Ex-ministro de Sarney compara o oligarca maranhense a Temer: “um pato manco”
Luglio 15, 2018 12:41Marrapá: Em artigo na revista Veja, o economista e ex-ministro da Fazenda no governo José Sarney, Maílson da Nóbrega, comparou o oligarca maranhense ao presidente Michel Temer.
“Tal como Sarney, Temer é um líder de baixa popularidade, baixa legitimidade e baixo poder de agenda. Um “pato manco”, na terminologia americana”, asseverou. Nos Estados Unidos, “pato manco” (lame duck) é a expressão que define um político que continua no cargo mas perde a expectativa de poder.
O economista acredita que vemos no país a repetição do ambiente do governo do ex-presidente Sarney, e a exemplo do oligarca, Temer terminará sua gestão de forma melancólica e sem nenhuma força política.
Detalhe curioso é que Maíson da Nóbrega foi ministro da Fazenda de Sarney entre 1988 e 1990, e deixou como legado uma hiperinflação estratosférica, a maior da história do país. Coisas da velha política brasileira…
Pastor é preso por vender “bilhetes para o céu”
Luglio 15, 2018 11:52Pastor é preso por vender “bilhetes para o céu” após suposto encontro pessoal com Jesus
No passado, mais precisamente no período conhecido como Idade das Trevas, ou Idade Média, indulgências eram vendidas em nome de Deus. Pessoas em sua absoluta maioria leigas e que nunca tiveram contado com a Bíblia, compravam supostas relíquias que os líderes religiosos da época diziam ter origens diversas, alegando que se tais pessoas comprassem estariam adquirindo concessões no céu.
Já se passaram séculos, mas as heresias pagãs que ensinam ser necessário fazer certos “sacrifícios” para adquirir bençãos de Deus ainda continuam existindo em nosso meio, algumas mais explícitas do que outras, mas todas revelando o distanciamento do genuíno evangelho de Jesus.
Um desses exemplos é o caso de Tito Wats, um pastor da República do Zimbabwe, país localizado na região Sul da África. Ele foi preso no último dia 28 de junho pelas autoridades policiais, após ser denunciado por vender bilhetes para céu.
Como se não bastasse o ato absurdo por si só, Wats cobrava 500 dólares para cada bilhete, um valor desproporcional em um país onde o salário médio por dia custa apenas 2 dólares. Ou seja, na prática, só iria para o céu os ricos, segundo a doutrina criada pelo suposto pastor.
Vários fiéis acreditaram no líder religioso e alguns venderam tudo o que tinham para comprar o bilhete para o céu. Questionado após a prisão, Tito Wats disse que estava sofrendo perseguição por “fazer a obra de Deus”.
Ainda segundo, Tito Wats, ele teria tido um encontro pessoal com o próprio Jesus Cristo, O qual lhe entregou bilhetes feitos com ouro maciço, capazes de garantir a salvação de qualquer pessoa, segundo informações do site Paris Match.Casos como o de Tito Wats não são os únicos no Zimbábue e às autoridades continuam investigando outros relatos, na tentativa de impedir que novos crimes financeiros sejam praticados por charlatões em nome da fé.
fonte Gopel+
Mídia aposta na apatia com a política para favorecer seus candidatos
Luglio 15, 2018 11:25Mídia aposta na apatia com a política para favorecer seus candidatos
Em outros tempos, a televisão e até mesmo o horário eleitoral contribuíam para o debate de projetos e as escolhas dos cidadãos. Hoje o objetivo é promover o desencanto. Quem ganha com isso?
por Lalo Leal, para a RBA
Segue animada a luta de partidos e candidatos por alguns segundos a mais no horário eleitoral obrigatório no rádio e na TV, a se iniciar em 31 de agosto. Há candidatos, como é o caso do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que apostam tudo nesse tipo de propaganda. É a sua última esperança de melhorar os índices de intenção de voto registrados até aqui por todas as pesquisas.
A expectativa, por certo, é que se repita o fenômeno das últimas eleições municipais realizadas em São Paulo, onde um candidato desconhecido recebeu uma cuidadosa embalagem de marketing e venceu as eleições no primeiro turno graças à TV – e ao desinteresse pela política, já que Doria perdeu para abstenções e brancos e nulos.
Se por um lado esse tipo de uso do horário eleitoral distorce sua finalidade, levando o eleitor ao engano, por outro é nesse momento que as mensagens honestas e não manipuladoras podem transitar livremente. Personagens e ideias banidas ou distorcidas durante as programações regulares das emissoras podem aparecer em sua integralidade nos horários obrigatórios.
A ditadura civil-militar de 1964-1985 tentou aniquilar todas as organizações de esquerda existentes no pais, mesmo aquelas que não aderiram à luta armada. Qual não foi a surpresa quando, ao final desse período, era possível ver nas telas de TV, nos horários obrigatórios, os símbolos do comunismo até então demonizados pela ditadura. Além das mensagens denunciando as mazelas nacionais contrastando com a propaganda governamental ufanista.
