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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Comissão da Escola Sem Partido encerra trabalhos sem votar parecer; projeto será arquivado

декабря 11, 2018 14:29, by Blog do Arretadinho

Projeto proíbe que professores manifestem posicionamentos políticos ou ideológicos e que discutam questões de gênero em sala de aula. Foi a 12ª reunião convocada para votar o parecer.

Por Fernanda Calgaro, G1 — Brasília

O presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o projeto conhecido como Escola Sem Partido, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), encerrou nesta terça-feira (11) os trabalhos do colegiado sem que fosse votado o parecer do relator. Não haverá mais reunião da comissão e o projeto será arquivado.

A proposta proíbe que professores manifestem posicionamentos políticos ou ideológicos e que discutam questões de gênero em sala de aula.

O deputado Marcos Rogério encerrou os trabalhos da comissão depois de 12 sessões sem resultado e seguidas tentativas de votação do relatório do deputado Flavinho (PSC-SP).

“Quem está sepultando o projeto nesta legislatura, não é a oposição. Quem não está deliberando é quem tem maioria neste parlamento que não comparece", afirmou Marcos Rogério.

Ele fez ainda elogios à atuação dos partidos de oposição, que, segundo ele, fez o "bom combate", que conseguiu atrasar o andamento da tramitação com base no regimento da Câmara. "A oposição merece o reconhecimento da comissão. Se pautou na obstrução e cumpriu aquilo que lhe é garantia regimental", disse.

Arquivado
Com o fim da legislatura, todos os projetos que não têm parecer aprovado nas comissões vão automaticamente ao arquivo. O atual mandato termina em 31 de janeiro, mas os parlamentares entram em recesso a partir do dia 23 de dezembro e, portanto, encerrando os trabalhos legislativos.

Pelo regimento da Câmara, o autor do projeto ou de qualquer outro que tramita em conjunto pode apresentar requerimento para desarquivá-lo. Se isso acontecer, a tramitação começará do zero, com a criação de uma nova comissão.

A oposição comemorou o encerramento dos trabalhos. Com cartazes, manifestantes que acompanhavam a comissão entoaram cantorias.

Embora houvesse quórum suficiente registrado no painel eletrônico, o plenário da comissão estava esvaziado, o que fez com que a reunião demorasse quase três horas para ser aberta.

Os deputados favoráveis – muitos deles ligados à bancada religiosa – ao projeto marcavam presença e deixavam o local, com exceção de apenas três ou quatro. Apenas os parlamentares críticos ao projeto permaneceram em peso na comissão o tempo todo.

Foi a 12ª reunião para votar o parecer que impõe regras aos professores sobre o que pode ser ensinado em sala de aula. Desde julho, a comissão tem convocado reunião para a discussão e votação do relatório do deputado Flavinho (PSC-SP).

Assim como nas reuniões anteriores, deputados críticos ao texto apresentaram requerimentos regimentais que precisaram ser votados antes, fazendo com que a tramitação da proposta não avance.

Controvérsia
No seu parecer, o relator diz que o professor "ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas", deverá apresentar aos alunos, "de forma justa, as principais versões".

Críticos ao texto argumentam que o projeto não permitirá o pensamento crítico em sala de aula. Defensores alegam que a proposta tem como objetivo evitar a "doutrinação" nas escolas.



Divaaaaaaaaaa!!!

декабря 11, 2018 13:29, by Blog do Arretadinho

Brasileira abre o verbo contra apoiadores de Bolsonaro:



Mãe 'anuncia' filho na internet: 'Dorme até meio dia, não quer saber de trabalhar e é Soldado do Free Fire'

декабря 11, 2018 12:01, by Blog do Arretadinho

MESQUITA (RJ) - A publicação de uma mãe chamou a atenção de muita gente na internet nesta segunda-feira (10). Com bom humor, diz querer vender o filho, pois ele dorme até meio dia.

"Estou vendendo o meu filho, dorme até 12:00hs, não quer saber de trabalhar, sai todo fim de semana", escreveu Cristina, que mora com o filho em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Tudo começou com um pedido em um bazar na internet. Ela ainda acrescentou “Algumas marcas de uso, apenas 18 anos de uso... Soldado do free fraire...”, conta ela. Pouco mais de 10 minutos, centenas de internautas já comentavam sem acreditar sobre o que estavam lendo. Mas outras mães também se identificaram com a postagem bem humorada.

fonte Destaque



Havan enquanto símbolo do próximo governo

декабря 11, 2018 11:15, by Blog do Arretadinho

Arte: Caroline Oliveira
Tudo isso me causa, particularmente, uma ressaca enorme. Ressaca que, na terra da estátua da liberdade original, chama-se hangover…

por Paulo Ferrareze Filho, Advogado, no Justificando

Santa Catarina está cravejada de Havans. Se você for de Balneário Camboriú a Florianópolis, que dista uns 70 km, encontrará quatro ou cinco dessas lojas pelo caminho. A Havan se tornou uma espécie de símbolo modular do projeto econômico encabeçado por Paulo Guedes e seu poste. Economicamente, Hang é o modelo de tudo que há de melhor: é empreendedor, politicamente engajado, gera empregos e cumpre a missão magna da meritocracia como o pobre que ficou rico por esforço.

Para quem compartilha da perspectiva neoliberal, a abissal diferença econômica entre Hang e um de seus tantos soldados rasos é, não só aceitável, mas também louvável. A brutal diferença econômica é amenizada com a exaltação da virtude empreendedora de Hang, que se torna misericordioso no plano social porque gera empregos.

Assim é que a liberdade plena de atuação no mercado, como princípio reitor do projeto político de Bolsonaro, passará a estar, mais do que nunca, legitimada. Esse regime de tolerância em relação às diferenças de capital econômico – cada vez mais progressivas –, se estende para outros capitais simbólicos associados como o social e o cultural, como preceitua Pierre Bourdieu no livro “A Distinção”.  

No entanto, esse regime de tolerância com a diferença econômica não encontra paralelo quando se trata de diferenças de ordem subjetiva, como é o caso das diferenças de gênero. Nesse terreno pantanoso para o medo dos conservadores, tudo que escapa à lógica binária tende a receber olhares enviesados e narizes tortos. Não se trata de deixar de reconhecer as capacidades de Hang, mas simplesmente de apontar a contradição do discurso eleito no que tange o tratamento da liberdade entre a dimensão econômica e aquelas ligadas à subjetividade.

A genitalização do gênero, além de empobrecer o discurso da experiência humana na Terra, contraria o ideal de tolerância à diferença presente na dimensão econômica. Dito objetivamente: tolera-se facilmente discrepâncias abissais em relação ao bolso, aos currículos e às possibilidades de acesso, mas não se tolera com a mesma facilidade a diferença em relação a aspectos subjetivos e morais.

É isso que pretende o próximo ministro da educação quando afirma que “quem define gênero é a natureza”.  Quando acena para a possibilidade de exigir que, nas salas de aula, se trate apenas sobre a crença dos dois gêneros naturais, o futuro ministro da educação confirma que a ganância e o conservadorismo tosco da agenda neoliberal. Esse é um verdadeiro contrassenso (malandro) do projeto político que vociferou pelo fim das ideologias partidárias nas escolas. Afinal, trocar-se-ão partidos por crenças? E tudo isso não é, enfim, inevitável ideologia?

Como aponta Contardo Calligaris (Folha de São Paulo de 29/11/18), “as crianças não são burras a ponto de se engajarem sem necessidade num caminho no qual constatam, pelo bullying de cada recreio, que é árduo e sofrido” se identificar com um gênero que não pertença ao binarismo biológico. Assim como os soldados rasos do exército de Hang também não são burros a ponto de imaginar que é possível repetir, sem brilhantismo, sorte e muita ganância, o caminho de êxito empresarial daquele que é novo namoradinho econômico do Brasil.

Afinal, se alguém tem liberdade para acumular montanhas de dinheiro à custa de uma nova espécie de escravizados, porque não tem a mesma liberdade para permitir que seu filho aprenda a respeitar as identidades que se formam no fundo subjetivo de cada um. Chegamos a essa obscena conclusão: tolera-se o controle que alguém exerce sobre outros corpos, como na relação patrão-empregados, mas moraliza-se a definição que cada um tem sobre o próprio corpo e a própria identidade sexual.

A prevalência de um projeto de organização social sobre o outro, no campo da disputa política, antes de ser mais ou menos correto, é reflexo daquilo que se esconde no inconsciente social da aglutinação mais numerosa de pessoas que foram às urnas. Tudo isso me causa, particularmente, uma ressaca enorme. Ressaca que, na terra da estátua da liberdade original, chama-se hangover…

Paulo Ferrareze Filho é doutor em Filosofia do Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professor de Psicologia Jurídica, advogado e psicanalista em formação.



Presságios

декабря 10, 2018 22:50, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas Fotografia® @joaquimdantasdf
Presságios
Joaquim Dantas

Tem coisas que a vida nos toma,
tem coisas que a gente se dá.
As vezes o amor tem cura
E as vezes vem só pra ficar.

Sonhar em dias nublados
é como cantar em silêncio
no mais escondido da alma.
Desejo sonhado de longe
é doce na boca da gente,
remédio que a vida melhora.

Minhas preferências são minhas,
mesmo que elas me deixem marcas.
Encontros são apenas linhas
que marcam na vida etapas...

Foto Joaquim Dantas Fotografia® @joaquimdantasdf