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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Rollemberg sabotando: o Metrô de Brasília não está funcionando

апреля 17, 2016 10:56, by Blog do Arretadinho

Sabotagem do governador de Brasília (ele não é governador do DF), o Metrô não está funcionando neste domingo (17), uma forma de boicotar o acesso da periferia à Esplanada dos Ministérios. 



Deputado do PT do B chama Cunha de “cachorro morto” e critica impeachment

апреля 17, 2016 4:42, by Blog do Arretadinho

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O deputado Sílvio Costa (PT do B- PE) foi o parlamentar que mais ocupou a tribuna em nome do partido. Ele fez críticas ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e ao vice-presidente da República, Michel Temer. 

O partido foi 22º a discursar na tarde deste sábado (16). Sílvio Costa disse que Cunha era “cachorro morto” e que tinha “parado de bater no deputado”, mas, agora voltaria a fazê-lo.

“Depois que descobriram as contas dele [Eduardo Cunha] na Suíça, eu parei de bater no deputado Eduardo Cunha. Parei porque ninguém chuta cachorro morto, mas hoje vou ter que bater porque o cachorro continua latindo”, disse.

Segundo o deputado, o intuito dos parlamentares da oposição ao quererem tirar a presidente Dilma Rousseff é transformar Eduardo Cunha em vice-presidente. Para mostrar resistência, Costa citou frei Caneca, um religioso que apoiou a Revolução Pernambucana de 1817 e a Confederação do Equador, em 1824, movimentos pela independência do Brasil.  Segundo o deputado, os presos se negaram a cumprir a ordem de enforcar o frei o que levou as forças policiais a fuzilarem o religioso.

Sivio Costa criticou ainda as sessões  deste fim de semana na Câmara dos Deputados  para discutir o processo de impeachment. “Não é justo o que querem fazer com a presidente Dilma”, disse.  Ele foi enfático ao dizer que os professores de história terão dificuldade, no futuro, para explicar se o processo de impeachment for aceito.

“Fico pensando como um professor de história explicará como um homem que já deveria estar preso está presidindo uma sessão para cassar o mandado de uma mulher eleita com o voto de 54 milhões de brasileiros e não cometeu crime algum.”

Segundo o parlamentar, o pedido que está sendo discutido não tem consistência jurídica. “Esse é um julgamento político e fruto do ódio.”

Por fim, criticou o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados que analisa as denúncias contra Eduardo Cunha por falta de decoro parlamentar. Para Costa, Eduardo Cunha faz manobras para permanecer no poder e em 2018 ser reeleito e escapar de ser julgado pelos crimes investigados pela operação Lava Jato, como o recebimento de propina em contratos da Petrobras.  “Querem livrar Eduardo Cunha da cadeia. Muitos estão preocupados com a maior delação premiada do mundo que vai ser a de Eduardo Cunha. Por isso, não querem que ele vá para a cadeia”, disse.

O primeiro parlamentar a discursar pelo partido foi Cabo Daciolo (RJ). Ele chamou a atenção para as consequências de um processo de impeachment.

Ele rezou o Pai Nosso e disse que acredita em um “Deus das causas impossíveis”. Ele criticou a bancada evangélica que, em sua maioria, está em favor do impeachment. “A maior decepção que tive no Congresso Nacional foi da bancada evangélica. Que venha o Reino de Deus”, disse.

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), afirmou que é favorável ao impeachment. Ele disse que a presidenta Dilma, apesar de ter prometido em sua campanha eleitoral que não mexeria nos direitos trabalhistas, não conseguiu cumprir o prometeu. Ele disse ainda que o Brasil, com 10 milhões de desempregados, vive uma “quebradeira geral”.

Outros partidos
Os dois deputados do PSL declararam voto a favor do impeachment. Para o líder da legenda, deputado Alfredo Kaefer (PR), o regime democrático permite corrigir erros, como a eleição de dirigentes sem qualificação.

“A democracia permite que possamos corrigir os erros de 2014 ao eleger uma pessoa que não tinha capacidade. Estamos nos passos finais de um governo, da oligarquia do PT que beneficiou amigos e apadrinhados. Em 13 anos, o caos foi instalado em nosso país. Destruíram os fundamentos do Estado, nada mais funciona direito nesse país”, afirmou o líder.

Ele criticou a corrupção instalada na máquina pública. “O povo não quer mais a atual presidente e sua administração ruim. A governante desrespeitou a lei fiscal e criou déficit com as pedaladas. Não estamos patrocinando golpe”, disse Kaefer. Segundo ele, Dilma será substituída pelo vice-presidente Michel Temer, como prevê a Constituição. “Que o governo de transição traga mais um futuro melhor”, completou.

De acordo com a deputada Dâmina Pereira (MG), o governo de Dilma deveria ter feito ajuste e diminuído ministérios e a máquina pública. Ela disse ser favorável ao impeachment para acabar com a “corrupção enraizada” no governo. “Impeachment não é golpe”.

Dâmina também criticou a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil por ganhar foro privilegiado e o “balcão de negócios de cargos” feito pelo governo Dilma para evitar o impeachment.

O PSL foi o 23º partido a se pronunciar sobre o processo de impeachment.

Como o PEN não indicou nenhum deputado para falar em nome da legenda, restou apenas a manifestação do PMB, o 25° partido.

O deputado Weliton Prado (PMB-MG) foi o único a falar pela legenda. Ele disse que vai votar favorável à admissibilidade do afastamento da presidenta, mas afirmou que isso não vai resolver o problema da crise política. Ele defendeu a reforma política como saída para a crise.

“Eu me senti enganado. Votei na chapa Dilma e Temer, mas aconteceu um estelionato eleitoral. O que foi prometido na campanha não foi o que foi entregue. A presidenta Dilma perdeu a governabilidade. Não tenho dúvida de que o vice estava esperando um momento de fragilidade para atacar, como um vampiro, um Drácula. Foi isso que o vice Michel Temer fez. Ele esperou o primeiro mandato da Dilma e agora ele viu a oportunidade e ataca. O vice está negociando os cargos de um novo governo e isso é deplorável. O impeachment não vai resolver o problema. A saída para o nosso país é a eleição direta, no voto”, disse Prado.

Da Agência Brasil



Raul Castro diz que Cuba fará reforma constitucional

апреля 16, 2016 19:50, by Blog do Arretadinho

O presidente de Cuba, Raul Castro, anunciou neste sábado (16) que será promovida uma reforma constitucional nos próximos anos para incluir as transformações do plano de atualização socialista, mas mantendo o “caráter irrevogável” do atual sistema político e social. 

No discurso de abertura do VII Congresso do Partido Comunista de Cuba, ele indicou que este processo de reforma deverá ser previamente aprovado pela Assembleia Nacional (parlamento unicameral), prevendo-se uma “ampla participação popular”, incluindo um referendo.

“Considerando as importantes transformações econômicas associadas à atualização do modelo econômico e social, a Constituição tem de refletir tudo o que vamos fazendo, discutir com a população e votá-la em referendo”, assinalou. Castro recordou que a Constituição vigente foi aprovada em referendo popular em 1976 e submetida posteriormente a reformas parciais em 1992 e 2002, numa resposta a “circunstâncias históricas e condições econômicas e sociais que foram mudando”.

Defesa política
“Devo ressaltar que, para a obtenção destas alterações constitucionais, iremos propor ratificar o caráter irrevogável do sistema político e social referendado na atual Constituição, que inclui o papel dirigente do Partido Comunista de Cuba [PCC] na nossa sociedade”, afirmou Castro. A reforma constitucional foi admitida em diversas ocasiões pelo presidente cubano para incluir as alterações ocorridas em Cuba na esteira das reformas econômicas e sociais aprovadas no Congresso no PCC em abril de 2011, para atualizar o modelo socialista cubano.

O Partido Comunista de Cuba, o único autorizado na ilha caribenha, realiza a partir de hoje o seu sétimo congresso, o primeiro após o restabelecimento das relações diplomáticas com os Estados Unidos. O aprofundamento e a avaliação das reformas econômicas realizadas pelo presidente cubano e a renovação da força política são alguns dos assuntos que vão marcar a reunião, que terminará terça-feira em Havana.

Diálogo com os Estados Unidos
Raul Castro reafirmou a necessidade de fomentar a "convivência civilizada" com os Estados Unidos para normalizar as relações bilaterais. "É longo e complexo o caminho para a normalização das relações bilaterais e avançaremos na medida em que sejamos capazes de colocar em prática a arte da convivência civilizada, a necessidade de aceitar as diferenças, que são e serão numerosas e profundas", disse Raul Castro, na abertura do congresso do PCC, o primeiro após o restabelecimento das relações diplomáticas com os Estados Unidos.

O presidente cubano confirmou a vontade do país em "desenvolver um diálogo e construir um novo tipo de relação com os Estados Unidos como nunca existiu entre os dois países", uma atitude que "só pode trazer benefícios mútuos". Ele defendeu que é necessário apostar naquilo que junta os dois países e não no que os separa, uma mensagem em sintonia com a posição manifestada pelo presidente  Barack Obama, dos Estados Unidos, durante a sua histórica  e recente visita à ilha caribenha.

Revolução cubana
"Não se deve pretender" que Cuba "renuncie aos princípios da revolução, nem faça concessões inerentes à sua soberania e independência, nem ceda na defesa dos seus ideais, nem no exercício da sua política externa", acrescentou Raul Castro. Destacou ainda como principais obstáculos na nova etapa de relacionamento com os Estados Unidos o embargo econômico colocado por Washington à ilha e a "ilegal" base naval norte-americana em Guantánamo.

Em seu pronunciamento, Raul Castro recusou qualquer “terapia de choque” ou “fórmulas de privatização” para modernizar a economia cubana. “Cuba nunca permitirá as chamadas terapias de choque, frequentemente aplicadas em detrimento das classes mais pobres da sociedade”, disse.

“As fórmulas liberais que defendem a privatização acelerada do patrimônio do estado e dos serviços sociais, como a educação, a saúde e a segurança social nunca serão aplicadas sob o socialismo cubano”, acrescentou. No poder desde 2008, o presidente cubano lançou uma atualização do modelo econômico do país, com uma abertura limitada à iniciativa privada e ao investimento estrangeiro.

Aos delegados do PCC, ele justificou a lentidão das reformas com a preocupação do governo em não prejudicar nenhum cubano. “Esse princípio de não deixar ninguém desarmado condiciona em grande parte o ritmo da atualização do modelo econômico cubano, que sofre de modo inegável os efeitos da crise econômica internacional e do embargo dos Estados Unidos”, afirmou.

Da Agência Lusa



Jogo sujo da Lava Jato começa a ser desmascarado

апреля 16, 2016 19:41, by Blog do Arretadinho

Por Henrique Beirangê, na Carta Capital

Carta Capital teve acesso a um conjunto de trocas de mensagens, vídeos, fotos e documentos que revelam que integrantes da Operação Lava Jato podem ter feito uso de provas ilegais, vazado informações confidenciais, forjado buscas e apreensões e usado uma informante infiltrada irregularmente. 

São diálogos entre agentes e delegados da Polícia Federal e Meire Poza, contadora e ex-braço direito de Alberto Youssef, principal delator do escândalo de corrupção na Petrobras.

O que será narrado a seguir mostra que, à margem da lei, a força-tarefa pode ter colocado todo o trabalho de três anos de investigação em risco por conta do "justiça a qualquer preço". Eventualmente, a chamada doutrina jurídica dos frutos da árvore envenenada pode fazer com que todas as provas e missões concluídas sejam questionadas e até invalidadas pela Justiça. Outras operações, entre elas a Castelo de Areia, foram anuladas por supostamente conterem erros de procedimento.

A revista questionou a contadora a respeito dos documentos. Meire ameaçou processar o veículo, caso as conversas e dados fossem divulgados. A contadora publicou um livro faz dois meses expondo sua intimidade com os bastidores da operação, mas não revelou na ocasião todas as conversas e nem explicou à reportagem a omissão de tais fatos.

A revista decidiu tornar pública toda a documentação e revelar os fatos que serão expostos a seguir.

A história que se segue começa a ser contada em meados de 2012, quando a contadora esteve na sede da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Poza, ainda não se sabe o motivo, decide denunciar a existência de um esquema de fraudes em fundos de pensão privados operados em conluio pelo doleiro Alberto Youssef e agentes de vários estados. Um delegado da PF em São Paulo que a recebeu deu de ombros. Nenhum depoimento foi colhido e nada foi feito para apurar as denúncias.

Dois anos mais tarde, quando a investigação da Lava Jato ganhou as ruas, em março de 2014, Meire procurou a PF mais uma vez e desta vez foi ouvida. Ela foi recebida em São Paulo pelo delegado Márcio Anselmo, líder do grupo que investigava lavagem de dinheiro por meio de doleiros a partir de Curitiba. Até aquele momento, a força-tarefa não fazia a mínima ideia onde a Lava Jato iria chegar e sabia-se apenas que era mais uma investigação contra lavagem de dinheiro.

CartaCapital apurou que foi feito um acordo com a contadora: ela forneceria informações dos investigados e vazaria documentações em troco de não ser processada. E há indícios de que isso de fato ocorreu. Embora seu escritório tenha lavado 5,6 milhões de reais de Youssef, Poza nunca foi sequer indiciada. CartaCapital teve acesso a trocas de mensagens, fotos, vídeos e documentos entre Meire e integrantes da força-tarefa que datam de 5 de maio de 2014 a março de 2015.

Um dos diálogos que mais chamam atenção trata da farta documentação escriturária e contábil das empresas de fachada de Youssef. Meire tinha em seu poder caixas de documentos com contratos fictícios da RCI, MO Consultoria, GDF e Empreiteira Rigidez. Companhias que só existiam no papel, mas serviam para Youssef receber propina das maiores construtoras do País.

A força-tarefa não fazia a mínima ideia da existência desses documentos. Era um acervo que identificou que Youssef recebia dinheiro das maiores construtoras do País por serviços que nunca prestou. As caixas foram entregues pela contadora, em março de 2014. No entanto, como a documentação foi entregue de maneira aparentemente ilegal, a força-tarefa precisava “esquentar a documentação” na gíria policial.

Em 5 de maio, o delegado Márcio Anselmo fala com Poza pelo aplicativo de conversas WhatsApp. “Devemos acertar para a prox semana uma viagem a sp para formalizar a apreensão daqueles documentos”. Poza responde: “Te aguardo!!!”. O delegado continua: “Se puder já separe todo o material dos contratos da gfd”.

A busca acabou se dando em 1º de julho de 2014, durante a 5ª fase da Operação Lava Jato. Um indicativo de que a Polícia Federal marcou dia e hora para uma busca e apreensão desnecessária. Uma diligência que deu ensejo ao uso de documentos que municiaram grande parte de tudo o que veio a ser descoberto.

Em um dos diálogos, o delegado indica que buscaria o Ministério Público Federal e que levaria ao conhecimento dos procuradores a relação com a contadora: “Vou conversar c o mpf sobre a sua situação”.

Os agentes também já sabiam em maio de 2014 do envolvimento de parlamentares na investigação. Diferente do que foi dito pelos integrantes da força-tarefa, que só tomaram conhecimento da existência de personagens com prerrogativa de foro ao longo da investigação, um dos diálogos revela que Meire e Márcio Anselmo falam do então deputado federal Luís Argolo.

Em 14 de maio, Márcio pergunta para Meire: “vc sabe se o bebe jhonson tinha alguma relação com o precatório do maranhão?”. Bebê Jhonson era como os investigados se referiam ao ex-deputado Luiz Argolo. Ou seja, naquele momento a força-tarefa investigava um deputado federal sem autorização do Supremo Tribunal Federal.

Em 15 de maio, Meire dispara: “O Argolo ameaçou um monte de deputado”. Márcio responde: “Eu descobri pq o boato na semana passada”. O delegado continua: “Eu acho que o argolo, mesmo no sdd, distribuía $$$ para o PP”.

O delegado mostra que a operação visava mais políticos. Márcio pergunta: “Com que outros políticos ele tinha contato?”, a contadora responde: “tem um senador que eu preciso lembrar o nome, tinha o governador da Bahia”. Nos diálogos também há menções à então deputada Aline Correa (PR-CE) e ao senador Cícero Lucena (PSDB-PB).

As conversas não se limitam ao delegado. O agente Rodrigo Prado era quem Meire municiava com informações. A contadora faz gravações escondidas com os investigados da operação, encaminha documentos irregularmente e trocam fotos. Numa delas, o agente mostra uma foto de dentro da viatura com um dos investigados.

Ao que parece, outros integrantes da força-tarefa em Curitiba tinham conhecimento da utilização da contadora na operação, como indica um email encaminhado por Meire ao delegado Eduardo Mauat. Estão em cópia na mensagem o delegado Igor de Paula, a delega Érika Marena, o agente Prado e o delegado Márcio Anselmo, nomes relevantes da força-tarefa dentro da PF em Curitiba.

Tudo isso com o aparente conhecimento do superintende da PF no Paraná, Rosalvo Ferreira Franco, conforme email de 13 de agosto. Em email encaminhado aos delegados e a Meire, que usava o endereço eletrônico rabellopassos@gmail.com, ele diz estar ciente de uma conversa entre Igor e Meire a respeito da segurança da contadora.

No email, a contadora se diz abandonada pela operação e reclama: “Não vou ficar esperando que algo de ruim aconteça comigo ou com a minha filha. Espero que tenham a sensatez de saber que um erro não justifica o outro. Eu mostrei minha cara, mas foram vocês que colocaram minha vida em risco. Isso eu não vou perdoar nunca.”

Todos os detalhes dessas conversas e mais diálogos que expõem a Lava Jato você acompanha na edição especial de CartaCapital que começa a circular na próxima quarta-feira, 20. Todos os documentos, mensagens, áudios e fotos em poder da revista serão encaminhados ao Procurador Geral da República, ao Ministério da Justiça, à direção da Polícia Federal e à Ordem dos Advogados do Brasil.



#GolpeNão

апреля 15, 2016 0:41, by Blog do Arretadinho