Poema com titulo grande demais
February 2, 2017 22:00![]() |
| Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho |
#NãoMeRepresenta
Foto Joaquim Dantas Fotografia® @joaquimdantasdf
Para ser comunista
Joaquim Dantas
Para ser comunista
não é preciso estar
filiado à um partido,
basta ter em vista
que a "ganância do ter"
não faz nenhum sentido...
Porque quando poucos
acumulam muito,
outros muitos necessitam,
tantos se tornam incautos
e outros perdem o intuito
daquilo que simplificam
Para ser comunista
é preciso entender
que o outro somos nós,
que a minha conquista
deveria sempre ser
àquela conquista
de uma só voz!
Marisa Letícia, o preconceito e a cultura da casa grande
February 2, 2017 19:30Marisa Letícia ofendeu a cultura da casa grande & senzala num dos países mais desiguais do planeta ao virar ‘dona Marisa’.
Nascida pobre, criada em casa de pau a pique, a transformação da antiga operária soou como ofensa a cabeças passadistas
por Mário Magalhães*, em seu blog
Marisa Letícia Lula da Silva (1950-2017), cuja morte cerebral anunciaram hoje, e Ruth Cardoso (1930-2008) foram mulheres de trajetórias diferentes cuja principal semelhança foi terem sido casadas com presidentes da República.
Por oito anos, viveram a condição do que se convencionou chamar de primeira-dama.
Mesmo depois de seus maridos deixarem o Planalto, continuaram a ser tratadas como “dona Marisa” e “dona Ruth”.
Nos últimos tempos, com o Brasil castigado por intolerância e obscurantismo, muita gente deu para desqualificar a denominação “dona Marisa” para a mulher de Luiz Inácio Lula da Silva.
Por sinal, muitos que nunca consideraram impróprio se referir à mulher de Fernando Henrique Cardoso como “dona Ruth”.
Essas não são as críticas _procedentes_ que observam cacoete machista no tratamento de mulheres de governantes. Quando o governante é mulher, seus maridos não se transformam em “seu” Fulano de Tal. Continuam a ser Fulano de Tal. Logo, prefiro Marisa Letícia e Ruth, não “dona Marisa” e “dona Ruth”
.
Mas a bronca de alguns tem outro motivo, o preconceito: como chamar de “dona” uma mulher como Marisa Letícia?
Ela nasceu pobre, em casa de pau a pique, aos nove anos cuidava de crianças para ajudar no sustento da família, na adolescência ralava como operária em fábrica, teve estudo precário.
Ao contrário de Ruth Cardoso, antropóloga com carreira brilhante.
Conheço superficialmente a história de ambas, mas não são poucos os testemunhos de qualidades de Ruth e Marisa Letícia.
A aversão de alguns à segunda se deve à permanência da cultura da casa grande & senzala num dos países mais desiguais do planeta.
Esse atraso um dia rendeu a afirmação de que o Brasil não poderia ter um presidente encanador (na verdade, Lula trabalhou como torneiro mecânico) se havia um Jean-Paul Sartre (FHC) à disposição.
Por isso a transformação da antiga operária em “dona Marisa” soou como ofensa a cabeças passadistas.
Marisa Letícia morre como indiciada em inquérito da Polícia Federal. A história esclarecerá quem tem razão.
E registrará o incômodo que Marisa Letícia foi para certas almas.
*Mário Magalhães é jornalista formado na UFRJ. Trabalhou nos jornais “Folha de S. Paulo”, “O Estado de S. Paulo”, “O Globo” e “Tribuna da Imprensa”. Recebeu 25 prêmios jornalísticos e literários
Menina de 13 anos diz que era abusada sexualmente por médico e políticos
February 2, 2017 18:48Menina de 13 anos diz que era abusada sexualmente por médico e políticos: 'Me sinto um lixo'
A adolescente de 13 anos que denunciou ao Conselho Tutelar de Ipiguá (SP) ter sido vítima de abusos sexuais cometidos durante meses por políticos, médico e empresários da região falou com exclusividade para a TV TEM, sobre o trauma pelo qual passou. "Eu me sinto um lixo, então, para mim eles são podres", diz.
A promotoria da Infância e Juventude de São José do Rio Preto (SP) investiga o caso de exploração sexual e também a aliciadora, que seria namorada de homem acusado de matar um delegado.
