Igreja vai fazer testes para proibir seminaristas gays ou pedófilos
noviembre 5, 2017 16:41Medida consta do documento "O dom da vocação presbiterial", que alberga as novas normas do Vaticano.
Aqueles que se candidatarem ao seminário com o objetivo de se tornarem padres da Igreja católica serão sujeitos a testes psicológicos para determinar se possuem algum tipo de "tendências homossexuais", um passado relacionado com pedofilia e se padecem de algum tipo de doença mental, avança este domingo a imprensa nacional. Esta análise estará a cargo de psicólogos, cujos procedimentos ainda estão por determinar, e em pararelo realizár-se-á uma investigação aos passados dos candidatos, com recurso a depoimentos da família, de outros padres e ainda de "senhoras que conheçam o candidato". Esta medida vai ser posta em prática no âmbito do documento "O dom da vocação presbiterial", redigido pela Congregação do Clero, onde estão expostas as novas normas do Vaticano, que incluem uma reforma do ensino nos seminários. A aplicação destas novas práticas é obrigatória para todos os seminários do mundo. A última vez que as regras da formação dos padres sofreu uma reforma foi há 30 anos.
Agora, os candidatos que quiserem concorrer ao seminário serão incitados a revelar, no momento da candidatura, se em algum momento das suas vidas tiveram algum problema psicológico ou se realizaram terapia. Após este procedimento, será a vez dos psicólogos realizarem testes, efetuados depois do candidato assinar um "consentimento prévio, informado e dado por escrito".
De seguida, é requerido que os bispos investiguem "escrutinadamente" o passado de todos os candidatos, tais como a infância, a adolescência e as influências da família. "A Igreja não pode admitir aqueles que praticam a homossexualidade, apresentem tendências homossexuais profundamente radicadas ou apoiam a chamada cultura gay", pode ler-se no documento, que apela aos responsáveis pelos seminaristas que caso detetem algum tipo de comportamento ou tendência gay, demovam o candidato de "prosseguir para a ordenação".
Agora, os candidatos que quiserem concorrer ao seminário serão incitados a revelar, no momento da candidatura, se em algum momento das suas vidas tiveram algum problema psicológico ou se realizaram terapia. Após este procedimento, será a vez dos psicólogos realizarem testes, efetuados depois do candidato assinar um "consentimento prévio, informado e dado por escrito".
De seguida, é requerido que os bispos investiguem "escrutinadamente" o passado de todos os candidatos, tais como a infância, a adolescência e as influências da família. "A Igreja não pode admitir aqueles que praticam a homossexualidade, apresentem tendências homossexuais profundamente radicadas ou apoiam a chamada cultura gay", pode ler-se no documento, que apela aos responsáveis pelos seminaristas que caso detetem algum tipo de comportamento ou tendência gay, demovam o candidato de "prosseguir para a ordenação".
O documento pede ainda que sejam realizados "cursos sobre proteção de menores nos seminários", bem como uma "atenção máxima" à pedofilia e a candidatos que possam ter cometido algum delito neste âmbito. Doenças mentais como esquizofrenia, paranóia ou distúrbio bipolar também serão critérios de exclusão de candidatos a padres.
fonte CM
A dança do "cajado ungido"
noviembre 5, 2017 16:03Fiéis de uma igreja evangélica realizam culto com a dança do "cajado ungido". Lembra alguma coisa?
Confira:
Igreja cerca acesso a moradores de rua e cria polêmica em SC
noviembre 5, 2017 15:44![]() |
| Foto: Willian Reis / Notisul |
Grades foram instaladas na frente do templo porque a comunidade estava insatisfeita com a presença de moradores de rua sob a marquise
Grades de alumínio cercam as duas portas laterais e o acesso principal da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Tubarão, no Sul do Estado. A cerca foi instalada a pedido dos frequentadores e da comunidade do bairro Humaitá, insatisfeitos com a presença de moradores de rua no local. A barreira impede que eles durmam sob a marquise, e reacende o debate sobre a situação de quem vive pelas calçadas.
O pároco Nilo Buss, responsável pela igreja, procurou o poder público e autoridades ligadas à área da segurança para buscar uma alternativa, mas não teve uma solução efetiva. Isso porque não é permitido forçar as pessoas a saírem do local, e mesmo que o trabalho da assistência social ofereça atendimento e opções ao morador de rua, a decisão é de cada pessoa. Somente em casos em que seja flagrado algum ato ilícito é que a Polícia Militar pode agir.
— Foi uma decisão tomada por lideranças da comunidade, era um local de drogas, prostituição, alcoolismo, desrespeito com as pessoas que vinham à igreja. A pressão foi tanta, famílias tirando os filhos da catequese, que teve que ser feito. Eu sempre fui contra, não é uma solução cristã — disse o padre.
