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abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | No one following this article yet.
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As incríveis pinturas corporais de Choo San

junio 17, 2016 9:56, por Blog do Arretadinho

Jovem japonesa destaca-se com a sua incrível arte de pintura corporal
De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

A Body Art (arte do corpo), é uma tendência artística contemporânea que surgiu na década de 60, nos Estados Unidos e na Europa, sendo sua principal caraterística o uso do corpo como suporte e intervenção para a realização do trabalho artístico.

É com essa arte que Choo San, uma jovem de 19 anos, tem se destacado mundialmente.  Ela estuda Universidade de Arte Musashino, em Tóquio e apesar da pouca idade, tem chamado a atenção do mundo todo devido às suas pinturas corporais tridimensionais pra lá de excêntricas.

As principais características da body art são:

  • Corpo Humano como suporte e experimentação artística
  • Materialidade e resistência do corpo
  • Relações entre arte e a vida cotidiana
  • Arte como forma de protesto
  • Choque do espectador
  • Uso de performances, videoartes e instalações
  • Temática livre de preconceito (cultura do corpo, sexualidade, nudez,etc.)
  • Tatuagens, maquiagens, deformações, travestimento, mutilações, escarificações, queimaduras, implantes e ferimentos
  • Aproximação com a arte conceitual, minimalismo, surrealismo e dadaísmo


Confira:





































Com informações de Agências de Notícias Internacionais



Dep. Ricardo Vale fala à lideranças no Gama

junio 16, 2016 19:14, por Blog do Arretadinho

Deputado Distrital Ricardo Valle, PT, participou de encontro com lideranças do Gama
Foto Joaquim Dantas
Deputado Ricardo Vale reúne lideranças comunitárias do Gama e fala sobre as prioridades de seu mandato para a cidade
Do Gama
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

O deputado distrital Ricardo Vale, PT, reuniu-se com lideranças comunitárias do Gama para uma conversa, seguida de um almoço, nesta quinta-feira (16), para falar das prioridades de seu mandato para a cidade.
Lideranças comunitárias do Gama Foto Joaquim Dantas
Lideranças comunitárias do Gama
Foto Joaquim Dantas
Entre as lideranças presentes destacaram-se representantes dos Conselhos Comunitários de Segurança, Cultura e de Saúde do Gama, do Sindicato dos Professores do DF, dos Movimentos Negro, LGBT, músicos, entre outros.

Em seu pronunciamento o deputado deixou claro que está comprometido com as pautas da cidade e que tem empenhado-se para atender as demandas encaminhadas pela população, seja através de emendas parlamentares, ou pelo encaminhamento dessas demandas aos órgãos competentes.

Entretanto, Ricardo Vale salientou que, da mesma forma em que preocupa-se com as carências do Gama, está bastante apreensivo com o que chamou de pauta global, seja ela a nível de governo local ou federal. 

Destacou, por exemplo, o combate à cultura do estupro, da violência contra as mulheres, contra os jovens negros da periferia, contra o movimento LGBT e às minorias de um modo geral. Segundo Vale, existe um movimento conservador, a nível nacional, que tenta criminalizar os movimentos sociais o que, segundo ele, implicaria na perda de conquistas da sociedade e que é necessário que a população esteja engajada na luta para a manutenção dessas conquistas e no avanço para a obtenção de outras.

O deputado salientou ainda que tem cobrado do governador Rodrigo Rollemberg ações efetivas para solucionar as deficiências existentes, principalmente, na Educação, Saúde e Segurança, mas que não aposta no "quanto pior melhor". Para Ricardo Vale a oposição ao governo deve ser feita de maneira responsável e objetivando o sucesso da gestão governamental porque, segundo ele, "quando um governo dá errado só quem perde é a população".
O parlamentar repudiou o ataque  que vitimou 49 pessoas em uma boate Gay nos EUA recentemente, mas salientou que no Brasil os ataques homofóbicos são de 30 a 40 por dia e destacou ainda que o Estado deve ter um alhar mais atento para essa parcela da população, visando diminuir a violência.

