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abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | No one following this article yet.
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Greves e paralisações não dão trégua ao governo e ao Congresso

junio 6, 2017 20:09, por Blog do Arretadinho

Um dia depois de definirem a data de 30 de junho como indicativa para a próxima greve geral contra as reformas, as centrais sindicais movimentam sindicatos, federações e confederações para a construção do ato nacional, que também trará a bandeira das eleições Diretas Já. 
A data da greve ainda precisa ser referendada pelas bases trabalhadoras que a partir desta terça-feira (6) começam a organizar plenárias e assembleias pelo Brasil.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (5), as centrais prometem não dar trégua ao governo federal e ao Congresso Nacional – que pressionam pela aprovação das reformas previdenciária e trabalhista. Como “esquenta” para o dia 30 está confirmado para 20 de junho um dia de mobilização nacional com atos e paralisações em todo o país.

“As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer”, diz trecho do documento assinado por Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Intersindical, CSP-Conlutas, Pública Central do Servidor, Central Geral dos Trabalhadores e Central dos Sindicatos Brasileiros.

Disposição de luta não tem faltado às centrais sindicais, que neste primeiro semestre comandaram paralisações marcantes para denunciar os prejuízos que trarão as reformas trabalhista e previdenciária ao povo brasileiro. De acordo com os dirigentes, a agenda de resistência não pode parar. 

Segundo Adilson Araújo, presidente da CTB, a sociedade tem demonstrado que está contra o governo ilegítimo de Michel Temer. “O momento exige resistência e luta contra as reformas que põem fim a direitos consagrados da classe trabalhadora e de toda a sociedade brasileira”. 

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (5) pela CUT/ Vox Populi apontou que 89% dos brasileiros apoia a eleição direta, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) casse nesta terça-feira (6) a chapa Dilma-Temer. 5% defendem a eleição pela via indireta. 

Álvaro Egea, secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), afirmou que a nova greve geral dá continuidade aos protestos do dia 24 de maio, quando houve a Marcha dos Trabalhadores, violentamente reprimida pelo governo em Brasília, e também a greve geral realizada 
no dia 28 de abril, que parou o país e mobilizou diversas categorias de trabalhadores.

“Os trabalhadores não abrem mão de derrotar as duas reformas, principalmente a trabalhista que está na iminência de ser aprovada no Senado”, enfatizou Álvaro. 

Durante todo o dia desta terça, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa vota o relatório que orienta pela aprovação da reforma trabalhista. Os senadores Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), Paulo Paim (PT/RS) e Lídice da Mata (PSB-BA) apresentaram votos em separados em que pedem a rejeição do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38, que trata da reforma trabalhista.
Confira a nota das centrais e o calendário de mobilização de junho 

NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS - Unidade e luta em defesa dos direitos

05/06/2017  
As centrais sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública), convocam todas as suas bases para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho.

As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer.

Dentro do calendário de luta, as centrais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de mobilização nacional pela convocação da greve geral.

Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade. E ficou agendada nova reunião para organização da greve geral para o dia 07 de junho de 2017, às 10h na sede do DIEESE.

Agenda
- 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.

- Dia 20 de junho: Esquenta greve geral com atos e panfletagens das centrais sindicais;

- 30 de junho: GREVE GERAL.


Assinam a nota:

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Pública – Central do Servidor
UGT – União Geral dos Trabalhadores

do Portal Vermelho



Historiador critica o "vale tudo" da Reforma Trabalhista

junio 6, 2017 19:54, por Blog do Arretadinho

O relatório do senador Ferraço (PSDB-ES) acabou de ser aprovado pela
Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. / Antonio Cruz/Agência Brasil
REFORMA TRABALHISTA
Querem legalizar o "vale tudo" sobre os direitos trabalhistas, afirma historiador
Carlos D’Icao diz que o capital financeiro aposta em um Brasil "mexicanizado"

por Kátia Guimarães no Brasil de Fato 

O relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista (PLC 38/2017) acabou de ser aprovado na início da noite desta terça-feira (6) pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Foram 14 votos a favor e 11 contra. Em seu parecer, Ferraço não fez nenhuma mudança no texto recebido da Câmara, depois de duas sessões marcadas por intensos embates entre governo e oposição. A estratégia do governo para conseguir votos e aprovar a reforma é vetar pontos considerados mais polêmicos, mas a manobra não é aceita nem pela oposição e nem por especialistas da área. 