A grade fica fechada de dia – nos horários em que não há programação na igreja –, e durante toda a noite. Um morador da região, que não quis se identificar pois foi ameaçado pelo grupo durante a instalação da cerca, disse que o problema se agravou nos últimos meses, pois o rodízio de pessoas aumentou e o consumo de drogas também. Ele pertence a um dos grupos da igreja, e disse que depois de inúmeras tentativas de ajudar os sem-teto, a solução foi instalar a contenção.
— O pessoal que trabalha aqui perto gostava de vir até a praça, mas parou, pois eles ficam lá bebendo, usando drogas. Quem vai dizer para eles saírem? Hoje (ontem) estenderam os cobertores em cima da cerca da igreja, e ninguém tem coragem de dizer para tirar — lamentou o aposentado.
Para a assistente social Teresinha Maria Gonçalves, mestre em psicologia social e doutora em meio ambiente urbano, o espaço urbano está sendo organizado pela cultura do medo, que é rentável para a indústria de segurança.
O preconceito com o pobre, segundo ela, de que ele pode fazer algum mal, também é reforçado, embora muitas vezes só estejam ali pedindo. A maneira como o morador de rua deve ser abordado pelos profissionais, comenta, também precisa melhorar.
— É preciso reciclar a maneira de fazer as abordagens, conversar mais para perder o medo, é um trabalho permanente. Cercar uma igreja além de anticristão, é anti-humano e ilegal — analisa a professora.
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| Foto: Willian Reis / Notisul |
Cidade oferece estrutura para desabrigados
Desde o início do ano passaram pelo Centro de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro POP) de Tubarão 800 pessoas em situação de rua ou vulnerabilidade. A igreja em questão fica próxima à BR-101, e como mais de 90% dessas pessoas são de fora da cidade, muitas se instalam por ali. O comércio também é forte na região, o que estimula a permanência no local.
A gerente da Fundação Municipal de Desenvolvimento Social de Tubarão, Kelly Botega Fortunato, reforça que o serviço de assistência social não tem poder nem autorização para retirar pessoas em situação de rua de onde elas estejam. A rede de atendimento existe e oferece auxílio desde alimentação, higiene, cuidado de saúde, até a produção de documentos e ajuda na busca por familiares. Mesmo assim, a gerente admite que o serviço precisa ser ampliado.
— A gente não pode tomar uma medida higienista para banir ou isolá-las em algum lugar, pois não é o proposto, mas sim dar as mínimas condições de dignidade e apontar alguns caminhos. Existe apenas uma pessoa para fazer as abordagens de rua, o que poderia melhorar, mas é um problema complexo — analisa.
por Lariane Cagnini
lariane.cagnini@somosnsc.com.br
PCdoB lança pré-candidatura de Manuela à presidência da República
noviembre 5, 2017 15:07Em comunicado à imprensa divulgado neste domingo (5), a presidenta nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Luciana Santos, informa que a deputada estadual Manuela D’Avila será a pré-candidata do partido à presidência da República.
Manuela é jornalista e deputada estadual pelo Rio Grande do Sul, já tendo cumprido dois mandatos como deputada federal, quando foi líder do PCdoB na Câmara dos Deputados. Foi indicada três vezes pelo Diap como uma das 100 “Cabeças” do Congresso e cinco vezes ao Prêmio Congresso em Foco, que premia os melhores parlamentares do Brasil. Em 2014 foi eleita deputada estadual e atualmente é também Procuradora Especial da Mulher da Assembleia Legislativa.
Em 1999, filiou-se à União da Juventude Socialista (UJS). Também foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em 2004, com 23 anos, foi eleita a mais jovem vereadora de Porto Alegre.
No PCdoB, ingressou em 2001 e, em 2013, foi eleita presidente estadual do partido. Na Câmara Federal, Manuela foi autora da Lei do Estágio e relatora do Vale-Cultura e do Estatuto da Juventude, presidiu a Comissão de Direitos Humanos e foi coordenadora da bancada gaúcha. Como deputada estadual, apresentou projetos importantes e foi proponente de diversas audiências públicas para debate de problemas e soluções com a população.
Confira a íntegra do comunicado:
1. O Partido Comunista do Brasil decidiu na data de hoje lançar a pré-candidatura de Manuela d’Ávila à presidência da República.
2. Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torna-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho.
3. Manuela d’Ávila é jornalista, tem 36 anos e é deputada estadual desde 2014, a mais votada naquele pleito. Cumpriu dois mandatos como deputada federal, tendo sido, nas duas ocasiões, a mais votada do Rio do Grande do Sul. Em 2010, teve mais de 400 mil votos, o que representou 8,06% dos sufrágios. Foi líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, indicada três vezes pelo DIAP como uma das 100 “Cabeças” do Congresso e cinco vezes ao Prêmio Congresso em Foco, que premia os melhores parlamentares do Brasil. Na Câmara Federal, Manuela foi autora da Lei do Estágio e relatora do Vale-Cultura e do Estatuto da Juventude, presidiu a Comissão de Direitos Humanos e foi coordenadora da bancada gaúcha.
