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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Temer reduz ainda mais os investimentos em 2018

October 6, 2017 14:28, by Blog do Arretadinho

No governo Temer, políticas de redução das desigualdades sociais e
combate à violência também sofrerão redução drástica / Beto Barata/PR
Temer reduz recursos para tecnologia, meio ambiente e políticas sociais em 2018
Proposta orçamentária apresenta cortes em áreas que atendem a população, mas aumenta percentual parlamentares

por Pedro Rafael Vilela Brasil de Fato

O Brasil corre o risco de viver um apagão em áreas estratégicas com os cortes que o governo pretende fazer no orçamento do ano que vem. Levantamento feito pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) demonstra que a proposta que está em análise no Congresso Nacional prevê um contingenciamento tão grande que alguns ministérios perderão quase a totalidade dos recursos na comparação com o orçamento deste ano.

É o caso do Ministério das Cidades, que pode sofrer uma redução de 86% de seus recursos. A pasta é responsável por elaborar políticas públicas de desenvolvimento urbano, habitação e trânsito. Tem entre suas vitrines programas como o Minha Casa, Minha Vida e é encarregado de subsidiar políticas de saneamento básico e de transporte urbano.

Outra área seriamente afetada no ano que vem será o Ministério da Integração Nacional, que tem previsão de corte de 72% do seu orçamento. A pasta coordena diversas políticas de desenvolvimento regional e ainda é responsável pelas ações de proteção de defesa civil contra desastres, realização de obras contra as secas e de infraestrutura hídrica.  Os ministérios do Turismo e do Esporte também perderão, cada um, 67% dos seus recursos.  

“A totalidade do orçamento não diminui. Na soma de todos os órgãos, sobe de R$ 3,4 trilhões para R$ 3,5 trilhões, uma elevação de 3,5%. Porém, algumas áreas vão sofrer cortes de magnitude muito elevada. Não é corte generalizado, mas é um corte seletivo”, explica Matheus Magalhães, assessor político do Inesc e um dos responsáveis pelo levantamento.

Apagão científico e tecnológico
Nessa lógica seletiva, a pesquisa e o desenvolvimento científico do país devem viver um cenário bem pior que o deste ano, já que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações perderá quase um terço dos seus recursos (27%). O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que mantém bolsas para mais de 100 mil cientistas no país, sofrerá corte de 33%. “Como que um país que fala tanto da importância do desenvolvimento se desenvolver permite uma redução de investimentos nessa área tão grande?”, critica Matheus, ao analisar a perspectiva para o próximo orçamento federal.  

Já o valor de investimento total das estatais do país para o ano que vem foi reduzido em 23,6%, caindo de R$ 90 bilhões para R$ 68,8 bilhões, mesmo em um cenário de crise, em que ampliação de investimento seria fundamental para reativar a economia.

Políticas sociais na berlinda
As políticas de redução das desigualdades sociais e combate à violência e sofrerão redução drástica. Um dos programas de enfrentamento à violência contra as mulheres, por exemplo, vai sofrer corte de 74% em relação ao recurso deste ano, que já eram a metade do ano anterior. A promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente e de pessoas com deficiência sofreram reduções de 69% e 56%, respectivamente. O programa Bolsa Família, que é fundamental para o combate à fome e à pobreza, viu seus recursos encolherem em 11%.

Quem sai ganhando
Se de um lado o corte de recursos atinge políticas sociais, de ciência e tecnologia e desenvolvimento urbano, do outro o projeto de lei orçamentária prevê ampliação de verbas para o judiciário e o Congresso Nacional. Apenas a Câmara dos Deputados terá um aporte orçamentário 14,9% maior em 2018, saltando de R$ 5,9 bilhões para R% 6,8 bilhões. Tribunal de Contas da União (2,5%), Supremo Tribunal Federal (3,2%), Superior Tribunal de Justiça (7,2%) e Justiça Federal (2%) também vão ter dotações maiores do que este ano.   

O tem chamado atenção é a ampliação acentuada do orçamento do Ministério das Minas e Energia (MME), que sairá dos atuais R$ 4 bilhões para R$ 6,8 bilhões, elevação de 69%. Mesmo após anos seguidos de corte e prestes a coordenar o processo de privatização da Eletrobrás, o que justificaria um aumento de recursos desse porte? “É preciso acompanhar, porque se houver investimento de recursos públicos em empresas que estão sendo privatizadas, isso seria um verdadeiro absurdo”, avalia Matheus Magalhães, do Inesc.

Também não vai faltar recurso para quem recebe juros da dívida pública brasileira, na maioria bancos e grandes investidores do mercado financeiro. Para o orçamento de 2018, estão reservados nada menos do que R$ 387,2 bilhões, uma elevação de 14% em relação a este ano.



ONU lança guia sobre como agir diante de violações de direitos humanos em protestos

October 5, 2017 17:53, by Blog do Arretadinho

Desde 2013, a violência policial e a violação de direitos humanos têm
se intensificado na repressão de protestos
ARQUIVO/EBC
OLHAR ATENTO
ONU lança guia sobre como agir diante de violações de direitos humanos em protestos

Documento é apresentado no momento em que violações de direitos têm se tornado rotina durante manifestações sociais em todo o país. Guia reúne experiências e boas práticas em curso na América do Sul

por Redação RBA

São Paulo – Com o objetivo de auxiliar os observadores de direitos humanos a verificar o cumprimento de obrigações e normas internacionais no contexto das manifestações e protestos, o Escritório Regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (Acnudh) lança nesta quinta-feira (5), em São Paulo, a versão em português do documento “Diretrizes para a Observação de Manifestações e Protestos Sociais”.

O documento, um guia de assistência prática aos observadores de direitos humanos, pretende orientar a captação de informações e seu uso frente a violações aos direitos humanos que têm sido recorrentes nas manifestações e protestos que nos últimos anos se tornaram mais frequentes no Brasil. Com a colaboração da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), o guia compila experiências e práticas bem sucedidas por instituições nacionais de direitos humanos e defensorias públicas da América do Sul.

Segundo o Acnudh, o aumento das manifestações e protestos sociais é um tema relevante na atualidade do Brasil. Na visão do escritório de direitos humanos da ONU, as pessoas estão “demandando mais às democracias, exigindo maiores níveis de participação, transparência, não discriminação e maior acesso a direitos essenciais”.

“Junto a isto, entretanto, tem-se observado em alguns contextos um incremento nos meios utilizados pelos Estados para desarticular os movimentos sociais, mediante o uso da força de forma desproporcional e não focalizada, a realização de ações destinadas a desencorajar a participação cidadã, e a criminalização dos protestos sociais e de defensores e defensoras de direitos humanos”, afirma, em nota, o escritório regional.

De acordo com o Acnudh, os observadores de direitos humanos contribuem para o exercício livre, pleno e efetivo dos direitos fundamentais envolvidos em qualquer manifestação, verificando possíveis violações e as tornando públicas para que possam ser investigadas.

Aberto ao público, o lançamento do documento Diretrizes para a Observação de Manifestações e Protestos Sociais será às 18h30, no auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Direito, na Rua Rocha, 233, no bairro da Bela Vista.

O lançamento será seguido de debate, com a participação de Ana Paula de Souza, oficial de direitos humanos do Acnudh; Marlon Weichert, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão Adjunto (PFDC); Darci Frigo, presidente do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH); Henrique Apolinário, da ONG Conectas Direitos Humanos; Camila Marques, advogada e coordenadora do Centro de Referência Legal da Artigo 19; e Davi Quintanilha, coordenador auxiliar do Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos, da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.



Propina e corrupção envolvem servidores do senado

October 5, 2017 15:30, by Blog do Arretadinho

DIVULGAÇÃO/PCD
Servidores do DF faturaram R$ 200 mil com propina para liberar ônibus
“A propina é algo tão enraizado no setor de transportes, que as cooperativas já separavam dinheiro todo mês só para pagar”, disse delegado

Os dois servidores da Secretaria de Mobilidade presos em operação da Polícia Civil e Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), nesta quinta-feira (5/10), receberam em apenas um ano R$ 100 mil de propina, cada um, para fazer vista grossa e liberar ônibus sem fiscalização, segundo as investigações. De acordo com a polícia, quem estava regular também pagava para os auditores aumentarem o controle contra os concorrentes irregulares.

A cobrança ocorria em duas fases e era feita por dois grupos independentes. A primeira,  para conseguir o selo de vistoria. Fraude flagrada pela Operação Cheklist. A segunda, alvo da ação desta quinta, ocorria nos terminais. Os fiscais cobravam de R$ 25 a R$ 35 por ônibus para deixar passar as irregularidades e não lacrar os veículos das cooperativas.

Os cooperados falaram que não aguentavam mais pagar tanta propina. Eles chegavam a barganhar para diminuir as taxas cobradas pelos auditores"
promotor Fábio Nascimento

Duas cooperativas foram citadas nas investigações: Cootarde e Coopatag. Os valores eram pagos todas as sextas-feiras. “A propina é algo tão enraizado no setor dos transportes, que as cooperativas já separavam um dinheiro todo mês só para fazer esses pagamentos”, afirmou o delegado-adjunto da Divisão Especial de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (Decap), Virgílio Agnaldo Ozelami.

As principais irregularidades dos coletivos eram falhas nos tacógrafos e problemas em elevadores para deficientes. De acordo com as investigações, a cobrança continuava mesmo após a operação Checklist, só que “de forma mais tímida”.

Delegado Virgílio Agnaldo Ozelami e promotor Fábio Nascimento
 

Segundo o delegado, mesmo com os altos valores cobrados pelos auditores, as empresas avaliavam o esquema como “bom negócio”, pois tinham interesse em manter o maior número de veículos rodando a qualquer custo. “Um ônibus parado uma semana na oficina prejudica a arrecadação”, disse. A polícia acredita que façam parte do esquema servidores que atuam na fiscalização em outros terminais.

Um dos presos é o auditor Pedro Jorge Oliveira Brasil (foto de destaque), que trabalhava no terminal do Gama. O Metrópoles apurou que a detenção dele é decorrente de um depoimento prestado na Operação Checklist. Ele foi apontado como líder do esquema. Aos jornalistas, Pedro Jorge disse que sofre perseguição política.

Outros alvos da operação que caíram nas garras da polícia  foram Cláudio Marcello Oliveira Pinheiro, servidor da Sufisa; Robson Medeiros de Morais, coordenador de cooperativas;  e Marlene Francisca Avies Chagas, da Cootarde.

Também foram interceptadas conversas, com autorização judicial, mostrando a negociação para o pagamento da propina. Há indícios de que a corrupção praticada pelos servidores também envolvia a fiscalização de transporte pirata. Os suspeitos poderão responder por corrupção ativa, passiva e organização criminosa.

Checklist
A operação Checklist foi deflagrada em 1º de setembro contra irregularidades no transporte, principalmente rural, envolvendo servidores da secretaria e cooperativas. Segundo as investigações, os funcionários pediam propina para liberar o Selo de Vistoria, que autorizava os veículos a rodar.

O documento indicava que o ônibus estava com pneus, óleo, freios, catracas e motor em boas condições, mesmo não sendo verdade, colocando a vida dos passageiros em risco. Em troca, os servidores recebiam dinheiro e até carros. Um cofre também foi apreendido e levado para a Corf.

Entre os alvos da primeira fase da Checklist estava o ex-policial militar Valdir Luiz de França, conhecido como Valdizão. De acordo com a polícia, ele seria responsável por uma cooperativa e pagava propina para poder circular. Também entraram na mira das investigações o diretor da Coopertran, Marcus Vinicius Lobo, e o motorista Weber de Jesus.

