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Blog do Arretadinho

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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.
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Homem é condenado a pagar R$ 20 mil de indenização por xingar advogada no Whatsapp

December 22, 2016 18:45, par Blog do Arretadinho

Não tem jeito. Usar o Whatsapp já se tornou sinônimo de participar de grupos, muitas vezes, com pessoas desconhecidas. Assim como nas conversas do dia a dia, as discussões que acontecem nestes grupos também geram divergência de opiniões.

Quando isso ocorre, é preciso ter muito cuidado com o conteúdo das mensagens enviadas. Elas podem acarretar em problemas cada vez maiores, como o caso ocorrido em São Paulo, em que um profissional de relações públicas foi condenado a pagar uma indenização de R$ 20 mil para uma advogada.

Tudo começou em julho deste ano, quando os dois participavam de um mesmo grupo no aplicativo e alguns usuários publicaram piadas machistas e xingamentos contra a ex-presidente Dilma Rousseff.

Quando a advogada reclamou do conteúdo das postagens, o réu teria buscado fotos dela e publicado no grupo, postando também algumas ofensas e a chamando de "feminista filha da p***".

Após o julgamento, o homem ainda teria tido a chance de se retratar, mas recusou. Os argumentos usados pelo advogado dele seria de que discussões políticas são normais.

Ao mesmo tempo, o juiz do caso teria declarado que ninguém é "obrigado a concordar politicamente com ninguém, mas que isso não lhe dá o direito, por mais calorosa que seja a discussão, de adotar uma conduta tão repugnante, típica de movimentos totalitários".

As informações são do site Olhar Digital. 

Fonte: folhavitoria



Evangélico diz ter visto o ovo da serpente na igreja de Malafaia

December 22, 2016 9:08, par Blog do Arretadinho

"Eu era um pivete, não sabia nada da vida (e sigo sabendo pouco), mas já conhecia esse que hoje todos conhecem. É isso aí: já sentei à mesa com Silas Malafaia [...]".

Confira o relato impressionante de um evangélico que afirma ter visto o ovo da serpente na igreja de Malafaia:

por Dênis Eduardo, via DCM

Eu era um pivete, não sabia nada da vida (e sigo sabendo pouco), nunca nem tinha beijado na boca, mas já conhecia esse indivíduo que hoje praticamente todos vocês conhecem. É isso aí: já sentei à mesa com Silas Malafaia.

O que me motivou a contar essa história foi ver cada vez mais gente ligada a ele, e que eu conheci, aparecendo na televisão falando asneiras sem tamanho. Seres que um dia para mim foram dignos de algum tipo de respeito, embora um respeito bem adolescente, mas que hoje só me causam ojeriza e pena. Como um “insider”, creio que posso ajudar a desvendar o perfil desse senhor para os colegas e amigos que hoje ficam passados com o que ouvem e veem dele.

Eu nasci em um lar evangélico e frequentei uma igreja pequena, de bairro, até mais os menos os meus 10 anos. Por volta de 1992, meu pai decidiu que precisávamos nos aprofundar nos estudos bíblicos e nos levou para uma congregação maior, a Assembleia de Deus do Bom Retiro.

Ela ainda é uma igreja-irmã da instituição presidida pelo pastor Silas Malafaia. Jabes de Alencar, pastor do Bom Retiro, é até hoje um dos principais aliados de Malafaia, se não o maior.

Com o passar do tempo no Bom Retiro, eu e minha irmã fizemos amizade com alguns membros da família Alencar, tão vasta que poderia encher uma ilha do Pacífico tranquilamente só de descendentes, com perigo de ter que entrar em guerra com o atol vizinho por mais terra habitável. Aliás, Malafaia, que chama beneficiário do Bolsa Família de vagabundo e engorda o coro desinformado de que eles têm filho para ganhar uma merreca por mês, poderia discorrer sobre o tamanho da família de Jabes, que tinha dois dígitos de irmãos ou perto disso. Seria interessante.

Malafaia sempre esteve sediado no Rio de Janeiro, mas não era difícil vê-lo nos cultos na Rua Afonso Pena. Na igreja do Bom Retiro, ele era representado por Samuel Malafaia, irmão de Silas e atual deputado estadual no Rio. Com Samuel, meu pai fez amizade por dois motivos: eles lecionavam na Escola Bíblia Dominical (sim, eu tive aula com ele) e morávamos relativamente perto. Samuel vivia na Rua Zacarias de Góes, a mesma em que Suzane von Richthofen assassinou os pais, e nós morávamos a uns 3 minutos de carro. Minha irmã tinha certa proximidade das filhas de Samuel Malafaia: lembro-me de pelo menos uma delas dançando na festa de debutante da mana em 1995.

Com o tempo, meu pai cresceu na hierarquia da igreja e passou a ser parte do corpo pastoral. Eu, como pivete inocente que era, tinha autorização para entrar com ele na sala onde o dízimo e as ofertas eram contados. Minha incumbência era calcular o montante das moedas. Para azar dos líderes, 

inocência não dá amnésia, então me lembro claramente que, nos bons domingos, o valor chegava a R$ 10 mil. Isso em 1994. Corrigindo-se monetariamente, chegamos ao montante aproximado de R$ 46 mil por domingo. Já naquela época havia cultos durante vários dias por semana. Não tenho condições de dizer se o valor atual é sequer próximo desse. Pode ser menos. Pode ser muito mais.

Vale um disclaimer: é mito que nas igrejas de classe média as pessoas são manipuladas facilmente por pastores. Isso acontece muito em outras denominações com foco em baixa renda (aliás, é muito curioso igreja ter foco de renda), mas nessas mais abastadas a maioria do povo oferta e dizima com o desejo genuíno de ajudar o Evangelho a ser levado a mais pessoas, embora aí sim caiba uma reflexão: qual tipo de Evangelho? Na maioria das vezes um que causa repulsa em mim.

Também é mito, claro, que todo líder rouba dinheiro. Atualmente, frequento uma igreja onde a democracia é exemplar. Pastor não é dono do microfone e as decisões econômicas são tomadas em assembleia. Não se investe dinheiro em nada de importância sem que as pessoas que contribuem sejam consultadas e aprovem o investimento por maioria absoluta. As entradas e as saídas são expostas em telão e todos têm 100% de acesso às contas.

Voltando. A certa proximidade entre as famílias levou Jabes a jantar com Samuel algumas vezes em casa. E, em um desses encontros, lá estava Silas Malafaia sentado à mesa com este que vos escreve. Não me lembro da situação, mas minha mãe afirma que foi em um encontro de pastores em São Paulo. Por motivos que até hoje desconheço em detalhes, meu pai rompeu com os líderes da igreja e saiu.

Silas sempre foi um orador magnífico. Mas mesmo defendendo algumas bandeiras de hoje já naquele tempo, lembro-me de um personagem muito diferente desse que está aí na mídia. A fala eloquente estava sempre acompanhada de certa paciência e bom humor. Talvez fosse o espesso bigode que abafava o som e dava um ar romântico-démodé ao seu discurso, mas arrisco que não. Com a autoridade de quem viu e vê, sinto-me à vontade para dizer que há algo de muito errado com esse cara.

O ambiente no Bom Retiro era carregado, pesado. O fardo não era leve como, presume-se, deveria ser em uma igreja. Intrigas eram constantes. Era uma pessoa tentando passar a perna na outra em busca de cargo e reconhecimento. Parecia até o Congresso Nacional, talvez daí a afinidade deles com alguns certos deputados que temos. Nunca foi um ambiente de paz. Nos acampamentos de juventude, havia brigas (físicas e verbais), pertences eram furtados, pessoas eram ridicularizadas. Nunca vi igreja com tão alto grau de deserção e infidelidade ministerial.

Outro personagem que conheci e que agora está metido no que há de pior na política nacional é Gilberto Nascimento Junior, conhecido como Gilbertinho. Lembrei-me muito dele no ano passado, quando Geraldo Alckmin o nomeou para a pasta que cuida dos direitos humanos no Estado, em troca de apoio político.

Membro do partido de Marco Feliciano, ele tem tanta capacidade para cuidar de direitos humanos quanto eu para programar foguetes. Dias atrás, eu comia uma pizza na mesma mesa em que me assentei à roda dos escarnecedores com Silas quando o vi na televisão, no programa do PSC, ao lado do pai. Nem me dei ao trabalho de prestar atenção no que falava, pois já sabia de antemão que dali não sairia nada de aproveitável.

Semanas antes, o mesmo PSC levou ao ar a sua propaganda eleitoral gratuita (para quem não sabe, de gratuita ela não tem nada. Nós é que pagamos com nossos impostos). Nesse programa, o presidente do partido, veja só, elogiou a ditadura militar, disse sem pudor que ela nos salvou de sermos fuzilados por comunistas alucinados. É isso: um cristão exaltando um regime que torturou e matou centenas ou até milhares. É a igreja evangélica se afundando em um obscurantismo sem igual. Somos brothers da bancada da bala no Congresso. Ao mesmo tempo, o papa Francisco lucidamente fala o seguinte: dizer-se cristão e fabricar armas configura uma contradição. Não por acaso, a porta de saída das igrejas evangélicas começa a ficar maior que a de entrada.

Uma coisa posso garantir: nunca os direitos humanos, a igualdade social, racial ou qualquer outro tipo de pauta desse tipo esteve em discussão na igreja de Silas e Jabes. Não me lembro de uma só aula ou pregação que falasse das relações de Jesus com os pobres, que exaltasse o seu lado caridoso, assistencialista e humano. Era mais o Jesus-balada, que fazia um milagre atrás do outro e arrastava multidões. Um superstar. Um Neymar sem topete, sem gravidez indesejada e sem expulsão contra a Colômbia.

Eu estava na igreja do Bom Retiro quando Gilberto Nascimento, o pai, atual presidente estadual do PSC, lançou-se candidato a deputado estadual e foi eleito em tabelinha com Carlos Apolinário, que virou federal. Foi uma campanha que usou o púlpito para elegê-los. Não tenho nada contra pastor ter opinião política, apesar de achar que o título de pastor deveria ser retirado quando ele apoia alguém. “Silas Malafaia vota em Aécio” é muito mais justo do que “Pastor Silas Malafaia vota em Aécio”. O título pastoral, em tese, é uma vocação divina para servir a Deus, não eleger quem quer que seja. Aliás, todo esse povo engrossou o palanque de Aécio Neves no ano passado.

Púlpito nunca deveria ser usado para defender A ou B. Muito menos programa de televisão bancado por fiel. Se eles querem apoiar, que o façam por meio de seus perfis nas redes sociais, e não com o dinheiro que foi doado para pregar o cristianismo.



Fila na Farmácia de Alto Custo começa na madrugada e irrita população

December 21, 2016 22:26, par Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Arquivo

Pacientes e parentes reclamam que há poucos servidores na unidade e muita gente tem chegado às 3h para esperar a abertura do local
Pacientes e acompanhantes que contam com a medicação da Farmácia de Alto Custo precisam ter sorte e muita paciência. Desde que as duas unidades do Distrito Federal —  a da 102 Sul e a de Ceilândia — tiveram o horário de funcionamento reduzido em uma hora, os problemas no atendimento se multiplicaram. Para garantir a senha, as filas começam a se formar às 3h da madrugada. Ainda assim, com as frequentes faltas de produtos, muita gente sai sem os remédios.

Nesta quarta-feira (21/12), o Metrópoles esteve na Farmácia de Alto Custo da 102 Sul. Antes das 7h, a fila já subia as duas escadas laterais do local. A população reclamava que, além da redução no horário de funcionamento, há menos servidores do que o normal, pois há trabalhadores em férias, de recesso e de atestado médico.

A professora Adriana Angélica, 50 anos, chegou antes das 7h e não conseguiu a medicação da filha. É que a substância Somatropina (hormônio sintético do crescimento) acabou logo cedo, e uma nova leva só chegaria às 13h, de acordo com os funcionários da Farmácia. A própria população se organizou e entregou senhas para quando o medicamento estivesse disponível novamente.

Em novembro, também chegou e acabou. Tem dois meses que eu não consigo pegar a medicação da minha filha de 15 anos. Eles não mandam a demanda suficiente e toda vez é assim. Cada dose perdida equivale a sete dias de crescimento. Minha filha toma uma caixa e meia por dia. Prejudica muito o tratamento"

Adriana Angélica

Tratamento interrompido
O mesmo ocorreu com Ana Ruth Teixeira de Oliveira, 44 anos. O filho de 13 anos também precisa da Somatropina. O jovem precisa de uma caixa por dia, mas há dois meses a autônoma não consegue pegar a medicação.

“Ele não pode passar 15 dias sem tomar o remédio, mas é sempre assim. Acordei cedo e cheguei pouco depois das 7h aqui, porque dependo do transporte público. E tem outra: eles falam que atendem das 8h às 17h, mas quando percebem que tem muita gente, param de dar senha para poder sair no horário. Ou seja, tem vezes que por volta das 14h, 15h, já fecham tudo”, conta.

Ana Ruth diz que os pais se reuniram e fizeram um grupo no WhatsApp para trocar informações sobre a chegada da medicação, pois não existe previsão da Secretaria de Saúde.

fonte Portal Metrópolis



Golpistas Entregam 100 Bi às Teles

December 21, 2016 18:26, par Blog do Arretadinho

Como parte de acabar de vez com tudo que temos de riquezas os golpistas aprovaram a doação de 100 bilhões de reais às teleoperadoras em troca de vagas promessas.




Lula réu e Nardes e RBS inocentes é puro delírio fascista

December 21, 2016 17:25, par Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Arquivo
O ministério público denunciou Lula novamente. Com a aceitação da denúncia pelo judiciário, que era previsível, Lula passou a ser passou réu na Operação Zelotes por “tráfico de influência (três vezes), lavagem de dinheiro (nove vezes) e organização criminosa” [sic].

Para os advogados do ex-presidente, a denúncia “é fruto de novo devaneio de alguns membros do ministério público que usam das leis e dos procedimentos jurídicos como forma de perseguir Lula e prejudicar sua atuação política”.

A Zelotes foi deflagrada em março de 2015 para investigar a prática de crimes de sonegação fiscal e previdenciária por grandes grupos econômicos e pessoas ricas junto ao CARF, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do governo federal. Na lista de quase 80 implicados figuram Bradesco, Banco Safra, Santander, Bank Boston, Newton Cardoso, FORD, Mitsubishi, Gerdau, Camargo Correa etc e o Partido Progressista [PP, do Maluf e ex-partido do Bolsonaro], cuja bancada inteira de deputados está denunciada na Lava Jato.

Estima-se que a sonegação praticada neste esquema, apenas em oito anos investigados, supera os R$ 20 bilhões, cifra que é mais de três vezes a quantidade de dinheiro desviado com corrupção na Petrobrás.

O Grupo de mídia RBS, afiliado da Rede Globo que controla e monopoliza o noticiário no sul do país, é acusado de ter sonegado R$ 671,52 milhões. A fraude para redução deste valor milionário foi efetivada por intermédio da empresa Planalto Soluções e Negócios, pertencente ao sobrinho [e sócio até 2005] do conselheiro do Tribunal de Contas da União [TCU] João Augusto Nardes.

Existem indícios de que Nardes recebera R$ 1,65 milhão na falcatrua com o sobrinho. Apesar disso, porém, ele continua tranqüilo no TCU, Casa na qual os conselheiros são tratados pomposamente como “ministros”.

Antes da indicação ao Tribunal de Contas pela Câmara dos Deputados, Nardes foi deputado pelo PP do Rio Grande do Sul. No TCU, ele foi determinante na instauração do regime de exceção consolidado com o golpe de Estado. Ele foi o responsável pela construção da fraude original que deu base para o processo fraudulento de impeachment da Presidente Dilma.

Foi Nardes quem elaborou o parecer de exceção das tais pedaladas fiscais; parecer que serviu para o absurdo pedido de impeachment comprado pelo PSDB por 45 mil reais a Janaína Paschoal, Reale Jr. e Hélio Bicudo, e que foi aceito pelo sócio do Temer no golpe, o hoje presidiário Eduardo Cunha.

A Rede Globo festejou a quarta incriminação do Lula – como as anteriores, sem provas; mas com muita convicção dos policiais federais, procuradores da república e juízes que agem partidariamente. Com indisfarçável satisfação, as Lo Pretes, Lobos e Leitões, os Mervais, Dannys e outros narradores oficiais do golpe comemoraram o indiciamento do ex-presidente.

Em menos de duas semanas, na exata proporção em que o governo golpista foi derretendo e Lula confirmando nas pesquisas o favoritismo para se eleger presidente do país pela terceira vez, o condomínio jurídico-midiático-policial entrou em pânico, e redobrou os ataques a ele.

Diante da monumental ausência de fatos para indiciá-lo na Lava Jato, os agentes públicos fascistas incrustados na polícia federal, ministério público, judiciário e incensada pela Globo, passou a fabricar ações judiciais para enquadrar Lula como ficha suja e impedi-lo de concorrer na eleição. O desejo da oligarquia golpista, sem lugar a dúvidas, é que Moro decrete a prisão do Lula, mesmo que ao custo de jogar o país na imponderabilidade e na violência.

Este método fascista não surpreende. Desde o inicio da Zelotes os investigadores desviavam as investigações para focar em Lula [artigoOperação: Zelotes. Alvo: Lula].

Neste contexto de delírio fascista que assoma as instituições de Estado, Lula corre risco de ser responsabilizado pelo desastre de Mariana/MG. Afinal, foi no seu período de governo que a Vale do Rio Doce se tornou uma empresa líder mundial nas áreas de mineração, siderurgia e energia. É a aplicação da teoria do domínio do fato, dirão os justiceiros.

Esta nova violência contra Lula expõe com nitidez o regime de exceção instaurado com o golpe de Estado no Brasil. Fraudes jurídicas e policiais – infâmias nojentas – são forjadas para o aniquilamento dos adversários do regime.

Ao mesmo tempo, o regime de exceção se auto-protege numa cumplicidade criminosa. Os agentes perpetradores do golpe – funcionários públicos [conselheiros do TCU, procuradores, policiais e juízes] que aparelham o Estado para aniquilar adversários políticos – e a mídia golpista e sonegadora de impostos, ficam imunizados e pairam acima da Lei e do Estado de Direito.

por Jeferson Miola*
no Pátria Latina
*JEFERSON MIOLA, integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial