar do Temer. O ideal para eles seria inviabilizar o Lula, ter um governo de transição, que fosse aceito pela maioria da população, que poderia até ser a ministra Cármen Lúcia, até outubro de 2018, e aí tentar ganhar as eleições.

Porém, essa divisão aparece também nas candidaturas deles, pois ainda não conseguiram construir um FHC, um Collor. Estão tateando para opinião pública, apresentando o [João] Doria, o [Luciano] Hulk, etc. Mas eles sabem, pelas pesquisas de opinião pública, que são inviáveis e só adiariam ainda mais a crise política.

O que os trabalhadores e organizações populares podem fazer neste momento?

estamos debatendo, desde o ano passado, no âmbito dos mais de 80 movimentos populares e organizações políticas que fazem parte da Frente Brasil Popular, de que as saídas que interessam para classe trabalhadora são um conjunto de medidas complementares. Primeiro afastar os golpistas, e suspender todas as medidas legislativas que eles vêm tomando contra o povo. Depois ter um governo de transição, que convoque as eleições presidenciais para outubro de 2017. E que se discuta uma forma de termos uma reforma política imediata, que garanta a vontade do povo, e se eleja um novo Congresso. E que o novo governo assuma o compromisso, já em campanha, de convocar para 2018 uma Assembleia Constituinte Exclusiva, à parte do Congresso, para construir um novo modelo democrático de regime político-eleitoral no país.

Paralelamente a isso, construímos um “Plano Popular de Emergência”, que elencou mais de 70 medidas de emergência que o governo de transição e o novo governo deveriam implementar, que na nossa opinião, tirariam o país da crise econômica, social e política.

E depois, durante a campanha eleitoral, é preciso discutir um novo projeto de país, que tome em conta a necessidade de reformas estruturais de médio e longo prazo, como a reforma tributária, a reforma dos meios de comunicação, a reforma agrária, as mudanças no pagamento dos juros e do superávit primário e a própria reforma do poder judiciário.

Mas para que tudo isso aconteça, os trabalhadores, as massas, precisam urgentemente ganhar as ruas. A força do povo só se exerce nas ruas, nas mobilizações, ocupações e pressão de massa. Acredito que nas próximas horas e dias, haverá várias plenárias para debater calendários concretos de mobilização. De nossa parte, achamos que a semana que vem é decisiva. Precisamos acampar no STF, para garantir a renúncia dos golpistas e prisões dos corruptos denunciados pelo Joesley Batista. Precisamos realizar amplas mobilizações em todas as capitais e grandes cidades, dia 21 próximo, domingo. Precisamos transformar o dia 24 de maio não só em mobilização em Brasília, mas em todo país, ocupando as assembleias legislativas, as estradas… enfim, o povo precisa entrar em campo, e pressionar para acelerar as mudanças necessárias.

Na sua avaliação, eleições diretas podem trazer avanços para o país? Como? Quem seriam os candidatos?

Claro, as eleições diretas para presidente e para um novo Congresso são uma necessidade democrática, para tirarmos o país da crise política. Ou seja, só as urnas podem repactuar um governo que represente os interesses da maioria e para ter legitimidade de realizar mudanças a favor do povo, para sairmos da crise econômica. Porque a crise econômica é a base de toda crise social e política.

Da classe trabalhadora, o Lula é ainda o que representa as amplas maiorias do povo brasileiro e que pode se comprometer com um projeto de mudanças e com nosso plano de emergência.

Provavelmente, teremos muitos outros candidatos, como Bolsonaro, na extrema direita, Marina Silva, tentando ocupar um eleitorado de centro, mas sua base real é apenas a Igreja Assembleia de Deus. E entre o tucanato, eles estão em crise, porque Alkmin esta arrolado em várias denúncias. Doria é um playboy de quinta-categoria. E a Globo não teve tempo ainda de construir uma alternativa, como foi o Collor em 1989.

Qual a saída para impedir os retrocessos da agenda golpista?

Mobilizar, lutar, não sair das ruas. E trabalhar nos próximos dias na perspectiva de uma greve geral por tempo indeterminado. Toda nossa militância social e os leitores de nosso Brasil de Fato devem ficar alertas, que os próximos dias serão de batalhas decisivas para definir os rumos dos próximos anos. E a força da classe trabalhadora só se expressa nas mobilizações.

por Joana Tavares no Brasil de Fato



Filho de Teori: "mataram meu pai"

May 18, 2017 19:43, by Blog do Arretadinho

Francisco Prehn Zavascki, filho do ministro Teori Zavascki, publicou recentemente, em seu perfil do Facebook, um desabafo onde afirma: " desculpem o desabafo, mas não tenho como não pensar que não mandaram matar o meu pai!".

Confira:

"O PMDB está no poder desde sempre e, como todos sabemos, estava com o PT aproveitando tudo de bom que o Governo pode dar... até que veio a Lava Jato.

A ordem sempre foi a de parar a Operação (isto está gravado nas palavras dos seus líderes). Todavia, ao que parece, até para isso o PT era incompetente e, ao que tenho notícia, de fato, o PT nunca tentou nada para barrar a Lava Jato (ao menos o pai sempre me disse que nunca tinham tentado nada), o que sempre gerou fortes críticas de membros do PMDB.

O problema é que as investigações começaram a ficar mais e mais perto e os líderes do PMDB viram como única saída, realmente, brecar a Operação a qualquer custo. Para isso, precisava do poder. Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar pelo silêncio alheio? Ou será que derrubar avião também está valendo?

O pai sabia de tudo isso. Sabia quanto cada um estava afundado nesse mar de corrupção. Não é por acaso que o pai estava tão afilho com o ano de 2017. Aflito ao ponto de me confidenciar que havia consultado informalmente as Forças Armadas e que tinha obtido a resposta de que iriam sustentar o Supremo até o fim!

Que gente sínica. Não tem coisa que me embrulha mais o estômago do que lembrar que, no dia do velório do meu pai, diante de tanta dor, ainda tive que cumprimentar os membros daquele que foi apelidado naquele mesmo dia de o “cortejo dos delatados”. 
Impeachment já!

Desculpem o desabafo, mas não tenho como não pensar que não mandaram matar o meu pai!



Resolução da Plenária da Resistência da Frente Brasil Popular

May 17, 2017 19:28, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
A Plenária da Resistência, organizada pela Frente Brasil Popular Distrito Federal, reuniu mais de 200 pessoas entre dirigentes e militantes de movimentos populares, sindicatos, partidos, coletivos e comitês territoriais, realizada nesta terça-feira (16/5) no Sindsep, foi espaço para analise coletiva da conjuntura política e construção de um plano de ação em torno do #OcupeBrasilia, na próxima quarta-feira, dia 24 de maio.

1-A vitoriosa Greve Geral do dia 28 de abril, a receptividade da grande agitação do dia 31 de março e o impacto da paralisação de 15 de março, quando ocupamos o Ministério da Fazenda em Brasília, demonstram a força das organizações da classe trabalhadora. Essas manifestações alcançaram grandes faixas do povo brasileiro, que deu sinais de que apoia as nossas lutas e tem disposição de se somar às lutas contra as reformas da Previdência e da lei trabalhista.

2-A mobilização para o #OcupeBrasilia, que será realizada na próxima quarta-feira, com concentração a partir das 14h no Estádio Mané Garrincha, partida da marcha em torno das 17h e ato político em torno das 18h30, se configura como a principal tarefa da militância. Assim, temos o desafio de intensificar o trabalho popular, denunciar a perda de direito com as reformas, desmascarar as iniciativas do governo golpista de Michel Temer e convocar os trabalhadores e trabalhadoras para as nossas manifestações.

