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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Fórum Social Mundial chega ao fim propondo alternativas aos retrocessos democráticos

марта 18, 2018 15:23, by Blog do Arretadinho

Participantes avaliam que o FSM foi um espaço oportuno para
reunir e articular forças / CUT
13ª edição ocorreu em Salvador (BA); desafio para o futuro é pensar um Fórum com mais ação política

por Lilian Campelo no Brasil de Fato

A 13ª edição do Fórum Social Mundial (FSM), realizada em Salvador (BA), chegou ao fim neste sábado (17). Durante cinco dias, a programação contou com marchas, atos, assembleias e debates para a construção de resistências aos retrocessos democráticos.

De acordo com a assessoria de comunicação do Fórum, foram realizadas 1500 atividades durante o evento. Na avaliação de Jussara Santana, da Coordenação de Entidades Negras (Conen), a inserção e o debate de temas relacionados ao povo negro foram de grande substância. “A nossa avaliação enquanto movimento negro é positiva porque nós tivemos 80% dos trabalhos escritos, voltados para a questão racial, mulheres, religião, juventude e política”, afirma.

Andreia Veiga, coordenador do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), acredita que o FSM foi um espaço importante porque possibilitou trocar experiências e articular agendas de luta. No entanto, avalia que a edição deste ano careceu de “proposição política e organizativa”.  

 “Acho que faltou um pouco de direcionamento político. Pensando numa perspectiva de futuro, poderia ter sido mais intencionalizado para que se conseguisse um objetivo de forma organizada coletivamente”, pondera.

Já para Rogério Pantoja, da direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na atual conjuntura pós-golpe, com o país imerso em uma crise social, com sérias ameaças à democracia e às conquistas de direitos duramente conquistados, o Fórum foi um espaço para revigorar e aglutinar forças, mas também para refletir sobre os futuros desafios.

“O Fórum chega a sua 13º edição com o desafio de não ser mais um espaço de reflexão, mas sim um espaço também de ação política, a partir das intervenções, das construções dos mais diversos movimentos dentro do FSM", analisa.
Ato contra o assassinato de Marielle Franco no FSM em Salvador
Nacho Lemus

A assassinato da militante e vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes, executados a tiros na noite de quarta-feira (14) no Rio de Janeiro (RJ), marcou a edição deste ano.

Uma marcha foi realizada na quinta (15) e o Fórum se somou à mobilização que tomou as ruas de diversas capitais e cidades do país contra mais um caso de feminicídio.

Segundo dados da organização, o FSM reuniu cerca de 60 mil pessoas em Salvador. 



Flávio Dino tem 73,11% dos votos

марта 18, 2018 14:49, by Blog do Arretadinho

Em relação à aprovação do governo do estado, 74,67% do eleitorado
 imperatrizense declararam aprovar o trabalho de Flávio Dino
Foto: Karlos Geromy/Secom
Pesquisa na segunda maior cidade do Maranhão aponta Flávio Dino com 73,11% dos votos

Por Redação Revista Fórum

Levantamento realizado pelo Instituto Interpreta em Imperatriz coloca o candidato do PCdoB e atual governador muito à frente de Roseana Sarney, que aparece com 18,06% das intenções

Segundo reportagem de Leandro Miranda, do site marrapa.com, o atual governador e candidato à reeleição, Flávio Dino (PCdoB) lidera com folga as intenções de voto para o pleito no Maranhão. De acordo com o levantamento do Instituto Interpreta, realizado em Imperatriz e publicado no Jornal Correio, a população da segunda maior cidade do estado reelegeria Dino no primeiro turno se as eleições fossem hoje.

O levantamento aponta Dino com 73,11% dos votos válidos, contra apenas 18,06% de Roseana Sarney (MDB), que aparece na segunda colocação. Em terceiro aparece o pré-candidato do PSDB, Roberto Rocha, com somente 6,72%, seguido por Maura Jorge (PODE), com 1,48%, e Ricardo Murad (PRP), com 0,63%. Eduardo Braide (PMN) não pontuou.

Em relação à aprovação do governo do estado, 74,67% do eleitorado imperatrizense declararam aprovar o trabalho realizado, e apenas 19,67% das pessoas disseram não aprovar a gestão de Flavio Dino. 5,66% não souberam ou não responderam. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 7 de março e está registrada no TSE sob a identificação: MA-03198/2018. Foram entrevistadas 600 pessoas, com base nas zonas eleitorais urbana e rural de Imperatriz, considerando o número de eleitores de cada seção. A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é avaliado em 95%.



Em São Paulo, imigrantes que trabalham como domésticas vivem condições de escravidão

марта 17, 2018 14:06, by Blog do Arretadinho

O número de mulheres imigrantes e refugiadas em condições semelhantes à escravidão na cidade de São Paulo vem aumentando. Uma pesquisa lançada no mês de fevereiro pelo Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC) aponta que, das 18 trabalhadoras domésticas estrangeiras entrevistas, todas eram submetidas a condições precárias no ambiente de trabalho.

Mulheres de sete nacionalidades diferentes, com destaque para as haitianas, participaram do estudo. A maioria das entrevistadas é adulta, solteira, com estadia recente no Brasil e trabalhava em casas de família por meio de contrato informal, sem carteira de trabalho assinada.

Procuradora do trabalho, Sofia Vilela destaca que os direitos trabalhistas vigentes no Brasil também valem para as mulheres imigrantes. Ela ressalta que o Ministério Público tem dificuldades de descobrir e investigar esses casos, porque há necessidade de uma denúncia prévia, que muitas vezes não acontece pelo receio dessas mulheres de ficarem desempregadas.

“A situação do trabalho doméstico tem uma peculiaridade que é a dificuldade para fiscalização e até a própria denúncia, porque se ela não partir da vítima, a gente não fica sabendo, porque são ambientes privados. Não é como uma empresa, onde há a possibilidade de divulgação e diversas testemunhas do que está acontecendo”, afirma. 

Além disso, a maioria das mulheres vem ao Brasil em busca de melhores condições de vida, mas com poucas informações sobre os direitos trabalhistas, o que aumenta as chances de serem submetidas a empregos irregulares e informais, como destaca a pesquisadora Maria Florencia Salmuni, uma das organizadoras do estudo. “A gente percebeu que falta informação generalizada sobre os direitos trabalhistas que regulam o trabalho doméstico, como também os direitos que tem o imigrante no país.”

A procuradora do trabalho relata um dos casos descobertos recentemente pelo Ministério do Trabalho e Emprego e que ainda está em processo de investigação. 

“Em São Paulo, teve uma situação peculiar, em um condomínio de alta renda, em relação as babás e empregadas domésticas filipinas, na qual também teria sido configurado um trabalho escravo. E elas narraram, inclusive, que sentiam fome, que chegaram a se alimentar de comida de cachorro”, explica.

Luta por trabalho digno
Esse quadro de precarização pode ser amenizado com maior divulgação de informações sobre a legislação trabalhista, além de orientações nas fronteiras com o Brasil, na opinião da imigrante Diana Solis. A boliviana está há 21 anos no país e atualmente é diretora de imigrantes no Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande São Paulo.

Ela trabalhou em diversas casas de famílias brasileiras e conta que, na última experiência, recebia um salário muito baixo. A empregadora de Diana dizia que ela não tinha direito a carteira de trabalho porque era imigrante e “a lei daqui era diferente”, conta.

“Eu sempre falava que era muito pouco, mas ela falava que era assim mesmo, que esse era o salário que eu devia ganhar porque eu era imigrante, estrangeira, não tinha documento…, mas eu tinha documento.”

Diana obteve o visto provisório logo quando chegou ao Brasil e ressalta que a barreira da língua e a necessidade econômica acabam levando as imigrantes a aceitarem trabalhar por muitas horas, sem pausas, folgas e benefícios trabalhistas. 

A boliviana incentiva as mulheres migrantes e refugiadas a procurarem o sindicato para se informar sobre seus direitos e obterem toda a documentação prevista em lei. Ela também fala da importância da denúncia e da união entre as imigrantes e as brasileiras. “Tem que ser um trabalho de formiguinha, ajudar. Um por todos, todos por um”.

