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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Cuidado com os testes no Facebook

July 31, 2017 15:41, by Blog do Arretadinho

Brincadeiras que viraram febre na rede social podem acabar com a sua privacidade, dizem especialistas
Se você gosta de descobrir em testes de Facebook o que fez em uma vida passada, qual cor combina com a sua personalidade e o que o seu rosto diz sobre a sua pessoa, saiba que você está correndo perigo.

Especialistas em segurança digital alertam que sites e aplicativos dos testes que viraram febre na internet podem passar a saber muito sobre você e até infectar o seu computador ou celular.

É que, antes de fazer qualquer teste, o usuário tem de permitir o acesso do serviço ao Facebook. É aí que mora o problema!

“Se for solicitado só o e-mail do usuário, o nível de risco é bastante baixo. Mas, se pedir para acessar posts, lista de contatos e fotos e realizar publicações em nome da pessoa, fica mais perigoso”, adverte o gerente de segurança da PSafe, Emilio Simoni.

A partir do momento que o acesso é dado, o dono daquele site ou aplicativo passa a ter em mãos todas as informações que o usuário concordou em liberar.

“O principal risco é que o serviço vai conseguir postar como se fosse o próprio usuário, entrar em contato com os amigos e gerenciar as fotos”, analisa Emilio. Uma baita falta de privacidade, né?

O pior de tudo, segundo o diretor de cibersegurança da Cypher, Wolmer Godoi, é que o usuário não sabe como as informações dele poderão ser usadas. “Em uma transação que você não sabe o que tá sendo negociado, provavelmente o produto é você. Não existe nada de graça”.

É perigoso colocar seus dados em uma plataforma cujos administradores são desconhecidos. “Tem risco de o aplicativo ser mal-intencionado e até deixar vírus no seu equipamento para ficar capturando coisas suas”.

O presidente da empresa de cibersegurança Eset, Camillo Di Jorge, pondera que não dá para cravar que todo teste de Facebook é fraudulento, mas diz que os transtornos podem ir além da rede social.

“Um dos perigos é que um grande número de usuários usa a mesma senha para diversos serviços. Quem desenvolve esses sites pode conseguir acesso e depois testar a senha em outros locais”.

Ele recomenda que, na dúvida, é melhor não fazer os testes. “Não vale a pena correr o risco de ter suas informações expostas e a privacidade comprometida”.

Como desativar
Se você já fez o teste e ficou preocupado, calma que dá para desfazer o estrago. É só ir nas configurações do Facebook e remover o acesso dos aplicativos que você não quer mais.



Promoção de bar em Goiânia promete gasolina grátis

July 31, 2017 15:34, by Blog do Arretadinho

Na compra de um cozumel ou caipirinha, o cliente leva outro e mais um litro de gasolina, etanol ou diesel
Na tarde desta segunda-feira (31), seguidores do Biruttão Bar e Restaurante nas redes sociais se surpreenderam com um anúncio inusitado.

Segundo a publicação, o estabelecimento está realizando uma promoção que dará direito, a cada dobradinha de cozumel ou caipirinha vendida, a um litro de gasolina comum, etanol ou diesel.

A dobradinha das bebidas custa R$ 12,90 e a promoção é válida na terça, quarta e na quinta-feira.

Ainda segundo o anúncio, os clientes terão um prazo de quinze dias desde a compra para abastecer o carro.

Confira o anúncio na íntegra:
do Portal Curta Mais



Ela mora no aeroporto de Brasília há 24 anos

July 31, 2017 14:44, by Blog do Arretadinho

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES
Conheça Isaura, a idosa que mora no aeroporto de Brasília há 24 anos
Isaura Lima Lopes, 83 anos, diz que pisou em 1993 pela primeira vez no terminal, onde mora, lê a Bíblia e passa mensagens políticas

O personagem interpretado pelo astro Tom Hanks no filme “O Terminal”, de Steven Spielberg, foi baseado em uma história real. E poderia muito bem ter sido inspirado no Aeroporto Juscelino Kubitschek, onde a aposentada Isaura Lima Lopes, 83 anos, escolheu morar.

Em meio ao vaivém diário de 50 mil passageiros, Dona Isaura não passa despercebida. Os funcionários que trabalham no terminal a conhecem. A Inframerica, administradora do Aeroporto JK, também tem ciência de sua presença no local. Pouco ou nada se tem certeza, porém, sobre sua história. O que se sabe é o que ela mesmo conta.

Sem ouvir desde os 38 anos, Dona Isaura carrega a Bíblia e cartazes. E costuma falar alto pelo terminal, o que acaba chamando a atenção das pessoas. Mas, se quiser que ela compreenda a sua mensagem, é preciso escrever perguntas ou comentários em um pedaço de papel.

A idosa diz que nasceu em Goiana, município de Pernambuco, e não tem contato com a família. A mãe, segundo conta, morreu quando Isaura tinha 11 anos. Diz ainda que foi noiva duas vezes, mas não chegou a se casar. “A partir daí, comecei a servir a Deus e costumo dizer que sou guiada por Ele”, garante.

Depois de 40 anos viajando de cidade em cidade, ela veio para o Distrito Federal. Chegou em 1992 e começou a frequentar o aeroporto no ano seguinte. A frequência no terminal, que era de algumas horas, se transformou em dias, meses, anos. Dona Isaura diz que mantém uma quitinete alugada em Valparaíso (GO), no Entorno, mas, nesses últimos 24 anos, passou a maior parte do tempo no JK. Ela também circula por outros aeroportos do país.

“Tem um ano e quatro meses que não vou em casa. Tudo que preciso está comigo. Estou aqui porque o Senhor me disse para vir falar neste lugar, pois os ricos passam por mim todos os dias. São pessoas que não querem saber de Deus, somente de dinheiro e das coisas terrenas”, acredita.

No JK, ela é vista empurrando um carrinho do próprio terminal.  Nele, leva uma mala pequena, duas bolsas, uma garrafinha de água, mais de uma Bíblia, papel cartolina e pincéis, usados para escrever suas mensagens.

Em meio aos apetrechos, um frasco de álcool gel, que ela costuma passar nas mãos e nas cadeiras, antes de se sentar, além de jornais. Dona Isaura diz que concluiu apenas o ensino fundamental. Mas é bem articulada, fala e escreve sem erros de concordância. E também mostra que está antenada nos assuntos que dominam a pauta política do país, como o fim do foro privilegiado. Tanto que, em um cartaz, ela trata o assunto como “abuso de poder”.

Deus abomina o foro, pois, com ele, os políticos se sentem no direito de fazer o querem e levarem o dinheiro da nação, acreditando que vão ficar impunes."
Dona Isaura

A senhora de 1,50m, aproximadamente, não encontra dificuldades para se acomodar em duas cadeiras do aeroporto e dormir. Quando precisa usar o banheiro, vai ao espaço destinado a deficientes físicos. Lá, faz suas necessidades, se lava e penteia os cabelos.

Vaidosa, antes de dar entrevista ao Metrópoles esta semana, fez questão de colocar o lenço na cabeça e trocar de roupa. Um detalhe: Dona Isaura usa também lenços umedecidos para fazer sua higiene pessoal.

Simpática, sempre atrai a atenção de passageiros que, curiosos, se aproximam de Dona Isaura para entender melhor sua mensagem.

Dona Isaura é frequentadora assídua da panificadora Vitória, instalada no aeroporto. Segundo a gerente, Damyres Carvalho dos Santos, 34 anos, a idosa chega sempre por volta das 19h, passa álcool gel na cadeira e na mesa, antes de se sentar, e, ao se levantar, deixa tudo limpinho. “Ela não é pedinte. Só usa o aeroporto para pregar. Todos aqui a conhecem”, ressaltou Damyres.

Operadora de caixa da panificadora, Daniela Nunes, 25 anos, nutre um carinho especial pela idosa e a chama de “vovó Isaura”.  A moça trabalha há cinco meses no terminal. “No início, achei que ela era louca. Mas fui, aos poucos, entendendo a sua missão”, disse.

Conforme Dona Isaura, Cristo “a chamou” para ser missionária aos 19 anos, no dia 7 de julho de 1953. Ela conta que sobrevive apenas com um salário mínimo da aposentadoria. Com esse dinheiro, paga o aluguel da quitinete, água, luz, empréstimos que faz para ir a outros aeroportos e se alimenta por mais ou menos 10 dias.

Doações
Quando a quantia acaba, se mantém com doações que recebe de passageiros. “Nunca passo necessidade. Tem sempre alguém que me ajuda. Não peço nada a ninguém, mas o Senhor toca o coração das pessoas e elas trazem pra mim”, explicou.

O discurso politizado da senhora de 83 anos chamou atenção do estudante Leonardo Araújo, 33 anos, que embarcou para Maceió na última sexta-feira (28/7). “Fico muito sensibilizado por ela ser idosa e passar esse tipo de mensagem”, destacou.

O professor universitário Gleyson Augusto Gomes, 43 anos, parou para ouvir Dona Isaura, pela primeira vez, há um ano. Na última quarta-feira (26), a caminho do Amapá, ele passou pelo Aeroporto JK e agradeceu a senhora. De acordo com ele, o encontro de 2016 mudou sua vida. “Ela olhou pra mim e disse: ‘Deus vai te ensinar a Bíblia’. E Ele realmente me ensinou”, relatou Gleyson.

A Inframerica informou que, desde que assumiu a administração do aeroporto, há cinco anos, sabe da presença de Dona Isaura no terminal. A assessoria ressaltou, ainda, que apesar de a idosa não ter autorização formal, pode permanecer no local, por não incomodar os passageiros ou causar tumulto.

O Metrópoles conversou com um funcionário do aeroporto, que pediu para não ter o nome revelado. Ele diz que trabalha há 15 anos no terminal e, durante todo esse tempo, se lembra da presença de Dona Isaura.

do Portal Metrópoles



O ESQUEMA DO FASCISMO

July 29, 2017 13:29, by Blog do Arretadinho

Qual a relação entre a classe média e o fascismo?
69 mil visualizações



Moro condenou réu da Lava Jato por crime não previsto no Direito Penal

July 29, 2017 12:25, by Blog do Arretadinho


Jornal GGN - O juiz Sergio Moro condenou o empresário João Auler por um crime que não está previsto no Código Penal, apontou Yuri Sahione, presidente da Comissão de Anticorrupção, Compliance e Controle Social dos Gastos Públicos da OAB-RJ.

Segundo reportagem de Sergio Rodas, no Conjur desta sexta (28), a sentença de Moro foi equivocada e é alarmante porque indica que o magistrado está inventando uma "forma de responsabilização criminal dos administradores de empresas". Não bastasse isso, Moro, mais uma vez, utilizou-se apenas de delações premiadas (sem provas documentais) para proferir a condenação.

Em abril de 2015, o GGN publicou que João Auler seria peça fundamental para detalhar notícia de propina Aécio Neves e ao PSDB. Leia mais aqui.


Por Sergio Rodas 

Ao condenar executivo da Camargo Corrêa, Moro criou jeito de responsabilizar gestor

No Conjur

Ao condenar João Auler, ex-presidente da Camargo Corrêa, à prisão por corrupção ativa e participação em organização criminosa, o juiz Sergio Moro inventou uma forma de responsabilização criminal dos administradores de empresas. Com esse tipo de medida, o Código Penal vai sendo alterado por jurisprudência, avalia Yuri Sahione, presidente da Comissão de Anticorrupção, Compliance e Controle Social dos Gastos Públicos da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil.

Nesta quarta-feira (26/7), no evento Efeitos da operação “lava jato” para as sociedades empresariais, ocorrido na sede da OAB-RJ e organizado pela entidade e pelo Instituto dos Advogados Brasileiros, Sahione disse que essa condenação de Moro não possui apoio em nenhuma lei.

Conforme relatado por delatores da “lava jato”, certo dia, o ex-deputado federal José Janene (PP-PR) invadiu a sede da Camargo Corrêa, em São Paulo, e cobrou de Auler o recebimento de uma parte da propina que seria paga pela empresa para obter um contrato com a Petrobras. O então presidente da empreiteira declarou que não respondia pela área de óleo e gás, e o encaminhou para o diretor dela.

Para Sergio Moro, isso prova que o executivo não tomou medidas para esclarecer a informação de que havia corrupção na empreiteira. Segundo o juiz federal, se a Camargo Corrêa realmente fosse vítima de extorsão, procuraria a polícia. O fato de não o fazer, a seu ver, demonstra que ela estava corrompendo agentes públicos.

Essa condenação tem diversos problemas, apontou Sahione. O primeiro deles é que, fora João Auler e José Janene, que morreu em 2010, todos os demais envolvidos no caso — os ex-diretores da construtora Dalton Avancini e Eduardo Leite, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef — haviam firmado acordo de delação premiada. E não é possível condenar alguém apenas com base em depoimentos de colaboradores, já que não havia outro tipo de prova no caso.

Além disso, os fundamentos da condenação não indicam precisamente a conduta que Auler praticou, alegou o advogado. Na visão de Sergio Moro, ele cometeu crime ao se omitir em promover atos de investigação interna na empresa, já que ele sabia da corrupção relacionada à Petrobras.

Só que isso vale para compliance, não para Direito Penal, opinou o integrante da OAB-RJ. “Se isso fosse uma auditoria interna, daria para puni-lo [João Auler]. Mas usar esse parâmetro como modelo de responsabilização criminal que não está previsto em nenhuma legislação não é possível”, destacou Sahione. Ele ainda criticou como as decisões judiciais vêm alterando as leis penais.

Sem diálogo
O criminalista João Carlos Castellar, por sua vez, criticou a imposição da delação premiada no Brasil. De acordo com ele, era preciso antes ter promovido um amplo diálogo com a academia e profissionais do Direito para estudar os efeitos que o instrumento teria no sistema penal do país.

O Brasil seguiu o modelo dos EUA, imposto em convenções internacionais contra o tráfico de drogas, ressaltou Castellar. Mas lá o procedimento é transparente e sujeito a controle jurisdicional, ao passo que aqui é tudo secreto, declarou o advogado.

Responsabilidade empresarial
Já o procurador do estado do Rio de Janeiro Rodrigo de Oliveira Botelho Corrêa afirmou que acionistas, controladores e administradores de empresas envolvidas em corrupção devem responder por tais atos se tiverem participado deles.

Concorrentes que foram prejudicados na disputa por contratos públicos também poder processar essas companhias por concorrência desleal, afirma Corrêa.

Alberto Afonso Monteiro, que é consultor da Federal Trade Commission, nos EUA, disse que empresas relacionadas a esse país podem também responder lá por atos de corrupção, como determina o Foreign Corrupt Practices Act.

De acordo com Monteiro, os EUA intensificaram as ações desse tipo a partir dos anos 2000, e não só por corrupção, mas também por descumprimento de regras contábeis.



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