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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.
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Flávio Dino responsabiliza governo ilegítimo: "Jogaram o país no caos"

May 26, 2018 11:33, par Blog do Arretadinho

O governador anunciou que tem adotado medidas para garantir
funcionamento dos transportes coletivos.
Ao comentar sobre as paralisações dos caminhoneiros que gerou uma crise de abastecimento no país, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) lamentou a destruição do Brasil e responsabilizou a falta de legitimidade de Temer e seu governo de insubordinação ao capital internacional pela situação de caos deixada, declarou no Twitter.

Flávio Dino criticou ainda o desrespeito às regras da democracia, a difusão de ódio entre os cidadãos, as teses absurdas em defesa de um ‘Estado Mínimo’. Empacota-se tudo como uma suposta ‘causa justa’. Pronto”, ressaltou.

“As atitudes de empresários de transportes e de caminhoneiros derivam de vários fatores. Um dos mais relevantes é termos um governo federal ilegítimo, sem autoridade, submisso a interesses estrangeiros na gestão da Petrobras. Jogaram o País no caos e a democracia em risco”, postou.


O governador anunciou ainda que tem adotado medidas para garantir funcionamento dos transportes coletivos, visando preservar interesses coletivos essenciais, disse.

Mais tarde, Flávio Dino postou imagens das escolas que inaugura no Maranhão e aproveita para alfinetar o presidente do PMDB, Michel Temer. “Enquanto o PMDB lidera essa destruição do nosso País, vou continuar fazendo a minha parte: unindo o Maranhão em torno de verdadeiras transformações. Hoje é dia de inaugurar mais uma Escola Digna. Avante, com força e fé”.

Do Portal PCdoB



Nota do PCdoB sobre a paralisação dos caminhoneiros

May 26, 2018 11:12, par Blog do Arretadinho

Foto: Rodrigo Positivo
PCdoB: mobilização popular e democracia política para superar a crise

Em nota, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) anuncia nesta sexta-feira (25), que o agravamento da crise política, econômica e social vivida no Brasil com a paralisação dos caminhoneiros é consequência direta das medidas perversas implementadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer e apoiadas pelo consórcio golpista

.A nota assinada pela presidenta nacional do PCdoB, Luciana Santos, e a pré-candidata da legenda à Presidência da República, Manuela d’Ávila, conclama a um estado de alerta e mobilização.

“Nesse momento é imperativo a construção de diálogos entre as Centrais Sindicais, os sindicatos dos caminhoneiros e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo no sentido de buscar soluções no terreno da mobilização popular e da democracia política”, diz o documento.

Leia na íntegra:

Nota do PCdoB sobre a paralisação dos caminhoneiros e o preço dos combustíveis

O agravamento da crise política, econômica e social vivida no Brasil é consequência direta das medidas perversas implementadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer (MDB) e apoiadas pelo consórcio golpista. Os dois anos de governo do atual mandatário colocaram o país à deriva e a beira de um colapso de graves consequências.

A alta no preço dos combustíveis é o mais novo capítulo do fracasso das medidas ultraliberais. A “equipe econômica dos sonhos” do mercado, tem levado o brasileiro a viver um prolongado pesadelo. Desde a implementação da malfadada “nova política de preços da Petrobras”, em vigência desde outubro de 2016, o preço do diesel foi reajustado 121 vezes. O aumento do preço atinge também a gasolina e o gás de cozinha. O botijão de gás de 13kg era comercializado em média a R$ 50,00 em maio de 2016, hoje passa dos R$70,00 e em algumas cidades ultrapassa o valor de 100 reais. As consequências são trágicas e quem paga o preço é o povo, especialmente os mais pobres. No intervalo de dois anos, segundo dados do IBGE, mais de 1,2 milhão de famílias passaram a usar lenha para cozinhar.

A atual política de preços implementada pela direção da Petrobras deixa o país à mercê dos interesses dos grandes acionistas privados, que buscam a elevação a qualquer custo do valor de mercado da estatal para atender aos seus próprios interesses, em detrimento do abastecimento de combustíveis a preços razoáveis, função principal da Petrobras.

Além de abrir mão do controle do preço dos combustíveis o governo Temer e gestão de Pedro Parente fragilizam a Petrobras a aumentam a dependência do Brasil para a importação de derivados do petróleo, ao reduzir a produção das refinarias nacionais. O Brasil tem grande capacidade de produção de petróleo, mas a política criminosa de Temer e Parente provocou o aumento da exportação do óleo cru e a elevação da importação de seus derivados. 

A greve dos caminhoneiros contra os preços exorbitantes dos combustíveis expressa uma reivindicação justa e encontra apoio popular. A lógica fiscalista do atual governo deve ser derrotada, em benefício de uma solução política e imediata para as reivindicações. 

O PCdoB conclama sua militância a um estado de alerta e mobilização. Nesse momento é imperativo a construção de diálogos entre as Centrais Sindicais, os sindicatos dos caminhoneiros e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo no sentido de buscar soluções no terreno da mobilização popular e da democracia política.

Sem apresentar medidas efetivas para atender às reivindicações e resolver a crise, o governo recorre mais uma vez ao uso da força, no caso, a das forças armadas, que acabam tendo o seu papel distorcido e vulgarizado. Isso pode agravar o problema ao invés de soluciona-lo. 
Defendemos a revogação da atual política de preços da Petrobras, a demissão imediata de Pedro Parente da presidência da estatal e o fim da entrega do pré-sal às multinacionais. Defendemos ainda a retomada nos investimentos no setor de óleo e gás e especialmente a ampliação da capacidade de refino dos derivados do petróleo.

Ao mesmo tempo, refirmamos que a saída para atual crise no Brasil passa pelo fortalecimento da democracia com a garantia da realização de eleições livres e democráticas, onde o povo possa escolher livremente entre os candidatos e programas apresentados.

25 de maio de 2018,
Luciana Santos, presidente nacional do PCdoB.
Manuela d'Ávila, pré-candidata a presidência da República pelo PCdoB.

fonte Portal Vermelho



Ciro sobe o tom contra Bolsonaro: “Tem projeto de ditador”

May 21, 2018 20:36, par Blog do Arretadinho

Foto: Murilo Silva/CAPOL
Em sabatina, pré-candidato pelo PDT não poupou críticas e disse que quer disputar segundo turno com Bolsonaro pois ele teria "soluções muito toscas" e seria um candidato "despreparado", fácil de ser derrotado. Saiba mais

O pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT), estava, para variar, com a língua afiada em uma sabatina do SBT, UOL e Folha de S. Paulo realizada em São Paulo na manhã desta segunda-feira (21). O ex-governador do Ceará definiu a Reforma Trabalhista do governo Temer como “uma selvageria”, disse que o adversário Jair Bolsonaro (PSL) é “um fascista” e classificou como uma “maluquice” comentários dando conta de que sua primeira medida, caso eleito, seria conceder um indulto ao ex-presidente Lula.

Bolsonaro
Sobre Bolsonaro em específico, que é o segundo colocado nas pesquisas, Ciro não poupou críticas. “Fascista”, “ditador” e “despreparado” foram alguns dos “elogios” disparados contra o candidato. “Eu acho ele uma grave ameaça pelo extremismo. É uma pessoa que nunca administrou um boteco dos pequenos para saber do constrangimento orçamentário. Como todo fascista, ele tem muita dificuldade de lidar com o antagonismo, com a crítica. É a promessa certa de uma crise, de rupturas, sabe-se lá pra que caminho vai”, disparou o pedetista.

Provocado pelos jornalistas, Ciro admitiu que enfrentará resistências para colocar em prática o programa de governo. Foi a deixa para mais uma vez criticar o deputado federal fluminense. O ex-ministro disse que pretende buscar alianças no Congresso Nacional de forma democrática. “Quem tem o projeto de ditador é o Bolsonaro”.

Ciro também criticou duramente as propostas apresentadas por Bolsonaro para Segurança Pública, principal bandeira política do adversário. “Ele tem soluções muito toscas. Eu gostaria muito de enfrentá-lo no segundo turno porque parece o candidato menos difícil de ser derrotado. Pela inexperiência, pelo despreparo, porque não conhece o Brasil. Quando um camarada promete distribuir armas, ele está propondo um banho de sangue”.

Indulto ao ex-presidente Lula
Ciro descartou qualquer discussão sobre o indulto ao ex-presidente Lula, boato que correu o colunismo político da mídia tradicional nos últimos dias. “Isso é uma maluquice completa na medida que a estratégia de defesa do presidente Lula, corretamente a meu juízo, é recorrer. Ele ainda tem dois tribunais superiores que podem rever essa sentença de condenação e podem confirmar a inocência que ele alega, comovidamente, possuir”, comentou o ex-governador. Com bom humor ele admitiu o “inglês ruim” e o “erro” ao usar palavrões na palestra realizada na Suécia e que viralizou nas redes sociais. “Foi um erro que cometi e não cometerei de novo”.

Lava Jato e Sérgio Moro
Embora tenha ponderado sobre bons resultados de ações da Lava Jato, sobretudo com as prisões do ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador não deixou de alfinetar o juiz Sergio Moro e o recente episódio da foto tirada com João Dória.

“Não é bom para o país que um juiz saia da severidade dos autos, do equilíbrio, do distanciamento crítico que ele precisa manter das diversas paixões da vida real. Todo dia o juiz Sergio Moro está com a gravatinha borboleta em alguma homenagem. Não sei que horas ele dá expediente. Não sei que horas ele escreve as sentenças. Quase sempre confraternizando de forma constrangedora com o PSDB”, disse. “Há um desequilíbrio com relação aos quadros do PSDB. São fartas as indicações de culpabilidade de milhões de dólares na conta de filiados do PSDB em contas na Suíça. Não tem nem um sequer preso”, completou.

O pré-candidato, no entanto, não descartou uma aliança com os tucanos mas ponderou que, caso isso venha a acontecer, será apenas depois das eleições, se eleito. “É completamente desparatoso imaginar uma aliança minha com o PSDB. Tudo o que eu não quero é tudo aquilo que o PSDB acabou de fazer com o PMDB, um golpe de estado que precipita uma agenda antinacional, anti-povo, anti-pobre. São 13 milhões desempregados. São 37 milhões trabalhando sem carteira assinada. Violência generalizada e soluções das mais malucas que nós vimos ser encaminhadas no Brasil”.

Reforma trabalhista
Sobre a Refoma Trabalhista, Ciro novamente usou de adjetivos contundentes na retórica contra o projeto aprovado pelo governo de Michel Temer. “É uma selvageria que entre outras coisas permite que um patrão descuidado aloque uma senhora prenha e bote num ambiente insalubre. É simplesmente uma selvageria do século 18 que não cabe no mundo moderno. E outra coisa grave foi o contrato intermitente que destruiu de imediato 318 mil postos de trabalho no Brasil deixando quase meio milhão de brasileiros sem carteira assinada. O que esses loucos estão fazendo? Destruindo a economia do povo. Destruindo pequenas e médias empresas, Como você imagina fazer uma reforma previdenciária com mais de 60 milhões de pessoas na informalidade?”, questionou.

Jornalista
Durante a entrevista, Ciro disparou também contra o jornalista Fernando Canzian, da Folha de S. Paulo, que apontou como necessária  a política de teto de gastos do governo Michel Temer. “Você está intoxicado pela propaganda do mercado”, disse o candidato.

Por Redação da Revista Fórum



O PT não está no time do Ciro

May 21, 2018 20:20, par Blog do Arretadinho




Bolsonaro diz ao El País que a Amazônia não é nossa

May 20, 2018 13:14, par Blog do Arretadinho

Questionado sobre as especulações de um possível “derretimento” de sua candidatura, Bolsonaro respondeu: “Eu sou ‘imbroxável"

Por Redação Revista Fórum

O pré-candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), durante entrevista a Marina Rossi para o jornal El País, deixou claro que pode simplesmente vender a Amazônia para empresários internacionais, no caso de ser eleito presidente. “A Amazônia não é nossa”, afirmou, defendendo tese das a abertura da região para exploração. 0A frase foi dita em Natal, no Rio Grande do Norte, onde o pré-candidato se declarou nordestino e oustider.

“Aquilo é vital para o mundo”, destacou o deputado federal. “A Amazônia não é nossa e é com muita tristeza que eu digo isso, mas é uma realidade e temos como explorar em parcerias essa região”, acrescentou. Bolsonaro acredita que tem eleitores que “escondem” que votarão nele e que por isso passará dos 20% nas pesquisas, e chegará ao segundo turno “se não der nenhuma canelada”.

Questionado sobre as especulações que dão conta de um “derretimento” de sua candidatura, Bolsonaro falou: “Eu sou ‘imbroxável’”, ressaltando que não corre o risco de perder apoio conquistado até o momento no processo eleitoral.