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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Denúncias de estupro crescem 77,4% no Distrito Federal

июня 12, 2017 19:11, by Blog do Arretadinho

Denúncias de estupro crescem 77,4% no Distrito Federal

O Distrito Federal volta a assustar as mulheres com a recente notícia, divulgada na última semana pela Secretaria de Segurança Pública do DF de aumento do número de estupros na Capital Federal. O número de ocorrências cresceu 77,4%, subindo de 53 em maio de 2016 para 94 em maio deste ano.

Os dados também indicam que a maioria das vítimas é de adolescentes, meninos e meninas, entre 12 a 15 anos. Mesmo havendo a presença de vítimas crianças do sexo masculino, são as do sexo feminino as que mais sofrem com a violência sexual. Outro dado divulgado é que cerca de 2/3 dos casos acontecem dentro de casa e com pessoas da relação familiar da vítima.

Acolhimento encoraja vítimas a denunciar
A estrutura de apoio às mulheres pode ser apontada como um dos fatores que fizeram com que o DF passasse a liderar o ranking de denúncias. É uma herança importante do período que o Governo do Distrito Federal priorizou os equipamentos de proteção à mulher, criando uma Secretaria da Mulher e uma série de instrumentos que deram a mulher a segurança de efetuar a denúncia com a expectativa de que haja a interrupção do ciclo de violência.

Apesar da descontinuidade da política de proteção às mulheres, já que o governo de Rodrigo Rollemberg interrompeu este ciclo e acabou com a secretaria especializada, para juntar diversos órgãos governamentais na Secretaria Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, a gestão que teve à frente a ex-secretária da mulher, Olgamir Amancia Ferreira, deixou o legado de esclarecimento, conscientização de que a denúncia é o primeiro e o principal passo para barrar o ciclo da violência.

Denúncia é o primeiro passo para interromper o ciclo de violência
“Já que as mulheres não podem ficar na esperança de que o homem vá mudar – mas com a esperança do acolhimento adequado, a mulher se sente fortalecida e encorajada a fazer a denúncia”, afirma Olgamir Amancia. Em sua gestão, a extinta secretaria deixou um aparato de ferramentas sociais e de visibilidade ao tema da violência de gênero que ajudou a construir uma consciência de que é necessário tirar o assunto debaixo do tapete e denunciar os crimes contra as mulheres.

A presidenta do Fórum de Mulheres do Mercosul no Brasil e ex-Ministra da Mulher do Governo Federal, Emília Fernandes, também reforça a importância da denúncia para romper com a impunidade. “A violência se manifesta de muitas formas. Combater o estupro, a violência doméstica, o assédio sexual e no trabalho é necessário e urgente. A impunidade não pode vencer. O silêncio e a indiferença são formas de violência também”, afirma Emília Fernandes.

De Brasília, Sônia Corrêa – Portal CTB



O que Putin quis dizer com 'ninguém sobreviveria a uma guerra entre Rússia e EUA'?

июня 11, 2017 11:28, by Blog do Arretadinho

Foto Sputnik
Em entrevista ao famoso diretor Oliver Stone, o presidente russo foi perguntado quem dominaria em uma guerra entre Rússia e EUA. A resposta de Putin foi clara e lacônica.

"Não acredito que alguém sobreviveria [com tal conflito]", afirmou Putin.

A versão completa da entrevista será publicada em entre 12 e 15 de junho nos EUA.

O cientista político russo, Nikita Danyuk, explicou para o serviço russo da Rádio Sputnik o que poderia significar a resposta de Putin.

Levando em consideração que a Rússia e os Estados Unidos são duas potências com armas nucleares, tanto estratégicas quanto táticas, fica evidente que em caso de alguma escalada, este conflito afetará toda a humanidade, aponta o analista russo.
Mas, além da explicação simples, há mais significados nas palavras do presidente Putin, considera Danyuk.

"Acredito que a declaração do líder russo se trata de certo impulso aos nossos colegas americanos sobre precisarmos evitar tensões. Neste caso acho que este sinal será percebido de modo correto pelos nossos parceiros americanos que vão cuidar da sua política externa de modo mais sério e não vão tentar mudar o sistema das relações internacionais", resumiu o cientista político.

Segundo ele, a história mundial já foi testemunha de algumas crises nas relações russo-americanas, mas as partes sempre conseguiram se conter e evitar os conflitos devastadores.

do Sputnik Brasil



Café com Lenin - Por Marcelo Pires

июня 11, 2017 8:25, by Blog do Arretadinho

Café com Lenin
Por Marcelo Pires

"Crescem ricas cidades, constroem-se lojas e casas luxuosas, instalam-se estradas de ferro, introduzem-se toda a espécie de máquinas e melhoramentos na indústria e na agricultura - mas milhões de pessoas não conseguem sair da miséria e continuam a trabalhar toda a sua vida para sustentar a custo a família. 

Mais ainda: são cada vez mais os desempregados. São cada vez mais as pessoas, tanto nos campos como nas cidades, que não conseguem de modo nenhum encontrar qualquer trabalho." 

(Aos Pobres do Campo, Vladimir Leni)



"Dilma" analisa o Governo do golpista.

июня 10, 2017 17:08, by Blog do Arretadinho




'Braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia'

июня 10, 2017 14:05, by Blog do Arretadinho

Gleisi: "Leis não regulam a mídia pelo interesse público, e sim pelo privado.
É flagrante delito contra a democracia"
DIVULGAÇÃO
OLIGOPÓLIO X DEMOCRACIA
Gleisi: 'Braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia'
Senadora Gleisi Hoffmann esteve ao lado da deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), da jornalista Maria Inês Nassif e do presidente do Barão de Itararé, Altamiro Borges, para discutir liberdade de imprensa

por Redação RBA

São Paulo – "Vemos que o braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia, a concentração, o monopólio econômico da imprensa", afirmou a senadora e presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, durante o 3º Encontro Estadual de Blogueir@s e Ativistas Digitais de São Paulo. "A estrutura de telecomunicações do Brasil vem do tempo da ditadura (1964-1965)", disse Gleisi. O debate se realizou na sede do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, no centro de São Paulo, na noite desta sexta-feira (9).

Gleisi esteve ao lado da deputada federal Luciana Santos (PCdoB-PE), da jornalista Maria Inês Nassif e do presidente do Barão de Itararé, Altamiro Borges. "Durante a ditadura foram criados os grandes oligopólios da informação, justamente para ajudar na censura, na sustentação ideológica do regime deles. Com isso, as concessões foram distribuídas para poucos grupos. Ali, a Globo começa a desenvolver o seu poder. Ali, começa um processo de verticalização e oligopolização da mídia", completou.

Gleisi ressaltou a necessidade de regulamentação da mídia para a manutenção sadia da democracia. "Nossas leis não regulam a mídia pelo interesse público, e sim pelo privado. É flagrante delito contra a democracia. O direito à informação é fundamental, o cidadão privado de informação é um não-cidadão", disse. Para a presidenta do PT, sem pluralidade de visões na mídia, "há censura. Censura corporativa e privada, onde empresas privam a população de informação".

A presidenta do PT citou exemplos de economias desenvolvidas que possuem uma mídia regulamentada. "Mesmo nos Estados Unidos, eles regulam economicamente a mídia a fim de evitar oligopólios. Aqui isso já seria um grande avanço. Na Europa temos algo ainda maior, a ênfase em assegurar a qualidade para que a informação seja distribuída pelo interesse público e em defesa da cidadania", defendeu.

Altamiro Borges também relaciona a influência econômica e o monopólio da informação com problemas na democracia, citando o atual governo de Michel Temer (PMDB) e sua relação com a mídia. "Neoliberalismo não combina com democracia. Para aplicar um projeto derrotado quatro vezes nas urnas, para aplicar o desmonte do Estado, da nação, eles tiveram que ser autoritários (...) A primeira medida do governo foi 'pau' na cultura e pau na Empresa Brasileira de Telecomunicações (EBC). Na verdade, começou com 'pau' nos blogueiros. Na semana do encontro nacional de blogueiros, Temer suspendeu os patrocínios", disse.

"Eles vêm para cima. Esse autoritarismo se reflete na convocação de Exército para manifestações, em policiais matando gente, matando trabalhadores rurais. Esse governo não tem nada de republicano. Uma das formas de asfixia das vozes é a questão financeira. Tiram merrecas de publicidade para vozes importantes para a pluralidade de ideias", afirmou, ao citar as condições precárias de centros alternativos de mídia após a ascensão de Temer.

"Peço, para quem defende a liberdade de expressão, assinem esses meios. Estão asfixiando as vozes diferentes, enquanto aumentam em 470% a publicidade para a revista Veja. Estamos em um período sombrio de retrocessos na liberdade de imprensa. Se tivermos o fim de revistas como a Carta Capital e a Caros Amigos, isso seria uma desgraça para a luta democrática no Brasil", completou.
Encontro se realizou no Centro de Estudos de Mídia Alternativa
Barão de Itararé, em São Paulo

Autocríticas
A deputada Luciana Santos refletiu sobre quais fatores levaram à queda dos ciclos de governos com projetos populares no país. "Vivemos uma radicalização da luta política ideológica que teve ponto de inflexão nas manifestações de junho de 2013. Precisamos aprofundar nessa questão. Um fenômeno desorganizado, difuso. Essa crise foi disputada a ferro e fogo por correntes da opinião pública, especialmente pela imprensa (...) eles se unificaram em um ambiente de recessão inspirado por um contexto assegurado pela mídia", disse.

A jornalista Maria Inês Nassif aprofundou a reflexão e partiu para a autocrítica das correntes progressistas. "O momento atual nos remete à pergunta de onde erramos. Nós, com o compromisso de visão real da verdade e do que aconteceu neste período de golpe sob pretextos mentirosos e manipulados pela mídia temos que pensar nisso", disse. Para Maria Inês, o ponto central está na visão de leniência com setores corporativos da imprensa.

"Isso começa pela confusão de que vitórias em eleições trazem hegemonia. Nunca fomos hegemônicos em instituições como a mídia. Ela foi a verdadeira oposição. Veja, o PSDB não é de nada. O partido que rivalizou com o PT se desfez como água. A incursão deste partido para a direita já demonstrava que ele não teria nenhum peso a não ser que se tornasse a representação da elite tradicional brasileira. A posição das esquerdas diante da mídia tradicional era de conformismo, uma convicção de que programas sociais, ganhos das classes menos favorecidas traria o povo para o nosso lado. O Lula mesmo verbalizava isso. A Veja ofendia sua família e ele não dava importância porque ele tinha voto. Mas vimos que isso cola. Que o discurso de anticorrupção da direita, o discurso moral, preenche as insatisfações da população, até mesmo pessoais", completou a jornalista.

Acompanhe o segundo dia do 3 Encontro de Blogueir@s e Ativistas Digitais de SP com a transmissão ao vivo da Rede TVT: