Eu não troco meu oxente pelo OK de ninguém
Agosto 10, 2016 15:24por Oliveira de Panelas
Quem tiver da vodka orloff
Tome a garrafa todinha,
Que eu sou mais minha caninha
Com tripa de boi e bofe.
Essa de estrogonofe
Eu não sei nem de onde vem!
Gosto mais do meu xerém
Com carne assada bem quente,
Eu não troco o meu oxente
No OK de seu ninguém.
Isso de mercy bou cour
É negócio pra francês!
Eu vou lá falar inglês
Pra dizer I love you!
Eu sou mais gosto de tu
Minha fogosa, meu bem!
Meu pro mode e meu que nem
Tem um ritmo diferente,
Eu não troco o meu oxente
No OK de seu ninguém.
Eu não troco meu sertão
Por cinco ou seis Hollywood
Nem pensem que Robin Hood
Vale mais que Lampião,
Sou muito mais Gonzagão
Tocando seu xenhenhém,
Aposto como He-man
Não sabe fazer repente,
Eu não troco o meu oxente
No OK de seu ninguém.
Não cantam com meu gogó
Michael Jackson e On The Block,
Vinte festivais de rock
Não “chega” aos pés de um forró!
Do caldo de mocotó
Viagra está muito além!
Whisky escocês não tem
Sabor de nossa aguardente,
Eu não troco o meu oxente
No OK de seu ninguém.
Não dou a minha sanfona...
Pela guitarra estrangeira;
Nota dez pra brasileira
Nota zero pra Madonna,
Madonna eu acho na zona
E Lady Gaga, também,
Iron Maiden, quando vem
Não tem moléstia que agüente,
Eu não troco o meu oxente
No OK de seu ninguém.
Serra nomeia envolvido no massacre do Carandiru
Agosto 10, 2016 15:07![]() |
| Cena do filme Carandiru | Foto: Marlene Bergamo/Divulgação |
PM envolvido no Massacre do Carandiru é nomeado por Serra ao Itamaraty
Hideo Augusto Dendini já era lotado no gabinete de Serra no Senado
O ministro das Relações Exteriores do governo interino de Michel Temer (PMDB), José Serra (PSDB), nomeou no último dia 4 de agosto um dos policiais militares envolvidos no Massacre do Carandiru, em 1992, para exercer cago no Itamaraty.
Hideo Augusto Dendini assumiu um dos cargos mais altos da pasta, denominado DAS 5, de assessor especial, em caráter transitório, para atuar em Brasília.
Dendini sentou no banco dos réus pela morte de 111 presos no dia 2 de outubro de 1992, quando uma rebelião no Pavilhão 9 do Complexo do Carandiru acabou com a invasão da PM do Estado de São Paulo. Ele fora absolvido. Contudo, o Estado foi condenado a indenizar filhos de um dos mortos no Massacre.
Na época, o agora funcionário do Itamaraty era 1º tenente. Em 24 de maio de 2004, Dendini recebeu promoção para capitão da PM paulista, já comandada pelo atual governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Anteriormente, Dendini exercia funções no gabinete pessoal de Serra no Senado Federal – hoje ministro de Temer, o tucano foi eleito como senador por São Paulo, em 2014, para um mandato de oito anos. Assistente parlamentar sênior, o ex-policial tinha vencimentos de R$ 14.184,25 na Casa. Em consulta feita no site da transparência do governo do Estado de São Paulo, é possível ver que Dendini recebe, atualmente, como aposentado, R$ 14.295,61 líquido.
As cicatrizes de quem passou pelo Carandiru
Só quem já foi preso no Brasil conhece as dores e as marcas, eternas, deixadas pelo sistema penitenciário. Cinco pessoas que passaram pelo Carandiru, o maior complexo penitenciário que já existiu na América Latina, localizado em São Paulo, contam suas histórias de vida no documentário Depois das Grades.
A partir das narrativas de Cristiano Simplício, Edenilson Leal, Aldidudima Salles e Daniel Gomes, além de Luciana Barbosa, que viveu na Penitenciária Feminina Sant’Ana, que funciona até hoje dentro do parque da Juventude, onde era o Carandiru, é possível ter uma noção dos problemas que a desigualdade social proporciona a muitos brasileiros. Todos tentaram, mas jamais conseguiram trabalho com carteira registrada após a prisão.
Dois foram impedidos por solicitações de antecedentes criminais; teve quem conseguiu aposentadoria através de um benefício de assistência social; e ainda há quem não se encontrou fora da cadeira e faz o que for preciso para não passar fome.
Em meio às histórias, analistas debatem a funcionalidade do sistema penitenciário brasileiro. Isolando o cidadão que infringiu a lei de um ciclo social, a expectativa é de que ele seja reinserido naquela mesma sociedade. Ou seja, há contradição no atual modelo, que, segundo cinco pessoas que têm cicatrizes psicológicas e físicas que a cadeia deixou, não pensa no Depois das Grades.
Arthur Stabile no ponte.org/
Colaborou Luís Adorno.
Hillary Clinton, Senhora da Guerra: eis os planos
Agosto 10, 2016 10:32Tudo começa com uma orgia entre wahhabistas e sionistas.
O ministro de Relações Exteriores saudita foi obrigado a entrar em hora extra de negar & negar a visita de uma delegação do seu país, chefiada pelo general aposentado Gen. Anwar Eshki, a Israel, dia 22 de julho.
Acontece que Eshki é íntimo do superastro da inteligência saudita e amigo, há tempos, de Osama bin Laden, o príncipe Turki bin Faisal, que recentemente teve encontro à vista de todos com os generais Yaakov Amidror e Amos Yadlin, ambos ex-membros do Exército de Israel (“Forças de Defesa de Israel”, FDI).
Em Israel, Eshki reuniu-se com o diretor-geral do Ministério de Relações Exteriores Dore Gold, e com o major-general Yoav Mordechai, principal poderoso chefão do Exército de Israel na Cisjordânia.
É absolutamente impossível que a Casa de Saud não tenha autorizado essas visitas – em tão alto nível. Para os que não saibam, o Ministério na Arábia Saudita proíbe toda e qualquer viagem a Israel – e também ao Irã e ao Iraque.
Assim sendo, qual o grande negócio aí? Os israelenses noticiaram que os sauditas – representando a Liga Árabe – teriam oferecido uma normalização dos laços israelenses com o mundo árabe, sem exigir que Israel renuncie a qualquer de suas aspirações no front palestino. A única coisa que Telavive teria de fazer – não agora, mas muito adiante, é aceitar a Iniciativa Saudita para a paz árabe, de 2002.
Tudo isso é nonsense. Para começar, os sionistas de extrema direita que estão no poder em Telavive jamais aceitarão devolver as terras ocupadas e reverter às fronteiras de antes de 1967; nem reconhecer o estado da Palestina. O que “discutiram” foi com certeza algum não acordo, por mais que Telavive insista que “importantes estados árabes querem declaradamente nos abraçar, mesmo que não cedamos uma polegada da Cisjordânia e mesmo que a Mesquita Al-Aqsa continue sob nosso controle.”
Se a Liga Árabe algum dia embarcar nesse tipo de acintoso não acordo, jogando os palestinos para sempre sob as esteiras de milhares de tanques e máquinas de demolição, o mais provável é que as oligarquias/petromonarquias em toda a extensão do espectro, comecem a se preparar para se mudar para Londres, ida sem volta.
Aquela aliança Moscou-Teerã-Ancara
Tudo isso considerado, sobre o que, afinal, conversaram realmente? Previsivelmente discutiram a possibilidade, com alta probabilidade, de a Dominatrix de Pleno Espectro afinal conseguir tomar a Casa Branca.
Ambos, Bibi Netanyahu em Telavive e o verdadeiro governante da Casa de Saud e Príncipe da Guerra Mohammad bin Salman em Riad foram reduzidos, no governo de Obama, ao status de proverbiais eufemisticamente ditos “aliados afastados”. Entre eles são aliados de facto – ainda que não o possam admitir para a rua árabe. Os dois tem total certeza de que, em governo daRainha da Guerra, haverá – e que mais poderia ser? – guerra. A questão a definir é contra quem.
Especulação bem-informada aponta para o inimigo comum de sauditas e israelenses, o Irã. É complicado. A estratégia conjunta sauditas/israelenses em todo o Oriente Médio está, isso sim, em frangalhos. Teerã não se deixou apanhar em armadilhas, nem na Síria nem no Iraque.ISIS/ISIL/Daech e “rebeldes moderados” sortidos – ocultamente apoiados pelo eixo sauditas/israelenses – estão em fuga, ainda que insistam que teriam deixado de ser “al-Qaeda“. O príncipe da Guerra bin Salman meteu-se e deixou-se capturar, ele mesmo, numa guerra no Iêmen que jamais poderá vencer.
E há ainda aquele espetacular movimento do sultão Erdogan na Turquia, de pivô pós-golpe –, pelo qual, para todas as finalidades práticas, o sultão abandona aqueles sonhos complicadíssimos de zona aérea de exclusão, nos quais conseguiria anexar uma Síria pós-Assad ao seu cenário neo-otomano.
A Casa de Saud está lívida, agora que diplomatas turcos começaram a espalhar a seguinte notícia tipo arrasa-quarteirão: Erdogan propôs a Rouhani do Irã uma aliança abrangente com o presidente Putin, para finalmente resolver a charada do Oriente Médio.
Golpe turco em T-Shirt
Por errática que seja a agenda de Erdogan, um possível novo acordo quebra-gelo entre Moscou e Ankara será discutido de fato no próximo encontro cara-a-cara entre Putin e Erdogan. Todos os sinais geopolíticos no atual estágio apontam – embora só como tentativa – na direção de reviver uma aliança Rússia-Irã-Turquia, mesmo que uma Casa de Saud em pânico já esteja fazendo de tudo e mais um pouco para ganhar a confiança de Moscou, oferecendo “riqueza inimaginável” a Moscou, com acesso privilegiado ao mercado do GCC.
Como confirmado por alta fonte na inteligência ocidental “os sauditas estão com certeza mantendo abertas todas as vias de contato com o Kremlin. O rei saudita está em Tânger agora e lá encontrou enviados russos, gente que, se diz, faz. Mas Putin não abandonará Assad. Tem de haver concessões. Os dois lados precisam do acordo.”
O presidente Putin está em situação privilegiada. Mesmo sem aceitar a oferta dos sauditas – que não passa de promessa, sem garantias firmes –, a Rússia tem as melhores cartas em jogo, numa ainda problemática mas, sim, possível e factível, aliança Moscou-Teerã-Ankara, que tem a ver completamente com a integração eurasiana (e um futuro assento para a Turquia, ao lado do Irã, na Organização de Cooperação de Xangai).
Por sua vez, uma aliança Sauditas-Moscou levaria inevitavelmente o governo da Rainha da Guerra na direção de – Hillary não conhece outra via! – mudança de regime em Riad, disfarçada de “responsabilidade de proteger” a população saudita. Pode-se já quase ver Samantha Powers, da gangue d’As Três Harpias de Hillary, fazendo a defesa apaixonada dessa ‘solução’, na ONU.
Tudo sempre tem a ver com as tais Três Harpias
Mesmo levando em conta os baixos instintos da Rainha da Guerra, todos os sinais apontam na direção do Irã.
O manual/projeto/mapa do caminho para as guerras de Hillary está, pode-se dizer, bem aí, nessa muito perigosa intersecção entre neoconservadores e neoliberais conservadores dos EUA. O think-tank CNAS é dirigido por uma terça parte (Michele Flournoy) do que chamei de “As Três Harpias”, Hillary Clinton, Flournoy e a – a expressão mais apavorante da língua inglesa [e, hoje, também da língua portuguesa do Brasil (NTs)] “Secretária de Estado Victoria Nuland”, o trio letal que, possivelmente, ficará encarregado da política exterior, num governo Clinton-3.
O ‘projeto’ não passa de um PNAC (Projeto para um Novo Século Norte-americano) superturbinado, com ecos do “Guia de Planejamento da Defesa dos EUA, de 1992 (orig. 1992 US Defense Planning Guidance) mascarado sob retórica melosa de hegemonia benevolente e “ordem internacional baseada em regras”. Se a campanha de Trump conseguisse restringir sua máquina de fazer frases e/ou seus instintos de robô que produz tuítos, e se concentrasse exclusivamente na desgraça que será para os EUA e para todo o planeta seguir o tal ‘projeto’ de produzir guerras sem fim, Trump e seus assessores com certeza tocariam o âmago sensível de milhões de eleitores indecisos.
Apesar de toda a empáfia, e que alcançará níveis de histeria jamais vista, a Dominatrix de Pleno Espectro não é suficientemente doida para lançar guerra – que será inevitavelmente nuclear – nem contra a Rússia (com os Estados Bálticos como pretexto) nem contra a China (com o Mar do Sul da China como pretexto), as duas “ameaças existenciais” top, pelas contas do Pentágono.
Na Síria, por outro lado, em janeiro de 2017 os bandidos da al-Qaeda-sim/al-Qaeda-não antigamente chamados “rebeldes moderados” já estarão sob sete palmos de terra, praticamente todos.
Erdogan pode transformar em inferno a vida da OTAN na Turquia. Dado que a Rainha da Guerra está na gaveta doAIPAC, e considerando as hoje já remotamente passadas boas relações da Clinton Foundation com a Casa de Saud... o alvo da guerra terá de ser o alvo preferido dos sauditas-israelenses, além do que aliado de Damasco e com relações íntimas com ambas, Ancara e Moscou: Irã.
Mas o que iniciar a destruição? Uma avenida, que já está sendo explorada, é bombardear por todos os meios disponíveis – e não metaforicamente – o acordo nuclear iraniano. Campanha já ativada nos veículos da mídia-empresa dominante nos EUA já está trabalhando para enterrar todo o acordo; e até o Supremo Líder Aiatolá Khamenei – como já noticiado nos EUA – acaba de denunciar que Washington não merece confiança: “Dizem-nos ‘Vamos conversar sobre questões regionais também’. Mas a experiência do acordo nuclear sugere que aí mora o veneno mais mortal; de modo algum, não se pode confiar nos norte-americanos”.
Por tudo isso, deve-se esperar o proverbial compacto ataque do mais sórdido diz-que-disse ‘jornalístico’, obra da Equipe Clinton: acusações sem qualquer fundamento, e algum ataque sob falsa bandeira perfeitamente posicionado para empurrar Teerã para uma armadilha, do tipo, por exemplo, como indica o pensamento delirante-desejante dos neoliberais conservadores, fazer reviver o próprio programa nuclear. Claro que não acontecerá, mas uma barragem de fuzilaria de desinformação será usada pelo poderoso lobby anti-Irã no Congresso dos EUA para fazer parecer que a coisa aconteceu, mesmo que seja ilusão de ótica.
E tudo isso enquanto o Irã, dentre outros assuntos do desenvolvimento, está ocupado planejando um novo corredor de transporte que conectará o Golfo Persa ao Mar Negro (à Armênia, Geórgia e Bulgária, e posicionando o próprio Irã como entroncamento chave onde se conectarão o mundo árabe no sul e oeste; a Ásia Central no norte; e Afeganistão e Paquistão no leste, e todos esses diretamente à Europa. Mais uma vez, é a integração eurasiana em marcha.
Teerã tem miríade de razões para entrar em alerta vermelho, se a Dominatrix de Pleno Espectro puser as mãos nos códigos nucleares (é claro que ela é muito mais assustadora que Trump!). Hillary agirá como serva fiel absolutamente confiável da aliança sauditas-israelenses. O mapa do caminho está pronto. E neoconservadores e neoliberais conservadores, tanto uns quanto outros, mal podem conter a excitação, na espera de verem em ação “uma força que se pode aplicar em vários diferentes cenários de missões, e vence em todos”.
Tradução: Vila Vudu
Pepe Escobar no Sputnik
Ventos fortes cancelam provas de remo da Olimpíada
Agosto 10, 2016 10:20Uma forte ventania provocou o cancelamento de todas as regatas programadas para a manhã desta quarta-feira (10) na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.
Por meio de nota, a Federação Internacional de Remo (Fisa, na sigla em francês), informou que as condições climáticas não estão favoráveis à realização das provas.
No último domingo (7), as regatas também precisaram ser canceladas em razão da ventania. Os picos de vento, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), chegaram a 60,5 quilômetros por hora em Copacabana, zona sul do Rio.
O cancelamento de mais um dia de competição aumenta a possibilidade de que a modalidade encerre suas provas apenas no domingo (14) e não mais no sábado (13). O diretor-executivo da Fisa, Matt Smith, acredita que, até o meio-dia de domingo, as regatas tenham sido finalizadas.
A partir daí, a Lagoa Rodrigo de Freitas ficará reservada para a canoagem, cujas competições começam na manhã da próxima segunda-feira (15).
da Agência Brasil
INSS anula benefícios à partir de fotos no Facebook
Agosto 10, 2016 10:05Cuidado ao postar fotos no facebook: podem ser provas contra você pelos peritos do INSS!
Já há casos de segurados do INSS que perderam o benefício a partir de uma investigação nas redes sociais da pessoa. Há pouco tempo, uma mulher teve o auxílio por depressão cortado após colocar fotos “felizes” no Facebook.
Está programado um pente fino em quem recebe auxílio-doença e aposentadoria por invalidez há mais de dois anos. Medida Provisória instituiu o Bônus Especial de Desempenho Institucional por Perícia Médica em Benefícios por Incapacidade.
A ideia é revisar três milhoes de aposentadorias, que geram gastos de R$ 3,5 bilhões por mês. Os médicos receberão um bônus por perícia extra.
Consultar as redes sociais do segurado já entrou para o procedimento. Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, Jane Berwanger listou para o Acerto de Conta$ dez casos em que as fotos sinalizam “incompatibilidades” com a justificativa para o benefício do INSS e podem indicar irregularidades:
1 – Depressão X Festas e animação
2 – Depressão profunda X Está viajando em férias
3 – Problemas ortopédicos x Exercício físico/Jogo de futebol
4 – Doenças cardíacas x Corridas
5 – Está em benefício x Informa trabalhos informais
6 – Doença mental x Está dirigindo
7 – Problemas no quadril x Está dirigindo
8 – Insanidade mental x Participa de atividades sociais/associativas
- Em todos os casos, não se trata de automaticamente considerar que a pessoa está apta a trabalhar. Mas são casos que vão chamar a atenção do médico. – pondera a presidente do IBDP.
Jane Berwanger acrescenta que o médico pode olhar informações que estão abertas para o público. E, caso seja chamado no INSS, o segurado tem que comprovar que ainda precisa receber o auxílio.
Fonte: Três passos news.




