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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
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Bulgária vai apoiar Brasil em pleito por reforma da ONU

1 de Fevereiro de 2016, 15:02, por Blog do Arretadinho

Em visita ao Brasil, o presidente da Bulgária, Rosen Plevneliev, disse que vai apoiar a proposta brasileira para reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas, ao se referir ao pleito do Brasil para que o conselho, formado por quinze membros (sendo cinco permanentes), tenha uma composição mais diversa.

Plevneliev e a presidenta Dilma Rousseff se reuniram nessa manhã em Brasília e assinaram atos bilaterais nas áreas da previdência social e da ciência e tecnologia. Ao oferecer brinde durante almoço, o presidente búlgaro repetiu que vai trabalhar com “empenho” para que o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia seja firmado o mais rápido possível.

"A Bulgária apoiará o Brasil para que o conselho tenha representatividade mais ampla", afirmou o presidente. Ele disse que o governo búlgaro acredita em um “comércio sem limites” e na “competitividade”. Mais cedo, Dilma havia dito que o Brasil tem “todo o interesse” em avançar nas negociações e na troca de ofertas entre os dois blocos.

De acordo com a presidenta, as parcerias firmadas entre os dois países na área da previdência beneficiará os trabalhadores brasileiros que moram na Bulgária, e os búlgaros que trabalham no Brasil. Ela destacou a possibilidade de haver novos campos de cooperação e conhecimento no setor de ciência e tecnologia.

“Há vontade política da Bulgária em promover uma parceria e uma cooperação especial com o Brasil, com as tônicas econômica e cultural”, disse Plevneliev. Participaram do almoço integrantes do governo da Bulgária e ministros brasileiros como Nelson Barbosa (Fazenda), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Mauro Vieira (Relações Exteriores). Durante o brinde, Dilma fez votos de que os eventos da comitiva búlgara em Brasília e São Paulo deem “impulso econômico” às tratativas entre os dois países.

da Agência Brasil



Deputado quer exoneração do administrador de Planaltina

1 de Fevereiro de 2016, 12:48, por Blog do Arretadinho

REPRODUÇÃO
O distrital Chico Vigilante (PT) acusa Vicente Salgueiro de abuso de autoridade. 

Por Manoela Alcântara

O administrador teria dado voz de prisão a um segurança que impediu a entrada dele pela entrada exclusiva para ambulâncias no Hospital Regional de Planaltina

O deputado distrital Chico Vigilante (PT) vai pedir a exoneração do administrador de Planaltina, Vicente Salgueiro (foto), sob alegação de abuso de autoridade. Segundo o parlamentar, Salgueiro teria dado voz de prisão a um segurança do Hospital Regional de Planaltina, no último sábado (23/1), depois de ser impedido de entrar na unidade pela porta exclusiva para ambulâncias. O pedido será entregue ao governador Rodrigo Rollemberg na terça-feira (26/1).

Segundo o vigia, o administrador estaria na unidade para tentar transferir um conhecido para um leito de UTI. “O segurança agiu corretamente. O administrador de Planaltina deveria entrar pela porta principal, como qualquer cidadão. Além disso, a transferência de pacientes é de responsabilidade da Central de Regularização, da Secretaria de Saúde. Quem é ele para passar alguém na frente? E a situação de quem não tem amigos, como fica?”, questionou o deputado. Segundo o distrital, o Sindicato dos Vigilantes também entrará com uma representação.

Na Administração Regional de Planaltina, a versão é outra. “O administrador foi solicitado por um popular e foi buscar informações no hospital se existia a possibilidade de transferência. Chegando lá, o segurança não o deixou entrar, o injuriou e não indicou qual portaria seria a adequada”, afirmou o gestor administrativo do órgão, José Neto. Ele nega a versão sobre o pedido de prisão.

Além de administrador, Vicente Salgueiro é policial civil, formado em direito e em geografia. Ele assumiu a administração por indicação do deputado distrital Agaciel Maia (PTC).

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde informou que “a direção da unidade apura as circunstâncias em que o fato aconteceu. Diante dos dados, serão tomadas as providências cabíveis junto à Superintendência da Regional de Saúde”.



Os documentos do Guarujá: desmontando a farsa

31 de Janeiro de 2016, 21:13, por Blog do Arretadinho

Como os adversários de Lula e sua imprensa tentam criar um escândalo a partir de invencionices. 
Entenda, passo a passo, mais uma armação contra o ex-presidente.


Abril de 2005

Marisa Letícia Lula da Silva assina o “Termo de Adesão e Compromisso de Participação” com a Bancoop – Habitacional dos Bancários de São Paulo.

A cláusula 1a. do Termo de Adesão diz: “O objetivo da Bancoop é proporcionar a seus associados a aquisição de unidades habitacionais pelo sistema de autofinanciamento, a preço de custo”.

O que isso significa?

Que Marisa Letícia tornou-se associada à Bancoop e adquiriu uma cota-parte para a implantação do empreendimento então denominado Mar Cantábrico, na praia de Astúrias,  em Guarujá, balneário de classe média no litoral de São Paulo.

Como fez para cada associado, a Bancoop reservou previamente uma unidade do futuro edifício. No caso, o apartamento 141, uma unidade padrão, com três dormitórios (um com banheiro) e área privativa de 82,5 metros quadrados.


Maio de 2005 a setembro de 2009

Marisa Letícia paga a entrada de R$ 20 mil, as prestações mensais e intermediárias do carnê da Bancoop, até setembro de 2009. Naquela altura, a Bancoop passava por uma crise financeira e estava transferindo vários de seus projetos a empresas incorporadoras, entre as quais, a OAS.

Quando o empreendimento Mar Cantábrico foi incorporado pela OAS e passou a se chamar Solaris, os pagamentos foram suspensos, porque Marisa Letícia deixou de receber boletos da Bancoop e não aderiu ao contrato com a nova incorporadora.

O que isso significa?

1)  Que a família do ex-presidente investiu R$ 179.650,80 na aquisição de uma cota da Bancoop. Em setembro de 2009, este investimento, corrigido, era equivalente a R$ 209.119,73. Em valores de hoje, R$ 286.479,32. Portanto, a família do ex-presidente pagou dinheiro e não recebeu dinheiro da Bancoop.

2)  Que, mesmo não tendo aderido ao novo contrato com a incorporadora OAS, a família manteve o direito de solicitar a qualquer tempo o resgate da cota de participação na Bancoop e no empreendimento.

3)  Que, não havendo adesão ao novo contrato, no prazo estipulado pela assembleia de condôminos (até outubro de 2009), deixou de valer a reserva da unidade 141 (vendida mais tarde pela empresa a outra pessoa, conforme certidão no registro de imóveis).

Março de 2006 a março de 2015

Na condição de cônjuge em comunhão de bens, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ao Imposto de Renda regularmente a cota-parte do empreendimento adquirida por sua esposa Marisa Letícia, de acordo com os valores de pagamento acumulados a cada ano.

A cota-parte também consta da declaração de bens de Lula como candidato à reeleição, registrada no TSE em 2006, que é um documento público e já foi divulgado pela imprensa.

O que isso significa?

Que o ex-presidente jamais ocultou seu único e verdadeiro patrimônio no Guarujá: a cota-parte da Bancoop.


2014-2015

Um ano depois de concluída a obra do Edifício Solaris, o ex-presidente Lula e Marisa Letícia, visitam, junto com o então presidente da empresa incorporadora OAS, Léo Pinheiro, uma unidade disponível para venda no condomínio.

Era o apartamento tríplex 164-A, com 215 metros de área privativa: dois pavimentos de 82,5 metros quadrados e um de 50 metros quadrados. Por ser unidade não vendida, o 164-A estava (e está) registrado em nome da OAS Empreendimentos S.A, matrícula 104.801 do cartório de imóveis de Guarujá. 

Lula e Marisa avaliaram que o imóvel não se adequava às necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava.

Foi a única ocasião em que o ex-presidente Lula esteve no local.

Marisa Letícia e seu filho Fábio Luís Lula da Silva voltaram ao apartamento, quando este estava em obras. Em nenhum momento Lula ou seus familiares utilizaram o apartamento para qualquer finalidade.

A partir de dezembro de 2014, o apartamento do Guarujá tornou-se objeto de uma série de notícias na imprensa, a maior parte delas atribuindo informações a vizinhos ou funcionários do prédio, nem sempre identificados, além de boatos e ilações visando a associar Lula às investigações sobre a Bancoop no âmbito do Ministério Público de São Paulo.

Durante esse período, além de esclarecer que Marisa Letícia era dona apenas de uma cota da Bancoop, a Assessoria de Imprensa do Instituto Lula sempre  informou aos jornalistas que a família estava avaliando se iria ou não comprar o imóvel.

As falsas notícias chegam ao auge em 12 de agosto de 2015, quando O Globo, mesmo corretamente informado pela Assessoria do Instituto Lula, insiste em atribuir ao ex-presidente a propriedade do apartamento. Em evidente má-fé sensacionalista, O Globo chamou o prédio de Edifício Lula na primeira página de 13 de agosto.

O jornal mentiu ao fazer uma falsa associação entre investimentos do doleiro Alberto Youssef numa corretora de valores e o contrato da OAS com o agente fiduciário do projeto Solaris, com a deliberada intenção de ligar o nome de Lula às investigações da Lava Jato. O editor-chefe do jornal e os repórteres que assinam a reportagem estão sendo processados por Lula em grau de recurso. (http://www.institutolula.org/lula-entra-com-acao-contra-o-globo-por-conta-de-mentiras-sobre-triplex-no-guaruja)

 26 de novembro de 2015

Marisa Letícia Lula da Silva assina o “Termo de Declaração, Compromisso e Requerimento de Demissão do Quadro de Sócios da Seccional Mar Cantábrico da Bancoop”.

Como se trata de um formulário padrão, criado na ocasião em que os associados foram chamados a optar entre requerer a cota ou aderir ao contrato com a OAS (setembro e outubro de 2009), ao final do documento consta o ano de 2009.

A decisão de não comprar o imóvel e pedir o resgate da cota já havia sido divulgada pela Assessoria de Imprensa do Instituto Lula, em mensagem à Folha de S. Paulo, no dia 6 de novembro.

O que isso significa?

Que a família do ex-presidente Lula solicitou à Bancoop a devolução do dinheiro aplicado na compra da cota-parte do empreendimento, em 36 parcelas, com um desconto de 10% do valor apurado, nas mesmas condições de todos os associados que não aderiram ao contrato com a OAS em 2009.

A devolução do dinheiro aplicado ainda não começou a ser feita.



Por que a família desistiu de comprar o apartamento?

Porque, mesmo tendo sido realizadas reformas e modificações no imóvel (que naturalmente seriam incorporadas ao valor final da compra), as notícias infundadas, boatos e ilações romperam a privacidade necessária ao uso familiar do apartamento.

A família do ex-presidente Lula lamenta que notícias falsas e ações sem fundamento de determinados agentes públicos tenham causado transtornos aos verdadeiros condôminos do Edifício Solaris.

Janeiro de 2016

A revista Veja publica entrevista do promotor Cássio Conserino, do MP de São Paulo, na qual ele afirma que vai denunciar Lula e Marisa Letícia pelos crimes de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, no curso de uma ação movida contra a Bancoop.

Trata-se de um procedimento que se arrasta há quase dez anos, do qual Lula e sua família jamais foram parte, e que é sistematicamente ressuscitado na imprensa em momentos de disputa política envolvendo o PT.

Além de infundada, a acusação leviana do promotor desrespeitou todos os procedimentos do Ministério Público, pois Lula e Marisa sequer tinham sido ouvidos no processo. A intimação para depoimento só foi expedida e entregue na semana seguinte à entrevista.

No dia 27 de janeiro, a Polícia Federal deflagrou a Operação Triplo X, que busca estabelecer uma conexão entre o Edifício Solaris e as investigações da Lava Jato, reproduzindo dados da ação dos promotores de São Paulo.

Diferentemente do que fazem crer os pedidos de prisão e de busca apresentados ao juiz Sergio Moro pela força-tarefa da Lava Jato, as novidades do caso, alardeadas pela imprensa, já estavam disponíveis há meses para qualquer pessoa interessada em investigar esquemas de lavagem de dinheiro – seja policial, procurador ou jornalista "investigativo".

A existência de apartamentos tríplex registrados em nome da offshore Murray e a ligação desta com a empresa panamenha Mossack Fonseca constam, pelo menos desde agosto passado, da ação que corre em São Paulo. Foram anexadas por um escritório de advocacia que atua em favor de ex-cotistas da Bancoop.

O mesmo escritório de advocacia anexou a identificação e os endereços dos supostos representantes da Murray e da Mossack Fonseca no Brasil.

Mesmo que tenham vindo a público agora, em meio a um noticiário sensacionalista, estes fatos nada têm a ver com o ex-presidente Lula, sua família ou suas atividades, antes, durante ou depois de ter governado o País. Lula sequer é citado nos pedidos da Força-Tarefa e na decisão do juiz Moro.

O que isso significa?

1)  Que fracassaram todas as tentativas de envolver o nome do ex-presidente no processo da Lava Jato, apesar das expectativas criadas pela imprensa, pela oposição e por alguns agentes públicos partidarizados, ao longo dos últimos dois anos.

2)  Que fracassaram ou caminham para o fracasso outras tentativas de envolver o ex-presidente com denúncias levianas alimentadas pela imprensa, notoriamente a suposta “venda de Medidas Provisórias”, plantada pelo Estado de S. Paulo no âmbito da Operação Zelotes.

3)  Que aos adversários de Lula – duas vezes eleito presidente do Brasil, maior líder político do País, responsável pela maior ascensão social de toda a história – restou o patético recurso de procurar um crime num apartamento de 215 metros quadrados, que nunca pertenceu a Lula nem a sua família.

A mesquinhez dessa “denúncia”, que restará sepultada nos autos e perante a História, é o final inglório da maior campanha de perseguição que já se fez a um líder político neste País.

Sem ideias, sem propostas, sem rumo, a oposição acabou no Guarujá. Na mesma praia se expõem ao ridículo uma imprensa facciosa e seus agentes públicos partidarizados.



Juízes do PR vão gastar R$ 10 milhões com lanches

29 de Janeiro de 2016, 16:13, por Blog do Arretadinho

Reportagem aponta que juízes do Paraná vão gastar R$ 10 milhões com lanche e serviço exclusivo de garçom

De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

A TV Record denunciou na última quarta-feira (27) que os juízes de Curitiba vão gastar cerca de R$ 10 milhões com lanches e serviços exclusivos dos 104 garçons que estão sendo contratados.

Confira a reportagem:




Incêndio destrói parte de centro espírita em Sobradinho II.

29 de Janeiro de 2016, 15:46, por Blog do Arretadinho

Foto TAMIRES ALVES/ARQUIVO PESSOAL
Intolerância? Incêndio destrói parte de centro espírita em Sobradinho II. Uma pessoa ficou ferida
Responsável pelo local acredita que ação foi criminosa. Fato ocorreu uma semana depois de ser criada uma delegacia para investigar crimes dessa natureza

Por CAROLINE BCHARA
No Portal Metrópoles

Uma semana após a criação da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual, um incêndio destruiu parte do centro espírita Chão de Flores, em Sobradinho II, na madrugada desta sexta-feira (29/1). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, um homem de 24 anos teve queimaduras nos pés, nos braços, no rosto e no pescoço. Ele foi encaminhado ao Hospital Regional de Sobradinho.

Guilherme Varandas, assistente social responsável pelo centro, afirmou que há sinais de arrombamento e ele acredita que o fogo tenha sido colocado na sala de costura, onde teria mais chances de se propagar. “É muita tristeza. Isso denota intolerância religiosa”, lamentou, lembrando que não é a primeira vez que o local é invadido.

Segundo Guilherme, o Centro Espírita Chão de Flores funciona em Sobradinho há 38 anos e, mesmo com o local incendiado, os trabalhos vão continuar. “Serviremos nossa sopa amanhã (30) na parte que sobrou. Estamos aqui há muito tempo e não vamos parar.”

Toda a parte interna do centro foi consumido pelo fogo. O lote abriga três casas e 12 pessoas moram próximo ao local incendiado. Tamires Alves, de 27 anos, é uma das moradoras da região. Ela conta que todos dormiam no momento em que as chamas começaram a consumir o espaço. “A gente suspeita que tenha sido um curto-circuito”, contou ao Metrópoles. Ela também afirmou que o centro foi atacado há alguns anos.
Foto TAMIRES ALVES/ARQUIVO PESSOAL
A perícia foi acionada e deve determinar as causas do incêndio em até 30 dias. O caso está sendo investigado com prioridade pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II), uma vez que a unidade policial especializada só deve começar a funcionar na próxima semana.

Intolerância
Desde o ano passado, centros religiosos do Distrito Federal e do Entorno sofreram ataques quase simultâneos. Na madrugada de 12 de setembro foram registradas três agressões. A primeira, na casa de Babazinho de Oxalá, em Santo Antônio do Descoberto (GO). O local ficou totalmente destruído. Foi o segundo ataque no terreiro em pouco tempo.

A casa de Baba Djair de Logun Ede, em Águas Lindas (GO), teve o portão destruído com um carro e foi parcialmente incendiada. O terreiro Pai Adauto, em Valparaíso (GO), foi apedrejado durante a mesma madrugada. Em 27 de novembro, o terreiro Ylê Axé Oyá Bagan foi incendiado no Paranoá.

O último ataque foi registrado neste mês de janeiro, quando o centro espírita Casa do Caminho e a creche espírita Ponto de Luz, em Santa Maria, foram invadidos.

Medidas do GDF
Há duas semanas, um decreto publicado no Diário Oficial do DF instituiu a criação do Comitê Distrital de Diversidade Religiosa (CDDR). A principal função do grupo é garantir a liberdade religiosa e instaurar mecanismos de combate à intolerância.

Seguindo a mesma linha, o governo local criou, na semana passada, a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência. O anúncio de que a unidade policial especializada seria criada foi feito pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) em 28 de novembro, quando visitou o terreiro Ylê Axé Oyá Bagan, incendiado um dia antes no Paranoá.