II Carnaval do Semente
23 de Fevereiro de 2017, 19:49II Carnaval do Semente terá a parceria do Bloco Pimenta
Do Gama
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho
A Semente Cia de Teatro realizará no próximo sábado (25), o seu II grito de carnaval à partir das 12h. O irreverente Bloco Pimenta no Cunha dos Outros é Refresco confirmou a sua participação este ano.
No local não haverá venda de bebidas, a proposta é a de que os foliões levem a sua bebida e o seu instrumento musical e se integrem ao bloco.
No Espaço Semente será oferecido um Arroz de Puta Rica, por R$ 10,00 u prato. Este prato é uma espécia de risoto com 5 tipos de carne; frango, bovina, suína, calabresa e paio, além de milho e cenoura ralada.
Serviço:
O que? II Carnaval do Semente
Onde? Semente Cia de Teatro - setor Central, ao lado da Rodoviária do Gama
Que horas? À partir das 12h
Leve sua bebida e seu instrumento musical
Arroz de Puta Rica R$ 10,00 o prato
Agefis é denunciada por assédio moral
23 de Fevereiro de 2017, 19:07![]() |
| DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES |
MPT abre inquérito para apurar denúncia de assédio moral na Agefis
Funcionários acusam superiores de ameaçá-los com transferência e de lançar faltas no caso de licenças médicas
O Ministério Público do Trabalho (MPT) no Distrito Federal abriu inquérito civil para apurar denúncia contra a Agência de Fiscalização (Agefis). Funcionários do órgão acusam superiores de assédio moral no ambiente de trabalho.
Na denúncia, o Fórum Permanente dos Integrantes das Carreiras Típicas de Estado (Finacate) afirma que a Agefis descumpre a legislação de Saúde e Segurança do Trabalho. Aponta ainda ameaças de transferência de locais de trabalho, além do lançamento de faltas quando os auditores e inspetores fiscais estariam de licença médica.
Ao determinar a abertura do inquérito, a procuradora do Trabalho Valesca Monte argumenta que a denúncia dos servidores, em princípio, “configura infringência à ordem jurídico-trabalhista e aos direitos coletivos dos trabalhadores”.
As testemunhas da ação já começaram a ser ouvidas pela procuradora. A ação corre em segredo de Justiça e os nomes dos envolvidos não foram divulgados.
“A prática de assédio moral pela Agefis, segundo denúncias dos próprios servidores de carreira, se tornou rotina. Razão pela qual já houve reuniões entre o sindicato da categoria, o Sindafis, a diretoria do órgão e representantes do Governo do Distrito Federal sem que, no entanto, tivéssemos notícia de que tais práticas tenham sido interrompidas”, acusa o presidente do fórum, Elton Barbosa.
Ameaças
Em junho do ano passado, o Metrópoles publicou reportagem sobre a denúncia. Segundo o Sindicato dos Servidores da Carreira de Fiscalização de Atividades Urbanas do Distrito Federal (Sindafis-DF), diretores ameaçavam transferir subordinados para outras lotações caso determinadas metas não fossem cumpridas. De acordo com a entidade, o assédio teve início após a reestruturação da Agefis feita em dezembro de 2015 com o objetivo de reduzir custos.
À época, as acusações foram tema de uma reunião entre o Sindafis e o controlador-geral do DF, Henrique Moraes Ziller. Os servidores levaram as reivindicações ao encontro e saíram com a promessa da instalação de uma comissão de conciliação entre o órgão e o sindicato, que até hoje não foi cumprida.
Outro lado
Em nota, a Agefis informou que desconhece qualquer denúncia de assédio moral praticada por chefes ou diretores contra seus subordinados e que ainda não foi notificada sobre esse assunto pelo Ministério Público do Trabalho.
