Ir al contenido

Blog do Arretadinho

Full screen Sugerir un artículo

Postagens

abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | No one following this article yet.
Licensed under CC (by-nc-sa)

O que é Gentrificação e por que você deveria se preocupar com isso

agosto 16, 2016 20:57, por Blog do Arretadinho

Para entender gentrificação imagine um bairro histórico em decadência, ou que apesar de estar bem localizado, é reduto de populações de baixa renda, portanto, desvalorizado. 
por Emannuel Costa, COURB

Lugares que não oferecem nada muito atrativo para fazer… Enfim, lugares que você não recomendaria o passeio a um amigo.

Imagine, porém, que de um tempo para cá, a estrutura deste bairro melhorou muito: aumentou a segurança pública e agora há parques, iluminação, ciclovias, novas linhas de transporte, ruas reformadas, variedade de comércio, restaurantes, bares, feiras de rua… Uma verdadeira revolução que traria muitos benefícios para os moradores da região, exceto que eles não podem mais morar ali.

É que, depois de todos esses melhoramentos, o valor do aluguel dobrou, a conta de luz triplicou e as idas semanais ao mercadinho da esquina ficaram cada vez mais caras, ou seja, junto com toda a melhora, o custo de vida subiu tanto que não cabe mais no orçamento dos atuais moradores. E o mais cruel de tudo é perceber que, enquanto o antigo morador procura um novo bairro, pessoas de maior poder aquisitivo estão indo morar no seu lugar.

Talvez você já tenha passado por essa situação. Mas, se não passou, deve imaginar que é a história de muita gente. E o nome dessa história é gentrificação.

Gentri o quê?
Gen-tri-fi-ca-ção. Vem de gentry, uma expressão inglesa que designa pessoas ricas, ligadas à nobreza. O termo surgiu nos anos 60, em Londres, quando vários gentriers migraram para um bairro que, até então, abrigava a classe trabalhadora. Este movimento disparou o preço imobiliário do lugar, acabando por “expulsar” os antigos moradores para acomodar confortavelmente os novos donos do pedaço. O evento foi chamado de gentrification, que numa tradução literal, poderia ser entendida como o processo de enobrecimento, aburguesamento ou elitização de uma área… Mas nós preferimos ficar com o aportuguesamento do termo original.

Como funciona?
Um processo de gentrificação possui bastante semelhança com um projeto de revitalização urbana, com a diferença que a revitalização pode ocorrer em qualquer lugar da cidade e normalmente está ligada a uma demanda social bastante específica, como reformar uma pracinha de bairro abandonada, promovendo nova iluminação, jardinagem, bancos… E quem se beneficia da obra são os moradores do entorno e, por tabela, a cidade toda.

A gentrificação, por sua vez, se apoia nesse mesmo discurso de “obras que beneficiam a todos”, mas não motivada pelo interesse público, e sim pelo interesse privado, relacionado com especulação imobiliária. Logo, tende a ocorrer em bairros centrais, históricos, ou com potencial turístico.

O processo é bastante simples: suponha, que o preço de venda de um imóvel num bairro degradado seja 80 mil. Porém, se este bairro estivesse completamente revitalizado, o mesmo imóvel poderia valer até 200 mil. Há, portanto, uma diferença de 150% entre o valor real e o valor potencial do mesmo imóvel, certo? Agora imagine qual seria o valor potencial de um bairro inteiro?

É exatamente nesta diferença entre o potencial e o real, que os investidores imobiliários enxergam a grande oportunidade para lucrar muito investindo pouco. Mas para que tudo isso se concretize, é necessário que haja um outro projeto, o de revitalização urbana, e este, sim, é bancado com dinheiro público, ou através de concessões públicas. Os governantes também costumam enxergar no processo de gentrificação uma grande oportunidade: de justificar uma obra, se apoiar no interesse privado da especulação imobiliária para promover propaganda política de boa gestão.
E aonde acontece?

Em muitos lugares. Talvez seja possível dizer que toda cidade grande possui, no mínimo, um caso para estudo. Evidentemente existem alguns exemplos mais clássicos, em virtude da fama e influência que algumas cidades possuem, ou por conta do contexto histórico envolvido. Vamos destacar rapidamente dois deles:

1. Williamsburg (Nova York, EUA)
Até meados da década de 1990, Williamsburg era apenas mais um bairro residencial do distrito do Brooklyn, cujo único atrativo era sua paisagem – o famoso skyline da Ilha de Manhattan. Foi nessa época que artistas e artesãos locais migraram para o bairro em busca de aluguéis baratos e boa localização. Este movimento se intensificou até virar um dos maiores casos de gentrificação que se tem conhecimento: hoje, é um dos bairros mais badalados do mundo, que dita algumas das referências de moda, música, arte e gastronomia da sociedade ocidental. O processo foi tão grande que alguns dos próprios gentrificadores, precisando fugir do alto custo de vida, se mudaram para o bairro vizinho, Bushwick, que atualmente passa um processo quase idêntico ao de Williamsburg no começo dos anos 2000.

2. Friedrichshain (Berlim, Alemanha)
Após a queda do muro de Berlim, houve uma grande migração dos moradores de bairros da parte oriental – como Friedrichshain, para a parte capitalista da cidade, em busca de emprego, vida moderna e habitação confortável. Este fato abriu oportunidade para que a área, abandonada, fosse ocupada por imigrantes turcos, punks e artistas, em sua maioria jovens e pobres, e essa mistura naturalmente transformou o lugar em um grande fervilhão alternativo, criando uma subcultura de diversas tribos e origens, que hoje promove gastronomia, arte e entretenimento de alto padrão, atraindo berlinenses, turistas do mundo inteiro e é utilizada pelo próprio governo como marca turística.

Obviamente, este fenômeno trouxe um assombroso encarecimento do custo de vida e um acelerado processo de gentrificação: o caso berlinense foi tão violento que o parlamento alemão criou uma lei proibindo bairros com altos índices de gentrificação subirem os preços dos aluguéis mais do que 10% acima da média da região. A lei vem sendo aplicada em Berlin desde Maio de 2015, e em breve também será institucionalizada em outras cidades alemãs.

Há ainda vários outros casos famosos de gentrificação: La Barceloneta (Barcelona, Espanha); Puerto Madero (Buenos Aires, Argentina), Malasaña (Madrid, Espanha) e também alguns casos bastante estudados no brasil, como Lapa e Vidigal no Rio de Janeiro, e Vila Madalena em São Paulo, mas isto é assunto para uma outra conversa…

E por que eu deveria me preocupar com Gentrificação?

Olha, até existem especialistas que não “criminalizam” a gentrificação, por acreditar que este é um processo decorrente da chamada “Sociedade Pós-Industrial”, na qual as relações de consumo (demanda) ditam as relações de produção (oferta), e esta é uma condição natural e irreversível do nosso tempo. Há um debate profundo sobre isso, e a resposta sobre a gentrificação ser boa ou ruim… Bem, depende. Não dá para afirmar com certeza, ainda.

Mas desconfiamos que é mais nociva do que saudável. Por constituir um processo típico de especulação imobiliária, a gentrificação precisa de muito investimento e respaldo do poder público para atender à uma demanda de interesse privado. Ou seja, a cidade (enquanto “a coisa pública”) tem propensão a ser planejada de acordo com a vontade do interesse privado, que não necessariamente é a mesma vontade da população, e nem sempre vai ao encontro das demandas defendidas por especialistas em planejamento urbano.

Por outro lado, estudos recentes realizados nos Estados Unidos apontam que moradores antigos de bairros gentrificados não apenas não foram “expulsos” por conta da valorização imobiliária, como conseguiram, por causa da gentrificação, ampliar suas rendas. Apesar de serem inconclusivos, pois tratam mais de proprietários (que possuem renda sobre o imóvel) e menos de inquilinos (que pagam a renda para o proprietário do imóvel), os estudos colocam à prova alguns “mantras inquestionáveis” da corrente crítica da gentrificação, e abre precedente para a corrente que enxerga o fenômeno como algo saudável para a vida urbana contemporânea.

Do nosso ponto de vista, a gentrificação representa um grande perigo para as cidades, de maneira geral, porque independente de consequências saudáveis ou nocivas para o bairro que foi gentrificado, o grande problema está em mapear o que aconteceu com as pessoas que de fato foram forçadas a migrarem para outros lugares por conta do processo gentrificador: para qual bairro elas foram? Este bairro recebe os mesmos investimentos públicos, e desperta a mesma atenção que o bairro gentrificado? Acreditamos que a resposta seja negativa.

E, se para o bairro bonito pode tudo, e para o feio não pode nada, então não há um projeto de cidade inclusiva e democrática acontecendo nas nossas cidades. A gentrificação apenas será bacana e descolada de verdade quando todos os bairros puderem ver a renda de seus imóveis sendo elevadas, propiciando uma vida cultural, rica, vibrante, que respeite as tradições de cada lugar. Se não for por inteiro, então não vale.



Já que não sai nos jornalões, publica-se na aldeia…

agosto 16, 2016 20:31, por Blog do Arretadinho

O golpe de Estado impetrado contra a democracia brasileira segue sua encenação teatral aos olhos mais acurados. 
Há 50 anos, pela via da violência e das armas; hoje por caminhos mais sutis, mas igualmente tortuosos, dos nossos Poderes Legislativo e Judiciário.

por *Volnei Garrafa
em pcdobdf.blog.br

Exatamente como a deposição, no Paraguai, há pouco tempo, do então eleito presidente Fernando Lugo. Lá, em poucas horas, como uma punhalada certeira no coração da frágil estrutura política daquele sofrido país. Aqui, em doses homeopáticas, mas igualmente letais, levando o “gigante adormecido pela própria natureza” e sua trôpega democracia a uma agônica situação por vários meses, de modo a aparentar “legalidade”. Após ouvir e assistir, na semana passada, os discursos das senadoras Vanessa Grazziotin e Gleide Hoffman proferidos no Congresso Nacional, fiquei pasmo, entre a raiva e a pena, esta última, da imagem acabrunhada do Ministro Ricardo Lewandowski, sentado na honrosa cadeira de comandante da encenação.

O constrangimento do magistrado era flagrante. Teatro irreal, responsável por um desgaste histórico internacional de proporções futuras inimagináveis. Que o digam jornais insuspeitos como o El País (Espanha), Le Monde (França), New York Times (Estados Unidos), La Repubblica (Itália)… Viu-se ali, incomodamente sentada, a imagem simbólica de um tribunal superior e supremo, com a arrogância dos seres superiores pretensamente iluminados, mas anos-luz distanciados das classes historicamente alijadas do poder de decisão.

Um tribunal jurídico público estranhamente silencioso frente a podridão legislativa que transformou uma denúncia técnica e comprovadamente vazia,  em um vil ato político de impedimento, que rouba a decisão democrática de mais de 54 milhões de votos/cidadãos sufragados nas eleições de 2014.

Em um processo eleitoral limpo que ascendeu uma mulher, pela vez primeira, ao cargo maior de Presidente da República. O grotesco senador Aécio Neves e sua trupe, desde o primeiro dia pós-derrota, que desta vez as elites nacionais realmente não esperavam, começaram a urdir o golpe.

A democracia no Brasil – em mais uma oportunidade após o deplorável golpe de 31 de março de 1964 – foi enlameada, retornando, para nossa vergonha, ao “seleto” grupo dos “países bananeiros” da América Latina. Foi pisoteada, pelo ato brutal de 1964, executado contra Jango Goulart e suas “perigosas” reformas estruturais, pelas armas bélicas de militares autointitulados de “nacionalistas”, obviamente de direita, apoiados por civis também direitistas e igualmente golpistas.

Hoje, a farsa é retomada nesse escandaloso ano 2016, por atos sucessivos de deputados e senadores com as mãos notoriamente sujas, que protelam interminavelmente a cassação de Eduardo Cunha e que estão indiciados em centenas de ações públicas, infelizmente sustentados por decisões de um Judiciário acabrunhado, mas falastrão, que deveria ser o respeitável órgão público mais neutro e discreto do país…

Declaro-me, então, um cidadão brasileiro envergonhado com nossos prematuramente envelhecidos poderes públicos, e com um persistente enjoo frente a todo esse teatro do absurdo que continua acontecendo em pleno século 21. Em um país que já chegou a ser a 6a. economia do planeta e que logrou recentemente a proeza de, em poucos anos, tirar 35 milhões de cidadãos da pobreza. Registra-se, assim, mais um avanço ao passado nesta pobre/rica nação, onde as elites econômicas – com apoio escandaloso de uma imprensa comprometida e apodrecida, perceptível mesmo a cérebros medianamente desenvolvidos – continuam manipulando sua atrasada classe média, em prejuízo direto das pessoas mais pobres.                                                                                  

*Volnei Garrafa, Professor Titular de Bioética da Universidade de Brasília – Filiado ao PCdoB



Saiu o primeiro ouro para o boxe do Brasil

agosto 16, 2016 20:17, por Blog do Arretadinho

Robson Conceição ganha o primeiro ouro para o boxe do Brasil
Reuters/Peter Cziborra/Direitos Reservados
Robson Conceição vence francês e ganha o primeiro ouro para o boxe do Brasil
O brasileiro Robson Conceição fez história e conquistou hoje (16) a primeira medalha de ouro do boxe brasileiro em olimpíadas e o terceiro ouro do Brasil na Rio 2016. Por decisão unânime dos juízes, o lutador baiano derrotou o francês Sofiane Oumiha na categoria peso ligeiro, até 60 quilos.

Com o ouro de Robson, o Brasil subiu para a décima quinta colocação no quadro geral de medalhas.

Relaxado na luta, Conceição não deu chances para o francês e levou a torcida presente no Pavilhão 6 do Riocentro ao delírio. Antes mesmo do fim da luta, os torcedores já gritavam “é campeão”.

