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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
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IBGE constata crescimento da produção industrial de até 22,2%

10 de Maio de 2016, 9:49, por Blog do Arretadinho

Maiores altas no crescimento industrial foram registradas no Amazonas (22,2%) e na Bahia (8,1%)
Arquivo/Agência Brasil
A produção industrial cresceu em dez dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de fevereiro para março deste ano. 
As maiores altas foram observadas nos estados do Amazonas (22,2%) e Bahia (8,1%), de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada hoje (10) pelo IBGE.

Houve aumentos mais acentuados do que a média nacional (1,4%) na região Nordeste (4,1%) e em Santa Catarina (3,8%), Paraná (2,8%), Ceará (2,6%), Rio de Janeiro (2,2%) e São Paulo (1,5%). Outros estados que apresentaram alta foram Minas Gerais (0,9%) e Pernambuco (0,4%).

Os quatro estados com queda na produção na passagem de fevereiro para março deste ano foram Goiás (-4,3%), Pará (-3,2%), Espírito Santo (-1,7%) e Rio Grande do Sul (-1,3%).

Queda
Nos demais tipos de comparação temporal, o IBGE também analisa o comportamento da indústria em Mato Grosso. Na comparação com março de 2015, houve queda da produção em 13 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Pernambuco (-24,4%) e Espírito Santo (-22,2%). Apenas Pará e Mato Grosso tiveram crescimento na produção, de 7,3% e 4%, respectivamente.

No acumulado do ano, a queda atingiu 12 áreas com destaque para Pernambuco (-27%), Espírito Santo (-22,4%) e Amazonas (-22,1%). Três locais tiveram alta: Pará (10,8%), Mato Grosso (6,6%) e Bahia (3,8%).

Já no acumulado de 12 meses, 13 estados tiveram recuo na produção. As maiores quedas foram observadas no Amazonas (-18%), São Paulo (-12,8%) e Pernambuco (-12,1%). Altas foram registradas no Pará (4%) e no Mato Grosso (2,9%).

da Agência Brasil



Cultura deve voltar a ter protagonismo na Câmara

9 de Maio de 2016, 14:24, por Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Jandira Feghali e Chico D'Ângelo na Comissão de Cultura
Foto Joaquim Dantas
Por: Christiane Peres
Em: PCdoB na Câmara

PDT passa comando da Comissão de Cultura para o PT. PCdoB assume vice-presidência do colegiado.
“Vamos jogar força nesta comissão novamente para que a cultura tenha representação e espaço nesta Casa”, avisa a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), ao ser eleita para a segunda vice-presidência da Comissão de Cultura nesta quarta-feira (4). A parlamentar presidiu o colegiado em 2013, no ano de sua criação, onde conseguiu dar visibilidade ao tema na Câmara e promoveu debates sobre financiamento da área, valorização da mídia livre, por exemplo.

O PCdoB volta a ter protagonismo no colegiado depois de um ano de pouca atividade sob comando do PDT. Agora, a comissão será presidida pelo deputado Chico D´Ângelo (PT-RJ), que disse “esperar que a comissão promova debates e aprove propostas que ajudem a desenvolver concretamente a cultura brasileira”.

A Comissão de Cultura foi desvinculada da Comissão de Educação na Câmara dos Deputados. A ideia era deixar o setor em evidência, colocando a cultura como política de Estado. Em seus dois primeiros anos de existência, o PCdoB assumiu a presidência do colegiado com as deputadas Jandira Feghali (RJ) e Alice Portugal (BA), e protagonizou embates pelo fortalecimento do setor. A aprovação da Lei Cultura Viva, a defesa por mais recursos para a cultura e a desoneração de PIS/Cofins das cooperativas culturais foram algumas dessas batalhas.



Impeachment de Dilma é anulado por Waldir Maranhão

9 de Maio de 2016, 14:19, por Blog do Arretadinho

José Cruz/Agência Brasil
Por: Christiane Peres
Em: PCdoB na Câmara

Presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), acata pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e anula votação na Câmara do impedimento de Dilma Rousseff.
A segunda-feira (9) começou agitada em Brasília. O presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), surpreendeu parlamentares da base e da oposição ao aceitar o pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU) sobre a anulação da votação do impeachment de Dilma Rousseff. No documento divulgado à imprensa, Maranhão anulou não só a votação, mas todo o processo de debate, iniciado no dia 15 de abril.