3-As organizações que fazem parte da frente (movimentos, sindicatos, partidos, entidades e coletivos) e os comitês das cidades e por segmentos (comunicação, cultura, saúde, servidores, UNB, Congresso), que se forjaram especialmente no período de resistência ao golpe em 2016, devem ser reunir e tirar um plano de mobilização para o #OcupeBrasilia. A militância do Distrito Federal deve organizar a tomada das cidades no dia 21 com agitação popular nas feiras e locais de fluxo de pessoas. Além disso, organizar a exposição de faixas em vias de acesso ao Plano. 

4-As bandeiras “Fora Temer! Diretas Já!”, “Em defesa da aposentadoria e contra a Reforma da Previdência” e “Não à retirada de direitos, à terceirização e à Reforma Trabalhista” têm ganhado o apoio das massas e devem ser os eixos centrais do trabalho de agitação popular, como síntese das nossas lutas. Além de rechaçar as reformas do governo, é importante apresentar ao povo propostas concretas para enfrentar os problemas sociais. Para isso, a Frente Brasil Popular apresentará o Pano Popular de Emergência.

5-As organizações de juventude, comunicação e cultura, além de coletivos afins e comitês da Frente Brasil Popular, devem se reunir ainda nesta semana para organizar ações de pichação contra as reformas. 

6-No dia do #OcupeBrasilia, fazer agitação popular, a partir das 6h, na rodoviária e em pontos de fluxo das cidades, para convocar para o ato na Esplanada no final da tarde. Na hora do almoço (entre às 12h e 14h), a agitação será no Setor Comercial Sul, em frente ao Pátio Brasil.

A partir do debate aberto, a Plenária da Resistência definiu o seguinte calendário de atividades para o próximo período:
-Agenda de panfletagem nas cidades: 
Cruzeiro, dia 21, na feira.
Ceilândia, dia 21.
Águas Claras, dia 22.

-18/05: Solidariedade a Cuba, às 18h30, em Brasília, na UNB,

-21/05: Inauguração da casa do Levante, em Samambaia.

- 22/5, às 18h: panfletagem e batucada da MMM, na Rodoviária do Plano

- 24/5: #OcupeBrasilia, com a seguinte programação
13H- Ato no STF para denunciar o golpe
14h- Concentração no Estádio Mané Garrincha
17h- Marcha para a Esplanada
18h30-Ato político em frente ao Congresso Nacional

-29/5: Reunião do Coletivo Nacional da FBP e lançamento do Plano Emergencial (em São Paulo)

-6/6: Lançamento do Plano Emergencial em Brasília, no Teatro dos Bancários.

-14, 15 e 16/7- Congresso Extraordinário da CUT-DF

-Agosto -Marcha Nacional pela Democracia e em defesa dos direitos (nome provisório)

Vamos à luta, companheiros e companheiras!!!

Fora Temer, Diretas Já!
Nenhum Direito a Menos!

FRENTE BRASIL POPULAR DF



Presidente do TST diz que "trabalhadores podem se mutilar" com reforma trabalhista

May 16, 2017 21:27, by Blog do Arretadinho

Trabalhadores podem se mutilar caso indenizações sejam “altas”, afirma Ives Gandra Filho
Ao participar de uma audiência conjunta das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Assuntos Econômicos (CAE) na última quarta feira (10) no Senado, Ives Gandra Filho, Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, afirmou que indenizações não podem ser “altas”, uma vez que isso estimularia a automutilação pelos trabalhadores para receberem os valores.

Como exemplo, o ministro do TST, que chegou a ser seriamente cotado para a cadeira do Supremo Tribunal Federal deixada por Teori Zavascki, mas perdeu a disputa para Alexandre de Moraes, contou a história soldados tiravam um dedo na mão esquerda para não irem à guerra. Para Ives, “se você começa a admitir indenizações muito elevadas, o trabalhador pode acabar provocando um acidente ou deixando que aconteça porque para ele vai ser melhor”.

O magistrado não afirmou o que seriam as tais “indenizações altas”.

Assista:




do Justificando



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