4. Será convocada uma entrevista coletiva com a deputada Manuela d’Ávila e a presidenta do PCdoB, Luciana Santos, na qual mais detalhes serão oferecidos à imprensa.
São Paulo, 5 de novembro de 2017
Luciana Santos
Presidenta Nacional do PCdoB
Comunidade se mobiliza em defesa do HRG
noviembre 5, 2017 12:55Manifesto do Fórum Comunitário do Gama (FComGama) sobre o caos no HRG e centros de saúde; documento será entregue ao MPDF, à Defensoria Pública e à CLDF; protestos de rua devem acontecer
do Gama Livre
É fato que toda a comunidade do Gama e Santa Maria tem conhecimento do caos atual em que vive o HRG, o velho e outrora bom Hospital Regional do Gama. Que já foi um dos melhores do Brasil em estrutura, equipamentos, quadro de pessoal, reconhecido antigamente como de referência no tratamento de várias doenças. Considerado também como Hospital Amigo da Criança. Hoje, inimigo da criança, inimigo do jovem, inimigo das pessoas de meia-idade, inimigo dos idosos. Enfim, inimigo do povo. Verdade que não é o hospital o verdadeiro inimigo. O inimigo, certamente, é outra instituição, é outra coisa. Não tem coração, mas tem cara.
Hoje o HRG sofre com o abandono, o desprezo. Encontra-se em situação crítica. Está na UTI, respira por aparelho, e parece que tem gente que torce para torná-lo um paciente terminal, um doente sem volta. Um cadáver.
Mutilam o seu corpo, arrancando-lhe o PAI, Pronto Atendimento Infantil, do qual milhares de crianças da cidade sempre dependeram.
Depois de fechado o Pronto Atendimento Infantil em outubro de 2016, e diante da reação da comunidade, que algumas vezes foi às ruas, o governo de Brasília, numa ação pirotécnica, espalhafatosa até, vexaminosa certamente, "reinaugurou" a unidade.
Sabia-se, ou pelo menos tinha-se quase certeza, que passados alguns meses, ou dias, o Pronto Atendimento Infantil possivelmente voltaria a fechar. Foi necessário apenas um mês. Na verdade um mês e mais alguns poucos dias, não completando sequer dois meses, o PAI explodiu novamente, dessa vez "sem estrondo, mas com muito gemido". O gemido das crianças que voltaram a não ter atendimento digno e especializado. O gemido das mães que, levando seus bebês nos braços durante as madrugadas frias, batiam a cara na porta do Pronto Atendimento. O choro e gemido dos pais, que viam, sem saber a quem recorrer, seus filhos com febre e chorando de dor, vomitando, quase morrendo e o Estado negando o socorro que por lei deveria dar. O gemido dos pobres.
Mas o caos não se limitou à assistência das crianças da região. O caos, a cada dia que passava, se espalhava pelo hospital. Pelas seus corredores, por suas salas, por seus ambulatórios, por seus setores de exames, pelos seus leitos de UTIs, por suas salas de espera —e que espera. Até mesmo pela sua lavanderia. Pelos seus tetos e paredes rachados. Por suas instalações elétricas, que em época de chuva parecem mais instalações hidráulicas, pois delas saem mais água de chuva do que luz. Taí! Taí uma coisa que falta ao HRG: A luz. A luz que indicasse pelo menos o fim do túnel da certamente maior crise por qual já passou este cinquentão. Meio século de Hospital Regional do Gama, completados no dia 12 de março de 2017.
Em marcha batida, o caos atingiu a UTI. Em outubro de 2017, dos 20 leitos dessa unidade, dez estavam desativados. Recentemente, muito recentemente, três dos dez desativados foram reativados. Agora digam, por favor. Um hospital importante e estratégico como o HRG em que sua Unidade de Tratamento Intensivo fica com apenas metade de sua capacidade não estaria vivendo o caos? Hoje (4/11/2017) dos 20 leitos da UTI sete estão bloqueados. Isso representa 35 por cento do total de leitos. Seja o valor 50 ou 35 por cento, o caos continua. E como continua.
Os leitos da UTI bloqueados, o são, pasmem, por falta de manutenção dos respiradores mecânicos. O custo da manutenção corretiva dos dez respiradores que causaram o bloqueio dos dez leitos, era estimado em torno de 30 a 35 mil reais. Isso é caos ou não é?