Quanto as verbas destinadas ao Gama via emendas parlamentares, o distrital disse que tem cobrado da administradora regional a execução desses valores porque, segundo ele, não adianta nada destinar as emendas e elas não serem executadas.
Cleison Batah, de óculos, vê com preocupação a aplicação da Lei do Silêncio em bares e restaurantes da cidade Foto Joaquim Dantas
Cleison Batah, de óculos, vê com preocupação a aplicação da
Lei do Silêncio em bares e restaurantes da cidade
Foto Joaquim Dantas

O músico Cleison Batah fez um encaminhamento ao deputado que é uma preocupação comum dos artistas da cidade, a aplicação da Lei do Silêncio à bares e restaurantes da cidade que disponibilizam para o público música ao vivo.

Cleison salientou que a maioria das reclamações partem de pessoas que residem nas áreas comerciais onde estão situados os estabelecimentos gastronômicos. Segundo o músico as inúmeras notificações recebidas pelos comerciantes, tem diminuído sensivelmente as oportunidades para os profissionais da música e que não é justo que os empresários paguem os valores cobrados nas contas de água, luz e IPTU dos pontos comerciais, superiores aos cobrados das unidades residencias e que, por causa das reclamações, trabalhadores e empresários sejam punidos.

Ricardo Vale disse que este é um tema que não deve ser analisado de uma forma generalizada. Segundo ele existem casos em que o empresário terá que investir no isolamento acústico do estabelecimento devido a proximidade à áreas residenciais e que, por uma iniciativa do poder legislativo, em outros casos a lógica da medição dos decibéis tem sido invertida, ou seja, ao invés da medição ser feita no ponto em que o som está sendo executado, ela deve ser feita no ponto em que partiu a reclamação.

Questionado pelo Blog do Arretadinho sobre o posicionamento do seu mandato quanto à uma reivindicação de décadas da população do Gama, o combate a invasão e a implantação efetiva e definitiva do Parque Urbano e Vivencial do Gama, PUVG, o deputado petista afirmou que "eu conheço pouco, mas sei do problema que existe lá e sei que não é diferente do que acontece em outros parques e outras localidades aqui do Distrito Federal, ou seja, como o governo não tem uma política de ocupação, muitas pessoas acabam invadindo áreas importantes como essa. Eu faço parte da Comissão e Assuntos Fundiários, CAF, e o nosso mandato tem trabalhado muito, primeiro para impedir que essas invasões continuem acontecendo e para que o governo crie políticas para retirar as pessoas que já estão instaladas nessas áreas, porque acreditamos que se o governo trabalhasse para impedir essas ocupações, seria muito mais fácil do que ter que retirá-las depois, muitas vezes de forma traumática. O nosso mandato tem trabalhado no sentido de pressionar o governo para que retire os invasores e que não permita que novas invasões aconteçam", declarou o deputado.

O Blog também perguntou ao distrital sobre a veracidade de informações publicadas recentemente por alguns sites do DF, de que a NOVACAP está prestes a implantar um projeto de construção de unidades residenciais populares na área do PUVG. Vale respondeu que "eu acredito que não, porque se o governo ou a NOVACAP tivesse, já deveriam ter apresentado. A população clama por uma política habitacional, um monte de gente precisando de moradia, mas o governo tem que ter uma política habitacional para as áreas reservadas para tal, os parques tem que ser preservados para que a população possa usufruir de seus benefícios".
Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
O encontro foi encerrado por volta das 15h e percebia-se claramente que  o resultado da reunão foi satisfatório para as lideranças presentes.



