Go to the content

Blog do Arretadinho

Full screen Suggest an article

Postagens

Aprile 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
Licensed under CC (by-nc-sa)

Falso policial é preso em MT

Giugno 28, 2016 10:53, by Blog do Arretadinho

Com distintivo e arma falsos, homem é preso fingindo ser policial para roubar
O sonho de se tornar um policial civil não deve mais se tornar realidade para Paulo César Vargas de Matos, 29 anos, preso fingindo ser policial para fazer assaltos no início da tarde desta segunda-feira (27), na avenida Afonso Pena, Centro de Campo Grande. Além de uma camiseta com o símbolo da Polícia Civil, ele andava com um arma falsa e uma carteira com distintivo da corporação quando foi flagrado por um investigador da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Conforme o delegado Paulo Sérgio Lauretto, por volta das 13h o investigador estava em uma churrascaria quando viu Vargas com uma camiseta da Polícia Civil diferente da padrão e olhando para dentro do estabelecimento.

“Desconfiado, o investigador foi atrás. Ele percebeu e acelerou um pouco o passo. Nesse momento o investigador o abordou perguntando se era policial e percebeu um volume por baixo da camiseta, que era a arma falsa”, explicou o delegado.

Dificuldades financeiras e pensão alimentícia atrasada foram as justificativas de Vargas para se vestir assim. Segundo o delegado, ele previa realizar assaltos. “Ele disse que trabalha com reforma de móveis e vendia salgados na rua, mas não estava tendo uma renda boa com isso. Além disso, ele teria uma pensão alimentícia atrasada. Foi quando ele nos disse que entrou em desespero e resolveu se vestir de policial para assaltar. Ele negou que assaltaria a churrascaria e disse que ainda estava escolhendo as vítimas”, detalhou.

Sonho
Ainda conforme Lauretto, o suspeito disse que sempre teve o sonho de se tornar policial. “Ele disse que tem a camiseta há uns 20 dias, a arma falsa desde a semana passada e a carteira com o distintivo ele comprou há um mês em uma casa de materiais militares”.

Apresentado para a imprensa, Vargas se disse muito arrependido, mas negou que teria comprado todo os materiais falsos da Polícia Civil somente para realizar os assaltos. “Comprei porque sempre gostei dessas coisas. Já tentei várias vezes uma vaga na polícia, mas nunca consegui”, disse.

O caso foi registrado em flagrante como tentativa de roubo pela própria Depca, mas ainda hoje será encaminhado para a Derf (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Roubos e Furtos), onde será verificado se Vargas realizou assaltos como previa. “Ele disse que ia começar a realizar os assaltos hoje, mas a Derf poderá investigar isso com mais clareza”, concluiu Lauretto.

Fonte: campograndenews



“Governo ilegítimo de Temer é contra os pobres”, afirma Patrus

Giugno 28, 2016 10:45, by Blog do Arretadinho

Para Patrus Ananias, atualmente deputado federal pelo PT de Minas Gerais, ministro do Desenvolvimento Agrário do governo da presidenta eleita Dilma Rousseff, está clara a motivação classista do golpe no Brasil, que derrubou a democracia para atingir os pobres. 
A declaração foi dada em entrevista à Agência PT de Notícias em que aponta os retrocessos impostos pelo governo golpista de Michel Temer, como a extinção do MDA e suas consequências para a agricultura familiar e a reforma agrária.

“Todos os atos desse governo ilegítimo, que chegou ao poder através de um golpe, apontam claramente: é um governo contra os pobres”, enfatizou Patrus.

Os ataques dos golpistas ao Bolsa Família também foram abordados por Patrus, que implementou o programa quando foi ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A presidenta Dilma, numa medida justa, de respeito aos beneficiários do Bolsa Família, determinou um reajuste de 9% no valor do benefício e eles não pagaram esse valor. E eles estão dizendo claramente que vão reduzir o Bolsa Família. É um governo que veio, realmente, a serviço dos grandes interesses do capital internacional e dos seus clássicos tradicionais serviçais no Brasil”, afirmou.

Leia a entrevista completa:

Com a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), como ficam as políticas da área?
Estou convencido, com base nos fatos, que nós tivemos no Brasil um golpe contra a democracia para atingir os pobres, para penalizar os pobres e reduzir, senão eliminar, as políticas públicas sociais voltadas para os pobres, trabalhadores e trabalhadoras de baixa renda, que nós tivemos no Brasil, especialmente nos últimos anos, nos governos Lula e Dilma.

O fim do Ministério do Desenvolvimento Agrário mostra claramente o descompromisso total desse desgoverno, que é um governo ilegítimo, com relação à reforma agrária e mesmo com relação ao desenvolvimento da agricultura familiar. Nós sabemos que a agricultura familiar cumpre um papel fundamental na alimentação do povo brasileiro

Quais as políticas e os programas que foram mais atingidos por essa extinção do MDA? 
 Programas fundamentais para o desenvolvimento da agricultura familiar no Brasil estão sendo penalizados, tendo seus recursos retirados, como é o caso do PAA, o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar.

O PPA é um programa estratégico porque trabalha nas duas pontas. De um lado ele garante à agricultora e ao agricultor familiar o preço justo na colheita, e na outra ponta, ele atende, com os alimentos adquiridos, famílias e comunidades em situação de vulnerabilidade alimentar.

O Pronaf, o Programa Nacional de Fortalecimento de Agricultura Familiar também está sendo penalizado. O Programa Mais Gestão, que era um programa forte de apoio às cooperativas, também foi praticamente eliminado, penalizando em torno de 170 mil agricultores familiares e extinguindo em torno de mil contratos que estavam beneficiando, dando apoio de assistência técnica às cooperativas.

Agora, além dessa operação desmonte das políticas de apoio e desenvolvimento da Agricultura Familiar, outras medidas no campo social estão sendo tomadas também. Por exemplo, o desgoverno, o governo ilegítimo e golpista do senhor Michel Temer, tem anunciado que vai desvincular as aposentadorias rurais, especialmente o BPC, o Benefício de Prestação Continuada dos reajustes do salário mínimo.

O BPC é um programa que atende pessoas pobres, muito pobres. Trabalha com pessoas idosas, com mais de 65 anos, e pessoas com deficiência, incapacitadas para o trabalho e que sejam pobres. É gente que tem renda em torno de um quarto do salário mínimo. São essas pessoas que estão sendo atingidas, penalizadas, por esse desgoverno.

Ministro, como fica a reforma agrária agora com esse governo golpista?
 Não há nenhuma chance. A reforma agrária está ligada a uma concepção de desenvolvimento da agricultura familiar, de nós traduzirmos na prática os princípios constitucionais da função social da propriedade das riquezas, na perspectiva de construirmos uma pátria mais acolhedora, mais justa, mais solidária.

A reforma agrária está vinculada a outras reformas, também estruturantes, como a reforma urbana, na perspectiva do direito à moradia, de consolidarmos os espaços públicos, da preservação dos recursos naturais, nesse momento especial da água.

As reformas agrária e urbana se ligam também com a reforma tributária, na perspectiva de nós estabelecermos impostos progressivos, no sentido que os ricos paguem mais e possam contribuir mais e melhor para o desenvolvimento do País e os pobres sejam menos penalizados.

Essas reformas apontam na perspectiva do desenvolvimento e da justiça social, do respeito à vida e da dignidade humana, que constitui a base de um projeto de nação. Porque a primeira condição de uma nação é incorporar, é integrar em uma vida digna e promissora todas as suas filhas e filhos, tornando realidade o verso do Hino Nacional brasileiro: ‘dos filhos deste solo és mãe gentil’.

 E todos os atos desse governo ilegítimo, que chegou ao poder através de um golpe, apontam claramente, é um governo contra os pobres, a serviço dessa entidade nova, misteriosa, esse novo deus, que é o mercado.

Na sua avaliação, como fica a interlocução do governo com os movimentos sociais, agora com esse governo golpista? Há interlocução de Temer e seus ministros com os movimentos?
 Está muito claro. O descompromisso desse governo com os pobres, com as questões sociais, implica automaticamente um descompromisso com as entidades e os movimentos sociais. Lembrando sempre que esse é um governo ilegítimo.

Uma experiência muito intensa que nós tivemos no Ministério do Desenvolvimento Agrário foram os nossos encontros periódicos com os movimentos sociais, que nós intitulamos ‘Diálogos da Terra’.

Todas as entidades, todos os movimentos sociais ligados à luta pela reforma agrária, pela função social da terra, pelo desenvolvimento da agricultura familiar, também entidades e movimentos ligados a questão da ecológica, a agroecologia, o cooperativismo, as populações e comunidades tradicionais. A cada três meses nós passávamos uma tarde inteira conversando com essas entidades e com esses movimentos.

O senhor foi o responsável por implantar o Programa Bolsa Família, na primeira gestão do presidente Lula. Qual a sua opinião dessas primeiras iniciativas de Temer sobre o Bolsa Família?
 Na mesma linha dos ataques está o Bolsa Família. A presidenta Dilma, numa medida justa, de respeito aos beneficiários do programa, determinou um reajuste de 9% no valor do benefício e eles não pagaram esse valor.

Eles estão dizendo claramente que vão reduzir o Bolsa Família. Assim como vão reduzir também, vinculado à agricultura familiar, toda a parte da segurança alimentar e nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, como os restaurantes populares, as cozinhas comunitárias, os bancos de alimentos.

São políticas que nós implantamos quando fui ministro do Desenvolvimento Social no governo do presidente Lula. E outros programas também estão sendo visivelmente cerceados, ainda que eles façam um esforço para passar uma imagem diferente.

Mas é muito claro, por exemplo, as restrições ao Minha Casa Minha Vida, especialmente ao Minha Casa Minha Vida Rural, esse extraordinário programa habitacional, se não possivelmente um dos maiores do mundo, seguramente o maior programa habitacional da história do nosso País. E outros programas.

É um governo que veio, realmente, a serviço dos grandes interesses do capital internacional e dos seus clássicos tradicionais serviçais no Brasil.

Quem são os mais atingidos por esse golpe?
Sem nenhuma dúvida são os pobres. As trabalhadoras e os trabalhadores de baixa renda, na cidade e no campo. As agricultoras e os agricultores familiares.

A maneira quase que atropelada, ainda sôfrega, com que o desgoverno foi para cima dos movimentos sociais mostra isso. É a redução do Bolsa Família, é a desvinculação do Benefício de Prestação Continuada, é a extinção das políticas públicas vinculadas à agricultura familiar, são as restrições ao Minha Casa Minha Vida. É toda uma política de submissão total aos interesses do grande capital.

Inclusive, que é muito grave também, a desnacionalização total da economia brasileira. A submissão total do País aos interesses econômicos internacionais.

Estão sendo votados aqui no Congresso, a toque de caixa, sem nenhum debate, sem nenhuma participação da sociedade brasileira, projetos desnacionalizando completamente as empresas de transporte aéreo, a total desnacionalização da saúde pública. Grandes grupos internacionais estão comprando hospitais e cada vez mais, com isso, incidindo sobre as políticas públicas do SUS.

Essa é outra questão muito séria. Os sinais que eles estão demonstrando é de privatização da educação, onde colocaram um político historicamente comprometido com os interesses particulares, até pelo partido ao qual ele pertence, que é historicamente ligado aos interesses privados, contra qualquer presença efetiva do Estado brasileiro.

Quais as consequências dessa crescente desnacionalização?
 Essa privatização crescente da saúde, da educação, da cultura, leva a uma perda da identidade nacional.

Então nós temos aí duas grandes perdas: de um lado, as perdas sociais, as perdas que incidem sobre os pobres, trabalhadores, gente que luta com dificuldade, os que têm fome e sede de justiça, que querem um Brasil melhor.

De outro lado, a incidência é sobre o próprio País, é sobre a pátria brasileira, no sentido que nós não tenhamos um projeto de nação, que pressupõe uma economia nacional que vai se consolidando e, sobretudo, preservando a nossa identidade, a nossa cultura e os nossos valores.

Por isso nós temos que trabalhar fundo, com determinação para que esse governo ilegítimo não prevaleça.

E como fazer para que ele não prevaleça?
 Eu penso que nós temos no Brasil hoje dois grandes desafios. De um lado, articular todas as forças democráticas para resistirmos ao golpe, que quebrou as regras do jogo, para restabelecermos no País as normas, as regras constitucionais e democráticas, o Estado Democrático de Direito, que é uma grande conquista que nós tivemos.

E de outro lado, nós unirmos as pessoas de boa vontade, as pessoas efetivamente comprometidas com o nosso País e com as gerações presentes e futuras, em torno dos projetos sociais, protegermos o que está aí, que eles querem destruir, e ao mesmo tempo recolocarmos os temas fundamentais para o futuro do Brasil.

E também, neste momento temos que ter adesão e compromisso com a volta da presidenta Dilma.

Hoje, para que o Estado Democrático de Direito e a democracia no Brasil sejam preservados, isso pressupõe uma coisa: que a presidenta Dilma reassuma. Porque ela foi afastada de uma forma ilegítima, por um golpe. Ela não tem nenhum processo jurídico e não há nada comprovado contra ela. Então o fim do golpe, de um governo ilegítimo, e a volta da presidenta.

Precisamos fazer a defesa vigorosa da volta do Ministério do Desenvolvimento Agrário, com seus conteúdos. A defesa vigorosa de programas sociais que nós implantamos no Brasil, como o Bolsa Família. A defesa do BPC, que ele continue vinculado aos reajustes do salário mínimo, por uma questão de justiça social, de respeito a essas pessoas e famílias, que são muito pobres.

Estamos lutando contra a efetivação de um golpe de direita, um golpe conservador dado em nome dos interesses do capital, dos grandes interesses econômicos que eu disse e quero reiterar: dos grandes interesses econômicos internacionais e os seus históricos serviçais aqui no Brasil.

É um golpe a serviço do mercado, do dinheiro. Ele tem nome, endereço, ele é bem identificável e tem deixado claro a que veio, com as suas propostas, com as suas iniciativas, com as medidas profundamente antidemocráticas, antissociais e antipopulares. E nós estamos lutando em nome de um projeto nacional.

É fundamental, então, que as forças democráticas, que nós podermos chamar de as forças de esquerda ou de centro-esquerda, o chamado campo democrático popular, as forças progressistas, que nós todos estejamos unidos. Forças políticas, sociais, econômicas, culturais. Em torno desse compromisso com a democracia e a justiça social. Há uma disputa de projetos no Brasil hoje, como nós tivemos em 64.

Por isso que eu acho que nesse momento nós estamos lutando contra um golpe que é um golpe contra o povo brasileiro.

Fonte:Agência PT



Caixas eletrônicos de Cuba passam a aceitar Mastercard

Giugno 28, 2016 10:27, by Blog do Arretadinho

Da Agência Ansa

Os caixas eletrônicos de Cuba começaram, no início desta semana, a aceitar cartões da bandeira norte-americana MasterCard, informaram autoridades do Banco Central Cubano (BCC).

A vice-presidente do BCC, Irma Margarita Martínez, explicou, em comunicado, que o serviço está disponível, por enquanto. apenas na capital, Havana, mas deve "ser ampliado para todo o país".

Ainda de acordo com Martinez, as autoridades cubanas "estão abertas a qualquer aproximação, mas isso depende do interesses dos bancos norte-americanos".

Diversos pontos de venda já aceitam a bandeira, assim como cartões da Visa, que foram autorizados na ilha, em meio a políticas de aproximação entre Washington e Havana.

Desde janeiro de 2015, o governo de Barack Obama permite que cidadãos norte-americanos usem cartões de débito e de crédito em território cubano.



Capetalismo - por Lelê Teles

Giugno 27, 2016 23:17, by Blog do Arretadinho

O capeta - os exemplos nos saltam à vista - tem ajudado muito parasita a ganhar dinheiro.

Chamo esse novo sistema econômico de capetalismo.

A Teologia da Prosperidade, contrariando as previsões de Machado de Assis - o Bruxo do Cosme Velho - mostrou que a Igreja do Diabo pode florescer quando encontra terreno fértil.

Jesus, o Cristo, na parábola do grão de mostarda, talvez vaticinasse, também, esse funesto episódio.

Explico tudo.

Tive insônia, levantei-me na madruga, liguei a TV e vi uma mulher com as mãos para trás, os joelhos semi dobrados, a cabeça baixa, emitindo um som gutural.

Uma voz feia, cavernosa, grossa e artificial.

Em sua frente, um camarada de gravata de seda, sapato bem lustrado e microfone na mão. Dava ordens a satã para que se curvasse a seus pés.

"Rasteja, demônio; curve-se diante do senhor; sai desse corpo que ele não te pertence..."

A atriz, que representava o Coisa Ruim, obedecia, genuflexa.

A plateia delirava: "Aleluia!", "oh glória..."

Um teatro tosco.

Cocei o saco, cocei a cabeça, cofiei os bigodes...

Pensei, pelas barbas de Bin Laden!

Quando adolescente fui a muitos shows de Black e Death Metal. Ali se cultuava o capeta, os jovens faziam chifres com os dedos, usavam camisetas com gravuras demoníacas e, mesmo assim, nunca vi ninguém incorporar o Sete Peles.

Com mil diabos. 

Por que diabo o diabo iria boicotar shows em sua homenagem e ao mesmo tempo fazer questão de aparecer em cultos evangélicos onde a moçada iria escarnecer de sua figura, humilhá-lo e torturá-lo?

Não fazia sentido. Não faz sentido.

Os pilantras usam esse teatro macabro para achacar os fiéis, amedrontados. 

Tudo é o demônio: seu marido a traiu, é o diabo; seu filho usa drogas, satanás; seu pau não sobe mais, obra do tinhoso; perdeu o emprego, coisa do cão...

Bota uma grana aqui no bolso do pastor que a gente faz um desencapetamento.

Aí usam Jesus para dizer que com ele você vai conseguir o que sempre sonhou, esquiar, comprar um carro novo, transar todos os dias.

Fraude. Jesus nunca deu nada para ninguém, nem ajudou a ganhar. 

Deu luz a cegos, retificou o gingado de coxos, deu molejo a entrevados... 

Mas nunca se viu um cabra montado num burro com uma placa no rabo do equídeo: "foi Jesus quem me deu".

Tá lá nos Evangelhos, quando um playboy se aproximou do Mestre, querendo ficar ainda mais rico, Jesus o ordenou a doar tudo o que tinha aos pobres: óculos escuros, Ferrari de quatro patas, perfume com essência de tâmaras, propriedades, cabritos, tudo.

Quem oferece presente é o diabo.

No deserto, Jesus o encontrou. Ele fez o que faz qualquer pastor: "venha para minha congregação e eu te ofereço tudo isso que a sua vista alcança".

Robert Johnson, certa vez encontrou o belzebu numa encruzilhada, fez um pacto com ele e tornou-se uma lenda do blues, comeu mulheres e ganhou dinheiro. 

Raul Seixas diz que o diabo era o pai do rock; órfão, fez-se filho do canhoto, encheu o capiroto de elogios e encheu as burras de grana.

Ozzy Osbourne e outros picaretas ganharam fama e grana em nome do Senhor das Trevas. 

Tudo isso é capetalismo.

Com a ascensão de Cunha e seu parlamentarismo branco, o Brasil corre o risco de se tornar a primeira capetocracia do mundo.

O diabo anda solto, não se pode mais vestir vermelho que se é achincalhado. 

Se sair todo de branco, leva pedrada na cabeça. 

Se usar as cores do arco-íris - todas juntas - será torturado.

O lance agora é todo mundo de terno, com um livro preto debaixo do braço, falando em satanás e contando dinheiro.

São tempos sombrios, trevosos.

Palavra da salvação.

Lelê Teles é Jornalista, publicitário e roteirista.



Bancos começam a usar inteligência artificial no relacionamento com clientes

Giugno 26, 2016 9:14, by Blog do Arretadinho

Decorar senhas e códigos de acesso está prestes a virar coisa do passado para os clientes de banco do país. 
Em breve, basta conversar com o celular ou com o computador para ver o saldo da conta, pedir um empréstimo ou negociar uma dívida, com garantia de que nenhum intruso se passe pelo correntista. A inteligência artificial está começando a ser usada no relacionamento com os clientes pelas instituições financeiras no Brasil.

Em 60 dias, o Banco do Brasil oferecerá a novidade para clientes dos segmentos Private e Estilo Digital – de maior poder aquisitivo. Por meio do aplicativo da instituição financeira no smartphone, os correntistas terão acesso a um assistente que permite a realização de transações por meio do celular sem risco de fraude porque a biometria da voz do cliente estará gravada. O Bradesco testa tecnologia semelhante para que os clientes possam conversar com os computadores, ainda sem previsão de lançamento.

Chamada de computação cognitiva, a tecnologia se baseia na capacidade de computadores cruzarem grandes volumes de dados e gerarem análises e respostas por conta própria. No caso de reconhecimento de voz, os computadores memorizam a voz do usuário para decodificarem padrões, descobrirem hábitos e interpretarem comandos. No Brasil, a novidade está sendo desenvolvida com base na ferramenta Watson, importada dos Estados Unidos.

“A computação cognitiva é revolucionária. O computador tem a capacidade de ler, interpretar e entender o que está pesquisando para dar a resposta. Estamos desenvolvendo uma linguagem natural para o homem conversar com a máquina”, diz o vice-presidente de Tecnologia do Banco do Brasil, Geraldo Dezena.

Além do assistente de voz no smartphone, o Banco do Brasil pretende, nos próximos 90 dias, estender a computação cognitiva aos computadores. Um assistente virtual avisará se a máquina do cliente está desatualizada ou sem o módulo de segurança para acessar a página do banco na internet e orientará a configuração do computador por meio de auxílio remoto.

Segundo Dezena, o uso da inteligência artificial no mercado financeiro traz vantagens, não apenas agiliza o atendimento, como melhora significativamente a relação dos bancos com os clientes, que poderão fazer transações e consultas apenas por meio da voz. “Os funcionários não precisarão mais ensinar clientes a usar terminais de autoatendimento, aplicativos ou computadores. Mesmo a pessoa mais simples vai poder conversar com a máquina. A computação cognitiva valoriza o tempo do cliente e traz ganho de eficiência operacional para o banco”, explica.

O banco também pretende usar a inteligência artificial para auxiliar clientes que querem renegociar dívidas. Internamente, a computação cognitiva também será usada por funcionários, que poderão conversar com o computador para tirar dúvidas, em vez de consultarem manuais. As duas novidades ainda estão em fase de testes.

Para o vice-presidente do Banco do Brasil, a computação cognitiva tem potencial para revolucionar não apenas o mercado financeiro, mas todas as áreas que trabalham com grandes volumes de dados. “Nos Estados Unidos, médicos estão usando essa tecnologia para descobrirem doenças. Em vez de procurarem nos livros, falam os sintomas para a máquina, e o diagnóstico sai na hora”, ressalta.

da Agência Brasil



tags