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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Ataque suicida em Bagdá mata 14 pessoas

июля 24, 2016 9:01, by Blog do Arretadinho

Alvo do ataque suicida
foi um posto de controle
no norte da capital iraquiana
Ali Abbas/EPA
Lusa/Direitos Reservados
Pelo menos 14 pessoas morreram em um ataque suicida em Bagdá. 
O atentado teve como alvo um posto de controle no norte da capital iraquiana, no bairro xiita de Kadhimiya. Entre os mortos estão pelo menos oito civis

Cerca de 20 pessoas ficaram feridas, revelaram fontes médicas e policiais. Ainda não houve reivindicação imediata de responsabilidade pelo ataque, mas o Estado Islâmico tem realizado ataques suicidas contra as forças de segurança e contra membros da comunidade xiita do país.

No dia 3 de julho, um homem-bomba matou 292 pessoas no bairro de Karrada, em Bagdá. Uma semana depois, um ataque a um templo xiita em Balad, ao norte da capital, causou 40 mortes.

O Estado Islâmico conquistou grandes áreas no norte e oeste de Bagdá, em 2014, mas as forças iraquianas vêm ganhando terreno desde então por meio de uma série de operações para reconquistar  a área.

Da Agência Suptinik Brasil



Precarização do trabalho é o principal alvo do governo golpista

июля 23, 2016 17:07, by Blog do Arretadinho

Presidente interino Michel Temer Foto Joaquim Dantas
Presidente interino Michel Temer
Foto Joaquim Dantas
Medidas do interino Michel Temer atacam salário dos trabalhadores com ideologia alimentada por questões semânticas que preferem os termos 'flexibilização' ou 'informalização' no lugar de 'precarização'
por Emir Sader
Na RBA

Um dos objetivos fundamentais do golpe é elevar ainda mais a taxa de lucro dos grandes empresários, às custas dos salários dos trabalhadores. Nem bem instalado o golpe, passaram a circular versões sobre o que o neoliberalismo chama de “flexibilização” ou “informalização” das relações de trabalho.

Há uma torpe operação semântica nisso. Vocês preferem que sejamos formais ou informais? Informais. Flexíveis ou inflexíveis? Flexíveis. Assim se tenta passar uma brutal operação de expropriação dos direitos elementares dos trabalhadores por uma manobra do sentido das palavras.

Essa concepção chegou à América Latina com o então ministro do Trabalho da ditadura de Pinochet, José Piñera, irmão do que foi presidente do Chile, Sebastián Piñera. Propaga a falsa versão de que barateando os custos da contratação da força de trabalho se diminuiria o desemprego e se incentivaria o investimento privado.

O custo da força de trabalho no preço do produto final no Brasil é exíguo, costuma estar sempre abaixo de 5% do preço de venda de um produto. Não é o salario o que eleva o preço, o que aumenta o custo do investimento, o que freia o investimento dos empresários.

Estes estarão sempre afim de diminuir os salários, porque isso automaticamente eleva a exploração da força de trabalho e os seus lucros. Faz parte das tentativas permanentes dos capitalistas de maximização das suas ganâncias às custas dos trabalhadores.

Quando falam de informalização e de flexibilização, referem-se a retirar direitos dos trabalhadores, a contratá-los sem carteira assinada, sem contrato de trabalho. Um trabalhador informal deixa de ter o direito de apelar à Justiça do Trabalho, de se organizar, de ter segurança que vai ter férias, 13º salário, licença maternidade, apoio em caso de acidente de trabalho, e tantos outros direitos conquistados pela luta dos trabalhadores ao longo de décadas.

Quando se informaliza a relação de trabalho, o que faz o empresário é mandar embora quem tem contrato de trabalho e incorporar gente sem os direitos básicos. Barateia os seus custos, sem contratar nenhum trabalhador a mais. Foi isso o que sempre aconteceu, desde que se começou a implementar essa ideia.

Durante os governos neoliberais, como os de Fernando Henrique Cardoso no Brasil e de Carlos Menem na Argentina, por exemplo, a maioria dos trabalhadores deixou de ter carteira de trabalho assinada. Deixaram de ser cidadãos, porque cidadão é o sujeito de direitos e essa grande maioria deixou de ser sujeito de direitos.

E nem por isso aumentou o investimento privado ou diminuiu o desemprego, ao contrário, só se elevou o lucro dos patrões. Foi necessária mais de uma década de aumento do trabalho formal, nos governos de Lula, Dilma e dos Kirchner para que fosse recuperado o nível de formalização do contrato de trabalho perdido no neoliberalismo.

O nome real disfarçado pela informalização e pela flexibilização é precarização. É trabalho sem os direitos adquiridos. Uma obsessão dos governos de direita, que voltam a falar, no Brasil, com o golpe, de aumentar ainda mais a jornada de trabalho e a tirar direitos dos trabalhadores.

Um diretor da Fiesp, desses que levam mais de duas horas almoçando na região da Avenida Paulista e gastam fortunas em cada almoço, teve a empáfia de dizer que os trabalhadores não precisam de uma hora para almoçar, que bastam 20 minutos. Alegou, mentindo, que nos EUA o trabalhador come sanduíche com uma mão e continua acessando o computador com a outra. Outro mentiu sobre a França que, mesmo tendo um novo Código de Trabalho imposto contra a resistência dos trabalhadores, oficialmente não eliminou a jornada semanal de 35 horas.

Do que se trata, como diz o sindicalismo europeu, é de que se trabalhe menos, com jornadas menores, para que todos trabalhem, na direção exatamente oposta à que quer impor o governo do golpe.



Na AL só Cuba atingiu metas de Educação da ONU

июля 23, 2016 15:34, by Blog do Arretadinho

Na América Latina, só Cuba atingiu as metas educativas da UNESCO para o período de 2000/2015
A Unesco voltou a atribuir a Cuba o primeiro lugar no grau de compromisso com os seis objetivos marcados na região América Latina e Caribe para o período 2000-2015, na iniciativa Educação para Todos, promovida por esse organismo internacional em Dakar há 15 anos.

De fato, Cuba tem sido nesses anos o único país da área a cumprir completo os seis objetivos de integração educativa marcados pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura.

Quanto ao resto de países, “apenas um a cada três países do mundo atingiu a totalidade dos objetivos mensuráveis da Educação para Todos (EPT) estabelecidos no ano 2000″, segundo o relatório de acompanhamento do referido programa. Na América Latina e no Caribe, “Cuba foi a única nação a cumprir estes objetivos”.

No caso do Brasil, ele cumpriu unicamente duas de seis metas mundiais marcadas para a educação, afirma o relatório da Unesco.

O principal objetivo da série de seis é a escolarização universal de todas as crianças em idade de cursar o ensino fundamental. Além de Cuba, que já o cumpria, só metade dos países da América Latina e do mundo verificou esse compromisso. A universalização da educação está ainda longe no mundo capitalista atual, existindo carências enormes em cobertura económica das políticas da maioria dos países.

Seriam necessários, segundo o referido relatório, US$ 22 bilhões anuais para completar as contribuições previstas pelos governos, visando garantir o sucesso dos novos objetivos em matéria de educação para o período 2015-2030.

No caso da América Latina, destaca o alto grau de evasão escolar e de analfabetismo. Com a referida exceção de Cuba, no resto da região “ainda há 3,7 milhões de crianças sem escolarização”.

“Mais de um quinto dos alunos do ensino fundamental da região abandonam a escola antes de terminar este ciclo de aprendizado” e esta situação “não sofreu qualquer mudança desde 1999”.

“Os índices de analfabetismo caíram em 26% em toda a região, um percentual muito distante dos 50% previstos neste objetivo”, assinala a Unesco, que estima que apenas Bolívia, Peru e Suriname “vão atingir a meta estabelecida”.

