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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.
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Jornalista demitido da Jovem Pan diz que “a lei era só criticar o PT e abafar o resto”

February 28, 2019 19:31, par Blog do Arretadinho

Algumas poucas pessoas viraram cordeiros para conquistar cargos e assim se mantém até hoje. Mas minha ética, meu compromisso com a verdade e com a condição apolítica não me permitiam vender a alma.

por  Redação Revista Fórum

Do Facebook do Paulo Pontes

“Gente, parece incrível, mas ontem postei aqui que completava 21 anos de Jovem Pan. Agradeço a todos que curtiram e comentaram. Mas, ironia do destino, venho no dia seguinte comunicar a todos que meu ciclo na Jovem Pan terminou.

Não tenho o que reclamar. Uma casa onde trabalhei por 21 anos ficará para sempre marcada em minha vida como, tenho absoluta certeza, apesar da falta de modéstia, que ficarei lá.

Só posso agradecer, começando pelo começo, à Renata Perobelli Borba que fez a ponte, lá atrás, como Anchieta Filho , e me levaram para conversar com o Zé Pereira. E assim mudei da Bandeirantes para a Jovem Pan em 10 de outubro de 1996. 

Antonio A Carvalho , o seu Tuta, foi um grande patrão e confiou em mim. Pois foi ele quem me colocou como titular do Jornal da Manhã em 13 de dezembro de 1999. Por 16 anos tive a honra de apresentar esse jornal. Mas com as mudanças na empresa, fui limado da bancada por não admitir o radicalismo que se impôs na linha editorial.

Para mim, desde sempre, Lula, Aécio, Temer, Alckmin e milhares de outros se equivalem. Mas a lei era só criticar o PT e abafar o resto. Algumas poucas pessoas viraram cordeiros para conquistar cargos e assim se mantém até hoje. Mas minha ética, meu compromisso com a verdade e com a condição apolítica não me permitiam vender a alma.

Isso foi o início do meu fim na Jovem Pan. Admiro toda a família do seu Tuta, exceção feita aos dois filhos, que, inclusive, são bloqueados em meu Face. A Jovem Pan não os merece.

A todos, indistintamente, todos com quem eu trabalhei na Jovem Pan, alguns com maior proximidade, outros nem tanto, meu muito obrigado e o agradecimento eterno por terem me permitido fazer parte desta grande equipe e grande casa. A vida segue.

Não defini ainda o caminho que vou tomar, mas em breve espero ter tido essa definição. Aos ouvintes, muito fieis, meu muito obrigado e a certeza de que nunca enganei qualquer um com meus comentários, induzindo a interesses próprios. E assim continuarei, esteja onde estiver.



Rastro de depósitos suspeitos para Flávio Bolsonaro aprofunda crise

February 28, 2019 18:40, par Blog do Arretadinho

Bolsonaro, com o filho Flávio ao fundo. ADRIANO MACHADO REUTERS
'Jornal Nacional' exibiu relatório do Coaf, que complica situação de filho de presidente. Na TV Record, senador eleito negou acusações

por F. M no El País Brasil

A crise provocada pela investigação envolvendo o ex-assessor dos Bolsonaro Fabrício de Queiroz escalou nesta sexta-feira. O Jornal Nacional, da TV Globo, exibiu trecho de novo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que identificou, em apenas um mês de 2017, uma série de depósitos parcelados e em dinheiro vivo na conta do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Ao todo, as cotas somaram 96.000 reais, o que foi considerado suspeito pelo órgão, que rastreia operações que podem apontar para ocultação de valores e lavagem de dinheiro. Quase ao mesmo tempo em que o principal telejornal brasileiro aprofundava o escândalo, na TV concorrente, a Record, mais próxima dos Bolsonaro, o filho mais velho do presidente eleito dava sua versão em entrevista e negava qualquer irregularidade.


A revelação do novo relatório do Coaf pela TV Globo acontece um dia depois de Flávio Bolsonaro obter no Supremo Tribunal Federal o congelamento da investigação a respeito de Fabricio Queiroz, flagrado movimentando 1,2 milhão de reias entre 2016 e 2017, um valor incompatível com sua remuneração formal. O caso está a cargo do Ministério Público Estadual do Rio desde o fim do ano passado e o filho de Bolsonaro argumentou na corte que, por ser senador eleito, só a instância superior, no caso a Procuradoria-Geral da República, poderia investigá-lo. Na petição, Flávio Bolsonaro também tentava invalidar documentos como o do Coaf exposto na reportagem. Ainda que o próprio STF ainda vá discutir o caso em definitivo a partir de fevereiro, o MP do Rio argumenta que todas as apurações aconteceram antes mesmo de ele ser diplomado para o cargo na Câmara alta.

