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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.
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Globo: arma de distorção em massa

April 6, 2016 5:00, par Blog do Arretadinho


Por Manoel Dourado Bastos, Miguel Enrique Stédile e Rafael Villas Boas
no Blog do Miro

A Rede Globo expôs na noite de 16 de março, por meio do Jornal Nacional, sua atuação empenhada no projeto golpista em curso, intensificando seus procedimentos de manipulação como um mecanismo de agitação e propaganda, empenhando o prestígio de sua audiência na tentativa de fazer com que protestos mirrados se tornassem grandes insurreições civis. Sua participação desde 2015 na propaganda dos atos contra o governo do PT, com polpudos financiamentos de empresas nacionais e internacionais, foi decisiva no crescimento de organizações reacionárias, até então minúsculas, a ponto de se tornarem forças políticas importantes no cenário nacional.

Ao entender a natureza e funcionamento da ação política da Globo, percebe-se que ela não é apenas um meio de comunicação, mas uma arma de distorção em massa com características que, de fato, atuam conforme a lógica de aparatos militares. Produzindo e mantendo uma dinâmica cultural que distorce a totalidade das lutas de classes, a Globo tem o poder de agir cirurgicamente e acertar com precisão o alvo a ser abatido em momentos de tensão, como o estado golpista que vivemos agora. Propomos uma observação histórica e técnica da emissora para entender a função militarizada da Globo.

A Rede Globo de Televisão foi criada em 1965, no ano seguinte ao golpe de estado que instalou uma ditadura empresarial-militar no Brasil. Sua principal tarefa era a de consolidar um sistema nacional de televisão. Para isso, as Organizações Globo, que até então se resumiam a um jornal impresso carioca (O Globo), precisaram ser apoiadas técnica e financeiramente, a partir de um acordo com a empresa estadunidense de comunicação Time-Life O financiamento estrangeiro feria a legislação sobre as comunicações da época, mas desde o nascedouro a Rede Globo de Televisão se mostrou hábil em contornar processos judiciais, em driblar CPIs e calar políticos e juízes. A história é contada em detalhes no livro A história Secreta da Rede Globo, de Daniel Herz [1].

Alavancada por esse aporte financeiro ilegal, a Globo é a primeira a transmitir um telejornal para todo o país (1965) e a primeira a transmitir a cores. Assim, a Rede Globo de Televisão se tornou imbatível para as demais concorrentes em seu meio e muito atraente para o mercado publicitário, estabelecendo um novo modelo de negócios que modificou completamente o setor de comunicações. Optou por centralizar a produção de suas mercadorias de ficção no Rio de Janeiro, se tornando líder em exportação internacional de telenovelas, concentrou no Rio e São Paulo sua estrutura de telejornalismo e criou um sistema de retransmissoras locais para dar conta da abordagem distorcida das realidades locais e regionais. Esse sistema de filiais consolidou a tessitura do poder envolvendo os donos de terra, políticos coronelistas locais e o controle dos me ios de comunicação para perpetuação do poder e ataque a projetos inimigos, leia-se, àqueles forjados pela classe trabalhadora.

Assim, em meados dos anos 1970 concretizou-se no Brasil um monopólio privado da comunicação televisiva, com incrível capilaridade, alcançando quase 100% do território nacional, angariando parcela cada vez maior da audiência e, concomitantemente, do mercado publicitário.

Historicamente, a consolidação do Sistema Globo de Televisão estabeleceu no Brasil o mesmo princípio da dinâmica global de telecomunicações que impera desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a partir da organização de sistemas nacionais monopolistas de mídia. Do sistema de telégrafos ao sistema televisivo, passando pelo rádio, o avanço tecnológico privilegiou a troca de informações de ordem comercial e o resguardo da soberana nacional. Desenvolvidos em tempos de guerra, os sistemas de radiodifusão se estruturaram seguindo diferentes fins militares, do propagandístico à troca de mensagens confidenciais criptografadas. Ou seja, os sistemas de telecomunicações sempre estiveram diretamente ligados à dinâmica de manutenção do poder global.