Ela conta que a mãe usa drogas e a expulsou de casa no começo do ano. Por isso, foi morar na casa do namorado, em Ipiguá, cidade com cerca de 5 mil habitantes. Mesmo com o fim do relacionamento, ela continuou na casa, mas foi obrigada pela mãe do rapaz a fazer programas como forma de pagamento pela moradia. "Ela disse: 'Não vai dar para você comer nas minhas costas, bebendo, vivendo as minhas custas não'. Aí eu falei: 'Mas eu não trabalho, o que você quer que eu faça?' Ela pegou e falou assim: 'Você vai se prostituir junto comigo'. Aí eu pensei: 'vou morar na rua', fiquei sem chão. Então, aceitei a proposta dela", afirma.
Segundo a adolescente, os encontros eram marcados pelo celular da aliciadora. A maioria dos encontros teria acontecido em um motel às margens da BR-153, entre Onda Verde (SP) e Ipiguá.
A aliciadora tem 38 anos e também faz programas, de acordo com a menor. De acordo com a investigação, ela é namorada de um homem, o acusado de matar um delegado, em junho. Ele cumpria pena por outros crimes no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto quando começou a ter um caso com ela.
A adolescente conta que quando descobriu o envolvimento do namorado da aliciadora com a morte do delegado, ficou assustada e disse que queria ir embora, mas foi agredida. "Falei que não quero fazer mais e ela começou a me agredir, disse que não ficaria mais na casa dela. Aí saí nervosa da casa e resolvi pedir ajuda", afirma.
A adolescente disse ainda que os clientes arranjados pela dona da casa pagavam de R$ 50 a R$ 200 por encontro e que a exploração sexual aconteceu durante quatro meses. "Às vezes eles me pegavam em frente de casa, às vezes pegavam no trevo de Onda Verde ou indo para Rio Preto, para ninguém saber mesmo", diz a menor.
Lista de clientes
O juiz da Vara da Infância e Juventude já está com a lista dos supostos homens que pagaram para abusar sexualmente da adolescente. A lista tem médico, advogado, empresário, político e funcionário público. "Preocupa muito a situação, por isso que precisamos de uma investigação concreta porque há nomes de pessoas influentes na cidade, como político, comerciante e médicos da região", afirma promotor da Infância e Juventude.
O juiz disse que pedirá a prisão de quem tentar obstruir a investigação. "Muito importante dizer que se houver manifestação dos suspeitos em chegar perto da menina, vamos entender como ameaça à investigação porque o caso é sério. A medida cabível de quem obstruir a investigação será a prisão", afirma.
*Matéria do dia 30/07/2016, servindo aqui apenas como conteúdo informativo
Fonte: G1
O diabo quer vestir vermelho, só que não
February 1, 2017 22:14
Mas é o CÃO, o RABUDO, o ENCARDIDO, o SEBOSO e o próprio SATANÁS chupando manga: o comitê central do PCdoB e sua bancada na Câmara dos Deputados, SEM CONSULTAR A BASE, decidiram apoiar a candidatura do golpista Rodrigo Maia, DEMo do RJ, à presidência da casa e a bancada do PT apoiou a candidatura de Eunício de Oliveira à presidência do Senado gente, EUNÌCIO DE OLIVEIRA, agropecuarista, empresário, amigo do usurpador e "vice-presidente decorativo" da Dilma #TemerDusInfernus e senador pelo PMDB/Ceará, em "troca" do cargo de primeiro secretário da Mesa do Senado....
Perguntinha básica: por que não "ajunta" os deputados do PCdoB e os senadores do PT, que são coniventes com essa imundice de proposta, com os deputados do PPS e viram uma "carniça" só?
Vão se lascar coxinhas de esquerda!!!!!!
Braço direito de Teori pede para sair do STF
February 1, 2017 20:40Braço direito de Teori na Lava Jato, juiz auxiliar pede desligamento do STF
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, aceitou nesta quarta-feira o pedido de desligamento do juiz Márcio Schiefler Fontes, auxiliar do ministro Teori Zavascki, que era relator da Operação Lava Jato e morreu em acidente aéreo no último dia 19.
Márcio Schiefler Fontes pediu para deixar suas funções depois que os juízes auxiliares do gabinete de Teori concluíram, na última sexta-feira (27), as audiências em que ouviram os 77 executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht que fizeram acordo de delação premiada. Na última segunda (30), a ministra Cármen Lúcia homologou as delações.
Fontes vai retornar para Santa Catarina. A saída do juiz auxiliar é uma baixa para a Lava Jato no STF. Ele é considerado o "arquivo" da operação no gabinete do ministro Teori Zavascki porque acompanhou todo o caso ao lado do ministro desde 2014.
do Plantão Brasil