Para Carlos D’Incao, 42 anos, historiador e empresário, especialista em mercado financeiro internacional, a reforma trabalhista contém uma contundente lógica de submissão aos interesses das grandes empresas e do capital estrangeiro. Ele critica o fato de o governo sinalizar com possíveis mudanças no texto e diz que a reforma causa uma enorme insegurança jurídica. “Enquanto um verdadeiro golpe está em curso, os tucanos (junto com Temer) sinalizam manter alguns direitos como "o horário do almoço de 1 hora" e o imposto sindical”, afirmou. 

Brasil de Fato: Você elencou na reforma trabalhista 120 ataques aos direitos dos trabalhadores. É possível apontar quais são os maiores absurdos no projeto?

Carlos D’Incao: Diferentemente daquilo que a grande imprensa está divulgando, essa não é uma simples reforma, mas uma profunda alteração das relações de produção que vão alterar toda a estrutura de funcionamento do Judiciário e das empresas. Tudo isso em benefício único do capital. Há uma contundente lógica de submissão aos interesses das grandes empresas e do estrangeiro. Destacaria as novas formas de organização empresarial. O que se planeja é o início de uma nova era de fraudes tributárias que atingem a Previdência, a seguridade social e o trabalho. 

O governo está prometendo vetar pontos e editar medida provisória. Você acha que isso pode melhorar o texto?

As águas profundas da reforma não estão sendo postas à luz do dia. Eu afirmo categoricamente que, de forma maliciosa, o atual governo sinaliza recuar em questões pontuais para aprovar, na surdina, uma nova estrutura produtiva para o país. Para os grandes empresários o valor da força de trabalho é uma variável que pode ser trabalhada ao longo do tempo.

O que interessa de fato a eles é uma nova estrutura empresarial que estabeleça a legalização do "vale tudo", e que permitirá manobras contábeis e jurídicas para declinar de grande parte da carga tributária hoje existente. É isso o que o grande capital almeja. Em uma só tacada essa reforma trabalhista maximiza os lucros das grandes empresas e condena o sistema previdenciário e toda a seguridade social que serão, a partir dessa reforma, necessariamente privatizada. Enquanto um verdadeiro golpe está em curso, os tucanos (junto com Michel Temer) sinalizam manter alguns direitos como "o horário do almoço de 1 hora" e o imposto sindical. 

Pela reforma, estão previstas mudanças que podem sufocar o direito do trabalhador de recorrer à Justiça, inclusive com o fim da prerrogativa da jurisprudência. Qual a extensão dessas medidas?

Essas medidas possuem um carácter revogatório, isto é, se aplicará inclusive a processos que estão em andamento. Tudo nessa reforma vai na direção de tornar o processo mais moroso, em detrimento ao trabalhador. Com o fim da prerrogativa da Jurisprudência, além de se abrir uma nova era de insegurança jurídica para o trabalhador, encerra-se também um mecanismo que antes dava celeridade aos processos. Não por acaso, essa reforma trabalhista é chamada por muitos de "reforma empresarial". 

Outro ponto muito criticado é a chamada prevalência do negociado sobre o legislado. Na prática, o que pode acontecer com o trabalhador?

Esse ponto é uma gigantesca anomalia porque o texto é claro quando abre inúmeras possibilidades de se negociar inclusive aspectos garantidos na Constituição. Logo, na prática, o próprio Direito Constitucional estará sendo lesado com essa reforma. No fim, tudo estará nas mãos das grandes empresas que, auxiliados por um bom departamento jurídico, poderão fazer uma série de manobras jurídicas.

Na prática será possível se extinguir os direitos constitucionais mais elementares como o 13º salário e as férias acrescidas de 1/3. Isso tudo sem contar o fato de que a própria possibilidade de se estabelecer a chamada "livre negociação" entre trabalhadores e empresários é por si só uma grande farsa. Essa reforma quer retroceder os trabalhadores às condições análogas ao século XIX. 

Um dos argumentos do governo para votar a reforma é que ela irá gerar emprego. Qual a sua avaliação sobre isso?

Ao contrário do que o governo proclama, essa reforma tem a tendência de, a curto prazo, precarizar as condições atuais de trabalho e, a longo prazo, aumentar o desemprego. Trata-se de uma relação lógica: se a reforma trabalhista permite aos empresários explorar sua mão de obra por mais tempo e de maneira mais abusiva, haverá cortes e não mais contratações, como alega o governo.

O governo diz que os empresários não contratam porque os custos dos trabalhadores são muito altos. Ao que parece Temer e os tucanos estão observando os trabalhadores de outro país, talvez os trabalhadores franceses… Porque a mão de obra brasileira é uma das mais baratas do mundo… Além disso, é importante salientarmos que essa reforma ocasionará um aumento significativo da rotatividade da mão de obra, uma vez que demitir se tornará um processo ainda mais barato.  

A base aliada de Temer tem dito que as reformas previdenciária e trabalhista são importantes para dar um sinal ao mercado financeiro. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deixou isso bem claro. Como você vê um governo preocupado com o mercado em detrimento dos direitos dos trabalhadores?

Se havia alguma dúvida de que esse governo tinha como principal meta atender aos interesses do mercado, parece bem claro que ela já foi há tempos dirimida. A questão é que o suposto "sinal" para o mercado financeiro não atende a todo o capital existente no planeta. Na verdade, é um sinal para um tipo específico de capital financeiro que aposta em um Brasil "mexicanizado", onde o custo-trabalho se torna muito baixo. Trata-se de um capital volátil que não pensará duas vezes antes de se retirar de nossa economia caso haja qualquer possibilidade de mudança dessa atual conjuntura.



Greve Geral - 30 de junho

junio 5, 2017 21:29, por Blog do Arretadinho

GREVE GERAL

As Centrais Sindicais convocam a classe trabalhadora para um calendário de luta e nova GREVE GERAL dia 30 de junho. 

As Centrais Sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública-Central do Servidor), convocam todas as suas bases para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho. 

As Centrais Sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer. 

Dentro do calendário de luta, as Centrais Sindicais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de Mobilização Nacional pela convocação da greve geral.

Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade. E ficou agendada nova reunião para organização da GREVE GERAL  para o dia 07 de junho de 2017, às 10h na sede do DIEESE. 

AGENDA:

- 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.

- Dia 20 de junho: Esquenta GREVE GERAL com atos e panfletagens das Centrais Sindicais;

- 30 de junho: GREVE GERAL



IN DUBIO, PRO REO

junio 5, 2017 20:41, por Blog do Arretadinho

Lula e a bisnetinha, Analuaa
Todo mundo tem todo o direito de acreditar que Lula é ladrão, chefe de quadrilha, o organizador da corrupção, cínico... Afinal, de ilações e convicções sedimentadas no achismo vive a fofoca, nas calçadas, esquinas e botecos.

Mais: apoiado no analfabetismo político, cultuado na tevê e multiplicado em fotos editadas e textos de frase única, nas redes sociais, pode-se formar convicção, ainda que equivocada, mas honesta, se entendermos que o convicto é um analfabeto político.

Mas o achismo e a convicção não bastam para justificar uma sentença condenatória, são necessárias provas do delito atribuído ao acusado.

Que os leigos exijam a condenação e prisão de Lula, entende-se: 
muitos são partidários de ditadura militar, muitos convivem amistosamente com as milícias e quadrilhas nos bairros em que moram, achando tudo muito natural, muitos têm na tevê a sua única fonte de informações, muitos elegem bodes expiatórios para as próprias desgraças...

Na ciência do Direito são universalmente consagrados dois princípios: a presumibilidade de inocência e a exigência de certeza, de provas, para produzir uma condenação. Na dúvida (ausência de provas ou provas frágeis, inconsistentes), sentença favorável ao réu. (In Dubio, Pro Reo)

Por três anos Lula vem sendo investigado, e não é por escoteiros ou guardas municipais, mas pela experimentada e competente Polícia Federal, pelo experimentado Ministério Público e com a ajuda e a assistência de agências de informações estrangeiras.

Teve a sua casa invadida e minuciosamente vasculhada (segundo Lula, vasculharam todas as gavetas, levantaram o colchão, arrastaram móveis, apreenderam todos os computadores e pen drives, celulares, inclusive os dos netos de Lula, usados para games infantis).

Vasculharam o Instituto Lula, com o mesmo esmero, e apreenderam tudo o que pudesse conter informações.

Foram ao sítio que atribuem ser do Lula e a mesma operação.
Nenhum arquivo com planilhas, nenhum e-mail suspeito, nenhum contatos com codinomes, nenhum movimento bancário ou investimento não declarado à Receita Federal, nenhum documento de posse ou recibo de pagamento de impostos sobre o triplex e o sítio atribuídos a ele, nenhuma correspondência com offshores...

Com todos os seus telefones grampeados, inclusive os dos seus advogados, o que é ilegal, caracteriza cerceamento de defesa, o equivalente a obstrução da justiça, nada que o incriminasse, nada que envolvesse com ilícitos, nenhuma conversa com presos ou indiciados.

Restaram então as citações a Lula feitas pelos beneficiários da delação premiada, capazes de inventar mentiras até contra as próprias mães, para se livrarem da cadeia e da tortura psicológica, delações que não se sustentam, porque em desacordo com os depoimentos de testemunhas e em contradição com as de outros delatores.

Como ainda não apareceu prova em contrário, Lula é inocente, não porque este ou aquele quer, mas porque a lei determina que seja assim.

Das oitenta e sete testemunhas, apresentadas pela defesa e pela promotoria, as oitenta e sete inocentaram Lula.

Chegamos então à conclusão: o tribunal de Curitiba age como os fofoqueiros de calçadas, esquinas e botequins, criando ilações a partir de convicções e não de provas.

Claro que num quadro assim Lula não será condenado ou, sendo, será absolvido em segunda instância, por insuficiência de provas, e então o suspeitíssimo Deltan Dalagnol sacou da cartola uma nova figura jurídica: senso comum.

Isto mesmo, na denúncia que fez a Moro, Dalagnol pede a prisão de Lula porque é SENSO COMUM que Lula chefiou a corrupção, em seu governo e depois.

Sábado saiu o resultado de mais uma pesquisa, escondida pela mídia, apontando Lula com 60% das intenções de votos, o que nos permite duas leituras:

1) Se as eleições fossem hoje, Lula ganharia de quaisquer adversários, e;

2) Se mesmo com todo o bombardeio de infâmias, difamações, mentiras, calúnias, escândalos, manobras jurídicas e torturas psicológicas de depoentes, a Lava Jato não consegue atrapalhar o crescimento de Lula, é por que É SENSO COMUM, que a Lava Jato é uma farsa, uma instância política e não jurídica.

Não acredito que agem assim por dever de ofício ou motivação ideológica. Há mais por trás, e vai se tornando SENSO COMUM o querer saber o que move esses meninos de Curitiba, como os definiu Lula.

Francisco Costa
Rio, 05/06/2017.



Milhares de pessoas fazem carnaval em São Paulo para gritar "Fora Temer"

junio 5, 2017 20:08, por Blog do Arretadinho

"Fora Temer" foi o grito que se escutou em cada intervalo da apresentação
dos blocos e outros artistas convidados que se concentraram no Largo
da Batata. Foto EFE/Sebastião Moreira
Milhares de pessoas participaram neste domingo de um ato organizado em São Paulo por blocos de carnaval para exigir a renúncia do presidente Michel Temer, alvo de um inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de corrupção.

"Fora Temer" foi o grito que se escutou em cada intervalo da apresentação dos blocos e outros artistas convidados que se concentraram no Largo da Batata, na região oeste da capital paulista.

O público também se pronunciou a favor da convocação de eleições presidenciais diretas, para que "o povo possa decidir quem vai governar", como disse no meio das ovações o cantor Chico César, um dos convidados.

Entre os artistas que participaram do ato de hoje em São Paulo estão Criolo, Mano Brown, Maria Gadú, Emicida, Péricles, Pitty e Tulipa Ruiz.

No domingo passado, dezenas de milhares de pessoas já haviam feito um ato similar na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, também para exigir eleições diretas.

A pressão pela saída de Temer disparou após a divulgação da delação premiada de Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, que motivou a abertura de um inquérito contra o presidente no STF por obstrução da Justiça, corrupção passiva e organização criminosa.

da Agênca EFE