16 histórias de Portugal que parecem piada, mas são reais
January 19, 2016 16:08De burros eles não têm nada. Nós é que falamos outra língua.
Compartilhamos a língua, mas as diferenças são consideráveis. Não estou falando do sotaque ou das palavras parecidas com significados diferentes no Brasil e em Portugal.
Por Luiz da Janela Lateral
A verdade é que a lógica lusitana é diferente da brasileira e isso gera situações que ficam entre o engraçado e o embaraçoso. O Rafael Capanema compilou alguns bons relatos e publicou no Buzzfeed:
- Café?, por Nina Paduani
Meus pais e meus tios estão em Lisboa. Vão ao restaurante almoçar. No final, o garçom pergunta:
—Café?
Meu pai:
— Um, por favor.
Meu tio:
— Dois!
Minha tia:
— Três!
Passam alguns minutos e lá vem o garçom.
Com seis cafés.
Via Facebook: NinaPaduani
- Como vem o bife?, por Giuliana Miranda Santos
Querendo me informar mais sobre os acompanhamentos de um dos pratos de um restaurante em Alfama, perguntei ao garçom:
— Mas como vem esse bife aqui?
Ele prontamente me respondeu:
— Alguém o traz da cozinha!
Via Facebook: rafaelcapanema
- Leitão à bairrada, por Claudio Eduardo
Uma vez fui a um restaurante de um prato só que servia leitão à bairrada:
— Oi, como é o leitão à bairrada?
— Ora, não sabes o que é um leitão?
— Sim, mas o que é à bairrada?
— A região onde estamos.
Via Facebook: rafaelcapanema
- Pasteizinhos de Belém, por Raphael Delorme Magalhães
Meu padrasto estava em um ônibus em Portugal com a família e viram em um outdoor escrito algo como “Pasteizinhos de Belém, desde 1920” e uma foto dos pasteizinhos.
Ele comentou com a família, brincando:
— Olha, gente! Desde 1920!
No que uma senhora portuguesa interrompeu:
— Me perdoem, mas aqueles já foram comidos, chegando lá vão encontrar outros fresquinhos.
Via Facebook: alelex88
- Me traz aquele, por Nelio Costa
Um cliente estava indeciso sobre o que pedir. Viu um garçom passando com um prato que o agradou e falou para o que o atendia:
— Pode me trazer aquele.
A resposta do garçom:
— Não será possível porque aquele já é do senhor da mesa ao lado.
Via Facebook: NinaPaduani
- O prato de Fernando Pessoa, por Oniodi Gregolin
Minha amiga estava almoçando no mesmo restaurante que Fernando Pessoa frequentava assiduamente.
Como ela é formada em letras, com mestrado em literatura, estava mais interessada nas histórias do lugar do que na culinária.
No momento de escolher, chama o garçom e pergunta qual era o prato preferido de Fernando Pessoa. Sem pestanejar, ele responde:
— Já quebrou-se há muito tempo!
- Um táxi, por Marcelo Negromonte
Estávamos num hotel em Lisboa e descemos pra fumar. Decidi ir até a recepção pra pedir um táxi. Perguntei à funcionária:
— Por favor, você poderia chamar um táxi pra mim?
A funcionária disse que sim, continuou a fazer o que estava fazendo e não chamou o táxi. Daí eu percebi que estava dentro da piada.
Voltei pra fora pra rir um pouco com minha amiga e voltei novamente pra recepção, como se nada tivesse acontecido.
Claro que ela poderia chamar um táxi, não havia nada que a impedisse de fazê-lo.
Daí eu falei:
— Eu preciso de um táxi agora.
E ela:
— Pois não, senhoire.
E ligou pro táxi.
- Você sabe?, por Ney Hayashi da Cruz
Um dia em Lisboa eu parei um sujeito na rua e perguntei: “O senhor sabe como chegar no castelo de São Jorge?” Ele respondeu “sei!” e continuou andando.
Via Facebook: rafaelcapanema
- Foto, por Camila Martins
Meus tios estavam passeando em Portugal e pediram a um senhor:
— Por favor, pode tirar uma foto?
— Claro!
Foi lá e abraçou a minha tia posando pra foto.
Via Facebook: alelex88
- Passa no aeroporto?, por Braulio
Eu estava saindo do hotel e perguntei a alguém:
— Esse ônibus parado aí passa no aeroporto?
O cara responde:
—Não, passa em frente a ele.
- Me vê dois, por Sofia
Uma vez eu pedi no balcão de uma confeitaria:
— O senhor me vê dois pasteis de Belém?
O cara foi, olhou e não pegou nada.
Eu perguntei:
— Os meus pastéis de Belém?
E ele:
— Ah, a senhora quer que eu lhe dê dois pasteis? Porque só me pediu que visse.
- Londres é aqui?, por Felipe Cortez de Sá
Um dia eu estava no aeroporto em Lisboa e ia pegar uma conexão para Londres.
Perguntei a uma senhora que trabalhava no aeroporto: “Londres é aqui?”.
Ela disse “aqui é Lisboa” e riu.
Via Facebook: alelex88
- Na mesa, por Danilo Cabral
Fui numa doceria no Porto e perguntei para o garçom:
— Posso pedir aqui no balcão ou pode sentar na mesa?
Ele:
— Prefiro que você sente na cadeira mesmo.
Via Facebook: rafaelcapanema
- Aquela caixinha, por Julia Wiltgen
Fui comprar pastéis de Belém no local onde eles são fabricados.
Lugar lotado, balconistas concentrados, atendendo todo mundo super rápido e com muita seriedade.
Os pastéis de Belém vêm (ou pelo menos vinham) numa caixinha sextavada de papelão.
Eu e minha mãe nos aproximamos do balcão e ela pergunta a um dos atendentes:
— Os pastéis de Belém são aquela caixinha?
O balconista responde:
— Não, senhora, é o que tem dentro!
Ele continuou os atendimentos super sério e eu e minha mãe caímos na gargalhada.
Via Facebook: rafaelcapanema
- Posso estacionar?, por Filipe Teixeira
Num bar no centro histórico de Lisboa, uma brasileira entra e pergunta:
— Posso estacionar aqui na frente?
O balconista responde:
— Claro que pode. Só corre o risco de levar uma multa.
- Língua, por Marion Coting Braga
Minha tia estava com uma amiga no restaurante. O garçom criou coragem e indagou:
— Que língua estás a falar que estou entendendo tudo?
Via Facebook: rafaelcapanema
Mas qual é a explicação para essas histórias? No post de Alexandre Rosas, Felipe Cortez de Sá escreveu:
- Eu tive um professor de lógica que estudou por um tempo em Portugal e um dia ele disse à turma que português não é burro, e sim ‘lógico’. Depois que ele disse isso eu passei a ouvir essas histórias pensando de outro jeito. Via Facebook: alelex88
No mesmo post, a portuguesa Inês Azevedo levantou duas hipóteses:
- Perdoem-me, mas nunca vi nada do gênero em tempo real, parece que só acontece na comunicação entre portugueses e brasileiros. O erro está em pensarmos que somos a mesma língua quando na prática não é bem assim. Também ponho a hipótese de que muitas vezes possa ser o humor português a atacar, é bem irónico e subtil, quando não se está familiarizado com a cultura não se distingue quando é brincadeira ou não. Via Facebook: alelex88
Ana Luisa Prado, também portuguesa, ofereceu seu ponto de vista sobre a história dos cafés:
- Como portuguesa te digo que considero esta história perfeitamente possível e compreensível. Porque em Portugal não é comum que se faça pedidos dessa forma. Normalmente cada um diz o que quer, o garçom que faz a soma. E a ele não cabe julgar se alguém quer encher-se de café ou não. Ele vai te dar exatamente o que pedires, mesmo que considere teu pedido um tanto estranho. É verdade, somos bem mais literais que os brasileiros! Via Facebook: NinaPaduani
Idosa morre após inalar fumaça tóxica em Guarujá
January 19, 2016 12:44![]() |
| Guarujá - Fumaça de incêndio de contêineres se espalhou para quatro cidades: Santos, São Vicente, Cubatão e Guarujá Foto Divulgação/Corpo de Bombeiros de São Paulo |
A idosa Leia Magalhães de Maria, de 68 anos, que morava no bairro Sítio Paecara, no distrito de Vicente de Carvalho (Guarujá), morreu nesta segunda-feira (18) em Jundiaí.
Ela foi uma das pessoas que inalaram a fumaça tóxica produzida pelo incêndio em contêineres com produtos químicos, ocorrido na quinta-feira (14). A fumaça se espalhou para quatro cidades: Santos, São Vicente, Cubatão e Guarujá. Pelo menos 175 pessoas precisaram ser medicadas. O fogo só foi controlado na madrugada de sábado (16).
Leia Magalhães de Maria foi atendida com náuseas, vômito e asfixia em um hospital de Guarujá e liberada. Um de seus filhos a levou para Jundiaí, no interior de São Paulo, cidade onde ele mora. Com os mesmos sintomas, a aposentada foi encaminhada para o Hospital das Pitangueiras.
De acordo com a Secretaria de Saúde de Jundiaí, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do município foi acionado e ela se queixava de vômito persistente há quatro dias. “Ela apresentava quadro instável e foi encaminhada para o Hospital Pitangueiras (Sobam), instituição particular, onde faleceu”, diz a secretaria por meio de nota.
A Secretaria de Saúde de Jundiaí disse ainda que segundo o laudo emitido pelo Instituto Médico-Legal (IML), a causa da morte declarada no atestado de óbito foi insuficiência respiratória, pneumonite química e inalação de fuligem e gases tóxicos.
A empresa Localfrio, responsável pelos contêineres incendiados, informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre a morte da idosa e que está apurando os fatos. A prefeitura de Guarujá também disse que estava apurando o assunto.
Penalidades
Ontem (18), a prefeitura de Guarujá informou que espera receber os primeiros laudos de vistorias do local do incêndio até sexta-feira. A partir daí começará a avaliar os documentos para começar a indicar penalidades e definir ações futuras. Um boletim de ocorrência foi registrado para que a Polícia Científica dê rapidez aos laudos técnicos. Órgãos como a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Corpo de Bombeiros também deverão ajudar a elaborar os relatórios.
da Agência Brasil
Sindicato se recusa a filiar trabalhadores de restaurante
January 19, 2016 12:08Com a proximidade de novas eleições Sechosc/DF se recusa a filiar trabalhadores de restaurante
De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho
Uma jovem que trabalha em um restaurante que pertence a uma grande rede em Brasília e que prefere não se identificar, foi ao Sindicato dos Trabalhadores em Bares, Hotéis, Restaurantes e Similares do Distrito Federal, Sechosc/DF, requerer a sua carteira de filiada a entidade, visto que mensalmente é descontada de seu salário a taxa de filiação de cerca de R$ 42,00.
A trabalhadora foi surpreendida com a negativa da entidade em fornecer o documento, alegando que eles estavam em processo eleitoral e não estavam fornecendo novas carteiras de filiação. A jovem insistiu em requerer o documento e diante da insistência do sindicato em negar-lhe o que lhe é de direito, ela pediu que a entidade lhe desse uma declaração com os motivos da recusa.
O advogado da entidade foi chamado para conversar com ela e mudou a versão da negativa em emitir a carteira. Primeiro o advogado falou que não era por causa do processo eleitoral, mas porque o sistema estava fora do ar. Diante da ameaça da jovem de denunciar o sindicato à Delegacia Regional do Trabalho, o advogado mudou a versão novamente, alegando que o funcionário que emite o documento só chegaria ao local na parte da tarde desta terça-feira (19) e que ele, o advogado, providenciaria a emissão da carteira e que a enviaria ao local de trabalho da jovem imediatamente.
Entenda o caso
A atual diretoria tem pretensões de perpetuar-se à frente do sindicato por toda a eternidade, para tanto eles mudaram o estatuto da entidade com um artigo que determina que só podem votar os trabalhadores que apresentarem a carteira de sindicalizados. O trabalhador que contribui mensalmente e que é sindicalizado, mas que não possui a carteira, não pode votar.
Fica claro que a intenção dessa diretoria é manipular as próximas eleições, dando o direito ao voto àqueles que já possuem a carteira do sindicato e reencaminhem a atual direção para mais um mandato. Isto tem nome e sobrenome: voto de cabresto.
Há décadas no poder, a atual direção despreza a categoria em todos os aspectos, desde não lutar por melhores salários para os trabalhadores à exigir melhores condições de trabalho para eles. Sem contar que a entidade não fiscaliza o repasse da taxa de serviço (10%) aos trabalhadores, que reclamam que a maioria dos empresários retém parte desse valor.
O Sechosc/DF pode ser considerado, sem sombra de dúvidas, como uma filial do sindicato patronal, pelo desrespeito que eles têm pelo trabalhador e pela total falta de empenho em lutar por essa valorosa categoria.
