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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Deputados argentinos repudiam visita de Michel Temer ao país

September 28, 2016 20:23, by Blog do Arretadinho

Deputados da bancada de oposição Frente para a Vitória (FPV), contrária ao governo do presidente argentino Mauricio Macri, emitiram uma nota de repúdio, nesta terça-feira (27), à visita que Michel Temer fará ao país na próxima semana.
Apesar da nota de repúdio, segundo o líder da FPV, Héctor Recalde, os membros da bancada não deverão participar diretamente de protestos contra a visita.

A FPV, ligada à ex-presidente Cristina Kirchner, sempre se posicionou de forma contrária ao impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff.

do Brasil 247



EUA e Síria: Relatório de Situação

September 27, 2016 21:42, by Blog do Arretadinho

Federação Russa
pravda.ru

A guerra na Síria é de fato guerra entre os EUA e a Federação Russa, em microcosmo. 
As Forças Armadas da Rússia demostraram impressionante talento tático, e os diplomatas russos mostraram que são os melhores diplomatas do mundo. 

Com a União Europeia reduzida a suplicar e arrastar-se pelo chão aos pés de Washington, e Washington nada faz além de pôr-se aos berros e gritaria, feito criança a quem se nega um pedaço de bolo, Vladimir Vladimirovich Putin e Lavrov com grande talento prenderam Washington numa armadilha de raposa. 

Que ninguém pense, nem por um segundo que o mundo não esteja assistindo a tudo isso com o coração na boca, todos pendurados a cada declaração, a cada nuance de frase, a cada leve movimento de mãos. 

A guerra na pequena Síria é reconhecida em todo o mundo como a guerra por todas as bolas da mesa. Se Washington perder essa - e eles estão perdendo - é fim de jogo. Os que tenham mais ou menos a minha idade não viverão para ver o fim dos EUA, mas viveremos para ver o fim dos EUA como suposta maior potência mundial.

Na verdade, os EUA como maior potência mundial começaram a morrer no final do Vietnã. Quando Brand X atira contra você com você já tentando sair, você perdeu. Coreia foi empate. O Vietnã foi total derrota e catástrofe da qual os militares norte-americanos só se recuperaram depois de muitos anos. Recuperaram-se, afinal, até certo ponto, mas aquela recuperação transformou-se numa hidra cheia de ódio que hoje já está completamente fora de controle. A simples ideia de altos oficiais fazendo declarações sobre o que farão ou deixarão de fazer em relação aos civis no poder em Washington já diz tudo. Aquelas declarações claras e públicas são crime militar, e indiciados têm de ser levados a corte marcial, mas até aqui ninguém lhes aplicou qualquer corretivo por aquela clara, aberta violação do Código Justiça Militar dos EUA [ing. United States Code of Military Justice, UCMJ].

Por outro lado, há dois e três anos houve um expurgo draconiano de oficiais de companhia e patentes inferiores e de Oficiais não Comissionados (ing. NCOs). Muitos dos melhores e mais brilhantes veteranos de combates foram demitidos ou encorajados a se aposentar. Na essência, o quadro mais profundo leal aos EUA e a valores do país foram como que sucateados, e o que sobrou é gente morta de medo de PC, para dizer alguma coisa. Muitos dos NCOs veteranos que permaneceriam no exército por 30 anos pelo menos, estão saindo já aos 20. Oficiais não promovidos em três promoções, estão fora. Assim se livraram de muitos oficiais que se recusaram a aposentar-se quando mais jovens. Com isso, a ponta da lança perdeu o fio e já não é letal, está rombuda. Ainda têm todos aqueles brinquedinhos brilhantes, com mais e mais penduricalhos que chegam de tempos em tempos, mas como já mencionei no Relatório de Situação depois que viajei por trás das linhas inimigas ano passado, a 'valentia' acabou, a pose de 'limamos qualquer um a qualquer momento' foi substituída por 'fale dos soldados russos', 'conte sobre o exército russo', 'e os aviões e pilotos russos?', 'são muito bons?', 'vão combater contra nós?'

Em poucas palavras, embora alguns tenham conversado comigo uma noite inteira, minhas respostas foram 'são formidáveis', 'tão bons como vocês ou melhores que vocês, pilotos e aeronaves', 'vocês não vão querer saber o quanto eles são bons', e 'sim, combaterão contra vocês, se vocês ameaçarem Мать Россия [a Mãe Rússia]'.

A realidade é que a Rússia está movendo céus e terras para evitar uma guerra mundial. Vamos ver. Bem fariam muitos, especialmente em Foggy Bottom, se assistissem a esse videozinho, de há poucos anos. Assistam, pensem sobre o que aí se ouve. Que ninguém suponha, nem por um segundo, que o cavalheiro que aí fala não esteja falando absolutamente a sério 



Escolas e professores(as) promovem, dia 5 de outubro, o Dia de Luta contra a Mordaça

September 27, 2016 9:33, by Blog do Arretadinho
Aprovado na última assembleia da categoria, o dia 5 de outubro será lembrado como o Dia de Luta contra a Mordaça. 
Durante todo o dia, professores(as) e orientadores(as) educacionais devem tirar um momento para discutir a importância da liberdade no processo educacional dos estudantes. Cada escola deve promover este momento de debate.
 
Por Luis Ricardo em sinprodf
 
A discussão deste tema em sala de aula é de grande importância para o futuro da escola pública e para a vida do estudante, já que demonstra a liberdade de ensinar e debater temáticas diversas. A categoria repudia qualquer atentado contra a liberdade de ensinar dos(as) professores(as) e não admite a ingerência dos(as) deputados(as) da Câmara Legislativa do DF ao tentarem inquirir professores(as) a prestarem esclarecimentos sobre o seu trabalho e suas competências.
 
Com esta preocupação o Sinpro lançou o VII Concurso de Redação, que este ano traz como indagação: Eu, a educação e a democracia transformamos o mundo? Com essa pergunta, o sindicato suscita a reflexão sobre os direitos dos(as) professores(as) de lecionar e dos(as) estudantes de aprender, sobre os prejuízos que a censura pode causar à educação e os retrocessos que pode vir a ter caso seja obrigada a retirar do currículo escolar o estímulo ao pensamento crítico.
 
É com esta preocupação que o Sinpro, professores(as) e toda a comunidade escolar devem promover o Dia de Luta contra a Mordaça, apontando os prejuízos provocados pelos ataques dos defensores do Programa Escola sem Partido aos(às) professores(as), à educação, ao magistério e ao direito à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber.



PF diz que "errou": JD não é José Dirceu na planilha da Odebrecht

September 26, 2016 22:47, by Blog do Arretadinho

Reprodução
Em coletiva de imprensa, a Polícia Federal (PF) disse nesta segunda-feira (26), que o “JD” citado como beneficiário de R$ 48 milhões em propina na planilha da empreiteira Odebrecht não se tratava do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, como havia sido divulgado anteriormente.
Agora, segundo os investigadores, a sigla “JD” se refere ao ex-chefe de gabinete de Palocci, Jucelino Antonio Dourado. Antes, a PF e os procuradores de Curitiba disseram, com base nas suas convicções, que as anotações encontradas na planilha da Odebrecht se tratavam de valores repassados a JD Consultoria, em 2009 e 2010.

Na época, o advogado de José Dirceu, Roberto Podval, rebateu as acusações e afirmou que a associação feita pela PF não tinha cabimento. “Não tem nenhum cabimento. Tudo o que foi recebido pela JD Consultoria foi escriturado. Como alguém vai receber essa quantia sem que isso apareça na contabilidade?”, questionou.

Em agosto José Dirceu completou um ano de prisão pela 17ª fase da Operação Lava Jato. Ele foi condenado a 20 anos e dez meses de prisão por crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Do Portal Vermelho, com informações de agências



Após 11 anos, FMI ronda o Brasil a convite de Meirelles

September 26, 2016 21:43, by Blog do Arretadinho

Meirelles se reuniu com representantes do fundo hoje,
ias depois de defender a PEC 241 em Nova York
Foto VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL
Agenda de ministro da Fazenda com representantes do fundo na manhã de hoje pode ter objetivo de o governo obter apoio público e respaldo às medidas que pretende adotar, como a PEC 241
por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – A agenda do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, hoje (26), provocou indagações e especulações: qual o motivo da reunião com representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI), às 10h30. Desde que Michel Temer assumiu a presidência da República interinamente, em maio, veículos e fontes ligados ao mercado têm insistido na ideia de que o país, com o peemedebista, pode voltar a recorrer à instituição multilateral.

Mas por que o Brasil recorreria hoje ao fundo, se tem US 370 bilhões de reservas? “Não há motivo nenhum”, diz o economista Guilherme Mello, da Unicamp. O FMI foi criado para ajudar países com problemas de déficits que não podem ser cobertos pelas reservas ou pela entrada de investimento estrangeiro, em situações de moeda fraca e falta de dólar, por exemplo. Em 2005, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quitou o que restava da dívida com o fundo.

“No final da década de 1970, de meados a final dos 1990 e no começo dos anos 2000, o país não tinha dólar para pagar a dívida. Hoje nos sobra dólar, temos mais ativos em dólar do que passivos. Não faz o menor sentido recorrer ao FMI”, afirma o analista. Mas, obviamente, o encontro de Meirelles com representantes do fundo não se dá por acaso.

“Provavelmente é uma reunião política. O governo quer conseguir apoio às medidas que pretende adotar, como a PEC 241, por exemplo, a reforma da Previdência e outras. Com isso, o governo poderia dizer, inclusive no Congresso, que tem até apoio internacional a essas medidas.” Afinal, uma semana depois de Temer assumir interinamente, o porta-voz da instituição, Gerry Rice, já declarava que as intenções do governo de conter o crescimento da dívida pública eram “positivas”. “Esperamos que as reformas econômicas muito necessárias possam ser aplicadas com prontidão para ajudar o Brasil a superar o atual contexto difícil", disse .

Há cerca de dois meses, em entrevista à revista Forbes, a ex-economista do FMI Alicia Garcia-Herrero afirmou que o órgão pode ser importante ao Brasil, sob Temer, na época interino. O governo poderia usar como desculpa para um eventual aumento de impostos que este seria uma “recomendação” do FMI.

Mas essa também seria uma questão política. “Seria algo nunca visto no mundo, um país voluntariamente, e sem necessidade, ir ao credor pedir para impor condições restritivas. É muito masoquismo. Mas na realidade brasileira de hoje, tudo é possível”, diz Guilherme Mello. “Se o Brasil acha que precisa do aval de uma instituição internacional para fazer uma política recessiva, talvez isso explique essa reunião.”

Seja como for, uma reunião pode ser apenas um encontro de praxe, já que o Brasil é acionista do FMI, com o qual pode discutir cenário e conjuntura, por exemplo. “Mas com certeza é uma reunião de cunho político. O governo quer o apoio do FMI para as medidas”, conclui o economista da Unicamp.

Seja como for, no mundo da política e da economia não existem coincidências. Certamente, não foi por acaso que, na quarta-feira da semana passada, em Nova York, Henrique Meirelles disse na entrevista coletiva concedida, num hotel em que hospedou a comitiva brasileira, que a aprovação da PEC 241, que congela os investimentos em saúde e educação por 20 anos, provocará a redução da taxa de juros estrutural da economia brasileira.

“Tenho dito insistentemente que no momento em que a PEC seja aprovada e que as despesas públicas sejam limitadas ao crescimento real zero, baseado na inflação do ano anterior, isso deve diminuir o juro estrutural da economia”, disse Meirelles, logo após ele participar de reunião com empresários e investidores promovida pelo Conselho das Américas.

No mesmo dia, em discurso para investidores em Nova York, em evento promovido pela Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil), Temer disse esperar que a iniciativa privada norte-americana participe “do desenvolvimento do país”. Pouco antes de embarcar para o Brasil, o presidente se reuniu com o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.



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