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Aprile 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Restaurante Comunitário reduz preço da refeição

Maggio 24, 2016 15:47, by Blog do Arretadinho

Governador do DF Rodrigo Rollemberg Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Governador do DF Rodrigo Rollemberg
Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Governo do DF resolve reduzir preço das refeições nos Restaurantes Comunitários

De Brasília
Joaquim Dantas 
Para o Blog do Arretadinho

Com a inauguração do Restaurante Comunitário do Sol Nascente, nesta segunda-feira (23), o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), resolveu reduzir de R$ 3,00 para R$ 2,00 o preço das refeições em todas as unidades do DF para usuários em geral.

O governador declarou durante a inauguração que “quando aumentamos o valor, houve o agravamento da crise nacional. O número de usuários por dia baixou de 32 mil para 17 mil. Com isso, ocorreu uma perda de escala e as empresas que administram os restaurantes reivindicaram o reajuste do preço. Fizemos as contas e percebemos que se reduzíssemos para R$ 1, para os beneficiários do Cadastro Único do Distrito Federal, e para R$ 2, para os demais usuários, aumentaríamos de 17 mil para 27 mil usuários por dia. O aumento do subsídio seria de apenas R$ 1 milhão para garantir um benefício extremamente positivo”, afirmou Rollemberg.

Das 14 unidades existentes em todo o DF, o restaurante do Itapoã ainda segue fechada, desde 20 de fevereiro. Segundo informações publicadas na página do GDF na internet, a unidade do Itapoã permanece fechada porque "a empresa vencedora da licitação desistiu da prestação do serviço. Assim, no lugar dela, assume a responsável pelos restaurantes comunitários de Ceilândia, Gama e Sobradinho. 

“Não temos mais nenhuma unidade com contrato emergencial”, garantiu o subsecretário de Segurança Alimentar e Nutricional, Jefferson Urani.

O governo divulgou ainda que, no segundo semestre deste ano, passará a servir nos restaurantes café da manhã e jantar, mas não precisou a data. Segundo um funcionário do restaurante do Gama, que não quís se identificar, o café da manhã será composto de 1 pão com mortadela e 1 "pingado" (café com leite pequeno, aproximadamente 200ml) e o jantar será composto de 1 tigela de sopa ou caldo, ambos ao preço de R$ 0,50 cada.

Aguardemos

Com informações da Agência Brasília



Moradia, a primeira vítima de Temer

Maggio 24, 2016 15:16, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
Começou a temporada de caça aos programas sociais. 
Alçado ao Palácio do Planalto sem ter recebido sequer um voto, Michel Temer busca implementar um programa que tampouco foi legitimado pelas urnas. A primeira vítima, junto com a cultura, foi o direito à moradia.

O Ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), estreou no cargo cancelando a contratação de 11.250 casas que já estavam aprovadas. Com uma canetada irresponsável, atacou o sonho e a luta de milhares de famílias por morar dignamente. 

O argumento utilizado foi "estudar os documentos para saber se está tudo certo". Ora, ora, alguém precisa avisar a Araújo que dois dos últimos ministros das Cidades -e responsáveis pelos contratos do programa- são seus colegas na Esplanada, um agora como Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Gilberto Kassab) e o outro como presidente da Caixa Econômica Federal (Gilberto Occhi). A auditoria é neste caso um pretexto mal disfarçado para atacar conquistas sociais.

É sintomático que o cancelamento dos contratos tenha se voltado principalmente contra a modalidade Entidades do programa, na qual os futuros moradores gerenciam o projeto e a obra.

Impressiona a ignorância contida nos ataques ao Minha Casa, Minha Vida, na tentativa de justificar os cortes. Primeiro, o argumento orçamentário. A modalidade Entidades responde por menos de 2% de todo o recurso do programa, motivo aliás de enfrentamento constante dos movimentos com a presidente Dilma Rousseff. Não há qualquer impacto relevante nas contas públicas, o que deixa claro que a decisão de cancelar os contratos é muito mais política do que econômica.

Segundo, a acusação de que o Entidades representaria uma forma de financiamento dos movimentos sociais. Alguém que conheça as regras do programa não poderia dizer isso de boa-fé. Os repasses são vinculados aos custos com terreno e obra. 

O pagamento do terreno é feito pela Caixa diretamente aos proprietários. E o da obra só é liberado após medições técnicas mensais que confirmem a execução do serviço. Se querem buscar irregularidades, deveriam procurar em obras gerenciadas pelas empreiteiras, com 98% dos recursos e qualidade inferior.

Aí está o terceiro e mais importante ponto, o da "eficiência e qualidade". Pois bem, as moradias realizadas por gestão direta dos beneficiários, organizados em movimentos sociais, estão simplesmente entre as melhores e maiores do programa. São dados. Esperamos que o ministro os localize em sua "auditoria". 

Tomemos o condomínio João Cândido, na região metropolitana de São Paulo, realizado pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). É a maior unidade habitacional da faixa 1 do programa no país. 

Os apartamentos têm 63 m², varanda e três dormitórios, construídos com o mesmo valor com que as empreiteiras fazem "caixinhas" de 39 m². Os prédios têm elevador, salão de festas e playground. 

É com isso que querem acabar. Exatamente pelo que simboliza: a potência da organização popular. O ranço autoritário não admite o papel dos movimentos sociais, sua autonomia e realizações. Gostariam que não existíssemos e por isso tentam nos atacar e desmoralizar. 

A narrativa de Temer sobre a "pacificação do país" e a manutenção dos programas sociais não durou nem uma semana. Seu governo já enfrentaria de todo modo resistência nas ruas, por ser fruto de um golpe parlamentar. 

A moradia foi o primeiro alvo. Os sem-teto saberão responder à altura, com mobilizações intensas em todo o país. Não se brinca com o sonho do povo.

NATALIA SZERMETA, 28, membro da coordenação do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) em São Paulo 

SÉRGIO FARIAS, 44, membro da coordenação do MTST no Ceará 
VITOR GUIMARÃES, 25, membro da coordenação do MTST no Rio de Janeiro

Fonte de informações: Pravda.ru



Lésbicas presas por beijo podem ganhar indenização de US$ 80 mil

Maggio 24, 2016 14:45, by Blog do Arretadinho

Casal de lésbicas presas pela polícia por beijo podem ganhar indenização de US$ 80 mil
Duas mulheres que acusam um policial no Havaí de abuso de autoridade e de prendê-las porque elas estavam trocando beijos numa loja podem ser indenizadas em US$ 80 mil (cerca de R$ 4 milhões).

O valor foi definido pela Justiça, mas ainda precisa ser confirmado por um conselho da cidade de Honolulu, na ilha de Oahu.

Courtney Wilson e Taylor Guerrero dizem que o policial Bobby Harrison pediu que elas se retirassem do estabelecimento comercial quando viu a troca de beijos. Elas não obedeceram e continuaram com as carícias. O policial, então, ameaçou retirá-las do local à força.

Harrison chegou a pegar Courtney pelo braço ainda dentro da loja, segundo o casal. Por causa da discussão, elas passaram três dias presas sob acusações de agredir a autoridade.

As mulheres, que moram em Los Angeles e não são mais um casal, estavam visitando o arquipélago havaiano. Elas estão aliviadas porque a história está se aproximando de um defecho.

— Eu só estou feliz que está terminando — disse Taylor.

Fonte: oglobo



Diplomata americana fala de encontros com Jucá

Maggio 24, 2016 14:38, by Blog do Arretadinho

O ministro do Planejamento, Romero Jucá, é citado em documentos do Wikileaks vazados em 2010
 / Antônio Cruz/Agência Brasil
Wikileaks: Diplomata americana fala de encontros com Jucá
Em telegramas vazados, Lisa Kubiske cita Jucá como “fonte” da embaixada dos EUA e que reclamava da “fraqueza” de Dilma

Ana Beatriz Anjos
Agência Pública

Em 2009, o atual ministro do Planejamento Romero Jucá (PMDB-RR) admitiu, durante conversa com Lisa Kubiske, conselheira da embaixada dos EUA em Brasília, que embora seu partido houvesse fechado aliança com o PT para a disputa das eleições presidenciais de 2010, preferia o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ao da então ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, já cotada como candidata petista.

As informações constam em arquivo revelado pela plataforma Wikileaks em novembro de 2010. Enviado em 10 de setembro daquele ano a Hillary Clinton, secretária de Estado norte-americana à época, o documento, classificado como confidencial, é intitulado “Aliança de Lula com o PMDB: mais problemas do que ganhos?” e trata, como sugere o nome, das articulações entre a legenda e o ex-presidente.

Segundo Kubiske, durante o encontro, o peemedebista “passou cinco minutos reclamando sobre a fraqueza de Dilma enquanto candidata”. “O senador Jucá admitiu que a lealdade de seu partido estava dividida entre Dilma, Serra e seu nome pessoalmente favorito, Aécio Neves do PSDB, que ele gostaria de atrair para o PMDB como candidato presidencial”, reporta a diplomata norte-americana.

Nesta segunda-feira (23), reportagem da Folha de S. Paulo revelou conversas gravadas entre Jucá e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, ambos investigados na Lava Jato. Nos áudios, o ministro sugere a criação de um “pacto” para deter o avanço da operação.

Aécio Neves, também investigado na Lava Jato, é mencionado em dois momentos: primeiro, Jucá afirma que “caiu a ficha” de lideranças do PSDB sobre o alcance da operação; Machado comenta que “o primeiro a ser comido vai ser o Aécio”. “O que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele ser presidente da Câmara?”, declara. Posteriormente, Machado volta a se referir ao tucano: “O Aécio não tem condição, a gente sabe disso. Quem não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei da campanha do PSDB…”. Jucá responde: “É, a gente viveu tudo”.

Em outro telegrama vazado pelo Wikileaks, de 21 de outubro de 2009, Jucá é citado por Kubiske como uma das fontes da embaixada dos EUA no Brasil. O então senador teria dito que a filiação de Henrique Meirelles – naquele período presidente do Banco Central e atual ministro da Fazenda – ao PMDB, pouco menos de um mês antes, confirmaria os rumores de que ele seria um “potencial vice-presidente” para Dilma. A diplomata assinala, porém, que Michel Temer, à época presidente da Câmara dos Deputados, era quem provavelmente comporia a chapa com a petista.

Em 23 de março de 2005, John Danilovich, então embaixador dos EUA no Brasil, escreveu um pequeno perfil de Jucá, que assumia o Ministério da Previdência Social do governo Lula. Danilovich informa que o peemedebista “tem sido alvo de diversas acusações de corrupção ao longo dos anos”. Narra que Jucá desviou verba de um fundo de assistência social de Roraima, retirou recursos públicos destinados a projetos de construção civil no mesmo estado e permitiu desmatamento em terras indígenas enquanto presidente da Funai.

De acordo com o relatório da Comissão Nacional da Verdade, Jucá é “responsável pelo massacre de centenas de yanomamis” em consequência das epidemias levadas pelos garimpeiros que entraram em terras indígenas com a autorização do então presidente da Funai. Recentemente o senador também apresentou projetos de lei flexibilizando o licenciamento ambiental e abrindo as terras indígenas à exploração econômica.



Ação popular pede fim de privilégios de Cunha

Maggio 24, 2016 13:59, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), com o apoio da bancada na Câmara, protocolou nesta terça-feira (24), no Tribunal Regional Federal (TRF), ação popular para anular o Ato da Mesa Diretora da Casa (88/16) que garantiu ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do mandato e da presidência da Câmara pelo Supremo Tribunal Federal (STF), prerrogativas do comando da Casa, como o uso da residência oficial, segurança pessoal, assistência à saúde, transporte aéreo e terrestre, subsídio integral e equipe a serviço do gabinete parlamentar.
“Não há nenhuma justificativa plausível para que o erário público tenha que suportar o ônus da manutenção de tamanha estrutura para quem sequer encontra-se no regular exercício do mandato”, destacou.

O ato da Mesa foi justificado pelo fato de o afastamento ser temporário, dependendo de um julgamento da Corte, “o que significa dizer que o deputado Eduardo Cunha ainda é o presidente da Câmara dos Deputados, encontrando-se apenas afastado temporariamente de suas funções, por decisão precária e sujeita a alteração a qualquer momento”.

Na ação, além de destacar que dois membros da Mesa Diretora da Câmara – a deputada Mara Gabrili e o deputado Alex Canziani - não assinaram o ato, Jordy destaca que mesmo diante da possibilidade de retorno de Cunha, “não é menos certo que, durante a suspensão do mandato o primeiro requerido não desempenhará qualquer função à frente da Câmara dos Deputados, seja como presidente ou como deputado”.

No texto, o parlamentar explica que, mesmo com foro privilegiado, a lei que regula a ação popular define que a competência para o seu julgamento é determinada pela origem do ato, ou seja, o juízo de primeiro grau.

da Agência Brasil



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