Quanto aos adultos, a Unesco informou de que uns 33 milhões “carecem de conhecimentos básicos de leitura e escrita” na América Latina, sendo a maioria -55%- mulheres.

O relatório recomenda a obrigação de se cursar um ano de ensino pré-escolar no mínimo, assim como a extensão de um modelo de “educação gratuita que deve abranger cadernos, livros, uniformes e transporte escolar”, assim como a aplicação de “convênios internacionais sobre idade mínima” para o trabalho, a adequação das políticas de alfabetização às “necessidades das comunidades” e a redução das “disparidades de gênero em todos os níveis”.

Fonte: Diário Liberdade



Venezuela, entre cifras e difamações

июля 23, 2016 15:33, by Blog do Arretadinho

foto AVN
Tradução do Diário Liberdade

A imprensa e partidos políticos de direita nacionais e internacionais utilizam informações extraoficiais, imprecisas e contraditórias para redesenhar a realidade da Venezuela.
O governo da Venezuela apresentou na quarta-feira as conquistas da Revolução Bolivariana ao Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da Organização das Nacões Unidas (ONU), em Nova Iorque, Estados Unidos.

Desde então, os meios de comunicação têm publicado informações extraoficiais, imprecisas e contraditórias tentando desmentir as cifras que foram ratificadas por instituições e organismos de todo o mundo.

Os números desmontam o que a imprensa e partidos políticos de direita nacionais e internacionais pretendem fazer ver sobre a realidade do país. Estas hipóteses serão desmontadas a seguir.

A pobreza na Venezuela aumentou nos últimos anos'
De acordo com o balanço do vice-presidente de Planificação e Conhecimento venezuelano, Ricardo Menéndez, o investimento social na nação sul-americana hoje é 11 vezes maior do que antes da Revolução Bolivariana, o que se traduz em 71,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso incide nos indicadores de bem-estar social no país, motivo da diminuição da pobreza e da pobreza extrema.

Em 1998 a pobreza extrema era de 10,8%, enquanto que, de acordo com o balanço do vice-presidente venezuelano, ela está atualmente em 4,7%.

A meta do Governo do presidente Nicolás Maduro é rebaixar a pobreza extrema para zero até 2019.

De acordo com a Cepal, a expectativa de vida no país durante o período 2010-2015 alcançou os 74 anos e para 2020 será de 75 anos.

Com estes resultados, demonstra-se que nos últimos três anos a expectativa de vida por habitante aumentou.

'Aumento da fome e da desnutrição'
Os meios de comunicação asseguram que a fome e a desnutrição no país aumentou devido ao desabastecimento que afeta a nação. Enquanto isso, as cifras apresentadas pelo funcionário venezuelano à ONU apontam que 94% da população faz três ou mais refeições por dia.

Menéndez destacou que a nação conseguiu diminuir a cifra de fome que chegava a 13,5% em 1992, para menos de 5% em 2010.

Esses números foram ratificados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), que premiou a Venezuela no ano passado por reduzir para a metade a porcentagem de pessoas que passam fome entre 1990 e 2015, por cumprir o critério mais estrito de reduzir a fome até menos de 5% da população nacional, próxima de 30 milhões de habitantes.

'A maioria dos venezuelanos vive em más condições'
Na Venezuela, até a data foram entregues 1.065.939 moradias para famílias de baixa renda, graças à denominada Gran Misión Vivienda Venezuela (GMVV), idealizada pelo Governo Bolivariano.

O Governo do presidente Nicolás Maduro estima que, para 2018, 40% das moradias construídas no país serão pela GMVV. A meta é edificar 3 milhões de casas até essa data.

Segundo dados do Banco Central da Venezuela (BCV), da Oficina Central de Estadística e Informática (OCEI) e do Instituto Nacional de Estadística, o número de moradias construídas desde o governo de Juan Vicente Gómez até o governo de Rafael Caldera, ou seja, de 1908 até 1999, foi de 1.466.275.

Isso significa que em 17 anos de Revolução construiu-se mais casas no país do que durante 90 anos.