Os programas eleitorais cumpriram um importante papel na abertura democrática dos anos 1980 e na consolidação das liberdades políticas dali em diante.
A sua importância está diretamente ligada à falta de pluralidade no noticiário e na ausência de debates políticos no rádio e na TV. Durante a ditadura a Polícia Federal enviava seguidamente ordens às redações proibindo a divulgação de determinados assuntos ou a realização de entrevistas com determinadas pessoas.
Entre os nomes censurados estavam, por exemplo, os de dom Hélder Câmara e de Darcy Ribeiro e entre os inúmeros assuntos proibidos incluíam-se o surto de meningite que ocorreu em São Paulo em meados da década de 1970 e a volta às ruas das manifestações estudantis.
Hoje a situação se repete, não por via direta da Policia Federal mas pela própria censura empresarial imposta pelos donos dos meios de comunicação. Exemplo mais recente é o do banimento do nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dos noticiários. Ao ser preso, a ordem das empresas é que ele fosse esquecido, com a intenção de determinar a sua queda nas pesquisas de intenção de voto, o que não ocorreu.
Sobreveio, no entanto, um fato novo, inesperado para os operadores do jornalismo dessas empresas. A ordem do desembargador Rogério Favreto de libertar o ex-presidente em pleno domingo pegou os plantonistas nas redações de surpresa. De repente, tinham que falar de Lula de novo.
Para tanto, comentaristas e apresentadores de folga foram chamados e, ao longo do dia, tentaram ir se refazendo do susto. Se o nome do ex-presidente não podia deixar de voltar as telas e microfones, a forma como isso foi feito enquadrou-se na linha da distorção, enfatizando o irrelevante (o desembargador ser plantonista ou ter trabalhado em administrações petistas) e escondendo o relevante (a incomunicabilidade do ex-presidente impedindo-o de falar com a imprensa, a ausência de razões para o seu encarceramento e a perseguição pessoal exercida sobre ele pelo juiz de piso Sérgio Moro).
Mas não é só em momentos excepcionais como os do domingo, 8 de julho, que a mídia adota essa postura. Ela faz parte da rotina normal de trabalho.
Na televisão aberta, o veículo informativo único para a maioria da população brasileira, não se debate política. E na TV fechada os poucos que existem mantêm uma linha editorial conservadora, quando não reacionária. O contraditório inexiste.
Outro exemplo recente de parcialidade ocorreu com o programa Roda Viva, da TV Cultura que, diga-se, não é um programa de debates e sim uma espécie de entrevista coletiva, ao contrário do que afirmou o vice-presidente do Conselho Curador da emissora, Jorge da Cunha Lima, em artigo publicado num jornal da imprensa corporativa.
Nesse programa, a pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila, viveu um dos momentos mais constrangedores da história da TV brasileira. Cercada de entrevistadores alinhados ideologicamente em campo oposto ao dela, quase não pôde falar, interrompida que foi por mais de 60 vezes. As perguntas eram de nível pedestre, quase sempre evidenciando a indigência cultural dos perguntadores.
Como se vê, nos raros momentos em que a TV se abre para a política, o faz de forma canhestra, não dando ao telespectador a possibilidade de formar opinião através de um debate qualificado, rico em ideias capazes de despertar o público para temas que são essenciais à sua vida.
Ao contrário, programas como o Roda Viva já há muito tempo vêm dando a sua contribuição para o desencanto com a política cujo resultado é o surgimento de “salvadores da pátria” que, em outros momentos históricos, espalharam o terror pelo mundo.
Paralisia musical
Luglio 14, 2018 12:58![]() |
| Foto de homem com fones de ouvido via Shutterstock |
Paralisia musical: pesquisa diz que as pessoas param de descobrir novas músicas aos 30
Números são ainda mais assustadores em países como a Inglaterra
Por Tony Aiex no R7
Se você já teve a sensação de que as pessoas têm cada vez menos vontade de descobrir novas músicas quando vão ficando mais velhas, saiba de uma coisa: não é apenas uma sensação.
Uma pesquisa conduzida pela Deezer e publicada no site LouderSound mostra que aos 30 anos (e seis meses, mais precisamente), os indivíduos começam a deixar de lado os novos sons e passam a dar valor apenas às bandas, artistas e discos que já conhecem.
A pesquisa aponta diversos motivos citados pelas pessoas para que isso aconteça, desde as responsabilidades da vida adulta até a saturação por conta do imenso número de artistas que estão sendo divulgados diariamente, e ainda vai além: 60% dos entrevistados disseram que hoje em dia se sentem presos em uma mesmice musical, ouvindo apenas aqueles artistas que já conhecem.
Ainda segundo o LouderSound, o problema é pior no País de Gales e no Noroeste da Inglaterra, já que nesses locais as pessoas param de ouvir músicas novas com 24 anos e 8 meses e 23 anos e nove meses, respectivamente.
Já na Escócia, a parada vem só aos 40 anos e sete meses, então fica aqui um brinde aos escoceses!



