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abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | No one following this article yet.
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Presidente do PT diz que debandada da base aliada foi frustrada

abril 5, 2016 3:00, por Blog do Arretadinho

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse nesta segunda-feira (4) que a debandada da base aliada, após o rompimento do PMDB com o governo, acabou frustrada. 
Segundo ele, o movimento não ocorreu por duas razões: parte do PMDB não acompanhou o presidente do partido, Michel Temer, e o governo abriu diálogo com as demais legendas a fim de recompor sua base parlamentar.

“A esperada debandada de partidos da base aliada, que secundaria o rompimento do PMDB com o governo, acabou duplamente frustrada. Primeiro, porque nem todo o partido acompanhou o presidente-ausente [Temer] da reunião, que o senador Requião chamou de farsa e o senador Renan Calheiros encarou como tiro no pé”, disse Falcão em texto divulgado em sua página oficial nas redes sociais.

“Em segundo lugar, porque o governo abriu diálogo com os demais partidos, a fim de recompor sua base parlamentar – movimento ainda em curso e que reforça a necessidade de ampliarmos o contato com deputados e senadores para convencê-los a votar contra o golpe”, acrescentou.

Segundo Falcão, alguns oposicionistas – prevendo o fracasso do impeachment – estão mudando de estratégia, e propõem agora a renúncia de Dilma e Temer. “Como ratos que deixam o navio antes de afundar, alguns setores contrários à presidenta iniciaram uma mudança de rumo, por pressentirem que o impeachment pode fazer água. Trata-se da proposta conjunta de renúncia de Dilma e Temer, manobra que a presidenta repeliu mais uma vez.”

Rui Falcão ressaltou ainda que o “placar do impeachment” está mudando, com vantagem para o governo em razão das manifestações populares. De acordo com o petista, os atos ampliaram o esclarecimento à opinião pública sobre questões legais do pedido de impedimento de Dilma.

“Com o crescimento das manifestações populares em defesa da democracia, o placar do impeachment começa a mudar a favor da presidenta Dilma. Influi, também, o esclarecimento de que falta base legal para destituir a presidenta, que não cometeu crime, nem comum e nem de responsabilidade”.

“O que o complô parlamentar-jurídico-midiático pretende é mesmo dar o golpe, em desrespeito ao voto popular e para chegar ao poder a qualquer custo”, escreveu Falcão.

da Agência Brasil



Teori nega ações do PSB e do PSDB contra nomeação de Lula

abril 4, 2016 16:08, por Blog do Arretadinho

André Coelho / 10-02-2015 / Agencia O Globo


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki negou, nesta segunda-feira (4), os pedidos feitos em ações do PSB e do PSDB contra o decreto presidencial que nomeou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ministro da Casa Civil. 
Para Zavascki, a ação escolhida pelos dois partidos, arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), não era adequada para os questionamentos feitos.

Segundo o ministro, poderiam ter sido usadas, por exemplo, ação popular, ação civil pública ou mandado de segurança coletivo. “O que resulta muito claro de todas essas ponderações é que havia, para a resolução do problema jurídico delineado na presente ADPF, mais de um mecanismo alternativo de provocação da jurisdição, suficientemente aptos para dar resposta proveitosa, efetiva e imediata à controvérsia”, diz Zavascki na decisão.

Ele lembra que o mandado de segurança foi usado tanto pelo PPS quanto pelo PSDB para também questionar a posse de Lula e que foi na decisão desse recurso que que o ministro Gilmar Mendes decidiu liminarmente (provisoriamente) pela suspensão da posse de Lula no último dia 18. Mesmo com a decisão de Zavascki, continua valendo a de Gilmar, e a posse de Lula permanece suspensa.

Zavascki ressalta que, nas duas ações negadas hoje, os partidos alegavam que, ao nomear o ex-presidente como ministro, após a divulgação de “relatos que ligariam seu nome [de Lula] a fatos criminosos pelos quais estava sendo investigado perante a 13ª Vara da Justiça Federal da Seção Judiciária de Curitiba, a presidente da República teria, na verdade, objetivado colocá-lo ao abrigo de prerrogativa de foro, modificando arbitrariamente a competência jurisdicional para investigá-lo”. Os partidos pediam também a “manutenção da competência do juiz natural do caso em questão”, que seria o juiz Sérgio Moro.