Quem é direita e esquerda hoje no Brasil?
January 19, 2016 11:24Muitos ex-esquerdistas proclamam que superaram o maniqueísmo esquerda x direita, inadequado a esse mundo globalizado.
Mera retórica para justificar o aburguesamentos de quem, em nome da esquerda, alcançou um estilo de vida à imagem e semelhança dos poderosos da direita: muita mordomia e horror, como confessou o general Figueiredo, ao “cheiro de povo” (exceto na hora de angariar votos)
Por Frei Betto
O esgarçamento da políticaEsgarçar: afastarem-se, soltarem-se os fios de um tecido (Caldas Aulete)
Quem é direita e esquerda hoje no Brasil? Eis um dilema shakespeariano. A direita, representada pelo DEM, se acerca do PMDB e, na palavra do senador Agripino Maia, propõe “oposição branda” ao governo Dilma Rousseff, que se considera de esquerda.
O PPS do deputado Roberto Freire, versão ao avesso do Partido Comunista, apoia as forças mais retrógradas da República. O PDS de Kassab e o PMDB de Sarney ficam em cima do muro, atentos para o lado em que sopram os ventos do poder.
Como considerar de esquerda quem elege Renan Calheiros presidente do Senado, e Henrique Alves, da Câmara dos Deputados. Você, caro(a) leitor(a), qualifica como de esquerda quem se apoia em Paulo Maluf, Fernando Collor de Melo e Sarney?
Desde muito jovem aprendi que a esquerda se rege por princípios e, a direita, por interesses. E hoje, quem coloca os princípios acima dos interesses? Como você, que é de esquerda, se sente quando se depara com comunistas apoiando o texto do Código Florestal que tanto agrada a senadora Kátia Abreu?
A esquerda entrou em crise desde que Kruschov, líder supremo da União Soviética, denunciou os crimes de Stalin, em 1956. Naquela noite de fevereiro, vários dirigentes comunistas, profundamente decepcionados, puseram fim à própria vida.
Depois que Gorbachev entregou o socialismo na bandeja à Casa Branca, e a China adotou o capitalismo de Estado, a confusão só piorou.
Muitos ex-esquerdistas proclamam que superaram o maniqueísmo esquerda x direita, inadequado a esse mundo globalizado. Mera retórica para justificar o aburguesamentos de quem, em nome da esquerda, alcançou um estilo de vida à imagem e semelhança dos poderosos da direita: muita mordomia e horror, como confessou o general Figueiredo, ao “cheiro de povo” (exceto na hora de angariar votos).
Ser de esquerda, hoje, é defender os direitos dos mais pobres, condenar a prevalência do capital sobre os direitos humanos, advogar uma sociedade onde haja, estruturalmente, partilha dos bens da Terra e dos frutos do trabalho humano.
O fato de alguém se dizer marxista não faz dele uma pessoa de esquerda, assim como o fato de ter fé e frequentar a igreja não faz de nenhum fiel um discípulo de Jesus. A teoria se conhece pela práxis, diz o marxismo. A árvore, pelos frutos, diz o Evangelho.
Se a prática é o critério da verdade, é muito fácil não confundir um militante de esquerda com um oportunista demagogo: basta conferir como se dá a relação dele com os movimentos populares, o apoio ao MST, a solidariedade à Revolução Cubana e à Revolução Bolivariana, a defesa de bandeiras progressistas, como a preservação ambiental, a união civil de homossexuais, o combate ao sionismo e a toda forma de discriminação.
Quem é de esquerda não vende a alma ao mercado.
Frei Betto é escritor, autor do romance histórico “Minas do Ouro” (Rocco), entre outros livros.
http://www.freibetto.org/> twitter:@freibetto.
Governo do MA aumenta em 16% o número de cirurgias
January 18, 2016 21:42![]() |
| Equipe médica realiza cirurgia urológica de alta complexidade no Hospital Carlos Macieira. Foto: Francisco Campos/SES |
Governo aumenta em 16% o número de cirurgias realizadas no Hospital Carlos Macieira
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou durante todo o ano de 2015, no Hospital de Referência Estadual de Alta Complexidade Dr. Carlos Macieira (HCM), 4.575 cirurgias. Em média, 380 procedimentos cirúrgicos foram realizados por mês.
Somente no 2º semestre de 2015, foram 2.326 cirurgias, enquanto que no mesmo período de 2014, foram 2.003 cirurgias, o que representa cerca de 16% de aumento.