Em nota, a Secretaria de Mobilidade afirmou que tem atuado no sentido de moralizar e combater todo e qualquer tipo de ilegalidade no sistema de transporte. “Nesse sentido, tendo recebido denúncia sobre eventuais irregularidades no procedimento de vistoria, a pasta comunicou o fato à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para que estes fossem apurados”, destacou.

do Portal Metrópoles



Globo banca palestras de Obama no Brasil

October 5, 2017 11:30, by Blog do Arretadinho

Por redação Blog do Arretadinho

O Jornal Valor Econômico, que pertence ao Grupo Globo, em parceria com o banco Santander Brasil, organizam um fórum no Brasil e convidam o ex-presidente dos Estados Unidos da América do Norte, Barack Obama, que, como todo ex-presidente, começa a viver de palestras pelo mundo.

A mesma Globo, por meio dos jornais O Globo, Valor e de todos os telejornais da emissora, criminalizou as palestras do ex-presidente Lula em vários países, pelas quais recebeu pagamentos em nome de sua empresa, a LILS, mas teve os recursos bloqueados pelo justiceiro Sérgio Moro na maldita operação Lava Jato.

É, também, como todos os ex-presidentes de grandes países, por meio de palestras que Obama levanta recursos para seu futuro instituto.

É aquilo, o Obama pode. O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso e ícone da subserviência ao imperialismo estadunidense, também pode. Agora, o Lula não pode.

Haja complexo de vira-lata....

por Daniel Samam no facebook



Bessa Xinga RR e é condenado a pagar R$ 30 mil

October 5, 2017 11:09, by Blog do Arretadinho

R$ 30 Mil de indenização: Xingar o governador custa caro a “Bessa”.

Por Redação Blog do Arretadinho

Justiça mantém decisão e condena Laerte Bessa a indenizar Rodrigo Rollemberg

A 3ª Turma Cível do TJDFT manteve sentença de 1ª Instância que condenou o deputado federal Laerte Bessa a pagar R$ 30 mil de indenização, a título de danos morais, ao Governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg. Para o colegiado, a imunidade parlamentar não abarca os excessos praticados fora do parlamento, como no caso em questão. Ainda segundo os desembargadores, os xingamentos proferidos pelo deputado feriram os direitos de personalidade do governador, atingindo sua honra e imagem.

Na ação, o autor relatou que em setembro de 2016, em três ocasiões distintas, o réu se referiu a ele com palavras ofensivas, amplamente divulgadas pela mídia. Defendeu que os xingamentos feriram sua reputação e que não estariam acobertados pelo manto da imunidade parlamentar, pois teriam sido proferidos fora do contexto das atividades parlamentares do deputado.

Na 1ª Instância, o juiz da 18ª Vara Cível de Brasília julgou procedente o pedido indenizatório e condenou Laerte Bessa ao pagamento de R$ 30 mil a Rollemberg. Segundo o magistrado, “embora o réu invoque em sua defesa a imunidade parlamentar e o direito a livre manifestação do pensamento, tais garantias não abarcam, evidentemente, os manifestos excessos praticados, decorrentes das expressões injuriosas e difamatórias clarificadas neste processo”.

A defesa de Laerte Bessa recorreu da sentença repisando a tese da imunidade parlamentar e do direito à livre expressão, porém a Turma manteve a decisão de 1º Grau, na íntegra. “As reiteradas designações de cunho pejorativo ditas pelo réu, fora do parlamento, abalaram a honra e a imagem da parte autor e fugiram, de forma evidente, ao contexto dos cargos políticos exercidos por ambos”, concluíram os desembargadores, à unanimidade.

O valor da indenização deverá ser corrigido monetariamente da data da sentença de 1ª Instância até a data do efetivo pagamento.

Fonte: Site Tudo Ok Notícias



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