O órgão afirmou também que a notícia causa estranheza, já que a Agefis dispõe de corregedoria própria competente para apurar qualquer irregularidade praticada no âmbito da autarquia e nenhuma representação nesse sentido foi protocolada.
do Portal Metrópoles
Livro 'A Outra Face de Sérgio Moro' é lançado no RJ
22 de Fevereiro de 2017, 20:32Obra reúne crônicas de Emanuel Cancella, autor que está sendo processado pelo juiz. No livro, ele defende que a Lava Jato está a serviço dos interesses das gigantes petrolíferas norte-americanas
Incomodado com as afirmações, Sérgio Moro move processo contra o autor do livro
São Paulo – Escrito por Emanuel Cancella, o livro A Outra Face de Sérgio Moro será lançado nesta terça-feira (21), a partir das 18 horas, na tradicional Livraria Folha Seca, no centro do Rio de Janeiro.
“É uma alegria poder anunciar essa parceria com a livraria Folha Seca, tão identificada com a cultura do Rio de Janeiro. Todos sabem que é um espaço que reúne formadores de opinião, pesquisadores e produtores culturais. Acredito que isso vai proporcionar uma maior divulgação do meu livro, e fazer com que as pessoas saibam de fato o que está por trás dessas investigações que no fundo têm o objetivo de destruir a Petrobras e o patrimônio brasileiro”, afirma Emanuel Cancella, coordenador da Secretaria Geral do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
Livro de Emanuel Cancella denuncia os interesses do juiz Moro (Foto: RBA)
O autor está sendo processado pelo juiz Sérgio Moro, por meio do Ministério Público Federal (MPF), acusado de crime contra a honra do servidor público federal.
As crônicas de Emanuel Cancella, produzidas entre 2014 e 2016, revelam o que o autor define como a “outra face de Sérgio Moro”, juiz que ele acredita ser peça-chave no golpe judiciário e midiático que depôs a ex-presidenta Dilma Rousseff.
Segundo Cancella, a Petrobras começou a ter sua imagem destruída em março de 2014, ainda no começo da Operação Lava Jato. Para o autor, Sérgio Moro foi erguido à condição de “herói nacional” e cumpre papel central num esquema que envolve os interesses das gigantes petrolíferas americanas Shell, Chevron e Exxon, “que construíram sua história e riqueza corrompendo, poluindo e matando, na África e Oriente Médio” e colocaram os olhos no pré-sal do Brasil.
Fonte: RBA
Volta Dilma? Diretas já? Lula 2018? Morreu tudo ontem!
22 de Fevereiro de 2017, 19:19| Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho |
Assisti, atento, a toda a sabatina de Alexandre de Moraes, ontem, no Senado da República, reduzido a um cartório onde uma quadrilha homologa a suas intenções e decisões.
Cumpriu-se rigorosamente o mesmo script de todas as sessões da comissão que tratou do afastamento de Dilma: começou com o plenário cheio, com todos os senadores da Comissão atentos às perguntas de Lindbergh e Gleise, após o que saíram todos, só ficando os oito da oposição.
E porque isso, e porque assim?
Aprovar o nome de Alexandre, advogado de defesa de Ali Chechel e seus 400 ladrões, era questão fechada, muito bem amarrada em reuniões no Palácio do Planalto, nas casas de parlamentares, em almoços e jantares nos restaurantes de luxo de Brasília e até em um cruzeiro, num iate, com o sabatinado e seus sabatinadores negociando a pantomina parlamentar, boa parcela deles contando com a sua defesa no STF.
Foram telefonemas, trocas de e-mails, mensagens no zap... Cuidando para que tudo saísse direitinho, de maneira que fosse dado mais um passo no ”estancamento da sangria”.
Saíram todos porque não havia o que ouvir, nada a perguntar.
Depois voltaram, para elogiar o sabatinado e aproveitar a oportunidade de palanque, para queimar Lula e Dilma, justificando o injustificável, o golpe.
A deprimência ficou por conta de dois momentos, quando Aécio Neves sacou uma mentira tão primária e óbvia que até os de seu partido evitaram a manobra, até a falta de vergonha e escrúpulos tem um limite, menos para Aécio Neves.