De acordo com dados da Coordenação Geral de Imigração do Ministério do Trabalho, só no primeiro semestre de 2017 foram emitidas 16.680 carteiras de trabalho para imigrantes.

fonte Justificando



Oposição a Rollemberg reúne 11 partidos

марта 17, 2018 9:48, by Blog do Arretadinho

ARQUIVO PESSOOAL
Com novas adesões, grupo de oposição a Rollemberg reúne 11 partidos

Frente Cristã – formada por PSD, PSDB e mais cinco siglas – se alia a outras quatro legendas. Encontro nesta sexta (16/3) selou união

Tem ganhado novas formas a articulação política para as eleições de outubro na capital da República. A Frente Cristã – formada por PSD, PSDB e mais cinco partidos – uniu forças com mais quatro legendas. Entre os recém-agregados, estão o Podemos, da ex-deputada distrital Eliana Pedrosa, e o PTB, de Alírio Neto, pré-candidato ao cargo de governador.

O PPS e o PMB também associaram-se ao grupo, segundo o deputado federal e presidente do PSD-DF, Rogério Rosso. Essa provável chapa de oposição ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), portanto, contém 11 partidos. Representantes das siglas se encontraram na manhã desta sexta-feira (16/3), na sede do PRB, no Lago Sul.

e antes a Frente Cristã – composta por PSDB, PSD, PMN, PRB, PSC, Patriota e DC (antigo PSDC) – somava 131 deputados federais. Agora, com a chegada de mais quatro siglas, a quantidade de representantes no Legislativo sobe para 159. De acordo com o deputado federal e presidente do PSDB-DF, Izalci Lucas, o número garantiria à coligação 30% do tempo de televisão no horário eleitoral.
Com diversos nomes declarados como aspirantes ao Palácio do Buriti, o grupo precisará entrar em consenso para escolher o candidato ao cargo majoritário. Entretanto, o também pré-candidato ao GDF Izalci Lucas diz que a prioridade, no momento, é a construção de forte nominata para a Câmara dos Deputados e a Câmara Legislativa (CLDF).

“O mais importante é a coisa estar bem formada para os distritais e federais”, frisa Izalci Lucas. Para Rogério Rosso, o entendimento é no sentido de que não há “ninguém” maior. “Todos vão participar juntos da definição das candidaturas, seja da majoritária ou da proporcional”, complementa.

Boa parte dos integrantes da possível coligação estava antes em sintonia com o pré-candidato Jofran Frejat (PR). Além do PTB, o PSD e o PSDB vinham ensaiando aliança com o PR, mas um desentendimento pôs os planos em xeque. “O outro grupo era só de nomes. Não vi, em nenhuma reunião, a discussão de quais seriam os projetos. Temos um foco agora: resgatar o DF”, diz Izalci Lucas.

do Portal Metrópoles



Vem aí o 19º Congresso da UJS

марта 14, 2018 20:11, by Blog do Arretadinho

Vem aí o 19º Congresso da União da Juventude Socialista (UJS) que ocorrerá entre os dias 6 e 8 de julho desse ano, na cidade de São Paulo – SP. Dezenas de caravanas sairão de todo o país. 
Caravanas sairão de todos os estados do país.

A UJS lança para o seu congresso o movimento “Ocupa o Poder”, que nasce em um momento de crise do sistema político e de pouca confiança dos brasileiros nos seus atuais representantes. Somos a maioria, os 99% formados por jovens mulheres, jovens negros, indígenas, moradores das favelas, a população LGBT, estudantes, artistas, ativistas, comunicadores e todos que, apesar de serem uma parcela tão importante da população, não têm voz no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas. Nosso convite é para virarmos esse jogo e colorir o poder com as nossas cores, com os rostos das nossas e dos nossos representantes. Essa é a única forma de construirmos uma política pública que reconheça e valorize a juventude do Brasil.

Mais informações: www.ujs.org.br
Mande um inbox para a página da @ujsbrasil.