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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Banda The Verse tocará no Clube Naval

July 20, 2016 20:59, by Blog do Arretadinho

Banda The Verse / Foto Joaquim Dantas
Banda candanga tocará no Clube Naval em encontro de motociclistas
De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

A banda brasiliense, The Verse, vai alegrar o Encontro de motociclistas no Brasília Capital Moto Week, que acontecerá no Clube Naval de Brasília no próximo domingo (24).

Confira a programação do evento:

09:45h - Concentração dos motociclistas participantes na área externa da Granja do Torto
10:00h - Saída em comboio da Granja do Torto em direção à Torre de TV Digital
10:50h - Saída da Torre de TV Digital em direção à Ermida Dom Bosco
11:45h - Abertura dos portões do Clube Naval para os motociclistas
11:45h - Saída da Ermida Dom Bosco em direção ao Clube Naval
12:00h - Chegada ao Clube Naval. Início do serviço dos Foods Trucks e da apresentação da Banda The Verse
14:00h - Saída do primeiro passeio de barco no Lago Paranoá
15:30h - Saída do segundo passeio de barco no Lago Paranoá
17:00h - Encerramento do evento e retorno dos motociclistas à Granja do Torto

Os organizadores não informaram o valor do ingresso, entretanto, garantem que os motociclis e seus garupas estão isentos de pagamento

Maiores informações 61 981179829



Sarau do Urubu reúne artistas do DF

July 19, 2016 22:00, by Blog do Arretadinho

O Sarau do Urubu vai reunir artistas de todo o DF e a promessa é de que seja uma noite memorável

De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

No próximo sábado (23) será realizado o Sarau do Urubu, no Espaço Nós No Bambu, Núcleo Rural Córrego do Urubu, Lago Norte (caminho sinalizado - a 15 min da Asa Norte), das 18h as 24h.

Um dos objetivos do sarau é reunir artistas, poetas, músicos e produtores culturais renomados e iniciantes, para compartilharem saberes culturais diversos.

A convidada desta edição é Martinha do Coco, ícone da cultura popular brasileira. Segundo a jornalista Ana Ferrareze Martinha "é uma pernambucana arretada, que escolheu Brasília como casa aos 17 anos, em 1979".

A sua história com o coco não é de hoje, começou logo que chegou à capital do País, quando se uniu ao grupo Tambores do Paranoá, que trazia a ela muitas lembranças de Olinda por conta do maracatu que o grupo interpreta e, assim, conseguia matar um pouco da saudade de Pernambuco.

Com o tempo, Martinha foi se apaixonando pelo samba de coco, que até hoje conta belas histórias da vida e do sertão de Pernambuco e do planalto central. Com sua voz limpa e doce Martinha se mostra uma mulher forte, que "dibuia" cultura e pessoas por onde passa.

O Gama será representado pelo poeta matuto Cumpadi Ancelmo e pelo escritor e músico Manoel Pretto.

A contribuição para participar do Sarau é de R$ 25,00 e, se for adquirida antecipadamente, dará direito ao consumo de uma bebida e um caldo.

Adquira seus convites nos locais abaixo:

Instituto Carlos Pial - aceita cartão
CLN 207 - Bloco B / Loja 44, Brasília

Paranoá e região - Casa Viva
(61) 99826-2439 (61) 99188-0560

Taguatinga e região - Comedoria da Sonia no Mercado Sul
QSB 12/13 - Bloco E - Box 8, 72.015-625 Taguatinga
(61) 9952-4864 Email soniacomedoria@gmail.com

Fred Vazquez -  zap 61- 998617141

Martinha do Coco por ela mesma:



'Fantástico' faz malabarismo para tentar justificar reforma da Previdência

July 19, 2016 20:13, by Blog do Arretadinho

Programa da TV Globo exibiu reportagem sobre o que eles chamaram de "rombo" da Previdência. 
Única coisa clara foi que a emissora vai continuar para justificar retirada de direitos.

*Por Vagner Freitas

O Fantástico exibiu neste domingo (17) uma longa reportagem sobre o que eles chamaram de “rombo” da Previdência Social. A única coisa que a matéria deixou claro foi que a TV Globo – como outros órgãos da mídia tradicional – vai continuar manipulando as informações para tentar justificar a retirada de direitos da classe trabalhadora.

O interino Temer está discutindo o aumento da idade mínima para aposentadoria e redução do valor dos benefícios. A mídia, que faz o jogo do mercado, e as instituições financeiras, interessadas em vender planos de previdência privada, aprovam a medida.

Eles insistem no velho e falso argumento de que há déficit da Previdência e que, para equilibrar as contas, é preciso mudar as regras da aposentaria. Isso é um mito. A Constituição brasileira definiu três fontes de financiamento previdenciário: as contribuições de empregados, dos empregadores e a parte bancada pelo Tesouro Nacional. Essa terceira fonte legal de financiamento é sempre ignorada pelos defensores da reforma. Como eles tiram do cálculo os recursos provenientes do Tesouro, em 2015 ficou um rombo de R$ 85 bilhões. Isso está errado!

Além disso, legalmente não existe conta da Previdência separada do Orçamento da Seguridade Social, como expliquei recentemente aqui.

Outra balela é dizer que o Brasil é um dos poucos países que não tem idade mínima para aposentadoria. Desde 1998, a idade mínima para os (as) trabalhadores (as) urbanos se aposentarem é de 65 anos para os homens e 60 anos no caso das mulheres. Isso, desde que tenham contribuído durante pelo menos 15 anos. Detalhe, cerca de 53% das aposentadorias concedidas no Brasil são por idade, dado que a matéria obviamente esconde.

A repórter ou a produção poderiam ter lido a cartilha do Sindicato dos Bancários de São Paulo, que explica de forma clara tudo sobre Previdência Social.

A matéria menosprezou a sonegação de impostos previdenciários e usou um dado errado – R$ 26 bilhões de sonegação. Estudo do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz) mostra que a sonegação da Previdência em 2015 foi de R$ 103 bilhões, valor mais do que suficiente para cobrir o suposto déficit.

A Previdência Social, patrimônio do povo brasileiro, é o maior programa social do país – distribui renda, garantindo a sobrevivência de cerca de 90 milhões de pessoas, que consomem e geram receita para comércio, indústria e agricultura, fazendo a economia girar.

* Presidente nacional da CUT

Fonte: RBA



Formada em medicina, sonho realizado

July 18, 2016 0:52, by Blog do Arretadinho

'Quando visto meu jaleco, me torno um sonho possível para as crianças da favela' diz estudante
A carioca Mirna Moreira, de 22 anos, lembra-se da reação dos colegas no dia em que obteve nota máxima na disciplina de Anatomia, a mais temida por alunos recém-ingressados no curso de Medicina da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

"Eu e uma outra menina ─ branca ─ gabaritamos a prova dessa matéria. Ninguém se surpreendeu com o desempenho dela, mas comigo foi diferente. Algumas pessoas ficaram surpresas. Ouvi a frase 'Como assim você conseguiu?'", recorda.

Negra e cotista, Mirna nasceu e cresceu no Complexo do Lins, conjunto de favelas na zona norte do Rio onde vive até hoje com a família.

Filha de uma telefonista e de um bombeiro, diz se considerar "privilegiada" diante da realidade hostil que a cerca. Mas não se esquece das raízes.

"Quero devolver à minha comunidade o que vou aprender no curso de Medicina. Quando ponho meu jaleco, prescrevo sonhos", diz ela sobre a perspectiva de futuro que diz mostrar às crianças da favela.

Recentemente, um post da página Boca de Favela no Facebook sobre Mirna viralizou. Foram quase 79 mil curtidas e mais de 17 mil compartilhamentos.

Em depoimento à BBC Brasil, ela falou sobre pobreza, racismo, negritude e empoderamento feminino. Confira:

"Nasci e cresci no Complexo do Lins, conjunto de favelas na Zona Norte do Rio de Janeiro. Hoje, aos 22 anos, me sinto uma privilegiada. Por esforço dos meus pais ─ ele, bombeiro, ela telefonista ─ consegui ter acesso ao estudo e foi por causa deles que hoje faço Medicina.

É até engraçado falar em privilégio nas minhas circunstâncias. Mas não são todas as pessoas daqui que têm um sonho e podem concretizá-lo. Sou uma exceção à regra. Fala-se em meritocracia, mas ela é inexistente a partir do momento que nem todo mundo tem as mesmas oportunidades.

Com exceção do primário, sempre estudei em colégio particular. Ganhava bolsas parciais e meus pais se esforçavam para pagar o resto. Quando fiz curso pré-vestibular, a mensalidade era de R$ 2 mil. Nunca teria esse dinheiro. Mas conviver com essas duas realidades completamente diferentes me permitiu ter maior senso crítico. Conto nos dedos das mãos, por exemplo, os amigos que frequentavam minha casa durante a escola.

É desafiador ser negro e morar em uma favela no Brasil. Vivo um preconceito duplo. Vez ou outra, sou seguida por seguranças em lojas.

Medicina
"Você não tem cara de médica", ouviu Mirna Moreira (Foto: Boca de Favela )

E quando decidi cursar Medicina, embora sempre tenha tido o apoio dos meus pais, muita gente próxima questionou minha escolha. Me perguntavam: 'Você quer isso mesmo? Você não tem cara de médica'.

Entendo em parte esse pensamento. A sociedade diz a nós, negros, que não vamos conseguir. Além disso, continuamos sofrendo com a falta de representatividade. Você entra em um hospital e vê poucos médicos negros. Atores negros ainda são uma minoria nas novelas. E tudo isso apesar de sermos a maioria da população.

Prestei vestibular por três anos até conseguir passar no curso de Medicina. Entrei por cotas, mas não estudei menos por isso. Nas vezes que fui reprovada, fiquei muito mal. Sabia que meus pais tinham outras contas para pagar e não poderiam me bancar nessa situação. Mas eles não desistiram do meu sonho. Nem eu.

Escolhi Medicina pela arte de cuidar do outro. E pretendo ser médica de família. Não se trata de uma especialização muito divulgada e é até desprezada pelos próprios médicos.

Mas acho que meu envolvimento com essa área diz muito de onde eu venho. Quero devolver à minha comunidade o que me foi dado e atender a quem realmente precisa.

Racismo
Não vou generalizar, mas sempre tem alguém que me olha torto na faculdade. Porque sou negra, moradora de favela e cotista.

No primeiro período, por exemplo, aconteceu um episódio do qual não me esqueço.

Eu e uma menina branca fomos as únicas a gabaritar a prova teórica de Anatomia, uma das disciplinas mais temidas pelos alunos. Alguns colegas ficaram surpresos. Disseram que 'escondi o jogo' e me perguntaram como eu tinha tirado uma nota daquelas. Por quê? Se as pessoas mal se conheciam, por que tanta surpresa com o meu desempenho e não com o dela?

Recentemente, também fui alvo de um ataque racista na internet. Uma página moderada pelos alunos da Uerj, sem vínculo com a universidade, decidiu fazer um concurso de beleza. Cada curso tinha uma representante - e eu fui escolhida para representar o curso de Medicina.

Minha foto recebeu vários comentários racistas. Li coisas do tipo: "Como assim essa preta tá fazendo Medicina?" ou "Você vota na negra mas não alimenta macaco no zoológico".

Decidi registrar uma denúncia na polícia. Mas não houve investigação. Se você não é artista, demora bastante.

Negritude
Acho que essa minha iniciativa foi um reflexo da minha maturidade. Me sinto mais consciente sobre meus direitos. E também resolvi assumir de vez minha negritude, começando pelo meu cabelo.
Desde criança, alisava os fios. Hoje, percebo que fazia isso porque queria me enquadrar. Na escola, minhas amigas eram brancas e tinham cabelo liso.

Mas resolvi parar. Não queria mais ser refém de algo que não me fazia bem. E foi uma ótima surpresa. Meu cabelo é lindo e amo os meus cachos. Antigamente, me embranquecia. Isso acabou. Tenho orgulho de ser negra.

E hoje tenho cada vez mais certeza disso. Há alguns meses, participei de uma ação sobre sexualidade na adolescência para escolas públicas no Morro dos Macacos. Na saída de uma delas, as meninas negras pediram para tirar fotos comigo e elogiaram meu cabelo crespo. Elas me viram como referência.

Isso porque, quando entro na favela de jaleco, não prescrevo apenas remédios, prescrevo sonhos. Mostro para essas meninas que elas podem ter um futuro.

Coincidentemente, porém, no dia dessa ação na escola, voltei no mesmo ônibus que uma aluna. E quando desci no mesmo ponto que ela aqui perto de casa, ela perguntou: 'o que você tá fazendo aqui'?
Chorei muito. Mas isso só me fez ter mais consciência da minha função social. Com o perdão do trocadilho, quero poder dar uma 'injeção de ânimo' nessas pessoas.

Reconheço que aqui os sonhos são muitas vezes limitados pela falta de oportunidades. Mas espero que um dia todos nós tenhamos chances iguais.

"Não vai ser fácil, mas sei que é possível."

Por Luis Barrucho
Fonte: G1



O triste fim do "homem da camisa de ouro" na Índia

July 17, 2016 12:16, by Blog do Arretadinho

AFP
Datta Phuge ficou conhecido internacionalmente por seu amor pelo ouro. Mais precisamente a partir de 2013, quando despertou a atenção de milhões ao comprar uma camisa feita com 3 kg do metal precioso, pelo "módico" preço de R$ 820 mil

Sua história, porém, teve um final trágico nesta quinta-feira (14), quando o corpo do especulador imobiliário e agiota foi encontrado no balneário de Dighi, na Costa Oeste da Índia.

Segundo informações da polícia, ele, que tinha 48 anos, foi linchado por até 12 pessoas. Quatro pessoas foram presas e as autoridades disseram a jornais indianos que uma disputa envolvendo dinheiro resultou no assassinato.

O crime parece ter sido premeditado: um dos suspeitos em custódia teria convidado a vítima e seu filho, Shubham, 22, de quem era amigo, para uma festa de aniversário.

Lá, Phuge teria sido emboscado. Aparentemente, ele devia cerca de R$ 78 mil a um conhecido do filho. A polícia informou que Shubham testemunhou o crime. Só não soube explicar por que Phuge, que normalmente andava cercado por seguranças, estava sem eles na noite do crime.

Escolha pelo metal
O especulador era invariavelmente fotografado com o corpo coberto de ouro. Tinha origens humildes, mas prosperou com a venda de imóveis e usou o capital para conceder empréstimos na região de Pune.

"Alguns me perguntam por que me visto com tanto ouro, mas isso sempre foi meu sonho. Há gente que quer ter um carro de luxo. Eu escolhi o ouro", disse Phuge à "BBC", em 2013.

Diante de relatos da mídia indiana de que a camisa seria uma forma de impressionar mulheres, Phuge respondeu que não apenas era bem casado como tinha "comprado 500 kg de ouro", sob a forma de joias, para a mulher.

A obsessão não parece apenas ser algo para os ricos na Índia: de acordo com especialistas em metais preciosos, das 18 mil toneladas de ouro disponíveis no país em 2013, dois terços estavam em áreas rurais. O ouro é visto como uma poupança alternativa para milhões de indianos sem acesso ao sistema bancário.



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