Entre as cirurgias mais procuradas, estão as de especialidade geral, que incluem procedimentos de vesícula e de apendicite, entre outros. Até dezembro, foram realizados 2.355 procedimentos cirúrgicos da especialidade, média de 196 cirurgias gerais. Já de julho a dezembro de 2014, foram 977 cirurgias gerais, enquanto que no mesmo período de 2015 foram 1.146.
Já em relação a cirurgias urológicas, foram realizadas 561 até dezembro, uma média mensal de 47 procedimentos. No segundo semestre de 2014 foram realizadas 221 cirurgias, e no mesmo período de 2015 foram 301 procedimentos cirúrgicos urológicos.
A paciente Valdeci Araújo, de 57 anos, passou recentemente por uma cirurgia de colecistectomia (remoção da vesícula biliar). Para ela, o atendimento dos médicos, enfermeiros, alunos, e toda a equipe multiprofissional foi sempre feito de forma atenciosa e cuidadosa.
“O atendimento que recebi desde quando fui internada para tratar uma infecção até a cirurgia, e agora, depois da operação foi excelente. Só tenho a agradecer e pedir a Deus para abençoar a todos eles, que continuem tratando bem as pessoas e melhorando a saúde”, revelou Valdeci Araújo.
O cirurgião geral Manoel Francisco da Silva Santos, ressaltou que o hospital é referência no atendimento de alta e média complexidade do Governo, tanto por conta da estrutura e equipamentos modernos, quanto pela atuação de especialistas em diversas áreas. “Em 2015 tivemos a chegada de novos profissionais especialistas, e isso contribuiu para o aumento no número de cirurgias. Além disso, o Centro Cirúrgico vem prestando a assistência devida aos pacientes por meio de programas como o de cirurgia segura, que vem sendo cumprido pelo corpo clínico do hospital”, destacou.
A coordenadora de Enfermagem do Centro Cirúrgico, Maria Vitória Mota, ressaltou que os profissionais que atuam na área são capacitados para participar de qualquer tipo de procedimento.
“Sem dúvida, o centro cirúrgico do Hospital Carlos Macieira é um dos maiores e melhores, dispondo de equipamentos modernos e equipe preparada. E os profissionais participam, constantemente, de palestras, treinamento e capacitação a respeito das novidades da saúde ligadas ao ramo, disponibilizadas pelo Governo do Estado”, contou Maria Vitória Mota.
O Hospital de Alta Complexidade realiza ainda operações cardíacas, cirurgias plásticas reparadoras, neurocirurgias, e nas especialidades de cabeça e pescoço, proctologia, além das cirurgias odontológicas, que são realizadas em pacientes que estão em tratamento nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
Marcos Pacheco, secretário de Estado da Saúde, destacou a importância dos serviços disponibilizados no maior hospital de Alta Complexidade do Maranhão. “O Hospital Carlos Macieira está a disposição de todos os maranhenses. Suas portas estão abertas para todos os usuários do Sistema Único de Saúde, diferentemente do que acontecia no passado. E nossa perspectiva é de aumentar a capacidade de atendimento especializado aos que mais precisam”, finalizou Marcos Pacheco.
Procedimentos
O Centro Cirúrgico do HCM é referência em tecnologia e equipamentos modernos, o que auxilia tanto o trabalho dos profissionais, que conseguem desenvolver suas habilidades de modo mais prático e seguro; como beneficia o paciente, que recebe atendimento qualificado.
Cerca de 100 profissionais, entre cirurgiões, anestesiologistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem e administrativos atuam no setor. No local, há salas equipadas com materiais específicos para as cirurgias cardíacas, neurológicas, urológicas e gerais, inclusive por videolaparoscopia, garantindo estrutura adequada para procedimentos de urgência e cirurgias eletivas.
O Governo do Estado também estimula o conhecimento no Hospital Carlos Macieira. Atualmente, 18 médicos residentes atuam nas áreas de cirurgia geral e do aparelho digestivo. E há ainda, os residentes em clínica médica.
A atuação prática dos especialistas em formação também contribui para a melhoria da qualidade do atendimento, como explicou o cirurgião Manoel Francisco. “O Programa de Residência Médica do Maranhão tem contribuído para a formação de profissionais bem preparados para atuar na assistência, e o maior beneficiado com isso é a população”, avaliou.
Fonte: Governo do Estado