O segundo momento, e não poderia ser diferente, ficou na manifestação de Magno Malta, o Tiririca do Senado, só não mais medíocre pela impossibilidade, fazendo da sabatina um evento gospel anti petista, posando de honesto, o miúdo ladrão de ambulâncias, investindo na venda dos seus cedês de Nelson Ned de Jesus e na próxima eleição, já que a facção criminosa que lhe dá sustentação econômica, no Espírito Santo, caiu.
Alexandre de Moraes se mostrou cínico e frio, inteligentemente plagiando o personagem Rolando Lero, quando sem ter o que dizer.
É inteligente, muito inteligente, e tecnicamente bem preparado, realmente um homem de notório saber jurídico, talvez tecnicamente melhor que Gilmar Mendes, o que aumentará a periculosidade do STF.
Ontem foi dado mais um passo, talvez o maior, para a consolidação do golpe, para o fim da Lava Jato, para a ditadura perder a vergonha de vez e assumir que é uma ditadura.
Espero que a turma do “volta Dilma” tenha caído na real: mais fácil raposas ficarem vegetarianas que o impeachment ser revertido.
Espero que a turma do “diretas já”, acreditando que eleições presidenciais poderiam ser antecipadas, tenha caído na real: mais fácil nascer uma perna no saci do que isto acontecer.
Espero que a turma do “diretas já”, onde eu me incluía, acreditando que esta bandeira poderia aglutinar o povo, tenha caído na real: mais fácil a Polícia Federal nos dizer de quem era a cocaína que estava no helicoca mineiro.
Espero que a turma do “Lula 2018”, “em 2018 em quem você vai votar?”, “ele está voltando”... Tenha caído na real: o projeto deles é para muitos anos. Não haverá eleições ou, havendo, será de cartas marcadas, trocando só o nome do gerente do golpe, com Lula embarreirado, por condenação em segunda instância, na Farsa a Jato, embarreirado pela PEC barra Lula, derrotado por fraudes eleitorais ou assassinado. Mais fácil Branca de Neve reconstituir o hímem com sete furinhos do que termos eleições em 2017.
Espero que a turma do “fora Dilma”, “Luladrão”, “todo petista é ladrão”, “lugar de ladrão é na cadeia”, “ditadura bolivarista”... A turma das camisas da CBF, dos abadás, das panelas, do patinho amarelinho... A turma que terceirizou a capacidade de pensar para a tevê Globo, tenha caído na real, mais fácil anão ser campeão mundial de basquete do que verem os verdadeiros ladrões na cadeia.
Espero que a turma do “Bolsonaro 2018”, “intervenção militar”, “Bolsomito”, “Bolsonaro, o Trump brasileiro”... Tenha caído na real: o golpe está consolidado e com o aval dos militares, que optaram por continuar nas manobras bélicas nos quartéis, do rancho para o alojamento, do alojamento para o rancho.
A hora é de nos juntarmos todos e encaminharmos a greve geral.
Depois que a ditadura estiver sepultada, com a democracia restaurada a gente volta para a porradaria nossa de cada dia, porque até isso pretendem acabar.
Vem aí a censura e o silêncio.
Quem viver verá.
Francisco Costa
Rio, 22/02/2017.
O que aprendo, o que ensino...
21 de Fevereiro de 2017, 22:48
O que aprendo, o que ensino...
Joaquim Dantas
Nas ciladas que a vida arma
aprendo que ainda sou gente,
que nada é tão de repente
que em nossa vida aconteça.
Das coisas que vivo e prezo
tão poucas são as que ensino,
quem sabe seja porque me entrego
à função de ser só um menino...
....E, eventualmente, alguém...
Joaquim Dantas Fotografia® @joaquimdantasdf
Joaquim Dantas
Nas ciladas que a vida arma
aprendo que ainda sou gente,
que nada é tão de repente
que em nossa vida aconteça.
Das coisas que vivo e prezo
tão poucas são as que ensino,
quem sabe seja porque me entrego
à função de ser só um menino...
....E, eventualmente, alguém...
Joaquim Dantas Fotografia® @joaquimdantasdf