Quanto às condições de habitação dos venezuelanos, a Cepal indica que a proporção da população que utiliza fontes melhoradas de abastecimento de água potável alcançou 93,1% em 2015. Por outro lado, a proporção da população que utiliza instalações de saneamento melhoradas foi de 94,4% para o mesmo ano.

'A educação no país é deficiente'
80% dos venezuelanos tem acesso à educação gratuita, destacou o funcionário venezuelano, e acrescentou que o nível educativo dos pobres passou de 2,6% na educação universitária para 11%.

Na educação primária, de 33% para 74%, e na secundária, de 12% a 43%.

Por outro lado, a Cepal assegura que a taxa de alfabetização das pessoas entre 15 e 24 anos para 2015 foi de 97,7%. Além disso, a meta do milênio associada à educação primária universal foi alcançada pelo país com uma taxa líquida de escolaridade de 94%, uma conquista certificada pela ONU.

O Governo do presidente Nicolás Maduro espera elevar a 100% a cobertura educativa no país e assim superar as metas estabelecidas pela ONU.

A realidade da Venezuela no mundo
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) destaca que a Venezuela está na 71º posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com um coeficiente de 0,748, cifra considerada de “alto nível de desenvolvimento humano”.

Para estabelecer esse índice é levada em conta uma combinação de variáveis como a expectativa de vida, as conquistas em educação (inclusão no sistema e pouca deserção escolar) e as políticas destinadas a garantir os recursos para que a população tenha um nível de vida digno.

A posição da Venezuela nesse indicador a coloca acima da média da América Latina e do Caribe (0,741), superada apenas pelo Chile (0,819), Argentina (0,811), Uruguai (0,792), Cuba (0,780), Panamá (0,780), México (0,775), Costa Rica (0,773), Granada (0,770), Antígua e Barbuda (0,760) e Trinidad y Tobago (0,770).

As conquistas da Revolução Bolivariana, iniciadas durante da gestão de Hugo Chávez e continuadas durante o Governo de Nicolás Maduro, se mantêm apesar da guerra econômica que a Venezuela sofre e da queda dos preços do petróleo, principal fonte de divisas do país.

Conquistas do Governo Bolivariano da Venezuela


  • Hoje 71,4% do Produto Interno Bruto (PIB) é destinado a investimentos sociais, um investimento 11 vezes maior que antes da Revolução. Em 1998, só 10,8% foi investido na sociedade.
  • A Cepal aponta que a expectativa de vida durante o período de 2010 a 2015 alcançou os 74 anos.
  • A FAO comemorou que no ano passado a Venezuela tenha reduzido a fome para menos de 5%.
  • Em 17 anos de Revolução foram construídas mais casas que nos 90 anos anteriores a ela.
  • Para 2015, 97,7% das pessoas entre 15 e 24 anos estavam alfabetizadas.
  • O coeficiente GINI foi de 0,391 em 2015, próximo de 0, que é o nível perfeito de igualdade de renda.

fonte Diário Liberdade





Temer pede ao Facebook que impeça os “vomitaços” em sua página

июля 23, 2016 14:00, by Blog do Arretadinho

Michel Temer (PMDB-SP) foto Joaquim Dantas/Arquivo
Michel Temer (PMDB-SP)
foto Joaquim Dantas/Arquivo
Segundo o deputado Federal Paulo Pimenta (PT-RS), Michel Temer (PMDB-SP) fez um pedido inusitado ao Facebook.
Ele solicitou à empresa que impeça os “vomitaços” que as pessoas contrárias ao golpe costumam deixar em sua página diuturnamente.

O parlamentar gaúcho ainda incentivou as pessoas a continuarem com os protestos na página do presidente interino.

“Além de ridículo o pedido revela que Michel Temer não entendeu que golpista não terá sossego. Vá lá e faça o seu “vomitaço” de hoje, ou mais de um se a vontade for muito grande”, escreveu Pimenta em sua página no Facebook.

fonte https://pt-br.facebook.com/