A decisão acontece às vésperas da votação no Plenário do Senado e promete gerar ainda muita polêmica sobre sua validade ou não.

No entanto, para o líder da Bancada Comunista, deputado Daniel Almeida (BA), a decisão foi corajosa. “Ela traz para o debate elementos técnicos e jurídicos necessários ao processo que tinham sido desconsiderados na comissão especial e no Plenário da Câmara. Espero que essa decisão seja acatada, porque Maranhão está cumprindo suas prerrogativas de presidente da Casa. Produz a oportunidade de discussão mais criteriosa e técnica. Acaba reconhecendo os argumentos dos parlamentares que tanto lutaram contra o desrespeito à Constituição. Mas isso não encerra o debate político e jurídico. O Congresso deve se debruçar sobre isso”, diz.

De acordo com o pedido da AGU, a sessão de votação na Câmara foi marcada por irregularidades e desrespeitou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, o Supremo deixou claro que "a convicção político-partidária é pessoal e corresponde ao juízo individual de cada parlamentar" e que os líderes dos partidos "violaram formação da livre e pessoal convicção dos deputados" ao orientarem a votação das bancadas. No documento, a AGU ainda apontou que, ao analisar o Mandado de Segurança nº 34.130, o Supremo também firmou entendimento de que "o objeto de deliberação pela Câmara estará restrito à denúncia recebida pelo presidente daquela Casa", o que não aconteceu.

Para a líder do PCdoB no Senado, Vanessa Grazziotin (AM), o ato de Maranhão foi importante, uma vez que o processo estava viciado desde sua origem. “Waldir entendeu que a petição da AGU está recheada de verdades. O processo volta à Câmara, que terá de refazer todo o procedimento”, diz.

Assim que o processo for devolvido pelo Senado, uma nova sessão deverá ser realizada na Câmara no prazo de cinco dias.

Apesar da boa notícia, no Palácio do Planalto, o clima é de cautela. Durante evento com estudantes, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que não havia recebido informação oficial sobre o assunto, mas que a notícia não deveria gerar alvoroço. “Vivemos uma conjuntura de manhas e artimanhas. É preciso entender esta decisão”, diz.

Para o governador do Maranhão, Flávio Dino, indicado como um dos articuladores da decisão do presidente em exercício da Câmara, o atual processo contra Dilma serviu apenas para “fragilizar a imagem do Brasil no mundo e dividir os brasileiros”.



Aldo Rebelo defende atualização das Forças Armadas

9 de Maio de 2016, 13:27, por Blog do Arretadinho

O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, defendeu, neste domingo (8), durante a cerimônia em comemoração ao Dia da Vitória, que marcou o fim da Segunda Guerra Mundial, a atualização das Forças Armadas para garantir a soberania do país. Em entrevista após a cerimônia, Aldo Rebelo, admitiu que o orçamento das Forças Armadas não é suficiente para as necessidades do setor.
O ministro disse que, além de reverenciar os que lutaram na guerra, é necessário considerar a atualidade da importância das instituições e que “o Brasil disponha de Forças Armadas no estado da arte aptas e capazes ao exercício de defesa da sua soberania”. “Que o Exército, a Força Aérea e a Marinha estejam permanentemente preparados e capacitados para preservar as nossas fronteiras, defender a integridade do nosso território, a unidade do nosso país e a inviolabilidade do nosso espaço físico”.

Cortes
Este ano, houve corte de 25% na área, Rebelo disse que vários equipamentos têm sido comprados para assegurar a modernização das instituições. “O orçamento nunca tem sido o suficiente, mas, mesmo assim, temos preservado os programas essenciais, como o do submarino, o convencional e o nuclear”, disse.