Ainda na decisão o ministro explica que o tema das duas ações “é um incomum e inédito ato isolado da Presidência, pelo qual se designou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar cargo de ministro de Estado. Não se tem notícia de outro caso análogo, nem da probabilidade, a não ser teórica, de sua reiteração”.

da Agência Brasil



Para lembrar Inês Etienne Romeu

abril 4, 2016 14:53, por Blog do Arretadinho

Inês Etienne Romeu foi uma guerrilheira integrante da luta armada contra a ditadura militar no Brasil (1964–1985). Militante e dirigente das organizações de extrema-esquerda Vanguarda Popular Revolucionária – VPR, VAR-Palmares e Polop, foi a única sobrevivente da Casa da Morte, em Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, local onde eram torturados e executados clandestinamente presos políticos brasileiros.

por Adriana Matos.

Inês integrava o comando da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), foi delatada por um camponês que tinha o codinome de Primo e presa em 5 de maio de 1971 pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, na avenida Santo Amaro, em São Paulo, por suposta participação no sequestro do embaixador suíço Giovanni Bucher, uma operação feita pela sua organização meses antes sob o comando de Carlos Lamarca. Foi barbaramente torturada no DOI-CODI paulista, até que “entregou” um “ponto” que não existia, em Cascadura, no Rio, onde encontraria com um companheiro de organização. Levada para lá, dirigiu os torturadores até uma avenida – e lá, livre para se encontrar com o suposto guerrilheiro, atirou-se na frente de um ônibus. E sobreviveu.

Depois de uma passagem pelo Hospital da Vila Militar, pelo hospital Carlos Chagas e, por fim, pelo Hospital Geral do Exército, Inês conheceu o inferno dos infernos. Foi transferida para o lugar de onde nenhum prisioneiro conseguiu sair, a Casa de Petrópolis. Lá, enfrentou novo e intensivo período de torturas que durou até agosto e valeu a ela mais quatro tentativas fracassadas de suicídio. Todavia, quando em julho um Dr. Teixeira, seu torturador, sugeriu que suicidasse para escapar das sevícias, Inês resistiu. Na avenida escolhida pelos algozes, ajoelhou-se abraçada às pernas de um dos agentes e apenas gritou, para chamar a atenção dos transeuntes. Os torturadores a tiraram rapidamente do local e a levaram de novo para a Casa da Morte, onde enfrentaria mais duas semanas de torturas intensas.

Em agosto de 1971, foi jogada na casa de uma irmã pesando apenas 32 quilos, mas com a memória intacta e disposta a denunciar o que sofrera. Lá, fez um primeiro dossiê: lembrava dos codinomes dos torturadores, de presos que foram executados dentro da casa, ouvira em determinado momento que estava em Petrópolis, viu o dono da propriedade ser chamado de Mário e registrou o número do telefone que algum incauto deixou escapar perto dela. Até novembro, enquanto a família e os advogados definiam uma estratégia para mantê-la viva e a salvo dos torturadores, Inês registrou o que sabia – e de memória conseguiu mapear a casa dos horrores por dentro.

Para livrá-la das garras da tortura, os advogados decidiram-se pela prisão oficial de Inês, que foi entregue à Justiça e encaminhada ao Presídio Tavarela Bruce, condenada à prisão perpétua. Foi libertada oito anos depois, pela lei da anistia. Desde então, dedicou sua vida a denunciar a desumanidade das torturas e a esclarecer mortes de presos políticos que passaram pela Casa da Morte enquanto lá esteve.

Graças a Inês, vários torturadores foram identificados. Foi com seu testemunho também que se descobriu o papel que o médico Amílcar Lobo desempenhou na casa dos horrores de Petrópolis: ele era responsável por manter vivos os presos, para que eles fossem submetidos a mais torturas, pelo tempo que os torturadores considerassem necessário para arrancar deles as informações que queriam. Lobo, codinome “Dr. Carneiro”, teve o seu registro de médico posteriormente cassado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM).

Em 2003, aos 61 anos, Inês sofreu uma agressão dentro de sua casa, de um suposto marceneiro, e foi internada com traumatismo cranioencefálico. Foi um longo período de tratamento até que conseguisse novamente falar e andar. A polícia do 77º Distrito de São Paulo registrou a agressão como “acidente doméstico”. Até hoje o agressor não foi identificado.

Inês morreu dormindo no dia 27 de abril de 2015.

Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça.



Partidos à esquerda do PT fecham posição contra o golpe

abril 3, 2016 11:43, por Blog do Arretadinho

Com seis deputados federais, PSOL condena a proposta de impeachment em tramitação; PCB defende a legalidade, ataca as direitas e propõe a formação de frente única; PCO sai na linha de frente das manifestações de rua contra impedimento de Dilma Rousseff; PCR diz que Michel Temer não medirá esforços para agradar a burguesia nacional, internacional e o imperialismo

Renato Dias, especial para 247

Nunca na história deste País, liberais, esquerdas e a extrema-esquerda do espectro político se uniram quanto na campanha contra a escalada do golpe que pode provocar o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff Vana Linhares, eleita em outubro de 2014 com 54 milhões de votos. É o que aponta levantamento exclusivo realizado pelo Diário da Manhã.

A executiva e a bancada federal do Partido Socialismo e Liberdade [PSOL], legenda criada em 2004 por uma dissidência à esquerda do PT, desautorizaram a ex-deputada federal Luciana Genro [RS] e anunciaram a posição oficial da sigla. O partido denuncia as investigações seletivas do Judiciário, defende a manutenção do Estado de Direito e ataca a ideia do impedimento.

Os socialistas de esquerda vociferam contra as decisões do juiz de Direito Sérgio Moro. “Elas representam um claro uso político da Justiça”, dispara a Nota Oficial do PSOL divulgada no último dia 29 de março de 2016. O documento insiste ainda que as decisões judiciais possuem objetivos midiáticos e rompem as regras democráticas. ‘Elas favorecem um golpe institucional’,diz

Com seis deputados federais, entre eles, a ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina, responsável pela abertura da Vala de Perus, em cemitério onde estariam restos mortais de desaparecidos políticos à época da ditadura civil e militar [1964-1985], o PSOL acredita que o impeachment somente pode ser usado com crime de responsabilidade comprovado.

- Somos contra à crise gestada pelos partidos da oposição conservadora, pelo grande capital e pelos meios de comunicação!

O PSOL crê que o pedido de impeachment se tornou uma saída com a estratégia única e exclusiva de retirar a presidente da República, Dilma Rousseff, do poder. Além de buscar “um acordão para salvar outros citados nas investigações da Operação Lava-Jato”. O texto afirma que eventual troca de governo acelerará os ajustes, a retirada de direitos sociais e a perda de soberania.

- A saída é pela esquerda, com uma reforma política profunda, ampla participação popular e mudança nos rumos da economia!

Tradicional aliado do PSOL na frente de esquerda, nas eleições, o velho Partido Comunista Brasileiro [PCB], fundado em março de 1922, e que teve em seus quadros o ‘Cavaleiro da Esperança’, Luiz Carlos Prestes, morto em 1990, aos 92 anos, publicou nota também contra a escalada autoritária e “Por um bloco de luta anticapitalista para barrar o avanço da direita”.

O PCB defende as liberdades democráticas, repudia a ofensiva da ordem burguesa e denuncia o suposto clima fascistizante de intolerância no debate político no Brasil. Coerente com a sua tradição de 94 anos de luta, os vermelhos garantem ser contra o processo vil do impedimento da presidente. “Por compreender a natureza de classe que os move”, registra.

- Em qualquer hipótese, o resultado desse processo será contra os trabalhadores.

Utilizando conceitos teóricos fundados nas ideias de Karl Marx, F. Engels e Vladimir Ilich Ulianov, codinome Lênin, o líder da revolução russa que completará 100 anos em 2017, os dirigentes explicam que as diferentes frações da burguesia, que antes se dividiam entre o apoio ao governo do PT ou a sua derrubada, agora confluem para interromper o mandato presidencial.

O documento vermelho é taxativo: estamos diante de um processo marcado por casuísmos, contradições e oportunismos de todo tipo, orquestrado pela combinação de ofensivas jurídicas, legislativas e midiáticas. Segundo o PCB, que mal escondem os claros vínculos com as camadas mais poderosas e conservadoras que querem manter e aprofundar os seus privilégios materiais.

- Além disso, promoveram ataques diretos aos trabalhadores!

Para o PCB, defender as liberdades democráticas implica enfrentar as ofensivas do capital. Não há saída para a atual crise política pela via do aprofundamento da lógica da conciliação de classes, observa. “A saída é pela esquerda, com a formação de um bloco de lutas de caráter anticapitalista, com unidade de ação, sem hegemonismos, em torno de uma pauta mínima”

- Que possa expressar as necessidades da classe trabalhadora por emprego, terra, teto, direitos e liberdades.

O comitê central do Partido Comunista Revolucionário [PCR] soltou pública nota em 22 de março de 2016 em que condena o processo de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff. Michel Temer é pior do que Dilma Rousseff, aponta a palavra de ordem dos revolucionários que têm forte enraizamento social no nordeste do Brasil e em São Paulo, sudeste do País.

- Não ao retrocesso! A saída para a crise é o poder popular!

“Os partidos derrotados nas eleições de 2014 – PSDB, DEM e PPS -, apoiados pelos poderosos meios de comunicação da burguesia e financiados pelas maiores entidades empresariais, como a Fiesp, vão às ruas e propagam pelos jornais, rádios e TVs que a solução para resolver a crise econômica capitalista em nosso país é o impeachment de Dilma e o fim da corrupção do PT”.

- Vamos derrotar a direita golpista e barrar o retrocesso!

O PCR avalia que nas manifestações pelo impeachment é notável a ausência da classe operária e da imensa maioria dos pobres do país. “O que predomina é uma classe média com roupas de grife, grandes, médios e pequenos empresários e bandos de fascistas”, dispara o panfleto. “Não podemos considerar que o resultado dessa disputa tanto faz, que pouco importa”, analisam.

“Tal posição é um erro, é subestimar o que seria um governo do PMDB em aliança com o PSDB, DEM e as forças mais reacionárias do país. De fato, o impeachment de Dilma Rousseff significa empossar Michel Temer na Presidência da República. Trata-se de um oportunista, que não medirá esforços para agradar a grande burguesia nacional e internacional e o imperialismo”, pontuam.

- A saída para a crise é o poder popular e o socialismo!

Uma dissidência da Organização Socialista Internacionalista [OSI], que criou, primeiro, a tendência interna do PT e o jornal Causa Operária, e que, expulsa da legenda, na década de 90, fundou o Partido da Causa Operária [PCO], presidido pelo jorna¬lista e escritor Rui Costa Pimenta, aparece na linha de frente contra o golpe da direita e o impeachment de Dilma Rousseff.

De linhagem trotskista, o PCO denuncia as ameaças ao Estado Democrático de Direitos, aos direitos econômicos e sociais dos trabalhadores e atacam o vice-presidente da República, Michel Temer. Um dos articuladores do golpe. “Os trabalhadores saíram às ruas na última quinta-feira, 31 de março, no Brasil, nas principais capitais e também nas cidades do interior”, diz o site

Reportagem do causaoperária.net registra que no resto do mundo, Alemanha, Reino Unido, França, Estados Unidos, Portugal, brasileiros e estrangeiros protestaram. ”O principal ato, que ocorreu em São Paulo, deixou a Praça Sé e ruas adjacentes, no centro da cidade, completamente lotados”, aponta o texto jornalístico. Dezenas de milhares de pessoas que se reuniram:

- Para dar um recado contundente aos golpistas e sua imprensa: não vai ter golpe! O clima era de resistência e disposição para enfrentar de maneira organizada, nas ruas, a direita fascista que está tentando ganhar espaço, mas que não será capaz de fazer frente ao povo trabalhador que tem demostrado cada vez maior esclarecimento sobre o que ocorre.

A corrente ‘O Trabalho’, seção brasileira da Quarta Internacional, central mundial da revolução fundada em setembro de 1938, na França, por Liev Davidovich Bronstein, codinome Leon Trotsky, condena a escalada do golpe contra Dilma Rousseff, mobiliza os trabalhadores ao atuar na CUT e teve papel de destaque no ato do dia 31 de março. Marcus Sokol é seu dirigente

- O PSTU é a voz dissonante da extrema-esquerda!



AGU vai entrar na Justiça contra reportagem de IstoÉ

abril 3, 2016 10:04, por Blog do Arretadinho

O Palácio do Planalto informou neste sábado (2) que a Advocacia-Geral da União (AGU) acionará o Ministério da Justiça para que determine a abertura de inquérito a fim de apurar crime de ofensa contra a honra da presidenta Dilma Rousseff cometido pela IstoÉ. 
Em uma reportagem na edição desta semana, a revista diz que a presidenta “está fora de si” e com “problemas emocionais”.

Nota publicada na conta oficial do Palácio do Planalto no Facebook, a Presidência da República informa ainda que a AGU, com base na Lei de Direito de Resposta, entrará com uma ação na Justiça a fim de garantir o mesmo espaço na publicação em reposta pelo que considerou propagação de “informações inverídicas e acusações levianas”. “Eventuais ações judiciais de reparação de danos morais também estão sob análise de advogados privados da presidenta Dilma Rousseff”, diz trecho da nota.

Segundo a IstoÉ, nas últimas semanas Dilma tem tido “sucessivas explosões nervosas, quando, além de destempero, exibe total desconexão com a realidade do país”. A revista semanal ainda comparou Dilma a Maria Francisca Isabel Josefa Antônia Gertrudes Rita Joana de Bragança, a primeira rainha do Brasil, que ficou conhecida como “Maria I, a Louca”.

A reportagem da Agência Brasil ligou para os escritórios da IstoÉ em São Paulo e Brasília, mas não conseguiu contato.

da Agência Brasil