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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Ações apontam para privatizações em universidades públicas, diz Dilma

июля 26, 2016 20:46, by Blog do Arretadinho

foto Oliver Kornblihtt 7
Para a presidenta, cortes em programas, bolsas e orçamento são parte de plano para fragilizar a educação universitária pública no Brasil. “Estratégia permeia o conjunto das iniciativas do governo golpista”

por Redação RBA 

São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (26), em conversas com internautas e com o ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que a área tem sofrido graves retrocessos no governo interino de Michel Temer, que incluem corte de programas, de bolsas de estudo e de orçamento. Para a presidenta, as ações representam a concretização de um plano de privatizar a educação universitária pública no Brasil. “Não é uma ficção: é uma estratégia que permeia o conjunto das iniciativas do governo golpista”, disse.

A pedido dos internautas, Dilma listou os dez principais retrocessos do governo interino de Temer na Educação, entre eles o fim do Pacto pela Alfabetização na Idade Certa, do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e do Ciência Sem Fronteira na graduação. Além disso, Temer acabou com o novo sistema de avaliação da educação básica e da educação superior, que aprimoravam o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes).

Dilma lembrou também que o interino revogou nomeações feitas por ela para o Conselho Nacional de Educação, que tinham sido precedidas por ampla participação de entidades educacionais. Especialistas em educação pública acabaram sendo substituídos por representantes da iniciativa privada, observou a presidenta.

“É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil, um país que precisa da educação para garantir a perenidade do combate à pobreza e ao mesmo tempo a modernidade do desenvolvimento científico e tecnológico”, afirmou.

Entre os retrocessos citados está o anuncio da intenção de retirar a prova de Redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o corte de 90 mil bolsas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e ameaça de alterar o modelo de partilha do pré-sal, que poderá ser substituído pelo modelo de concessão. Segundo a presidenta, o modelo de partilha foi pensado com objetivo de criação do Fundo Social do Pré-Sal para educação, inicialmente fixado em 75% do total.

Ciências sem Fronteiras

Entre os assuntos mais citados pelos internautas estava a suspensão das bolsas de estudo de graduação no programa Ciências Sem Fronteiras, lançado em 2011. Dilma ressaltou que o programa tinha como objetivo "dar um choque de internacionalização" nas universidades e na formação de estudantes de graduação, doutorado e pós-doutorado.

“Acabar com o Ciência Sem Fronteiras, como propõe o governo interino e ilegítimo, significa voltar a um Brasil que só os filhos dos ricos poderiam estudar no exterior”, disse. “Esses estudantes e suas famílias jamais poderiam pagar o custo exigido por um período de estudos e estágio no exterior.”

Dilma disse que o foco do Ciência Sem Fronteiras foram ciências, química, física, biologia, matemática, tecnologia, engenharia, ciências médicas e da natureza, consideradas áreas em que o Brasil tem deficiências e, ao mesmo tempo, potencial para impulsionar a pesquisa. “Se quisermos ser uma nação desenvolvida, teremos que impulsionar a inovação, a produção de patentes, gerar empregos de maior qualidade”, afirmou.

A partir do programa, ela lembrou, estudantes brasileiros chegaram a 184 das mais conceituadas universidades do mundo, sendo 25% de famílias de até três salários mínimos, mais da metade até seis salários mínimos e cerca de 80% até 10 salários mínimos – 26,4% são negros.

Com informações do Blog da Alvorada



MST inaugura em São Paulo loja com produtos da agricultura familiar e orgânicos

июля 26, 2016 20:31, by Blog do Arretadinho

Espaço deve centralizar distribuição de produção orgânica
"Local surge como alternativa em momento em que a sociedade está preocupada com o tipo de alimento que coloca em suas mesas”, afirma coordenador. Loja será aberta ao público no sábado (30)

por Redação RBA

São Paulo – A cidade de São Paulo ganhará no sábado (30) uma loja de produtos agroecológicos oriundos da agricultura familiar. Sediado no bairro de Campos Elíseos, região central da capital, o Armazém do Campo reunirá itens vindos de assentamentos da reforma agrária ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

O espaço deve centralizar a distribuição da produção orgânica do movimento social. “O Armazém do Campo surge como alternativa de oferta dessa produção em um momento em que o público está cada vez mais preocupada com o tipo de alimento que coloca em suas mesas”, afirmou Rodrigo Teles, coordenador executivo da loja.

Em nota, o MST alerta para um momento de crise alimentar no Brasil: “O país, hoje, é o maior consumidor de agrotóxicos do planeta – são ingeridos em média 5,2 quilos de veneno agrícola por habitante”. Para a organização, há uma procura maior a feiras de produtos orgânicos. Em outubro, o próprio movimento realizou com sucesso a 1ª Feira Nacional da Reforma Agrária, que reuniu cerca de 800 produtores no Parque da Água Branca, zona oeste da capital – onde também funciona às terças, sábados e domingos um tradicional ponto de venda de produtos agroecológicos.

O modelo de agricultura familiar, além de trazer benefícios dos produtos livres de venenos, pode auxiliar na geração de emprego e renda, além de tornar mais eficaz a distribuição de alimentos. De acordo com a Agência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO-ONU), a produção mundial anual de alimentos é suficiente para alimentar toda a humanidade, entretanto, uma em cada sete pessoas do mundo ainda passa fome.

O projeto de agroecologia idealizado pelo MST na forma do Armazém do Campo iniciará suas atividades com um evento reunindo programas culturais e gastronômicos durante o sábado. O endereço é Alameda Eduardo Prado, 499. O local abre as portas a partir das 10h.



GDF não garante pagar reajuste a servidores

июля 26, 2016 20:24, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas
Foto Joaquim Dantas
Arrecadação cresce, mas GDF não garante pagar reajuste a servidores
Ritmo de crescimento das receitas em comparação ao ano passado ainda é insuficiente, diz governo local, para honrar compromisso assumido pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Outras medidas serão tomadas para reforçar o caixa

A arrecadação do Distrito Federal no primeiro semestre deste ano teve aumento nominal (sem descontar a inflação) de 6,9% em relação ao mesmo período de 2015, equivalente a cerca de R$ 480 milhões. O desempenho, entretanto, não é suficiente para garantir o reajuste salarial dos servidores do Governo do DF previsto para outubro. Isso porque o Palácio do Buriti alega que, descontada a inflação, as receitas tiveram queda de 3% e, até agora, não é possível confirmar se o compromisso assumido no ano passado pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB), de aumentar os salários de 32 categorias do funcionalismo público local em outubro, será honrado.

“O GDF está buscando aumentar a arrecadação para pagar”, admite o secretário João Antônio Fleury, ao reconhecer que a conta dificilmente será fechada caso as receitas não aumentem mais. “O impacto desses reajustes é de cerca de R$ 100 milhões por mês”, disse em entrevista concedida nesta terça-feira (26/7).

No total, a receita tributária do DF nos últimos seis meses foi de R$ 7,38 bilhões. “O resultado pode ser considerado positivo, uma vez que houve queda no PIB nacional e outros estados sequer conseguiram aumento nominal”, acredita Fleury. Para tentar reverter o quadro, ele descartou novos aumentos de impostos.
Não trabalhamos com essa hipótese. Chegamos a um limite que, se aumentarmos as cobranças, podemos ter inadimplência e queda na arrecadação."

João Antônio Fleury, secretário de Fazenda
O governo aposta em outras medidas possíveis. Uma delas é tentar retomar o crescimento de pequenos empreendimentos, responsáveis pela maior parte dos empregos do DF e que podem gerar aumento de receita. “Estamos buscando isentar alguns impostos de produtos para esses tipos de empresas, como itens para salões de beleza”, explica.

O refinanciamento de dívidas é outra possibilidade. Nos próximos meses deve ser implementado o Refis não tributário, que dará facilidades para cidadãos e empresas pagarem multas diversas. Espera-se que R$ 600 milhões sejam arrecadados dessa forma.

Mesmo com os números desfavoráveis, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) sancionou, no início do mês, o reajuste para os servidores da Câmara Legislativa e do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). A medida irritou as demais categorias do funcionalismo público, que ainda estão sem o reajuste do ano passado.

Medidas
No final de 2015, o governo do DF adotou medidas para tentar aumentar a arrecadação neste ano e conseguir honrar seus compromissos. Caso do maior rigor na fiscalização de tributos. “Cruzamos dados de diversos órgãos e percebemos que muitas empresas estavam declarando os impostos de forma incorreta. Demos uma segunda chance para o pagamento devido, que resultou em acréscimo da arrecadação”, informou o secretário de Fazenda.

Somente com o ICMS, o acréscimo real foi de R$ 99,8 milhões aos cofres públicos no primeiro semestre de 2016 em relação ao mesmo período do ano anterior.
"Outras tentativas, entretanto, não surtiram o efeito esperado. A venda de imóveis e terrenos públicos, por exemplo, rendeu um décimo do estimado. Em vez de R$ 1 bilhão, foram apenas R$ 100 milhões recebidos até o momento. “É um reflexo do momento econômico que vivemos, principalmente no ramo imobiliário”, alega Fleury.
Mesmo com as medidas, o secretário afirma que o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) dificilmente será conquistado neste ano. Ou seja, o governo vai continuar comprometendo mais do que a legislação permite com a folha salarial. Com a queda no PIB nacional, o prazo estipulado para atingir a meta será até 2018.

do Portal Metrópoles



Pesquisa: Mais da metade dos brasileiros quer novas eleições

июля 26, 2016 20:24, by Blog do Arretadinho

Mulheres encontram Dilma para fazer a defesa da democracia
A maioria dos brasileiros (52%) prefere novas eleições em outubro deste ano, seja esse pleito convocado pelo presidente interino Michel Temer (38%) ou após um eventual retorno da presidenta afastada Dilma Rousseff (14%). É o que revela pesquisa Ipsos realizada entre 1 e 12 de julho em 72 cidades brasileiras.

No levantamento, 20% dos entrevistados responderam que a melhor opção é a volta de Dilma e o cumprimento do mandato dela até 2018. 

“O desejo de novas eleições vem sendo apontado pelo Pulso Brasil há alguns meses. Isso é reflexo dos altos índices de desaprovação tanto de Dilma Rousseff quanto de Michel Temer, que ainda não conseguiu associar sua gestão a soluções dos principais problemas que afligem o brasileiro, como o combate à inflação e ao desemprego. Além disso, há um descontentamento generalizado com a classe política, e novas eleições trazem a percepção de que novos nomes podem surgir como alternativa”, diz Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs e responsável pelo Pulso Brasil. 

Aumenta reprovação ao governo Temer
A pesquisa, parte do estudo mensal Pulso Brasil realizado pela Ipsos desde 2005 no Brasil, registrou aumento na reprovação da gestão do presidente interino. A avaliação dos que julgam a administração de Temer “ruim ou péssima” variou de 43% em junho para 48% em julho. 

O percentual dos que acham o governo “regular” ficou estável em 29% e a dos que julgam a gestão “ótimo ou boa” subiu 1 ponto percentual, para 7%. Já a porção dos que não sabem ou não responderam caiu de 22% para 16% no período. O percentual dos que consideram que o país continua no rumo errado se manteve estável, em 89%. A porção dos que veem o Brasil no rumo certo também se manteve inalterada, em 11%. 

Os percentuais são referentes à questão “O que é melhor para o Brasil?”, em que quatro alternativas foram dadas aos entrevistados: “Que o presidente interino Michel Temer fique no cargo até o final do mandato em 2018”; “Que a presidenta afastada Dilma Rousseff volte para a Presidência e cumpra o mandato até 2018”; “Que o presidente interino Michel Temer convoque novas eleições para outubro deste ano”; e “Que a presidenta afastada Dilma Rousseff volte para a Presidência e convoque novas eleições para outubro deste ano”. 

Apoio ao impeachment caiu
O estudo também aponta que o apoio ao impeachment de Dilma retraiu, enquanto a parcela dos que não apoiam o processo cresceu. Em julho, menos da metade dos entrevistados (48%) disse apoiar o impedimento da petista, contra 54% em junho. Já o percentual dos que não apoiam o processo subiu de 28% para 34% no período.

“Isso ocorre porque a opinião pública queria a saída de Dilma Rousseff, mas não necessariamente a entrada de Michel Temer. Em maio, o Pulso Brasil já apontava que a maior preocupação do brasileiro com a troca de presidente era permanecer tudo como está e é esta a percepção da opinião pública no momento”, diz Cersosimo. 

Aprovação Dilma e Temer
De acordo com a pesquisa de Ipsos, a aprovação a Michel Temer não se alterou, permanecendo em julho com os mesmos 19% obtidos em junho. Já o percentual dos que reprovam o peemedebista retraiu 2% em relação ao mês anterior. A avaliação sobre Dilma melhorou no mês de julho. A taxa dos que aprovam a presidenta afastada ficou em 25% e mostra melhora de 5 pontos percentuais em relação a junho. Seu índice de desaprovação caiu de 75% em junho para 71% em julho.

“Os indicadores do Barômetro Político Ipsos mostram o tamanho do impacto que o ocupante do cargo de presidente sofre perante a opinião pública e as suas demandas, especialmente num momento de crise política, social e econômica. Importante notar que, se por um lado os indicadores de Temer oscilaram dentro da margem de erro, os de Dilma apresentaram melhora em todas as classes sociais”, comenta o diretor da Ipsos Public Affairs. 

A pesquisa Ipsos foi realizada entre 1 e 12 de julho com entrevistas presenciais em 72 cidades do país. O estudo entrevistou 1.200 pessoas e a margem de erro é de três pontos percentuais. 

A pergunta foi estimulada com cartão rodiziado, disponível em quatro versões, com opções de resposta exibidas em ordens alternadas. Não houve percentual de resposta espontânea. 

Para mais informações, acesse: www.ipsos.com.br 


Do Portal Vermelho, com assessoria Ipsos



Colômbia anuncia fim da epidemia de zika

июля 26, 2016 20:13, by Blog do Arretadinho

O Ministério da Saúde da Colômbia anunciou que vem percebendo redução semanal de cerca de 600 casos de zika no país. 
Para o governo colombiano, a queda nos números significa o fim da epidemia da doença no país.

No entanto, o governo esclarece que isso não significa que a Colômbia está totalmente livre do vírus, mas que houve uma queda considerável do número de casos.O Ministério da Saúde da Colômbia reitera a necessidade de medidas de prevenção, especialmente em mulheres grávidas.

Os primeiros registros de pessoas infectadas pelo vírus no país foram feitos em setembro do ano passado, cinco meses depois do Brasil. Desde lá, foram relatados quase 100 mil casos da doença.

Do total de infectados, 17.730 são gestantes, o que preocupa o governo, já que as crianças podem nascer com síndrome congênita do zika. Em enrevista coletiva nesta segunda-feira (25), o vice-ministro da Saúde, Fernando Ruiz Gómez, disse que, entre os meses de setembro e outubro, o país deve perceber o aumento dos casos de microcefalia relacionada a infecções durante o pico do vírus no país.

da Agência Brasil