O ministro destacou, entre outros programas, a perspectiva de aquisição de quatro corvetas projetadas para as necessidades da Marinha, o avião-caça de nova geração que o Brasil desenvolve com a Suécia e que a fabricação das primeiras unidades já está em andamento, além do avião de transporte KC390, que será utilizado na aviação de transporte militar.

“Estamos protegendo esses programas e isso tem sido o esforço do Ministério da Defesa. Houve corte no ano passado e houve corte este ano, em torno de 25% do orçamento inicial, mas, mesmo assim, liquidamos restos a pagar, matemos nossas contas em dia e vamos procurar preservar aquilo que for essencial para o reequipamento e a manutenção da atualidade das Forças Armadas”, disse.

Impeachment
O ministro disse que não poderia comentar os cortes previstos nos gastos públicos, caso seja aprovado, no Senado, o afastamento da presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer assuma o governo. “Esse assunto eu não posso debater, porque só posso debater temas relacionados com o governo da presidente Dilma”, disse.

Aldo Rebelo também não quis revelar se considera o impeachment um golpe. “A data de hoje é mais propícia para celebrar feitos dos nossos soldados, a defesa da soberania da nação e a defesa da democracia. Sobre este assunto, a presidente da República tem se manifestado e a ela devo todo apoio e solidariedade”.

O ministro disse que tem acompanhado pelos jornais o andamento do processo no Senado, mas quem tem falado pelo partido dele é a senadora Vanessa Grazziotin ( PCdoB-AM).

Cerimônia
A cerimônia pela 71ª comemoração Dia da Vitória, ocorreu no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio. Além do ministro, teve as participações dos comandantes da Marinha, almirante de esquadra, Eduardo Bacellar Leal Ferreira; do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas; da Força Aérea, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato; do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, almirante de esquadra Ademir Sobrinho; do secretário-geral do Ministério da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, e do comandante do 1º Distrito Naval, vice-almirante Leonardo Puntel. Neste ano a organização, que é feita em sistema de rodízio, coube à Marinha.

Houve desfile de tropas e homenagens a integrantes da Força Expedicionária Brasileira (FEB), incluindo salva fúnebre de 15 tiros lançados da embarcação aviso de patrulha Albacora da Marinha, posicionada na Baía de Guanabara, em frente ao Monumento. Ainda na cerimônia, 289 personalidades civis e militares, 61 ex-combatentes da FEB e seis instituições, receberam a Medalha da Vitória, criada pelo Ministério da Defesa para homenagear militares das Forças Armadas e civis nacionais e estrangeiros que contribuíram para a divulgação dos feitos alcançados pela FEB na Segunda Guerra Mundial.

Público
O menino Vitor Munive, de 8 anos, acompanhou a cerimônia no gramado em frente a área do Monumento. Ele estava animado porque viu o primo Tiago Maciel desfilando pela Marinha e esta não foi a primeira solenidade que participou. “Eu já vi cerimônia de troca de espadim. Meu primo é da Marinha e eu fui ver, ele até já me deu um chapéu da Marinha e eu fico brincando e peço ao meu pai para fazer fantasia”, disse.

Vitor foi levado pelos avós Eloisa, de 77 anos, e Armando, peruano de 79 anos, que mora no Brasil há mais de 50 anos. Os dois são da Igreja Messiânica Mundial e sempre participam de cerimônias de culto aos soldados no dia de finados, que ocorrem também no Monumento.

“Acho interessante que no momento atual haja essa brasilidade, sentimento da pátria. Acima de tudo é a nossa pátria e temos que zelar por ela. Isso acima de qualquer coisa. Nosso país é um país grande e rico e temos que preservar esta liberdade. Ensino ao meu neto esta máxima: liberdade e ser patriota acima de tudo”.

da Agência Brasil



Júri popular condena a mídia brasileira em Porto Alegre

9 de Maio de 2016, 9:53, por Blog do Arretadinho

Foto Ana Sofia 
No Júri, a mídia brasileira foi acusada e condenada por corrupção, racismo, misoginia, machismo, elitismo e golpismo.
Por Solange Engelmann
Da Página do MST

No Dia Nacional de Luta Contra o Golpismo Midiático, ocorrido nesta quinta-feira (05), cerca de 100 pessoas da Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo e Comitê gaúcho do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), realizaram um ato público e um Júri Popular da Mídia Golpista, na esquina da Avenida Ipiranga com a Érico Veríssimo e na frente ao Teatro Renascença, em Porto Alegre.