O caos atinge também o pronto socorro do hospital. Aí, a clínica médica já há tempo funciona de maneira vergonhosa. A de ortopedia funciona. A clínica médica com mil restrições, deixa o povo na mão. Isto é, na rua da amargura, com suas dores, suas febres, suas indignações.
Um hospital que deixa de fazer cirurgias —várias cirurgias— por falta de roupas lavadas, higienizadas, para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, pacientes, está no caos? Está, com certeza. Quanto custa vários dias de internação desnecessárias em razão da espera por roupa lavada, ou por anestesista? Isso tanto em termos financeiros e em impedimento da internação de novos pacientes. É o caos, é o caos. É o caos, irmão! Caos na lavanderia também.
Há uma média de 600 a 700 partos por mês no Centro Obstétrico do HRG. E o absurdo é que estão querendo também nessa área implantar o caos absoluto. Pretende, o governo do DF, mesmo depois de seu desmentido formal, fechar o Centro Obstétrico.
Veja a seguir o texto do manifesto do FComGama, Fórum Comunitário do Gama, que será entregue na terça-feira (6/11) ao Ministério Público do Distrito Federal, à Defensoria Pública do DF e à CLDF. Lembrando aqui, que possivelmente, muito possivelmente, haverá manifestações, protestos de rua. Pelo caos no HRG, pela ameaça de mais caos e mais serviços fechados.
MANIFESTO DO FÓRUM COMUNITÁRIO DO GAMA, QUANTO À NEGATIVA DE SAÚDE PÚBLICA NA CIDADE DO GAMA, DISTRITO FEDERAL
O Fórum Comunitário do Gama, Distrito Federal, espaço de debate popular dos moradores e entidades esteve reunido no dia 21/10/2017, das 15 às 17 horas, à Quadra 01, Conjunto “B”, Lotes 218/220, Setor Norte, Gama, DF, para debater em plenária A SAÚDE PÚBLICA DO GAMA, cujos encaminhamentos resultaram neste Manifesto.
A discussão da temática abordada levou ao entendimento de que grande parcela de usuários da saúde pública se encontra desassistida. Os relatos dos presentes deram conta da precariedade da rede local de saúde, com problemas antigos e recentes que não são resolvidos. A falta de transparência, diálogo e entendimento entre governo e população demonstra a precariedade da situação, o descaso com o assunto, e total desconfiança por parte de quem mais precisa desse serviço público.
Abaixo segue a lista dos problemas mais mencionados:
a) Fechamento do Pronto Atendimento Infantil — PAI;
b) Restrição no atendimento e risco de fechamento do Centro Obstétrico — CO;
c) Falta de médico e restrição no atendimento do Pronto Socorro — PS, com grande quantidade de doentes em macas nos corredores;
d) 10 (dez) leitos da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) sem uso por falta de conserto do mesmo número de respiradores mecânicos, manutenção num valor total, aproximado, de R$ 30.000,00 (trinta mil reais);
e) Cirurgias urgentes ou eletivas impossibilitadas de serem realizadas por falta de anestesistas;
f) Único tomógrafo encontra-se quebrado;
g) Lavanderia terceirizada com problema na caldeira. Empresa que explora a lavanderia não realiza o objeto do contrato, deixando faltar roupas e peças indispensáveis aos procedimentos médicos e aos pacientes;
h) Falta de funcionamento noturno nas Unidades Básicas de Saúde – UBS’s;
i) Construção parada da Unidade de Pronto Atendimento – UPA;
j) Construção parada do Centro de Saúde nº 8, sobrecarregando os demais Centros;
k) Policlínica utilizando instalações precárias no interior do HRG, por falta de espaço adequado;
l) Inexistência de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) na cidade, cujo projeto foi deixado de ser realizado devido o terreno público destinado ser esbulhado por entidade religiosa, cujo processo judicial está em fase de Execução;
m) Falta de critério formal e transparente de remoção e/ou remanejamento dos servidores, que trabalham aviltados com a possibilidade de serem retirados do seu local de trabalho;
Ante a falta de acesso universal e igualitário por meio de ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde, este Fórum conclui pela existência de violação a direitos, e solicita aos órgãos de controle imediatas providências no sentido de por fim a tais desmandos administrativos, o que o faz pelo envio deste Manifesto:
- à Câmara Legislativa do DF, esperando manifestação de sua Comissão de Educação, Saúde e Cultura – CESC, a quem sugere realização na cidade de Audiência Pública para discutir a temática “Os graves problemas de saúde pública na cidade do Gama;
- ao Ministério Público do Distrito Federal e território – MPDFT, requerendo providências de sua Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde – PROSUS; e
- à Defensoria Pública do Distrito Federal, requerendo providências que lhe sejam pertinentes.
Cidade do Gama, Distrito Federal, em 21 de outubro de 2017.
Mesa Mediadora do FComGama:





