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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Oito homens são mais ricos do que 3,6 bi de pessoas

января 16, 2017 19:46, by Blog do Arretadinho

Slim Helú, Zuckerberg e Bill Gates: a desigualdade no mundo é assombrosa
Montagem / Arquivo
Oito homens têm a mesma riqueza que os 3,6 bilhões mais pobres do mundo

por Redação da Carta Capital

Relatório da Oxfam destaca a crescente concentração de renda no mundo, no qual 1% das pessoas tem o mesmo volume de recursos que os 99% mais pobres

Um novo relatório da Oxfam, divulgado nesta segunda 16, revela que o fosso material entre o 1% e os 99% da humanidade, respectivamente, o topo e a base da pirâmide da riqueza mundial, torna-se cada vez maior, com consequências nefastas para a sociedade. 

O documento também capta uma tendência preocupante: o abismo entre ricos e pobres está aumentando em uma velocidade muito maior do que a prevista.

Baseado no Credit Suisse Wealth Report 2016 e na lista de milionários da Forbes, o relatório alerta que apenas oito homens concentram a mesma riqueza do que as 3,6 bilhões de pessoas que fazem parte da metade mais pobre da humanidade. 

Os oito primeiros colocados na lista da Forbes são o criador da Microsoft, Bill Gates (75 bilhões de dólares), Amancio Ortega (67 bilhões), da grife espanhola Zara; Warren Buffet (60,8 bilhões), da Berkshire Hathaway, Carlos Slim (50 bilhões), das telecomunicações e Jeff Bezos (45,2 bilhões), da Amazon. Figuram ainda o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg (44, 6 bilhões), Larry Ellison (43,6 bilhões), da Oracle, e, por fim, Michael Bloomberg (Bloomberg LP), com 40 bilhões. 

Tal riqueza é, na maioria dos casos, hereditária. Nas próximas duas décadas, 500 indivíduos passarão mais de 2,1 trilhões de dólares para seus herdeiros, uma soma maior do que o PIB de um país como a Índia, que tem 1,2 bilhão de habitantes.

Os super-ricos

Intitulado Uma economia humana para os 99%, o relatório analisa de que maneira grandes empresas e os "super-ricos" trabalham para acirrar o fosso da desigualdade.

A renda de altos executivos, frequentemente engordada pelas ações de suas empresas, tem aumentado vertiginosamente, ao passo que os salários de trabalhadores comuns e a receita de fornecedores têm, na melhor das hipóteses, mantido-se inalterado e, na pior, diminuído.

O estudo aponta que, atualmente, o diretor executivo da maior empresa de informática da Índia ganha 416 vezes mais que um funcionário médio da mesma empresa. 

Além disso, os altos lucros das empresas são maximizados pela estratégia de pagar o mínimo possível em impostos, utilizando para este fim paraísos fiscais ou promovendo a concorrência entre países na oferta de incentivos e tributos mais baixos.

"As alíquotas fiscais aplicadas a pessoas jurídicas estão caindo em todo o mundo e esse fato – aliado a uma sonegação fiscal generalizada – permite que muitas empresas paguem o menos possível em impostos", afirma o documento.

Além disso, há a obsessão em manter no mais alto patamar os retornos financeiros para os acionistas das empresas. Na década de 1970 no Reino Unido, por exemplo, 10% dos lucros eram distribuídos aos acionistas. Hoje, o percentual é de 70%.

Um novo relatório da Oxfam, divulgado nesta segunda 16, revela que o fosso material entre o 1% e os 99% da humanidade, respectivamente, o topo e a base da pirâmide da riqueza mundial, torna-se cada vez maior, com consequências nefastas para a sociedade. 

O documento também capta uma tendência preocupante: o abismo entre ricos e pobres está aumentando em uma velocidade muito maior do que a prevista.

Baseado no Credit Suisse Wealth Report 2016 e na lista de milionários da Forbes, o relatório alerta que apenas oito homens concentram a mesma riqueza do que as 3,6 bilhões de pessoas que fazem parte da metade mais pobre da humanidade. 

Os oito primeiros colocados na lista da Forbes são o criador da Microsoft, Bill Gates (75 bilhões de dólares), Amancio Ortega (67 bilhões), da grife espanhola Zara; Warren Buffet (60,8 bilhões), da Berkshire Hathaway, Carlos Slim (50 bilhões), das telecomunicações e Jeff Bezos (45,2 bilhões), da Amazon. Figuram ainda o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg (44, 6 bilhões), Larry Ellison (43,6 bilhões), da Oracle, e, por fim, Michael Bloomberg (Bloomberg LP), com 40 bilhões. 

Tal riqueza é, na maioria dos casos, hereditária. Nas próximas duas décadas, 500 indivíduos passarão mais de 2,1 trilhões de dólares para seus herdeiros, uma soma maior do que o PIB de um país como a Índia, que tem 1,2 bilhão de habitantes.

Os super-ricos

Intitulado Uma economia humana para os 99%, o relatório analisa de que maneira grandes empresas e os "super-ricos" trabalham para acirrar o fosso da desigualdade.

A renda de altos executivos, frequentemente engordada pelas ações de suas empresas, tem aumentado vertiginosamente, ao passo que os salários de trabalhadores comuns e a receita de fornecedores têm, na melhor das hipóteses, mantido-se inalterado e, na pior, diminuído.

O estudo aponta que, atualmente, o diretor executivo da maior empresa de informática da Índia ganha 416 vezes mais que um funcionário médio da mesma empresa. 

Além disso, os altos lucros das empresas são maximizados pela estratégia de pagar o mínimo possível em impostos, utilizando para este fim paraísos fiscais ou promovendo a concorrência entre países na oferta de incentivos e tributos mais baixos.

"As alíquotas fiscais aplicadas a pessoas jurídicas estão caindo em todo o mundo e esse fato – aliado a uma sonegação fiscal generalizada – permite que muitas empresas paguem o menos possível em impostos", afirma o documento.

Além disso, há a obsessão em manter no mais alto patamar os retornos financeiros para os acionistas das empresas. Na década de 1970 no Reino Unido, por exemplo, 10% dos lucros eram distribuídos aos acionistas. Hoje, o percentual é de 70%.

Outra estratégia perversa é utilizar o trabalho análogo à escravidão para manter os custos corporativos baixos. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 21 milhões de trabalhadores forçados geram cerca de US$ 150 bilhões em lucros para empresas, todos os anos.

Pesquisas citadas pelo relatório da Oxfam também revelam como o 1% beneficia-se da distribuição desigual da riqueza e utilizam-se de sua influência material e política para continuar a gozar de tal benefício.

Entre os artifícios utilizados estão o financiamento de candidaturas políticas, da atividade de lobby e, indiretamente, o custeamento de centros de estudos e universidades que visam produzir "narrativas políticas e econômicas" compatíveis com as premissas que favorecem os ricos.

"Os bilionários do Brasil fazem lobby para reduzir impostos e, em São Paulo, preferem usar helicópteros para ir ao trabalho, evitando os engarrafamentos e problemas de infraestrutura enfrentados nas ruas e avenidas da cidade", diz o documento.

A Oxfam alerta que a crescente desigualdade produz efeitos catastróficos nas sociedades, aumentando a criminalidade, a insegurança e, ao mesmo tempo, minando iniciativas de combate à pobreza. "Ela (a desigualdade) gera mais pessoas vivendo com medo do que com esperança", conclui a organização.



“Se eu voltar, é para fazer mais do que já fiz”

января 15, 2017 11:39, by Blog do Arretadinho

Foto Lula Marques/Agência PT
Lula manda recado: “Se eu voltar, é para fazer mais do que já fiz”
Em evento com trabalhadores em educação de todo País, ex-presidente defendeu eleições diretas e disse que Temer entrou “pela porta dos fundos”

Com plateia chamando “ Lula guerreiro do povo brasileiro”, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu ao palco do Centro de Convenções de Brasília (DF), para fazer a fala de abertura do 33º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), na noite desta quinta-feira (12).

“Se cuidem, porque, se eu voltar a ser candidato a presidente da República, é para fazer muito mais do que já fizemos”, declarou Lula.

O ex-presidente criticou o usurpador Michel Temer, afirmando que o golpista não tem credibilidade para tirar o Brasil da crise.

“Para tentar recuperar esse País, é preciso que alguém tenha credibilidade, e só vai ter credibilidade uma pessoa eleita democraticamente pelo voto do povo brasileiro”, destacou.

Para Lula, Temer não tem credibilidade porque não teve voto e “chegou ao poder por um golpe, pela porta dos fundos”. O petista completou que todos têm o direito de ser presidente, mas que para isso precisa disputar eleição e pedir voto ao povo.

Na sua avaliação, o golpe que retirou a presidenta eleita Dilma Rousseff foi aplicado com o único objetivo cessar as conquistas sociais que foram alcançadas nos últimos 12 anos no Brasil.

“Aqueles que deram o golpe, não fizeram isso para construir nada de novo, deram o golpe para destruir o que fizemos”, disse.

O ex-presidente enfatizou que Dilma “não quebrou o País, como os golpistas ficam dizendo”.

“Quem quebrou o País, na verdade, foram os golpistas. Porque desde que Dilma ganhou as eleições e que o senhor Eduardo Cunha foi eleito presidente da Câmara, que ele trabalhou de forma incansável para não deixar a Dilma aprovar nenhuma das suas reformas”, lembrou.

Lula garantiu que vai continuar viajando pelo Brasil e disse que a principal discussão de 2017 será “quem vai tirar o País da lama”.

“Este ano, quem acha que vai me proibir de andar por esse País, pode se preparar, que eu vou voltar a viajar pelo Brasil para discutir com vocês o que precisamos fazer por este País. Porque o maior erro neste País é achar que dá pra governar sem contar com a participação da sociedade, sem ouvir o povo”, afirmou.

E mandou recado para os professores e dirigentes sindicais da área da educação, afirmando que eles terão que lutar ainda mais esse ano, “para que vocês passem para a história como a geração de educadores que não permitiu que esse País voltasse aos tempos negros do século XX, quando as pessoas mais pobres não tinham direito à educação”.

O ex-presidente finalizou afirmando que a tarefa de cada um é “lutar, lutar, lutar e conquistar o direto do povo brasileiro votar para presidente da República, quem sabe ainda em 2017”

Lula terminou sua fala do mesmo jeito que começou: com a plateia de pé chamando “Brasil urgente, Lula presidente”.

Por Luana Spinillo, da Agência PT de Notícias



Menina de 11 anos é vítima de estupro coletivo em Brasília

января 15, 2017 11:00, by Blog do Arretadinho

Mais um caso de estupro coletivo no Brasil.
Uma menina de 11 anos foi vítima de violência sexual em Brasília, no Distrito Federal. Um homem de 20 anos e outros quatro menores de idade violentaram a criança e gravaram as cenas em vídeo.

Wesley da Silva Dias, o único maior de idade, foi preso na quarta-feira, dia 11, e tentou diminuir a pena, mas o Tribunal de Justiça do Distrito Federal considerou o caso grave o suficiente para tornar a prisão dele preventiva. Ele responde por estupro de vulnerável e crime de exploração sexual de menor.

De acordo com o processo, a garota foi levada a ter relações sexuais contra sua vontade com diversas pessoas. "Para agravar ainda mais o contexto, as relações foram filmadas, vilipendiando a imagem da vítima", diz o texto, segundo informações do site "Metrópoles".

Os quatros menores que participaram do crime tem idade entre 13 anos e 17 anos. A criança seria namorada de um dos rapazes de 17, que teria a atraído para a cada dele com o intuito de fumar narguilé. A mãe da menina registrou a queixa na Delegacia do Recanto das Emas.

Um dos jovens de 17 anos foi autuado por atos infracionais análogos a estupro de vulnerável, injúria e por ter gravado a cena. O outro de 17 anos, por estupro de vulnerável. Já os dois de 13 e 15 anos foram autuados por satisfação de lascívia mediante presente de criança ou adolescente.

fonte Catraca Livre



O adeus de Obama, o presidente da guerra e da mentira

января 15, 2017 10:56, by Blog do Arretadinho

O discurso de despedida de Obama em Chicago foi um misto de autoelogios e de advertências ameaçadoras dirigidas ao seu sucessor.

No primeiro mandato, enganou a maioria dos eleitores com a sua oratória moralista e reformadora. No segundo, desiludiu- os. Entrou na Casa Branca comprometendo-se a enfrentar a engrenagem de Wall Street. Esqueceu logo a promessa. Favoreceu a banca e o grande capital.

Foi um presidente amora. Distinguido com o Nobel da Paz, desencadeou mais guerras do que o seu reacionário antecessor George W. Bush

Nas últimas semanas, promoveu uma campanha contra a Rússia, acusando-a de, através de hackers, ter interferido na campanha eleitoral americana em benefício de Trump. Essas acusações, carentes de provas, culminaram com a expulsão de 35 diplomatas da embaixada russa em Washington.

Putin, sereno, não revidou à provocação.

O discurso de adeus de Barack Obama foi uma peça retórica de quase uma hora, semeada de apelos à unidade e à esperança. Insistiu muito nas ameaças à democracia, mas absteve-se de pronunciar o nome de Trump. Falou como “condicionador e instrutor” de Trump, como se o Partido Democrata não fosse tao responsável como o Republicano pelo apodrecimento do sistema político norte-americano.

Significativamente, os grandes media, comentando a arenga presidencial, solidarizavam-se com a campanha anti-russa do ainda presidente, ampliando as acusações a Putin.

Mas os aplausos a Obama, quando ele findou o discurso afirmando, em paráfrase ao seu famoso slogan, “Yes, we did”, não têm o poder de apagar a História.

Foram os EUA e não a Rússia, no âmbito de uma estratégia de dominação mundial, que intervieram repetida e ilegalmente nas últimas décadas noutros países, nomeadamente em processos eleitorais.

As chamadas “revoluções de veludo” em países do leste europeu foram promovidas e financiadas pelos EUA.

No tocante a intervenções criminosas, é inocultável que os EUA prepararam e financiaram o golpe fascista de 1973 no Chile, intervieram militarmente no Panamá e estiveram envolvidos nos golpes palacianos das Honduras e do Paraguai. Organizaram com o Reino unido e a França a invasão e destruição da Líbia, armaram e apoiam bandos terroristas em todo o Oriente Médio. A sua secretária de estado, Hillary Clinton, festejou aliás o assassínio de Kadafi.

A mais recente interferência norte-americana em assuntos internos de outros países ocorreu na Ucrânia, onde financiaram e apoiam as organizações fascistas que tomaram o poder naquele país.

Uma documentação impressionante, irrefutável, prova que o governo de Obama financiou e continua a apoiar o autointitulado Estado Islâmico, simulando combatê-lo.

Os governos e os media europeus já começaram a entoar o cântico de elogios a Barack Obama. Mas a apologia farsesca do homem e do estadista será desmentida pela História. Ele foi responsável como presidente dos EUA por uma política de ameaça à Humanidade.

fonte blogdaboitempo.com.br



O que eu queria escrever

января 13, 2017 22:55, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas Fotografia/Arquivo
Foto Joaquim Dantas Fotografia/Arquivo
O que eu queria escrever
Joaquim Dantas

Eu queria escrever uma coisa
que não tivesse nada a ver
com amor nem poesia,
que não fosse politizada,
tão pouco domesticada
pela tal fotografia.

O que eu queria escrever
não tem métrica ou rima,
nem sentido ou disciplina 
na verdade, nenhum poder.

O que eu queria era sentir
o cheiro da flor vermelha,
a sombra da lua em centelha
me seduzindo, por fim...

Foto Joaquim Dantas Fotografia® @joaquimdantasdf