A ação aconteceu no final da tarde após uma oficina de cartazes produzidos em frente ao teatro e exibidos pelos manifestantes.

“Globo golpista”, “RBS Mente”, “ZHelotes”, “Apoio a ditadura e apoia o golpe” e “Monopólio é crime”, foram algumas das frases escritas nos cartazes.

No Júri popular, a mídia brasileira foi acusada e condenada por corrupção, racismo, misoginia, machismo, elitismo e golpismo.

Samara Ayres, do Levante da Juventude, relata que o objetivo do Júri foi julgar a Rede Globo de Televisão por criminalizar a população pobre da periferia e por apoiar o golpe contra a democracia no Brasil.

“Estamos fazendo um Júri popular contra a Rede Globo, especialmente pela desinformação, manipulação e o ódio, com que tratam a população: jovem, negra, pobre e da periferia”, aponta.

O Júri foi orientado a partir das seguintes questões: qual o papel da mídia na sociedade hoje? E qual o espaço da população nessa mídia?

A juventude apresentou o Manifesto dos jovens contra a Mídia Golpista, acusando-a de violar a Constituição Federal, por negar aos brasileiros o pleno direito de informação, esse que é um dos direitos sociais essenciais na democracia.

A mídia golpista é considerada um risco a democracia brasileira pelo apoio à ditadura militar de 1964 e por estimular o golpe contra um governo popular eleito democraticamente pela maioria dos eleitores brasileiros.

“Pelo golpe de 64 e pela longa noite de terror, tortura e censura que durou 25 anos. Pela manipulação nítida da eleição de 89 que elegeu Collor. Pela cobertura parcial, seletiva e criminosa que vem fazendo nos últimos anos tentando inviabilizar os governos populares”, condena o Manifesto.

O crime do monopólio
Os grupos de imprensa no Brasil formaram grandes cartéis, acumulando inúmeros veículos de comunicação de massa e sequestrando o direito do povo ao livre acesso à informação e ao direito a comunicação popular.

A mídia monopolista criminaliza e tenta silenciar as populações pobres e os movimentos sociais, usando sua influência para impedir a construção de meios populares de comunicação, como as mídias alternativas e as rádios comunitárias.

Essa mídia também é corrupta, pois sonega impostos. Como o grupo RBS no Rio Grande do Sul, que conforme denuncia do militante pela democracia, Diógenes de Oliveira, pratica a lavagem de dinheiro e sonegação fiscal e hoje possui uma dívida de cerca de 670 milhões de reais ao fisco.

O Grupo RBS, juntamente com outras empresas, como Gerdau, os bancos Bradesco, Santander, Safra, Pontual e Bank Boston, as montadoras Ford e Mitsubishi, entre outros, são investigados pela Operação Zelotes, desde março deste ano.

A Operação Zelotes denunciou um esquema de fraudes tributárias, com suspeitas de que grandes empresas brasileiras e multinacionais pagavam propina a integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais para anular multas tributárias milionárias.

As investigações apontam os processos tributários fraudados podem gerado um prejuízo de mais de R$ 21,6 bilhões aos cofres públicos.

Rede Globo é o centro do golpe
Segundo o representante da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Celso Schroeder, diferente de 1964 quando a Globo apoiava o golpe militar, hoje ela está no centro do golpe.

“A mídia construiu a crise econômica e política, e hoje representa o que há de pior no país. Se colocando contra os princípios humanistas ao defender o racismo, a criminalização dos pobres e ter uma postura homofóbica”, denunciou.

Schroeder acredita que somente a mobilização dos movimentos sociais e dos trabalhadores é capaz de preservar a democracia e barrar o golpe em curso no país.

“Os movimentos sociais têm força e não permitirão que esse golpe ocorra. Vamos derrubar Cunha, Temer e quem mais for necessário para reestruturar o sistema democrático brasileiro”, afirma.