A centralização da transmissão, a ordenação do funcionamento técnico e o controle estatal das frequências são alguns dos aspectos que se desenvolveram em consonância com o uso militar das comunicações e que permaneceram em seu desdobramento comercial. Com um poder de propaganda e persuasão sem igual, os sistemas de televisão reordenaram de tal modo a noção de espaço público que seu caráter militarizado não pode passar desapercebido. Não estamos diante de uma dinâmica social tal em que observamos a interação entre agentes que se relacionam durante o processo, mas o esforço de domínio hegemônico por um único e exclusivo aparato midiático, que inviabiliza qualquer noção de comunicação, instituindo u m processo de midiatização da sociedade.

No Brasil, não foi diferente. A Globo detém o poder de centralizar as operações voltadas para a produção de consensos, o que aumenta exponencialmente a eficácia de suas ações de nivelamento do raciocínio diante da realidade. Para isso, ela dispõe de um vasto e qualificado arsenal visando a distorção da realidade para seus telespectadores, que perdem a possibilidade de compreensão ampliada e profunda dos antagonismos sociais brasileiros. Sua função na batalha é entregar uma representação da realidade cujo princípio formal é meticulosamente planejado, a fim de se apresentar como jornalismo, mas funcionar como uma poderosa arma de agitação e propaganda de direita. Atacando segundo estratégias definidas com participação ativa da empresa da família Marinho, as táticas diariamente utilizadas pela emissora são dotadas de instrumentos adequados para cada ocasião, cujo princípio geral é o de iludir.

O histórico das relações intrínsecas entre a Rede Globo e aqueles que se encontram no poder é vasto. Por exemplo, em 1981, a emissora endossou a versão oficial de que o atentado ao show do dia do trabalhador no RioCentro, organizado por setores das forças armadas, seriam de autoria de organizações da esquerda; em 1984, o comício gigantesco das Diretas Já foi escondido dentro de uma reportagem sobre o aniversário da cidade de São Paulo; em 1989, editou o último debate entre os candidatos presidenciais, favorecendo o futuro presidente Fernando Collor.

A Globo tinha amplas condições de esconder uma ação popular de grande monta já na década de 1980, mas não conseguiu barrá-la, como foi o caso das Diretas Já. Isso porque o poder militar da Rede Globo depende fundamentalmente de seus “soldados repetidores”, que são aquelas pessoas que repassam e reforçam a propaganda política apesentada em sua programação. Numa conversa no ônibus, no bar, no intervalo do trabalho, na hora do almoço, na fila da padaria, na gôndola de supermercado, atualmente nas redes sociais, esses soldados (que em geral se recrutam espontaneamente, mas que contam com o reforço daqueles pagos e treinados) fazem o verdadeiro trabalho de disseminação da artilharia da Globo, confirmando o material apresentado pela emissora.

Por isso, mesmo sendo inatingível para a organização popular o vasto poder militar de formulação discursiva da Rede Globo de Televisão, sua dependência funcional dos soldados repetidores se apresenta como a luta fundamental para a militância de esquerda. É lá nos espaços ocupados por esses soldados que a organização popular deve montar suas trincheiras. As técnicas de agitação e propaganda são elementos fundamentais para o fortalecimento da capacidade de combate diante do poderio militarizado da Globo. Sem elas, nos tornamos reféns das armas de distração em massa. Com elas, passamos à luta num campo em que temos perdido sucessivamente – o da comunicação como elemento central da organização popular.

Enquanto modelo monopolista de comunicação, com sua fundamentação técnica e social determinada por um desenvolvimento militarizado, a existência da televisão é ela mesma a concentração dos meios de produção comunicativa em seu modo capitalista. Ou seja, a televisão, como forma-comunicação, inviabiliza ou reduz as possibilidades comunicativas das classes trabalhadoras, ao dificultá-las ou mesmo impossibilitá-las de deter os meios de produção comunicativa. A agitação e propaganda, como ocupação do espaço público, se configura assim como uma luta pelo direito à comunicação popular: com o povo, pelo povo e para o povo. Para as classes trabalhadores, é essencial lutar pela apropriação dos meios de produção comu nicativa, transformando suas formas a fim de construirmos um novo modo de comunicar num novo mundo.

* Manoel Dourado Bastos é professor no Departamento de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina; Miguel Enrique Stédile é coordenador do Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária; Rafael Villas Boas é professor na Faculdade UnB Planaltina da Universidade de Brasília. Membros do Grupo de Pesquisa Modos de Produção e Antagonismos Sociais (https://modosdeproducao.wordpress.com).

Nota:

1- HERZ, Daniel. A História Secreta da Rede Globo. Porto Alegre: Editora Tchê!, 1986.



Jandira Feghali assume vice-liderança do governo

April 6, 2016 4:30, par Blog do Arretadinho

Jandira Feghali assume vice-liderança do governo na Câmara
Foto Joaquim Dantas/Arquivo
A presidenta Dilma Rousseff indicou à Câmara dos Deputados os parlamentares Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Roberto Góes (PDT-AP) para exercerem a função de vice-líderes do governo na Casa, em substituição, respectivamente, aos deputados Antônio Bulhões (PRB-SP) e Luiz Carlos Busato (PTB-RS). 

As indicações estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (5).
Jandira assumiu papel protagonista na defesa do governo enquanto esteve à frente da Bancada do PCdoB, entre 2014 e 2015. Em seu sexto mandato, a parlamentar reforça seu compromisso com o governo.

“Continuarei na defesa de um projeto popular, que aponte para avanços e pela manutenção da democracia”, afirma a deputada comunista.



Justiça decide que Uber pode circular normalmente no Rio

April 6, 2016 4:00, par Blog do Arretadinho

A Justiça do Rio decidiu, em parte, que o aplicativo Uber tem o direito de exercer o transporte de passageiros remunerado até que a atividade venha a ser regulamentada pelo Poder Público. 
Em sentença publicada nesta terça-feira (5) a juíza Ana Cecília Argueso Gomes de Almeida, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Rio, tornou definitiva, em parte, a liminar que garante aos motoristas credenciados ao aplicativo Uber o direito de exercer a atividade de transporte remunerado individual de passageiros.

Com a decisão, o Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro) e a Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro não poderão aplicar multas ou praticar quaisquer atos que restrinjam ou impossibilitem a atividade.

A juíza na sentença diz que os dois órgãos públicos “se abstenham de praticar quaisquer atos que restrinjam ou impossibilitem o exercício da atividade econômica” dos motoristas do Uber e dos usuários do aplicativo “em razão única e exclusivamente do desempenho de tais atividades econômicas até que estas atividades venham a ser válida e efetivamente regulamentadas pelo Poder Público”.

A juíza Ana Cecília de Almeida determina também que o Detro e a Secretaria de Transportes não apliquem multas, apreendam veículos, sob pena de multa de R$ 50 mil por ato praticado em desacordo com a sentença.

Na decisão, a juíza considera que as modalidades de transporte exercidas pelos profissionais de táxi e do aplicativo Uber são distintas. Na sentença ela cita a Lei n.° 12.587/12 - Lei de Mobilidade Urbana – que considera no seu Artigo 4°, Inciso 8, que define como transporte público individual o serviço remunerado de transporte de passageiros aberto ao público, por intermédio de veículos de aluguel, para viagens individualizadas, enquanto que, no Inciso 10, do Artigo 4°, define transporte motorizado privado, como o meio de transporte de passageiros utilizado para viagens individualizadas por intermédio de veículos particulares.

Ana Cecília diz que a diferença entre as duas modalidades é que o transporte público individual é aberto ao público. “Em outros termos, qualquer cidadão pode pegar um táxi na rua, o que não acontece com o Uber, que depende exclusivamente da plataforma tecnológica. Cabe aqui um apontamento: existem várias cooperativas e prestadores de serviços de táxi que se beneficiam da mesma tecnologia para angariar consumidores, como, por exemplo, o Easy Taxi e o 99 Taxis. A diferença para o Uber, como apontado, é que os táxis também dispõem da alternativa de conquistarem os consumidores nas ruas, daí ser aberto ao público”.

da Agência Brasil



Poliamor! Duas mulheres e um homem realizam união estável

April 6, 2016 3:30, par Blog do Arretadinho


A primeira união estável entre duas mulheres e um homem foi assinada nesta sexta-feira, 1º, no estado do Rio de Janeiro.


O funcionário público Leandro Jonattan da Silva Sampaio, 33 anos, a dona de casa Thaís Souza de Oliveira, 21 anos, e a estudante de técnica de enfermagem Yasmin Nepomuceno da Cruz, também de 21 anos, realizaram a união no 15º Ofício de Notas.

Segundo o jornal 'O Globo', o trio decidiu oficializar a união para facilitar direitos que podem ter em comum, como plano de saúde.

Os três residem juntos em Madureira, onde nasceram, em uma casa de um quarto. Eles planejam vender a casa para poder aumentar a família.

Fonte: atarde



Conheça as 22 leis mais bizarras do mundo

April 6, 2016 3:00, par Blog do Arretadinho

Conheça as 22 leis mais bizarras de todo o mundo (e dê boas risadas com algumas delas!)
Mascar chiclete, levar sorvete no bolso da calça, cantar no chuveiro ou casar virgem são práticas proibidas em certos países. Algumas são tão antigas que não foram revogadas e perderam o sentido. Outras, nunca tiveram sentido, mas se transformaram em leis e, portanto, devem ser cumpridas.

Pela quantidade de leis que existem no mundo (só o Brasil tem ao menos 181 mil normas legais), não é difícil imaginar que muitas delas sejam desnecessárias ou totalmente absurdas.

Conheça algumas das leis mais bizarras do mundo:

22º Camboja
Uma lei estipula que é proibido o uso de pistolas de água durante as cerimônias de celebração de Ano-novo. Acredita-se que tais brinquedos possam trazer azar, no que diz respeito a conflitos, para o ano que se inicia. Em todas as demais datas comemorativas, a brincadeira está liberada.

21º Ilha de Guam - EUA
Pela lei, nenhuma mulher pode se casar virgem nesta ilha no Pacífico, cujo território é incorporado aos EUA. Logo, uma nova profissão surgiu no território: diversos homens são pagos para viajar pela região e desvirginar as moças, a fim de deixá-las “prontas” para o casamento. Dizem que eles ganham bem para isso.

20º Carolina do Norte - EUA
Enquanto há restrições para a realização de casamentos em alguns lugares do mundo, outros facilitam demais o processo do matrimônio. Na Carolina do Norte, por exemplo, se um casal entrar em um hotel e pedir um quarto de casal para a hospedagem, eles já podem se considerar legalmente casados.

19º Denver - EUA
Até na hora de fazer a faxina da casa, é preciso tomar cuidado para não quebrar nenhuma lei na capital do Estado do Colorado. Lá, é ilegal emprestar o aspirador de pó aos vizinhos. O motivo não foi registrado no código penal do município.

18º Blythe - EUA
Na cidade da Califórnia, existe uma restrição que interfere no vestuário da população. Qualquer pessoa que queira usar uma bota de cowboy deve possuir pelo menos duas vacas. Está na lei.

17º Jonesboro - Georgia
Em alguns lugares do mundo, expressões também são proibidas. Em Jonesboro, por exemplo, é ilegal dizer "Oh, Boy".

16º Kentucky/Nova York - EUA
Algumas regiões norte-americanas possuem leis sobre o transporte de sorvetes. É expressamente proibido passear com um sorvete de casquinha NA BOLSA em Lexington, Kentucky.

Em Nova York, a mesma lei está em vigor, mas é restrita apenas aos domingos, ou seja, nos demais dias da semana, o passeio está liberado. No Alabama, é proibido transportar um sorvete NO BOLSO DE TRÁS DA CALÇA em qualquer época do ano.

15º Canadá
Pouca gente sabe, mas tirar um curativo em público é ilegal no país. Além disso, existem outras leis estranhas no país: em Ottawa, não é permitido chupar picolé no domingo, atrás de um banco; em Alberta, se você esteve preso e foi liberado, tem direito de pedir uma arma carregada e um cavalo para deixar a cidade; em todo o território nacional, não é permitido tentar aprender bruxaria.

14º México
Devido à cultura mexicana, é proibido queimar bonecas em qualquer região do país.

13º Israel
Aos sábados, não é permitido enfiar o dedo dentro do próprio nariz. A lei vale para todos os homens que seguem a fé judaica e isenta os demais cidadãos. Segundo a constituição israelense, o motivo para a existência da lei é que o ato pode gerar sangramentos, o que pode resultar em violação do código de santidade religiosa.

12º França
Em memória a Napoleão Bonaparte, é proibido batizar qualquer porco com o nome de Napoleão. Além disso, das 8h às 20h, 70% das canções tocadas nas rádios do país devem ser de músicos franceses. Outra lei nacional estipula, ainda, que é ilegal beijar na boca dentro do metrô francês.

11º Laranjon - Espanha
Em 1999, o prefeito Jose Rubio proibiu que as pessoas morressem no município, pois o cemitério da cidade já estava lotado. A proibição durou até a Prefeitura encontrar um outro terreno para construir um novo cemitério.

10º Suazilândia - África
Na tentativa de estabelecer uma sociedade patriarcal, baseada em “valores tradicionais”, a constituição do país africano sofreu mudanças relacionadas ao sexo dos cidadãos. Dessa forma, mulheres são proibidas de usarem roupas tidas como masculinas e, entre elas, está a calça comprida. Se alguma mulher for encontrada em público com calças, está sujeita a tê-las arrancadas a força por soldados.

9º Inglaterra
No país em que mais de duas mil leis foram revogadas em toda a história, uma se destaca das demais. Nenhum funcionário do governo britânico tem a permissão de morrer dentro do Parlamento. Caso isso aconteça, por incrível que pareça, o morto pode ser preso.

8º Dinamarca
Pela lei, nenhum restaurante pode cobrar pela água, a menos que o copo acompanhe uma fatia de limão ou gelo. Além disso, é proibido movimentar um veículo, caso exista alguém por baixo dele. (ainda bem!)

7º Kentucky - EUA
Para engrossar o número de leis bizarras norte-americanas, o Estado determinou que todo o cidadão é obrigado, por lei, a tomar pelo menos um banho por ano, para permanecer em liberdade no território.

6º Columbia - EUA
No condado localizado na Pensilvânia, estourar bexigas na rua é ilegal. Além disso, cantar no chuveiro ou dormir no congelador (!) também são duas práticas proibidas.

5º Cingapura
De acordo com a lei, é proibida a venda de chicletes. A medida foi imposta em 1992, devido ao descarte inadequado das gomas de mascar. A partir de 2004, o governo abriu uma exceção e chicletes de nicotina e aqueles para fins dentários passaram a ser liberados. No entanto, eles só são vendidos em farmácias e sob prescrição médica.

4º Rio Claro - Brasil
Obviamente, o nosso país não ficou fora da lista. Na cidade do interior paulista, a melancia era proibida de 1894 a 1991. Na época, acreditava-se que a fruta transmitia tifo e febre amarela.

3º Kansas - EUA
No Estado americano localizado na região central, é proibido servir vinho em xícaras de chá.

2º Tailândia
Quem for pego jogando chicletes no chão deverá pagar uma multa de US$ 600 (cerca de R$ 1300) no país asiático. Se a pessoa se recusar a pegar o chiclete e jogar no lixo, ela é imediatamente presa.

1º Chicago - EUA
Na terceira cidade mais populosa dos Estados Unidos, é proibido comer em um lugar que esteja pegando fogo.

Fonte: Portal Terra