Dep. Ricardo Valle fala à lideranças no Gama

junio 16, 2016 19:03, por Blog do Arretadinho

Deputado Distrital Ricardo Valle, PT, participou de encontro com lideranças do Gama
Foto Joaquim Dantas
Deputado Ricardo Valle reúne lideranças comunitárias do Gama e fala sobre as prioridades de seu mandato para a cidade
Do Gama
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

O deputado distrital Ricardo Valle, PT, reuniu-se com lideranças comunitárias do Gama para uma conversa, seguida de um almoço, nesta quinta-feira (16), para falar das prioridades de seu mandato para a cidade.
Lideranças comunitárias do Gama Foto Joaquim Dantas
Lideranças comunitárias do Gama
Foto Joaquim Dantas
Entre as lideranças presentes destacaram-se representantes dos Conselhos Comunitários de Segurança, Cultura e de Saúde do Gama, do Sindicato dos Professores do DF, dos Movimentos Negro, LGBT, músicos, entre outros.

Em seu pronunciamento o deputado deixou claro que está comprometido com as pautas da cidade e que tem empenhado-se para atender as demandas encaminhadas pela população, seja através de emendas parlamentares, ou pelo encaminhamento dessas demandas aos órgãos competentes.

Entretanto, Ricardo Valle salientou que, da mesma forma em que preocupa-se com as carências do Gama, está bastante apreensivo com o que chamou de pauta global, seja ela a nível de governo local ou federal. 

Destacou, por exemplo, o combate à cultura do estupro, da violência contra as mulheres, contra os jovens negros da periferia, contra o movimento LGBT e às minorias de um modo geral. Segundo Valle, existe um movimento conservador, a nível nacional, que tenta criminalizar os movimentos sociais o que, segundo ele, implicaria na perda de conquistas da sociedade e que é necessário que a população esteja engajada na luta para a manutenção dessas conquistas e no avanço para a obtenção de outras.

O deputado salientou ainda que tem cobrado do governador Rodrigo Rollemberg ações efetivas para solucionar as deficiências existentes, principalmente, na Educação, Saúde e Segurança, mas que não aposta no "quanto pior melhor". Para Ricardo Valle a oposição ao governo deve ser feita de maneira responsável e objetivando o sucesso da gestão governamental porque, segundo ele, "quando um governo dá errado só quem perde é a população".
O parlamentar repudiou o ataque  que vitimou 49 pessoas em uma boate Gay nos EUA recentemente, mas salientou que no Brasil os ataques homofóbicos são de 30 a 40 por dia e destacou ainda que o Estado deve ter um alhar mais atento para essa parcela da população, visando diminuir a violência.

Quanto as verbas destinadas ao Gama via emendas parlamentares, o distrital disse que tem cobrado da administradora regional a execução desses valores porque, segundo ele, não adianta nada destinar as emendas e elas não serem executadas.
Cleison Batah, de óculos, vê com preocupação a aplicação da Lei do Silêncio em bares e restaurantes da cidade Foto Joaquim Dantas
Cleison Batah, de óculos, vê com preocupação a aplicação da
Lei do Silêncio em bares e restaurantes da cidade
Foto Joaquim Dantas

O músico Cleison Batah fez um encaminhamento ao deputado que é uma preocupação comum dos artistas da cidade, a aplicação da Lei do Silêncio à bares e restaurantes da cidade que disponibilizam para o público música ao vivo.

Cleison salientou que a maioria das reclamações partem de pessoas que residem nas áreas comerciais onde estão situados os estabelecimentos gastronômicos. Segundo o músico as inúmeras notificações recebidas pelos comerciantes, tem diminuído sensivelmente as oportunidades para os profissionais da música e que não é justo que os empresários paguem os valores cobrados nas contas de água, luz e IPTU dos pontos comerciais, superiores aos cobrados das unidades residencias e que, por causa das reclamações, trabalhadores e empresários sejam punidos.

Ricardo Valle disse que este é um tema que não deve ser analisado de uma forma generalizada. Segundo ele existem casos em que o empresário terá que investir no isolamento acústico do estabelecimento devido a proximidade à áreas residenciais e que, por uma iniciativa do poder legislativo, em outros casos a lógica da medição dos decibéis tem sido invertida, ou seja, ao invés da medição ser feita no ponto em que o som está sendo executado, ela deve ser feita no ponto em que partiu a reclamação.

