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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
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“Despreparado e inconsequente”, Bolsonaro estimula ataques de Carlos a Mourão, avaliam líderes partidários

25 de Abril de 2019, 10:30, por Blog do Arretadinho

Carlos com o pai, Bolsonaro, e Mourão (Montagem)
Para presidentes de partidos, Bolsonaro embarcou em teoria conspiratória e dá, em privado, razão à ofensiva protagonizada pelo filho

Por Redação da Revista Fórum

Coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta quinta-feira (25) da Folha de S.Paulo, informa que para líderes partidários, Jair Bolsonaro (PSL) estimula nos bastidores os ataques do filho, Carlos Bolsonaro (PSC/RJ), ao vice-presidente, general Hamilton Mourão.

Para os presidentes dos partidos, não existem dúvidas de que os ataques de Carlos são não só avalizados como estimulados por Jair Bolsonaro. Eles avaliam que o presidente embarcou em teoria conspiratória e dá, em privado, razão à ofensiva protagonizada pelo filho. O desfecho da nova crise produzida pelo governo, afirmam, é imprevisível.

Com a guerra protagonizada pelo filho de volta aos assuntos principais do governo, Bolsonaro voltou a ser chamado de “despreparado”, e a esse adjetivo somaram-se outros, como “inconsequente”, segundo a colunista.

“Perseguição infantil”
Nesta quarta-feira (24), Bolsonaro defendeu Carlos nas redes sociais, classificando como “perseguição infantil” de “certos veículos de informação” as informações sobre a guerra aberta contra Mourão, que teria feito inclusive com que o 02 se refugiasse em um clube de tiro e impedido o acesso do pai às próprias redes sociais.

Pela manhã desta quinta-feira (25), Carlos fez novo disparo contra Mourão, apontando “interesse crocodilal” do vice desde a época da transição.



PT relança “Tribuna de Debates – Lula Livre” para o 7° Congresso Nacional

24 de Abril de 2019, 16:52, por Blog do Arretadinho

SAIBA COMO PARTICIPAR
PT realiza em novembro deste ano o 7° Congresso Nacional e relança este espaço como um foro de debates e troca de ideias em torno das pautas caras ao PT bem como sobre a realidade e o futuro do país

O Partido dos Trabalhadores realiza em novembro deste ano a etapa nacional do 7° Congresso do PT. Nos últimos dois anos, o partido enfrentou dificuldades, viajou pelo país com as caravanas e sofreu a caçada ilegal, arbitrária que levou Lula a prisão política. Em meio a isso, também contou com vitórias, foi ao 2º turno com Fernando Haddad e elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados.

O PT sempre caminhou e segue caminhando ao lado do povo, por isso, é de suma importância debater o país que, neste momento, está sendo governado pela extrema-direita, com políticas ultra-neoliberais, que promove a retirada diária de direitos e o corte de programas sociais.

Com esse objetivo, a Secretaria Nacional de Comunicação relança a Tribuna de Debates. Este espaço de ideias, desde que foi proposto para debater o 6º Congresso, reúne mais de 354 artigos publicados desde seu lançamento em 2016. Agora, a tribuna chega com nova roupagem, ganha o termo Lula Livre em sua identidade e propõe aos filiados, correntes e agrupamentos internos alimentar a discussão com vistas ao 7° Congresso.

“O Partido dos Trabalhadores está abrindo os debates para o seu 7º Congresso. Ele é o ponto máximo da participação da nossa militância e dos nossos filiados e filiadas. Por isso, é o momento decisivo para construir o futuro do PT e do país”, afirmou o Secretário Nacional de Comunicação Carlos Henrique Árabe.

Tribuna de Debates do 7° Congresso
Está aberta à contribuição dos filiados e filiadas ao PT. Devem ser enviados com assinatura do (s) autor (es) com pequena nota indicando sua militância e cidade e estado onde vive. Os textos assinados por correntes devem ter responsável pelo envio. As contribuições devem ser enviadas para o email contato@agenciapt.org.br e respeitar um limite máximo de 10 mil caracteres. Não serão publicados artigos anônimos ou assinados por pseudônimos.

Da Redação da Agência PT de Notícias



Nesta quinta (25/4) tem exibição do documentário que mostra resistência da OAB-DF contra a ditadura

24 de Abril de 2019, 14:36, por Blog do Arretadinho

Por Álisson Lopes
(Articulista do Repórter Brasil Central)

A Comissão da Memória e da Verdade da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF) promoverá a segunda exibição do Documentário Direito à Memória, na sede da entidade, dia 25 de abril, às 19h30. O documentário é um média metragem de 40 minutos e conta a resistência da OAB-DF, seus dirigentes históricos e outras personalidades contra a ditadura militar de 1964.

Na oportunidade prestaremos uma homenagem à doutora Herilda Balduino e membros da primeira Comissão de Direitos Humanos da OAB DF. A doutora Herilda Balduino é advogada Criminalista e defensora dos Direitos Humanos e exerceu a advocacia nos momentos mais emblemáticos da história brasileira, sempre com coragem e honrado o importante ofício da advocacia em defesa dos direitos e da democracia.

O documentário é uma coletânea de depoimentos de funcionários e advogados da OAB-DF que testemunharam, entre outros episódios, a invasão da OAB-DF a mando dos militares durante uma das fases de resistências. Há ainda depoimentos de outras personalidades que foram perseguidas e presas pelo arbítrio.

O site da OAB-DF (http://www.oabdf.org.br/historia/) traz um relato sobre o episódio da invasão de 1983, e o incêndio da entidade no ano seguinte, que eu reproduzo abaixo:

“Em 1983, já funcionando em sede própria inaugurada pelo então presidente Maurício Corrêa, a Seccional tornou-se um dos centros de discussões para a almejada representação política do Distrito Federal. Ganhava força o movimento das Diretas-Já.

Contudo, como última demonstração de força ante o crescimento dos movimentos políticos em defesa da redemocratização, o regime submeteu o Distrito Federal a medidas de emergência no dia 24 de outubro de 1983 com uma série de restrições às liberdades. Teatralmente, o executor dessas medidas, general Newton Cruz, que comandava as tropas a cavalo, ordenou a invasão da sede da OAB/DF.

No dia anterior, a entidade promovera o I Encontro de Advogados do DF, interpretado pelas autoridades como uma afronta à proibição de reuniões políticas. Na invasão, agentes da Polícia Federal apreenderam fitas supondo tratar-se do registro do encontro, quando na verdade elas continham músicas. Os documentos relativos ao encontro foram salvos, e neles se destacavam a efetiva a participação dos advogados brasilienses na luta em defesa da democracia, além do forte repúdio ao decreto das medidas de emergência. Os advogados reiteravam, ainda, a necessidade de se convocar uma Assembleia Nacional Constituinte para garantir a reconquista da legitimidade do Poder no país.

No dia seguinte, dez viaturas do setor de Operações Especiais da Secretaria de Segurança cercaram as vias de acesso à Seccional, e em mais um espetáculo de arrogância o delegado da 2ª Delegacia de Polícia do DF, João Alvares Bimbato, comunicou a decisão de interditar o prédio, bem como de proibir todas as atividades internas, inclusive administrativas.

Ao se recusar a assinar o termo de ciente daquele gesto, que classificou como um “ultraje” à advocacia brasileira, o presidente Maurício Corrêa criou uma situação de impasse. Todas as pessoas ali presentes, inclusive jornalistas que faziam cobertura do caso, ficaram retidas por quase uma hora.

Então, num gesto espontâneo memorável, os advogados desceram as escadarias dos quatro andares do prédio e encaminharam-se, de braços entrelaçados, até o pátio onde estavam hasteadas as bandeiras do Brasil e da OAB. Ali postados, entoaram o hino nacional, desafiando as autoridades que, envergonhadas, se dispersaram. Diante da repercussão nacional, o general Newton Cruz chegou a admitir “excesso de zelo” da polícia. O prédio foi, então, liberado.

Porém, em 29 de junho de 1984, um incêndio de origem criminosa consumiu dois andares da OAB/DF, aparentemente como represália à ação judicial movida contra a entidade para responsabilizar os autores da invasão do ano anterior. Os inquéritos sobre esse sombrio episódio permaneceram inconclusos ao longo do tempo.”

* Álisson Lopes é advogado, professor, historiador e foi, até recentemente, presidente da Comissão da Memória e da Verdade da OAB-DF.

Fonte: Repórter Brasil Central



ACREDITE NA JUSTIÇA SE QUISER

24 de Abril de 2019, 9:33, por Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho 
ACREDITE NA JUSTIÇA SE QUISER, mas com o que Lula ganhou com palestras no mundo todo após a Presidência, ele poderia comprar vários triplex e sítios, mas preferiu roubar R$ 2,4 milhões segundo a "Justiça".

Nunca o triplex poderia ter sido dado a ele como propina, pois estava penhorado na Caixa pra pagar dívidas da OAS. 

A reforma milionária que a Justiça alega ter sido feita no imóvel simplesmente não aconteceu segundo as imagens já divulgadas. Léo Pinheiro mudou o depoimento após ser condenado a 30 anos de prisão e teve a pena reduzida após delatar Lula, sem apresentar uma prova sequer. Com o sítio é a mesma ladainha. 

Não provaram a ligação de contratos da OAS com a Petrobras com Lula,  a não ser o fato de que ele era o Presidente da República.  Insulta a inteligência de quem não age por ódio essas acusações tão ridículas. 

Tudo tão absurdo que o processo contra Lula foi simplesmente o mais rápido da história do TRF4, pra dar tempo de condená-lo e prendê-lo antes das eleições, onde era o favorito. Bolsonaro só foi eleito por causa da prisão de Lula e hoje o país assiste a destruição do país sem fazer nada, enquanto o principal juiz do caso, 

Moro, ganhou de prêmio o Ministério da Justiça e em breve uma vaga no STF. Outros envolvidos também serão premiados. 

O que o povo brasileiro precisa entender é que Lula está preso pelo que ele fez na Presidência e pelo que faria se voltasse: governar para todos, mas priorizando os mais pobres, defendendo sempre os interesses nacionais.

Enquanto a maioria acreditar na narrativa da mídia e do Judiciário, Lula ficará preso, mas condenado a uma vida miserável estará o povo brasileiro.

por Kelma Nayara



Sinpro nas Praças 2019 - Estação Gama

23 de Abril de 2019, 21:45, por Blog do Arretadinho

Evento cultural idealizada pelo Sinpro/DF reúne  no palco da Praça do Cine Itapoã, no Gama, professoras e professores artistas

Do Gama
Joaquim Dantas
Para o Blog du Arretadinho

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal, Sinpro/DF, realizará no domingo, 28, o evento cultural "Sinpro nas Praças", onde reúne inúmeros artistas do Gama e que também são professoras e professores da cidade.

Embora seja uma entidade classista o sindicato tem como uma das prioridades estabelecer o diálogo com a comunidade e valorizar os talentos culturais da categoria, com o entendimento de que o movimento cultural é um dos melhores caminhos  para dialogar.

O evento acontecerá no domingo, 28/04, na Praça Lourival Bandeira no Gama, mais conhecida como Praça do Cine Itapoã, das 15h às 19h e é totalmente gratuito.  Prestigie!