Desgaste político
Na quinta-feira, o apelo do senador eleito pelo foro privilegiado junto ao STF, um expediente que o presidente e sua família criticaram no passado, já havia causado desgaste político em pleno mês de estreia do Governo Bolsonaro. Agora, o rastro de depósitos suspeitos para o próprio senador eleito mudam o caso de patamar e constrangem a família que chegou ao poder prometendo extirpar a "corrupção do PT". Embora o MP do Rio diga que Flávio Bolsonaro não é formalmente investigado, uma linha da apuração relaciona a possibilidade de que repasses feitos por assessores de Flávio Bolsonaro na conta de Fábricio Queiroz tenham como destino final o próprio senador eleito, o que ele nega. É ilegal, mas bastante difundido em assembleias, câmaras e prefeituras do país, a prática de parlamentares confiscarem parte dos salários de seus funcionários, o chamado pedágio.

Na TV Record, o filho mais velho do presidente disse que considera "ilegal" a ação do Coaf, que teria quebrado seu sigilo bancário sem autorização judicial. Para rebater as informações de que ao menos dois de seus ex-assessores faltavam bastante ao trabalho (um deles passou temporadas inteiras em Portugal e uma outra é personal trainer), Flávio Bolsonaro disse que não é responsável pelo que seus funcionários fazem fora do trabalho e que é comum que esses assistentes tenham outras funções.

Pelo revelado até agora pelo Coaf e em reportagens, as parcelas em dinheiro enviadas para Queiroz coincidiam com as datas de pagamento da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Mais: no caso dos depósitos para o senador eleito conhecidos nesta sexta-feira, a maior parte foi feita no terminal de autoatendimento da Alerj. Em diferentes datas, segundo a TV Globo, foram identificados aportes em valores idênticos, com apenas poucos minutos de intervalo. Foram feitos dez depósitos de 2.000 reais em cinco minutos em apenas uma data analisada.

A investigação envolvendo o ex-assessor de Flávio Bolsonaro nasceu num desdobramento da Operação Lava Jato no Rio chamado Furna da Onça, que já levou dez parlamentares fluminenses para a prisão. Em 6 de dezembro, o Coaf apontou em um relatório que Queiroz, policial militar da reserva, ex-motorista de Flávio e amigo de longa data da família Bolsonaro, fez uma movimentação bancária de 1,2 milhão de reais, “incompatível com seu patrimônio". Em seu relatório, o Coaf identificou transferências do ex-assessor para a conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que totalizaram 24.000 reais. O presidente Bolsonaro afirmou que o valor dizia respeito a uma série de empréstimos feitos por ele ao motorista, quitado com cheques de 4.000 reais.

Enquanto a trama se adensa, a TV Record anunciou que exibirá no domingo uma entrevista exclusiva da primeira-dama, o rosto suave do novo Governo.



Apoiador de Bolsonaro e crítico da lei, Fagner tem biografia lançada pela Rouanet

February 27, 2019 17:18, par Blog do Arretadinho

(Foto: Leonardo Aversa/Divulgação)
Quem me segura é o povo, nunca achei que devesse recorrer a lei de incentivo”, disse o cantor em entrevista

Por Redação da Revista Fórum

O cantor e compositor cearense Raimundo Fagner, apoiador de primeira hora de Jair Bolsonaro e crítico contumaz da Lei Rouanet, terá a história da sua vida contada na biografia “Quem me levará sou eu”, elaborada com recursos captados através da própria lei.

Em entrevista ao Globo, em 2013, por ocasião das comemorações dos seus 40 anos de carreira, Fagner disse: “Quem me segura é o povo, nunca achei que devesse recorrer a lei de incentivo. Lei é para quem não tem grande vínculo com a massa, pra artista que está começando. Eu tenho vínculo com a massa. No dia que isso acabar, em que o povo não me quiser mais, tô fora”, completou.

Sobre o assunto, o cantor se limitou a dizer: “Quando olhei, a cena já estava feita, não tive muito o que fazer. Mas não gostei e reclamei”, explica, apesar de tudo ficar por isso mesmo.

Sangria vermelha

Sobre o governo Bolsonaro, do qual é apoiador desde sempre, Fagner disse: “entusiastas, todos nós éramos para que surgisse algo que estancasse um pouco essa sangria vermelha. Eu acho que ele está indo bem. Essas histórias paralelas, de filho, isso não depende dele. Acho que o Bolsonaro tem escolhido pessoas que estão fazendo diferente do que vinha sendo feito, e era essa a expectativa. Ele está tocando como prometeu, como falou quer ia tocar, e alguma coisa que não dá certo no meio, de entrar alguém e sair alguém, me parece natural”, encerrou.

A biografia de Fagner foi escrita pela jornalista Regina Echeverria, a mesma de “Furacão Elis”. O livro tem o título “Quem me levará sou eu”, nome de canção de Dominguinhos e Manduka defendida, em 1979, pelo cantor em um festival. Seu lançamento será em abril.

Com informações do Globo



Míriam Leitão lembra Bolsonaro que Stroessner foi sanguinário e chefe de um governo corrupto

February 27, 2019 15:54, par Blog do Arretadinho

Da Revista Fórum

A jornalista Míriam Leitão chamou, através de sua conta do Twitter, na noite desta terça-feira (26), o ex-ditador paraguaio Alfredo Stroessner de “sanguinário” e também que “tinha uma polícia política das mais violentas e era chefe de um governo corrupto”.

“O ditador Stroessner foi sanguinário, tinha uma polícia política das mais violentas e era chefe de um governo corrupto. Ficou 35 anos no poder no Paraguai. Essa é a verdade sobre ele. O presidente Bolsonaro o admira, como disse hoje.”




O ditador Stroessner foi sanguinário, tinha uma polícia política das mais violentas e era chefe de um governo corrupto. Ficou 35 anos no poder no Paraguai. Essa é a verdade sobre ele. O presidente Bolsonaro o admira, como disse hoje.
— Míriam Leitao.com (@MiriamLeitaoCom) 27 de fevereiro de 2019

 A manifestação veio logo após Bolsonaro chamar Stroessner de “estadista”, em evento de posse do general Joaquim Silva e Luna na presidência da usina de Itaipu, nesta terça-feira.

“Isso tudo não seria suficiente se não tivesse, do lado de cá [paraguaio], um homem de visão, um estadista, que sabia perfeitamente que seu país, o Paraguai, só poderia prosseguir, progredir, se tivesse energia. Aqui também a minha homenagem ao nosso general Alfredo Stroessner”, declarou, sob palmas da plateia.

Quem foi Stroessner

General do Exército, Stroessner tomou o poder através de um golpe de estado no Paraguai em 1954 e ficou até 1989.

O regime de Stroessner, marcadamente anticomunista e pró-EUA, fez com que o Paraguai se tornasse um terreno fértil para a corrupção e a repartição de favores. Ao todo, governou por oito legislaturas, em processos marcados pela fraude. Em 1967, Stroessner fez uma constituição que permitia apenas uma reeleição para presidente, que foi modificada em 1977 para permitir sua reeleição indefinidamente.

Stroessner, filho de um imigrante alemão, também foi conivente com refugiados nazistas. Eduard Roschmann, conhecido como o açougueiro de Riga, responsável pela morte de 30 mil judeus na Letônia, e Josef Mengele, médico nazista, receberam acolhida e cidadania do general.

Ao todo, estima-se que entre 3 e 4 mil pessoas tenham sido assassinadas em seu governo por conta da perseguição política, marcada pelo emprego da tortura, sequestro e assassinatos políticos. O número de presos por motivos de perseguição política passa de 150 mil. De acordo com relatório de 2008 da Comissão de Verdade e Justiça paraguaia foram 18.772 torturados e 3.470 exilados. Além disso, segundo Coordenadora de Direitos Humanos do Paraguai (Codehupy), 236 crianças e adolescentes foram presas, 17 nasceram na prisão e houve 459 desaparecidos.

Com informações do Brasil de Fato



Diário, gostei muito dessa ideia do hino. Isso é que é patriotismo

February 26, 2019 15:09, par Blog do Arretadinho

@DIARIODOBOLSO/REPRODUÇÃO
DIÁRIO DO BOLSO
Diário, gostei muito dessa ideia do hino. Isso é que é patriotismo
Esse Vélez foi gênio. Também gostei desse negócio de todo mundo gritar meu slogan. Só achei que faltou o revolvinho com a mão no final

por José Roberto Torero na RBA

Diário, gostei muito dessa ideia do Vélez de fazer todo mundo cantar o hino. Isso é que é patriotismo, pô!

Também gostei desse negócio de todo mundo gritar o meu slogan no final: “Brasil acima de todos, Deus acima de tudo!”. Ou será que é “Deus acima de todos. O Brasil acima de tudo”? Ou “Deus acima do Brasil e tudo acima de todos”? Sei lá, nunca decorei essa frase. O importante é mostrar as crianças falando o meu slogan, que isso é que é escola sem partido.

Essa coisa de gravar em vídeo foi o melhor de tudo, porque criancinha patriota sempre pega bem. Vai dar um ótimo clipe para a campanha de 2022. Sem falar que, se algum moleque fizer careta, a gente já fica de olho nele.

Só espero que não filmem as escolas quebradas, os computadores pifados e o holerite dos professores. Aposto que vai ter esquerdista-cultural-marxista fazendo isso. Bom, qualquer coisa, a gente edita.

Pô, agora que eu reparei! O Vélez esqueceu de pedir para as crianças fazerem o revolvinho com a mão.

Tudo bem, Diário. Fica para o Sete de Setembro.