Três homens-bomba se explodem perto de delegacia no sul da Rússia
Aprile 11, 2016 9:38![]() |
| Foto de: Reuters |
Três pessoas se explodiram nesta segunda-feira (11) perto de uma delegacia no Sul da Rússia. De acordo com as informações atualizadas, houve cinco explosões, que não causaram mortes, além das dos próprios terroristas.
"Três homens-bomba se detonaram perto da delegacia do distrito de Novoselitsk da região de Stavropol. Os terroristas morreram, e foram ouvidas cerca de cinco explosões", informou uma fonte local.
Um internauta russo que compartilhou um vídeo sobre o assunto comenta que primeiro houve as explosões e depois, uns tiros de arma automática.
A polícia de Stavropol, cidade e região situada no Sul da Rússia, comentou que "as informações estão sendo esclarecidas".
Uma fonte militar divulgou que outros dois militantes foram mortos.
A polícia confirma que no atentado só morreram os terroristas.
Segundo a mídia local – o jornal Novoselitskie Novosti – escolas e creches da localidade estão desocupadas por causa da ameaça terrorista.
Da Sputnik
Fred e a geração de mimados do futebol brasileiro
Aprile 11, 2016 9:30O episódio do embate entre Fred e o técnico Levir Culpi é mais um desses causados pelo excesso de mimo com que são tratados os jogadores no Brasil.
Não se apresentou nenhum motivo real até agora para o jogador estar irritado com o técnico além de ter sido tirado em alguns jogos. Ainda assim, ele dá ultimatos, ameaça sair do clube, cria uma problema dentro do Fluminense.
Não é uma exceção. Pense nos principais jogadores da última grande geração brasileira daquela Fred faz parte. Adriano transformou sua vida em um caos por problemas psicológicos, Ronaldinho preferiu as festas a seguir em alto nível, e mesmo Ronaldo abreviou sua carreira pelos excessos.
Abaixo dos outros três, embora seja um centroavante de bom nível, Fred não cometeu excessos físicos, mas ganhou áreas de dono do Fluminense pelos títulos conquistados e pela adoração da torcida. É legítimo que tenha status no clube. Não é legítimo que use desse seu prestígio para ter tratamento privilegiado em prejuízo do time.
A geração que sucede eles essa não é muito diferente. Na verdade, parecer até ter piorado. Não são poucos os técnicos que já mencionaram problemas de maturidade do jogador brasileiro, um estrelismo exacerbado em alguns casos. Há jovens que fazem meia dúzia de gols e já exigem o tratamento de craques consagrados. Exigem de salários astronômicos a lugar garantido no time.
Os clubes têm certa culpa neste processo por encher de mimos seus jovens, e minimizar suas responsabilidades. Uma consequência também da sua dependência da vontade do atleta para fechar um contrato. Aliado a isso, o staff de jogadores -composto por agente, namorada periguete, agregados de todos os tipos – vira a cabeça deles. Passam a se achar o centro do mundo.
Claro que o estrelismo também é visto outros campos, mas de forma bem reduzida, como exceção. Observe que mesmo os jogadores estrangeiros que atuam no Brasil, em sua grande maioria, têm um comportamento bem mais profissional do que os nossos. E, quando estão fora, os brasileiros também costumam melhorar sua atitude, ou não se adaptam e voltam.
Um técnico lúcido como Levir só diz o óbvio ao defender seu direito de trocar jogadores, e de manter limitado o poder de um jogador. Onde não há hierarquia para um atleta não há para mais nenhum. E o que se instala é uma anarquia com poucas chances de um trabalho bem-sucedido.
Fred é uma pessoa inteligente, e é bem capaz que perceba seus equívocos e recue na disputa com Levir. Melhor seria que todos os nossos dirigentes e técnicos notassem o crescimento desse comportamento mimado dos jogadores, e procurassem uma solução para o problema. Não será com birras infantis que sairemos do buraco onde nos metemos.
do UOL Esportes
Veja prevê derrota do golpe e culpa Eduardo Cunha
Aprile 11, 2016 9:12| Foto Joaquim Dantas/Arquivo |
Editorial da Veja, sinaliza que a oposição não tem os votos necessários para consumar o golpe contra a democracia que vem sendo conduzido pela aliança entre os "moralistas" do PSDB e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
A revista da famiglia Civita, que faz dupla com a Globo nos ataques mais truculentos contra o governo, afirma ainda que a presidente Dilma Rousseff tem razão ao dizer que Cunha instalou o processo por "vingança", o que já bastaria para anular o processo, e diz que a oposição errou ao se aliar ao presidente da Câmara; "Desmoralizado por propinas e contas secretas na Suíça, Cunha, com sua presença, contamina a lisura do impeachment".
O surpreendente editorial aponta os seguintes elementos:
1) O impeachment não passará na Câmara dos Deputados.
2) Não há lisura no processo que vem sendo conduzido na casa.
3) Eduardo Cunha abriu o processo por vingança, confirmando o que vem sendo dito tanto pela presidente Dilma Rousseff como pelo ministro José Eduardo Cardozo.
Eis alguns trechos:
"Desmoralizado por propinas e contas secretas na Suíça, Cunha com sua presença, contamina a lisura do impeachment."
"Faz parecer, como alegam petistas e sequazes, que a corrupção é apenas um pretexto para tirar Dilma do poder. Pior: deu ao governo a chance de alegar, com razão, que o processo de impeachment só foi instalado na Câmara por um ato de 'vingança' de Cunha. Brasília inteira sabe que, de fato, o deputado se revoltou com a recusa do PT em preservar seu pescoço da guilhotina na comissão de ética."
"Cunha é o aliado errado. Se, por algum infortúnio, o impeachment de Dilma não prevalecer na Câmara, os políticos que aceitaram a aliança com Cunha talvez tenham algo a dizer aos milhões de cidadãos que lamentarão a derrota".
Veja sabe que o golpe para o qual ela própria contribuiu não passará. E agora busca um culpado.
Fonte: Brasil 247
Refugiados recebem bicicletas para facilitar mobilidade
Aprile 10, 2016 17:37![]() |
| Hoje foi a segunda vez que a agência da ONU fez a mediação da doação da Rodas da Paz a refugiados no Brasil Foto ANTONIO CRUZ/ AGÊNCIA BRASIL |
Foram doadas 34 unidades para facilitar o deslocamento no espaço urbano; as bicicletas são usadas e foram consertadas pela organização não governamental (ONG) Rodas da Paz
Refugiados de vários países que vivem no Distrito Federal receberam neste domingo (10) 34 bicicletas para facilitar o deslocamento pelos espaços urbanos. As bicicletas são usadas e foram consertadas para a doação, feita pela organização não governamental (ONG) Rodas da Paz. O projeto é feito em parceria com a Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e com o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), ONG que auxilia os migrantes.
O coordenador do projeto de doações e conselheiro da Rodas da Paz, Rafael Barros, afirma que a ideia é que os refugiados contem com um meio de transporte acessível. “(Com a bicicleta) você não precisa mais gastar com transporte público. Além disso, há pessoas que não têm condições de comprar um carro. Andar de bicicleta é também um jeito de conhecer a cidade”, comenta. Já Luiz Fernando Godinho, porta-voz do Acnur no Brasil, destaca os benefícios sociais do uso da bicicleta.
“É um fator fundamental de mobilidade, que ajuda também na integração social das pessoas. Um dos nossos principais objetivos é fazer com que eles se integrem ao Brasil, à comunidade onde vivem”, destaca Godinho. O porta-voz conta que é a segunda vez que a agência da ONU faz a mediação da doação da Rodas da Paz a refugiados no Brasil. “Há dois ou três anos, houve outra doação”, diz. Ele explica ainda que o IMDH fez a seleção de quem receberia as bicicletas.
Para o paquistanês Haron Ali, 21 anos, a bicicleta será útil para percorrer o caminho de casa até a estação do metrô em Samambaia, cidade distante cerca de 30 quilômetro de Brasília. “Eu vou de metrô até a rodoviária (do Plano Piloto, terminal de ônibus na região central da capital). De lá, vou pegar ônibus para a universidade”, relata ele, que cursa enfermagem na Universidade de Brasília (UnB).
Haron veio para o Brasil há dois anos, acompanhado do irmão. Os pais deles já viviam aqui há cinco anos. O motivo, segundo o jovem, foi a realidade de conflitos na cidade de Peshawar, onde o Exército paquistanês combate militantes islamitas. O colombiano Arvey Mina, 52 anos, também preferiu vir para o Brasil a permanecer em Calí, cidade onde morava.
“Há muita falta de segurança, guerrilha, conflito armado”, diz ele sobre o local onde vivia. O auge dos confrontos entre facções armadas na Colômbia foi nos anos 1980 e 1990. No entanto, diz Arvey, ainda há violência. Ele veio para o Brasil há três anos, acompanhado da esposa e do filho.
A família mora na Fercal, em Sobradinho, a 20 quilômetros de Brasília. Arvey trabalhava em uma fábrica de cimento, mas conta que foi dispensado em função da crise. “No momento, estou desempregado”. Segundo ele, a distância entre o ponto de ônibus e sua casa é grande, daí a necessidade de uma bicicleta. O colombiano ganhou uma e o filho de oito anos, outra.
A mobilização para a doação de bicicletas ocorreu no Parque da Cidade, região central de Brasília, e foi parte do Dia Mundial das Boas Ações. A data foi criada em Israel em 2007 e, no Brasil, sua comemoração é organizada pela ONG Atados. A entidade une pessoas a organizações sociais por meio de uma plataforma de trabalho voluntário na internet.
Neste domingo, além da doação de bicicletas a refugiados, o Dia das Boas Ações incluiu um encontro de comerciantes autônomos, aulas de ioga, apresentações culturais e workshops sobre temas como reaproveitamento de alimentos, grafitagem de bicicletas e criação de hortas urbanas.
da Agência Brasil
Homem ateia fogo ao próprio corpo em frente ao Palácio do Planalto
Aprile 10, 2016 16:42![]() |
| Foto Correio Braziliense |
Um homem ainda não identificado ateou fogo ao próprio corpo na manhã deste domingo (10) em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília.
Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e levado ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), unidade de referência no atendimento a queimados.
Segundo a assessoria de comunicação dos bombeiros, o homem teve mais de 70% do corpo queimados. Ele aparentava ter entre 45 e 50 anos de idade e usava uma bermuda de tecido semelhante ao tactel ou nylon, que são materiais consumidos rapidamente pelo fogo. O homem vestia também uma camiseta, que tirou antes de jogar combustível sobre o corpo.
“Quando a equipe chegou, alguém tinha usado um extintor [de incêncio] na vítima. Ela estava no chão e falava palavras desconexas sobre religião”, informou o coronel Alan Alexandre Araújo, chefe da Comunicação Social do Corpo de Bombeiros do DF. De acordo com o coronel, o homem não portava documentos e a identificação dele será feita pelo hospital.
da Agência Brasil