Questionado pelo Blog do Arretadinho sobre o posicionamento do seu mandato quanto à uma reivindicação de décadas da população do Gama, o combate a invasão e a implantação efetiva e definitiva do Parque Urbano e Vivencial do Gama, PUVG, o deputado petista afirmou que "eu conheço pouco, mas sei do problema que existe lá e sei que não é diferente do que acontece em outros parques e outras localidades aqui do Distrito Federal, ou seja, como o governo não tem uma política de ocupação, muitas pessoas acabam invadindo áreas importantes como essa. Eu faço parte da Comissão e Assuntos Fundiários, CAF, e o nosso mandato tem trabalhado muito, primeiro para impedir que essas invasões continuem acontecendo e para que o governo crie políticas para retirar as pessoas que já estão instaladas nessas áreas, porque acreditamos que se o governo trabalhasse para impedir essas ocupações, seria muito mais fácil do que ter que retirá-las depois, muitas vezes de forma traumática. O nosso mandato tem trabalhado no sentido de pressionar o governo para que retire os invasores e que não permita que novas invasões aconteçam", declarou o deputado.

O Blog também perguntou ao distrital sobre a veracidade de informações publicadas recentemente por alguns sites do DF, de que a NOVACAP está prestes a implantar um projeto de construção de unidades residenciais populares na área do PUVG. Valle respondeu que "eu acredito que não, porque se o governo ou a NOVACAP tivesse, já deveriam ter apresentado. A população clama por uma política habitacional, um monte de gente precisando de moradia, mas o governo tem que ter uma política habitacional para as áreas reservadas para tal, os parques tem que ser preservados para que a população possa usufruir de seus benefícios".
Foto Joaquim Dantas
O encontro foi encerrado por volta das 15h e percebía-se claramente que  o resultado foi satisfatório para as lideranças presentes.



Juri absolve assassino por "motivo de relevante moral ou social"

junio 16, 2016 12:02, por Blog do Arretadinho

Jurados absolvem assassino, preso em flagrante, alegando "privilégios da violenta emoção e do motivo de relevante moral ou social".
De Ceilândia/DF
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

Não é fácil comentar este tipo de notícia sem correr o risco de se passar por leviano ou superficial, entretanto, a onda conservadora que atinge boa parte da sociedade, disseminada principalmente pela grande mídia, no quesito Segurança Pública, me leva a fazer uma reflexão sobre o caso em pauta.

Basta sintonizar qualquer canal da TV aberta, que transmite os chamados programas policiais, para perceber que existe um discurso, na maioria das vezes implícito, de "justiça com as próprias mãos" ou de que "bandido bom é bandido morto"

É verdade que a maioria do público que promove a grande audiência desses programas, é composta por trabalhadores e pela parcela mais humilde da sociedade, mas não deixa de fora uma parcela da classe média, que também prestigia esse modelo de programa e da mesma forma que o cidadão humilde, se deixa influenciar pelas opiniões dos redatores, editores e apresentadores desses programas.

Sabemos que corpo de jurados de um tribunal do juri é composto por pessoas selecionadas pela justiça, independente da posição social de cada um e que, cada jurado, ao sentar-se diante do juiz, dos advogados de defesa, de acusação e do réu, estão "convencidos da opinião publicada" que tomaram conhecimento assistindo esses programas no sofá da sala.

O caso em questão trata do assassinato de Edivan Rodrigues Leal com um golpe de faca no pescoço, no dia 13 de fevereiro de 2014, por volta da meia noite, no bar Verdes Mares, localizado em Ceilândia/DF.

O acusado de cometer o crime, segundo consta nos autos do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, TJDFT, foi preso em flagrante após consumação do ato, permanecendo sob custódia do Estado até o seu julgamento na última terça-feira (14).

O réu foi absolvido pelo corpo de jurados sob a alegação da defesa de que "por seu turno, pugnou pela absolvição do denunciado, com base na tese da clemência, e pediu o reconhecimento dos privilégios da violenta emoção e do motivo de relevante moral ou social".

O que me levou a refletir sobre essa decisão foi exatamente a expressão "privilégios da violenta emoção e do motivo de relevante moral ou social". A impressão que tal alegação me deixa é a de que, excetuando-se a tese de legítima defesa, uma pessoa pode matar outra movida por uma forte emoção, mas eu fico me perguntando: que tipo de forte emoção permite uma pessoa a matar outra?

  • Uma fechada no trânsito?
  • Um caso passional?
  • Uma discussão sobre o resultado de um jogo de futebol?
  • Um posicionamento contrário sobre a condição de gênero do outro?

A reflexão que faço aqui não questiona absolutamente a decisão da Justiça, que deve ser cumprida à risca, o que eu me pergunto é se, mesmo que inconscientemente, os jurados não se firmaram no discurso "justiceiro" ou de "justiçamento" que a grande mídia vem construindo há anos, para justificar e legitimar um assassinato "movido por uma violenta emoção".

Diante da decisão, o juiz-presidente da sessão sentenciou: “Acatando a decisão soberana do Júri, julgo improcedente a pretensão punitiva deduzida na denúncia para absolver José Roberto Rodrigues da Silva do crime de homicídio qualificado”.

O MPDFT afirmou que vai recorrer da sentença.

com informações do TJDFT



Delator tenta incriminar deputada comunista

junio 16, 2016 0:02, por Blog do Arretadinho

Jadira Feghali, PCdoB/RJ Foto Joaquim Dantas
Jadira Feghali, PCdoB/RJ
Foto Joaquim Dantas
Delator da Lava Jato diz que repassou propina para campanha de deputada comunista
De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, um dos delatores da Operação Lava Jato, disse que repassou propina para inúmeros políticos de vários partidos, entre eles a deputada federal Jandira Feghali, PCdoB-RJ.

O delator citou também  Cândido Vaccarezza (PDT-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luis Sérgio (PT-RJ), Edson Santos (PT-RJ), Francisco Dornelles (PP-RJ), Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Ideli Salvatti (PT-SC), Jorge Bittar (PT-RJ), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Valter Alves (PMDB-RN), José Agripino Maia (DEM-RN), Felipe Maia (DEM-RN), Sergio Guerra (PSDB-PE, morto em 2014), Heráclito Fortes (PSB-PI) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Michel Temer pediu ao depoente que obtivesse doações oficiais para Gabriel Chalita, então candidato a prefeito de São Paulo”, acrescentou o depoimento.

O depoimento de Machado foi tornado público nesta quarta-feira (15), por decisão do ministro Teori Zavascki, que decidiu retirar o sigilo do caso.

Em nota a deputada Jandira Feghali repudiou as declarações de Machado e disse que nunca participou de qualquer esquema criminoso com a Transpetro ou qualquer outra empresa. Jandira disse ainda que processará o delator.

Confira a íntegra da nota:

NOTA

Sobre o conteúdo do depoimento do Sr. Sérgio Machado, amplamente divulgado hoje, informo que:

1. Nunca neguei que estive em algumas ocasiões com o então presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Foram encontros públicos, reuniões do setor da indústria naval, inaugurações, episódios vinculados aos mais de 30 anos de luta em apoio e soerguimento do setor naval e defesa de seus trabalhadores;

2. Todas as doações recebidas em minhas campanhas eleitorais foram lícitas, registradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral;

3. Nunca conheci ou participei de qualquer conduta, ou esquema criminoso envolvendo a Transpetro e jamais aceitaria doações se pudesse supor serem de origem ilícita;

4. Repudio a tentativa de criminalizar as doações feitas segundo as leis à época vigentes, portanto legais e públicas e qualquer tentativa de vincular meu nome ao recebimento de propina;

5. O autor de tais afirmações será criminalmente processado por calúnia e difamação;

6. Se Sérgio Machado reconhece e participou de esquema de corrupção que o beneficiou, que responda por seus atos.
  
Jandira Feghali

Deputada Federal (PCdoB/RJ)