No primeiro round, os três juízes deram a vitória ao brasileiro. No segundo, dois dos três árbitros deram 10 a 9 para Conceição, mesmo resultado do terceiro e último round.

Em uma chave considerada difícil, o brasileiro enfrentou o uzbeque Hurshid Tojibaev em sua primeira luta e venceu por decisão unânime. Mesmo placar da luta contra o cubano Jorge Alvares, que já garantia o bronze ao baiano.

Conceição queria mais e na sua terceira Olimpíada – ele foi décimo sétimo em Pequim e em Londres – superou a pobreza e as dificuldades vividas na infância para subir ao lugar mais alto do pódio na Rio 2016.










da Agência Brasil



Quem, em algum momento da vida, não sentiu-se assim?

agosto 15, 2016 23:17, por Blog do Arretadinho

Walter Sarça Foto Joaquim Dantas
Walter Sarça
Foto Joaquim Dantas
Do querido cineasta Walter Sarça, da República Democrática e Popular do Gama
"Não importa o que você faça, ou sonhe o que possa fazer, comece logo. A audácia por si só atrai criatividade, poder e magia..."
Walter Sarça



Cortes na educação comprometem avanços históricos no ensino superior

agosto 15, 2016 21:30, por Blog do Arretadinho

Pesquisa revela que mais pobres são maioria em universidades federais; governo interino divulgou corte de 20% na pasta para 2017, o que pode comprometer o andamento da educação superior
por Redação RBA

São Paulo – As universidades públicas brasileiras devem passar por um intenso processo de precarização durante a gestão do presidente interino, Michel Temer (PMDB-SP). Na última semana, o Ministério da Educação (MEC), por meio do secretário de Educação Superior, Paulo Barone, anunciou cortes da ordem de 20% no repasse para universidades federais em 2017. Os valores serão incorporados no Projeto de Lei do Orçamento Anual (Ploa), que o Executivo deve enviar ao Congresso até o fim deste mês.

Na prática, o contingenciamento de recursos para a educação, presentes na Ploa, antecipa o Projeto de Emenda Constitucional (PEC 241), que limita os gastos primários do governo, como saúde e educação, à inflação do ano anterior. Os mais afetados pelas medidas devem ser os mais pobres. Isso porque o Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), que dá subsídios para que estudantes de baixa renda não deixem os estudos, está no alvo direto dos cortes, de acordo com as entidades. O secretário nega, mas os danos devem ser sentidos de qualquer maneira.

“Há sinalizações de que os cortes serão realizados e eles deverão impactar o Pnaes, direta ou indiretamente”, afirmou a reitoria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para a RBA. Em resposta aos ataques promovidos pelo governo provisório, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) anunciou na terça-feira (9), que vai se somar à Frente Parlamentar Mista Pela Valorização das Universidades Federais na luta contra o desmonte da educação brasileira.

A presidenta da Andifes, Ângela Paiva Cruz, afirmou que medidas do governo interino tornam o cenário “muito difícil para acomodar as ações que precisam ser executadas pelas universidades (…), principalmente aquelas relativas às obras, concursos e assistência estudantil (Pnaes)”.

Outro ponto que preocupa profissionais ligados à educação superior pública é o congelamento da contratação de novos professores. “Este é um ponto extremamente importante (…) não pode haver a impossibilidade de contratação de professores, porque nós teremos um caos institucional, no sentido da paralisação desses cursos”, alerta a reitora da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder.

Caos e desigualdade
A Frente que defende a educação organizou, também na terça-feira, um ato público na Câmara dos Deputados para apresentar o relatório “Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Universidades Federais Brasileiras”. O estudo apontou que a maioria dos estudantes nas universidades federais são membros de classes mais baixas. De acordo com o estudo, 66,19% dos alunos têm origem em famílias com renda média de 1,5 salário mínimo. As regiões Norte e Nordeste concentram os maiores percentuais: 76,09% e 76,66%, respectivamente.

“Tivemos uma mudança significativa no perfil dos estudantes, sobretudo depois da Lei das Cotas, o que prova que o discurso de que só estudam filhos de ricos nas federais é mito”, afirmou a presidenta da Andifes. Além da lei de cotas, aprovada em 2013 durante governo da presidenta Dilma Rousseff (PT), constam como fatores que ajudaram os bons resultados: o fortalecimento do Enem a partir de 2009, no então governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; e a adesão das instituições federais ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), também fruto de políticas dos governos petistas.

O Pnaes também entra como responsável por este cenário positivo. Logo, os futuros cortes promovidos pelo governo interino podem influenciar negativamente na Educação, que para o deputado Assis Carvalho (PT-PI), presente durante o ato, “é o maior legado que um governo popular e comprometido com os mais pobres, como foi o de Lula e o de Dilma, pode deixar para o nosso país”.