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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Realizada a primeira atividade na sede do Barão/DF

January 11, 2016 23:41, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Bloco Carnavalesco No Cunha dos Outros
Foto Joaquim Dantas
A sede do Barão de Itararé/DF recebeu o grupo As Batuqueiras e o ensaio do bloco carnavalesco No Cunha dos Outros, oficializando a primeira atividade no local.

Do Beco da Cultura
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

Nem a chuva que caiu na tarde do último sábado (9) desanimou os participantes do primeiro ensaio do bloco carnavalesco No Cunha dos Outros, idealizado pelo coordenadores do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé/DF. Este ensaio marcou também a primeira atividade na sede oficial do Barão/DF.

O grupo de percussão As Batuqueiras também fez o seu ensaio semanal na sede do Barão. O grupo é formado por 10 mulheres que estudam os ritmos e os instrumentos musicais africanos, mesclando as diversas batidas afro com ritmos muito conhecidos pelos brasileiros, como o coco e o maracatu.

Segundo Nei Lopes, pesquisador de música popular, "a cultura brasileira e, logicamente, a rica música que se faz e consome no país estruturam-se a partir de duas básicas matrizes africanas, provenientes das civilizações conguesa e iorubana. A primeira sustenta a espinha dorsal dessa música, que tem no samba sua face mais exposta. A segunda molda, principalmente, a música religiosa afro-brasileira e os estilos dela decorrentes. Entretanto, embora de africanidade tão expressiva, a música popular brasileira, hoje, ao contrário da afro-cubana, por exemplo, distancia-se cada vez mais dessas matrizes. E caminha para uma globalização tristemente enfraquecedora". 
Foto Joaquim Dantas
Grupo As Batuqueiras
Foto Joaquim Dantas
Para o bem das nossas tradições musicais, As Batuqueiras estão nesse cenário como guardiãs, na preservação e divulgação das batidas dos nossos ritmos atuais e ancestrais. Participaram do ensaio Lirys Guimarães, Tay Menezes, Fernanda Rosa, Layza Cristiane e Erica Kroon.

O bloco carnavalesco No Cunha dos Outros, fez o seu primeiro ensaio e a ala de compositores compôs quatro marchinhas para o carnaval deste ano . As marchinhas são Xinga o Cunha. Letra - Andocides, Fred, Ismael, Jairo e Gustavo. Música - Jairo Mendonça. Impitiman, meu Zovo. Letra - Chico do Gama e Gustavo Alves. Música - Chico do Gama  e Jairo Mendonça. Adeus Amélia. Letra - Cleudes Pessoa e Juliana Arraes. Música - Jairo Mendonça. Música Incidental - Bloco Adeus Amélia de Fortaleza. Ô Culpa o Cunha. Letra - Iberê Lopes, Fred Vasques e Jairo Mendonça. Música - Iberê Lopes e Jairo Mendonça.

O Bloco vai se apresentar no próximo domingo (17) no coreto da praça central do Paranoá, à partpr das 16h, para celebrar os 16 anos de história do grupo de maracatu Tamnoá, marcando a abertura do pré-Carnaval da cidade. 

A Sede do Barão/Df está localizada na Ocupação Mercado Sul em Taguatinga, também conhecido como Beco da Cultura.

Confira todas as fotos aqui



Sisu terá aplicativo para auxiliar candidatos

January 9, 2016 12:43, by Blog do Arretadinho

O Ministério da Educação (MEC) lançou um aplicativo para os participantes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), cujas inscrições começam segunda-feira (11). 
A ferramenta, desenvolvida para celular e tablet, promete enviar mensagens com informações individualizadas e possibilitar aos estudantes acompanhar o calendário de atividades do MEC. Segundo o ministério, a intenção é melhorar a comunicação com os candidatos.

O app está disponível para download nos sistemas operacionais Android, Windows e IOS e, ao ser instalado, faz uma autenticação dos dados do usuário: com o número de inscrição e a senha usados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015, o candidato fará as opções de curso na página do Sisu na internet. Depois, deve fazer a assinatura no boletim de inscrição, no aplicativo disponível nas lojas virtuais. A partir daí, uma comunicação direcionada começa a ser estabelecida, de acordo com os interesses do estudante. Mensagens, alertas e notificações serão encaminhadas ao aplicativo.

A ferramenta é gratuita e oferece consultas a vagas disponíveis em instituições públicas de educação superior, além de uma calculadora eletrônica, que permite simular a classificação parcial. O aplicativo oferece também uma agenda na qual o usuário pode inserir alertas e lembretes, desde as datas de inscrição até a convocação da lista de espera.

do Portal EBC
*Com informações do Ministério da Educação



Violência policial liquida primeiro ato contra o aumento das tarifas em São Paulo

January 9, 2016 11:20, by Blog do Arretadinho

Concentração começou pacífica em frente ao Teatro Municipal.
Contingente policial foi desproporcional
Foto PAULO PINTO/FOTOS PÚBLICAS
Apesar da forte repressão, o Movimento Passe Livre já marcou nova manifestação para a próxima terça-feira (12) e garante que não sairá da rua até barrar o aumento

por Rodrigo Gomes, da RBA

Na primeira grande manifestação do ano na capital paulista, a Polícia Militar mostrou ontem (8) que nada mudou em relação à repressão aos movimentos sociais jovens. O primeiro ato contra o aumento das tarifas de Metrô, trens e ônibus de R$ 3,50 para R$ R$ 3,80, organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL) terminou em uma chuva de bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e viaturas policiais a toda velocidade pelas ruas do centro de São Paulo, e com várias pessoas detidas e feridas – inclusive policiais. O MPL estimou em 10 mil pessoas o engajamento no ato.

O centro de São Paulo se tornou uma praça de guerra e mesmo quem estava apenas voltando para casa após o trabalho de 2016 ficou aterrorizado com a quantidade de bombas e balas de borracha disparadas pela Tropa de Choque na região do Viaduto do Chá. Muitos PMs usavam máscaras para cobrir o rosto e identificação alfanumérica. Pessoas imploravam para entrar na estação Anhangabaú, da Linha 3-Vermelha do Metrô, fechada pelos funcionários após o início da repressão.

Segundo a militante do MPL Laura Vieira, pelo menos dez manifestantes foram detidos e muitas pessoas se feriram. A PM não informou o número de manifestantes detidos. Alguns policiais também se machucaram, atingidos por pedras. "A PM atacou o ato gratuitamente. Foi uma repressão muito violenta, mas que só vai fazer crescer a nossa mobilização contra o aumento das tarifas", disse Laura, que anunciou novo ato na próxima terça-feira (12), as 17h, ainda sem local definido.

Desde a saída do ato do Teatro Municipal, onde os manifestantes se concentraram, o que se viu foi um jogo de gato e rato com a PM, que reuniu um grande efetivo de agentes da Tropa de Choque, da Força Tática e das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam) e seguiu o protesto ostensivamente em duas filas laterais. Sem revelar o destino final da marcha, os ativistas seguiram primeiro para o Largo do Paissandu. Depois paravam em toda esquina, parecendo redefinir por onde seguir. O que fazia os policiais que seguiam terem de correr para recompor a formação a todo momento.
Repressão começou na Avenida 23 de Maio, próximo ao terminal Bandeira, e se alastrou pelo centro
Foto CRIS FAGA/FOX PRESS PHOTO/FOLHAPRESS
Enfim, a marcha seguiu pelo Vale do Anhangabaú, sem nenhum incidente de depredação ou confusão. A caminho do Terminal Bandeira, um grupo de manifestantes mascarados tentou tomar o sentido centro da via, em direção à prefeitura de São Paulo. A PM fechou o cerco sobre eles. Bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram disparadas na direção dos demais manifestantes. Vários foram feridos, um deles com um tiro de bala de borracha no rosto.

Houve muita correria e parte dos ativistas revidou com pedras e rojões contra a PM. Um grupo de policiais ficou isolado do Batalhão de Choque e tentou se defender das pedradas com escudos. Alguns policiais ficaram feridos. Pequenos grupos de manifestantes correram em várias direções e foram perseguidos pela Tropa de Choque.

A PM lançou bombas contra cidadãos que cruzavam a passarela do Terminal Bandeira. E também em direção ao Viaduto do Chá – do Vale do Anhangabaú – e à Rua Xavier de Toledo – da Ladeira da Memória –, sem ter como observar quem seria atingido. Muitas pessoas que voltavam para casa do trabalho foram atingidas pelo gás lacrimogêneo.

Parte dos manifestantes percorreu as ruas do centro espalhando lixo e ateando fogo, depredando ônibus, carros da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e agências bancárias. Todas as lojas da região fecharam as portas. A polícia cercou um grupo grande na Rua da Consolação, que foi reprimido com bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e cassetetes.

Os PMs utilizaram a Praça Roosevelt como praça de detenção. E ali protagonizaram uma cena de pura violência. Skatistas, transeuntes e alguns manifestantes estavam parados na praça quando dois veículos da Tropa de Choque, recém-comprados de Israel pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB), pararam e os policiais desceram atirando balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo contra todos que ali estavam, provocando correria. Em seguida, voltaram aos veículos e partiram. Viaturas subiam e desciam as ruas da região central em alta velocidade a todo momento.

Contra a tarifa
O ato reuniu milhares de manifestantes, entre ativistas de diversos movimentos, estudantes secundaristas – que no final do ano passado barraram a reorganização escolar proposta pelo governador de São Paulo – e sindicalistas.

Segundo a militante do MPL Laura Vieira, o objetivo dos protestos é reverter o aumento de R$ 3,50 para 3,80. “Não vamos sair da rua enquanto não atingirmos esse objetivo. E não adianta dizer que o aumento é abaixo da inflação ou que é uma parcela pequena que vai ser afetada por isso. Não combatemos a ação de um governo, mas uma política que prioriza o lucro dos empresários sobre o atendimento à população. Nada justifica esse valor de tarifa”, afirmou.

“Os ônibus estão sempre cheios, sempre demoram muito. Não tem um dia que o Metrô ou os trens não apresentem falhas”, completou ela, que lembrou que a tarifa é um mecanismo excludente. “Muitas pessoas não têm dinheiro para pagar a tarifa de hoje. Outras vão ser excluídas com a nova tarifa.”

O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior, destacou que o Metrô de São Paulo é um dos menores do mundo, quando comparado com outras metrópoles, e tem a tarifa proporcionalmente mais cara. “Mas esse valor não reflete na qualidade do serviço, nas condições de trabalho dos funcionários nem na expansão da malha ferroviária. É apenas extorsão de recursos da população. Nós também somos contra esse aumento e defendemos que o governo estadual subsidie a tarifa, fazendo com que ela diminua”, afirmou.

O estudante do ensino médio João Vitor Santos, de 17 anos, do Comando das Escolas em Luta, garantiu que os alunos que barraram a reorganização de Alckmin vão ajudar a barrar o aumento das tarifas. “Ainda que os estudantes tenham passe livre, que é bastante limitado, o aumento impacta na vida de todos. Aumenta o custo de vida, prejudica a vida do povo”, afirmou.

Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, responsável pelos ônibus municipais, e a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos, responsável pelo transporte dos metrôs e trens estaduais, o reajuste ficou abaixo da inflação acumulada desde o último reajuste, ocorrido em 6 de janeiro de 2015. A inflação acumulada neste período foi de 10,49%, enquanto o aumento das tarifas foi estipulado em 8,57% para o bilhete unitário. A tarifa de integração entre ônibus e trilhos (metrô e trens) passarão de R$ 5,45 para R$ 5,92. Já os bilhetes temporais 24 horas, madrugador, da hora, semanal e mensal não terão seus preços aumentados.

Confira o vídeo Nove Passos para Forjar uma Evidência, postado numa rede social do coletivo Jornalistas Livres. Durante ação policial, quatro estudantes foram revistados e interrogados. Um PM colocou na mochila de um deles um material suspeito, tido como explosivo, que havia sido encontrado junto a um poste. Um dos meninos, Matheus Machado Xavier, encontra-se agora na 78 DP:

(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src = "//connect.facebook.net/pt_BR/sdk.js#xfbml=1&version=v2.3"; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);}(document, 'script', 'facebook-jssdk'));
9 PASSOS PARA FORJAR UMA EVIDÊNCIADurante a ação policial no ato desta sexta-feira contra o aumento da tarifa, quatro...
Publicado por Jornalistas Livres em Sexta, 8 de janeiro de 2016



Menino de 8 anos atacado por chimpanzés vai ganhar novos lábios

January 9, 2016 10:56, by Blog do Arretadinho

Um garoto de oito anos de idade que foi atacado por um grupo de chimpanzés enquanto brincava com o irmão ganhou a chance de ter seus lábios reconstruídos em um hospital dos EUA.
Dunia Sibomana sobreviveu ao ataque, ocorrido perto de um rio na República Democrática do Congo, mas teve seus lábios superior e inferior arrancados pelos chimpanzés e também perdeu um dedo. O irmão dele não resistiu aos ferimentos e morreu.

Médicos do Hospital Stony Brook, em Long Island, vão tentar restaurar seus lábios para melhorar sua fala e mastigação. Ele terá de passar por pelo menos três cirurgias para isso.

A ideia é tirar parte do tecido de seu antebraço e usá-lo para refazer os lábios. Depois, em uma nova cirurgia, os médicos irão usar o músculo da bochecha do garoto para fazer com que ele consiga mover a boca normalmente.

"Nós esperamos conseguir colocar lábios funcionais nele. Não será o lábio dele de verdade, mas esperamos que sejam lábios que pareçam normais e que permitam que ele coma normalmente e fale normalmente. Serão provavelmente três cirurgias e depois algumas complementares", disse Alex Degum, um dos cirurgiões plásticos que irá operá-lo.

O médico Leon Kempner, fundador da Smile Rescue Fund for Kids, explica que a reconstrução será provavelmente inédita no mundo e importante para que o garoto consiga se ressocializar - os médicos dizem que ele se isolou muito desde o incidente.

Há também planos de arrecadar dinheiro para colocá-lo em um colégio integral quando ele voltar para casa.

Fonte BBC Brasil



Projeto São Francisco testa modelo de recuperação da caatinga

January 8, 2016 15:51, by Blog do Arretadinho

Trabalho realizado em Cabrobó (PE) consiste em replantio de mudas, conservação da água e proteção das plantas aos ataques de animais.
Pesquisadores do Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Nema/Univasf) desenvolveram e testam pela primeira vez um modelo de recuperação da mata da caatinga. O experimento, iniciado no final de 2014, apresenta resultados positivos em uma área no município de Cabrobó (PE) e, se comprovado como eficiente, será implantado em áreas impactadas pelas obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

O modelo de recuperação do bioma envolve o replantio de mudas, a conservação da água e a proteção das plantas dos ataques de animais da região. O processo é "simples, efetivo e de baixo custo", ideal para as condições do semiárido, afirma o coordenador do Nema, Renato Garcia, que sobrevoou o viveiro e aprovou os resultados parciais. 

Os pesquisadores plantaram, em uma área de aproximadamente 5 hectares ao lado da estação de bombeamento, mais de 5 mil mudas de 23 espécies nativas da caatinga, oriundas de matrizes resistentes à estiagem prolongada. Além disso, cerca de 2 mil árvores adultas, de 25 espécies, fornecerão sementes. 

Para driblar a escassez de chuvas e conservar a pouca água disponível, a equipe do Nema criou bacias topográficas artificiais, escavadas com máquinas pesadas e com diâmetro entre 20 e 30 metros - as águas das chuvas escorrem para a depressão, o que facilita seu acúmulo. 

Além disso, os pesquisadores montaram uma proteção contra três animais que normalmente se alimentam dessas plantas: bodes, carneiros e jegues, comuns da região. Cercas-vivas feitas de xique-xique, espécie de cacto com espinhos de até 10 centímetros, e macambira, um tipo de bromélia com espinhos pequenos e incisivos, mantêm os animais longe do espaço de recuperação de forma mais eficiente que as cercas de arames, geralmente depredadas ou furtadas. 

Cabrobó integra o Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco. As águas do rio são captadas no município e transportadas até o reservatório de Jati (CE). A Univasf escolheu Cabrobó para testar o modelo de recuperação da caatinga porque as obras estão avançadas, com 81% de execução física, o que torna o local adequado para o replantio. Além disso, o município dispõe de uma instalação física destinada à finalidade que havia sido utilizada pelo Exército. 

Se o trabalho for bem sucedido, ele será replicado em outros trechos da obra e será a base da recuperação da mata prevista no projeto. Além disso, o modelo fica de legado para a reabilitação de um bioma que, segundo o Ministério do Meio Ambiente, tem atualmente cerca de 50% de sua área desmatada. 

Projeto São Francisco
Gerenciado pelo Ministério da Integração Nacional (MI), o Projeto de Integração do Rio de São Francisco é a mais relevante iniciativa do governo federal dentro da Política Nacional de Recursos Hídricos. O objetivo é garantir a segurança hídrica para 390 municípios no Nordeste Setentrional, onde a estiagem ocorre frequentemente, beneficiando mais de 12 milhões de habitantes.

Cerca de R$ 1 bilhão são destinados a ações socioambientais e de recuperação arqueológica, o mais significativo volume de investimentos nessas áreas do semiárido. As ações desenvolvidas pelos 38 programas ambientais do projeto possibilitam a cientistas e à sociedade aprofundar o conhecimento sobre a caatinga, sobre fauna, flora, aspectos econômico-sociais, arqueológicos e sociais de pequenas comunidades rurais, indígenas e quilombolas mapeados na área de impacto do projeto. 

Fonte mi.gov.br



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