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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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Mourão também propõe confisco da poupança

октября 3, 2018 12:02, by Blog do Arretadinho

Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) afirmou em palestra que é preciso “procurarmos formas de renegociarmos os juros da dívida pública”, iniciativa que seria parte de um ajuste fiscal, a contenção de gastos do governo.

O general da reserva também criticou o 13º salário, o adicional de férias e voltou a cogitar a substituição de impostos pela CPMF.

Mourão fez palestra de quase 28 minutos na Câmara dos Dirigentes Lojistas de Uruguaiana, na quarta-feira. Deu sua versão da história de problemas econômicos brasileiros, que teriam começado com a Constituição de 1988 e sido agravados em especial pelo primeiro governo de Dilma Rousseff (2011-2014).

A seguir, apresentou um plano para resolvê-los, que seria o de Bolsonaro (“Como o Jair Bolsonaro pretende superar essa questão?”).

Na tarde desta quinta-feira (27), condenou, por meio de nota em rede social, a crítica ao 13º. “Criticá-lo, além de uma ofensa à quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição”, escreveu Bolsonaro.

O candidato negara na semana passada que pretenda recriar a CPMF. O plano de criar tributos nos moldes desse imposto sobre transações financeiras foi aventado pelo responsável pelo programa econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, em conversa com empresários e executivos, e revelado por esta Folha.

Mourão diz que o Brasil se “encontra asfixiado, quase paralisado”. Caso não se faça um ajuste fiscal, o governo “vai fechar”. Quem disser que vai haver “anos maravilhosos logo no começo” (do próximo governo), “está mentindo escandalosamente para a população”. Haverá “sacrifícios de toda a ordem”.

O ajuste começa pela diminuição do tamanho do Estado, disse Mourão, que adenda, logo em seguida: “precisamos de formas de renegociar os juros da dívida pública porque, conforme mostrei ontem, pagamos um Plano Marshall por ano de juros da dívida pública” (o general se refere ao auxílio dos Estados Unidos aos países europeus, nos anos posteriores à Segunda Guerra).

As taxas de juros da dívida pública são, grosso modo, determinadas de duas maneiras. Para o curto prazo, o Banco Central estipula a meta para uma taxa de juros (Selic) que produza o efeito de manter a inflação na meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional. No caso dos empréstimos tomados pelo Tesouro Nacional a fim de cobrir excesso de despesas, as taxas são definidas em uma espécie de leilão de mercado (o governo pede empréstimos e aceita aqueles que ofereçam a melhor combinação de custo e prazo).

Depois do “enxugamento” do Estado e da renegociação dos juros da dívida pública, o próximo item do plano Bolsonaro, segundo Mourão, seria redefinir prioridades de gastos. A seguir, o general trata da “indispensável” reforma tributária. Imediatamente, lembra o caso de Paulo Guedes e da CPMF.

Em frases entrecortadas, observa que se trata de um imposto em cascata e que, “para que ocorra alguma forma de imposto dessa natureza”, da CPMF, outros “têm de ser baixados”. “A grande visão” (tributária), no entanto, seria a de cancelar isenções fiscais, paulatinamente, e colocar “todo mundo na base de impostos”, “todo mundo paga” e “vamos pagar menos”.

Na seção histórica de seu discurso, Mourão comentara a carga tributária brasileira, pesada devido à Constituição de 1988 e a políticas populistas. Diz que a carga é de 37% do PIB, “escorchante”; que seria de 15% a 20% em países avançados (na verdade, próxima de 40%). Atribui a “um dos grandes estudiosos do assunto, o professor Fábio Gianetti” a opinião de que a carga deveria ser de 22%, 23% do PIB (segundo o IBGE, estava em 32,4% do PIB em 2017).

“Atrelada à reforma tributária” viria a “implementação séria da reforma trabalhista”. Em suma, trata-se de reduzir os custos da contratação de empregados. Nesse contexto, Mourão criticou o 13º e o adicional de férias.

“Jabuticabas brasileiras. Décimo terceiro salário. Se a gente arrecada 12, como é que nós pagamos 13? É complicado. E é o único lugar onde a pessoa entra em férias e ganha mais. É aqui no Brasil. Então são coisas nossas, é a legislação que está aí, é a legislação que é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não com o chapéu do governo”, disse, precisamente.

No programa, é “fundamental a liberalização financeira, isso atrelado à abertura comercial” (facilitação de transações financeiras com o interior e de importações de bens e serviços), sem “escancarar as portas”. O país deveria abrir seu comércio à maneira da “distensão para o período final do governo militar, como fez o presidente Geisel”: “lenta, gradual e segura”. O país precisa ser mais agressivo na exportação, reformar o Mercosul e lidar com os problemas criados pela Venezuela e receberá investimentos externos com boa vontade, “sem xenofobia”, como aquela expressa, segundo Mourão, no temor do capital chinês.

Quase no final da palestra e do programa, o general ainda prega a desregulamentação (facilidade para abrir e fechar empresas) e a eficiência no registro de patentes. Elogia o agronegócio, diz que é preciso melhorar as condições de logística e que o “destino manifesto” do Brasil é “ser o celeiro do mundo”. Diz, enfim, que o Estado vai oferecer “ordem” para que os empresários “ofereçam progresso”.

Pouco antes de começar seu histórico de problemas econômicos brasileiros, Mourão criticou a “esquerda jurássica”. Diz não morrer de amores por Fernando Henrique Cardoso (presidente de 1995 a 2002), por ser um dos grandes responsáveis pela hegemonia cultural da esquerda, embora na economia tenha ido “muito bem, pela equipe econômica que escolheu”, domando a inflação e criando o tripé econômico.

“Vivemos sob a ditadura do politicamente correto”, “uma obra da esquerda jurássica”, embora não considere que “a direita é o bem e a esquerda é o mal”, disse o general.

“Ficamos sob esse domínio da esquerda jurássica” que se “apropriou, a partir da universidade, daquilo que podemos chamar de intelectualidade brasileira”, “hegemonia de pensamento” que nos “engessou” e foi também “transposta para a atividade governamental”, o que favoreceu uma intervenção sem limites do Estado na economia.

Da FSP. no Blog da Cidadania



Álvaro Dias ataca Lula com fake news

октября 1, 2018 16:16, by Blog do Arretadinho

Álvaro Dias ataca Lula com fake news em debate na Record

Emissora não concedeu direito de resposta pedido por Haddad mesmo após acusação baseada em matéria enganosa da IstoÉ de que o ex-presidente teria enviado R$ 6 milhões para o deputado Weverton Rocha (PDT-MA), candidato ao Senado no Maranhão, para que ele apoiasse o petista

Por Redação da Revista Fórum

O candidato do Podemos Álvaro Dias utilizou de matéria da IstoÉ desta semana que traz acusações graves sem citar fontes sobre um suposto envio de R$ 6 milhões num avião que caiu no dia 14 de setembro, no debate da Record Segundo a revista, Lula teria enviado o dinheiro ao candidato ao Senado pelo Maranhão Weverton Rocha, do PDT.

“Um avião experimental Cirrus, da Vokan Seguros, a serviço da empreiteira CLC (Construtora Luiz Carlos), foi quem cuidou do transporte do dinheiro do Ceará com destino a São Luis”, diz matéria assinada pelo editor de política da publicação, Germano Oliveira. No dia do julgamento do ex-presidente no TRF-4, ele publicou uma selfie no tribunal comemorando a decisão, que levaria “Lula para trás das grades”.

“O candidato Ciro Gomes está sendo injustiçado. O presidente Lula, da prisão, coordena ação para fazer com que mudem seus votos em benefício de Haddad”, disse Álvaro Dias.

Em nota, a construtora CLC afirma que a revista mente e que tomara todas as medidas judiciais cabíveis. Leia abaixo:

A despeito de matéria com o título “Brasil: Como Lula opera a campanha na cadeia”, onde uma retranca jornalística com subtítulo “Avião com R$ 6 milhões a bordo caiu em Boa Viagem (CE). Mas os recursos chegaram no destino: a campanha de Weverton Rocha, PDT.”, a Revista IstoÉ, edição 2544, de 28 de setembro de 2018, comete uma série de inverdades, contra pessoas e uma empresa há 23 anos estabelecida no mercado, cumpre-nos informar à sociedade a estranheza do teor da notícia e o estabelecimento dos fatos como realmente aconteceram.
A matéria – possivelmente construída a partir de interesses políticos inconfessáveis, o que não nos cabe considerar, traz em seu bojo informes fantasiosos. Veja-se:
1) Induz a matéria que o destino da aeronave Cirrus Design SR 22 Prefixo PR-COR era o município de São Luiz (MA), quando a rota a ser cumprida era de Mossoró-RN a Crateús (CE), com alternativa para Tauá (CE). O avião saiu por volta de 07h30min, do dia 14 de setembro de 2018, dando uma pane no município de Boa Viagem-CE, o que provocou o pouso de emergência;
2) Depois diz ser o objetivo o transporte de 6 milhões de reais, cuja quantia havia chegado ao destinatário. Ora, no local em que o pouso ocorreu o piloto e o passageiro da aeronave foram visitados por uma guarnição da Polícia Militar e pelo delegado e agentes da Polícia Civil, destacamentos do município de Boa Viagem (CE), que, por meia hora, fizeram vistoria e se colocaram à disposição para colaborar com o que fosse possível, sendo que a Polícia Militar esteve no local uma segunda vez colaborando com o reboque do avião. Houvesse dinheiro, o Boletim de Ocorrência registraria. Tem mais: o objetivo da viagem a Crateús (CE) era visita rotineira a obra – construção de trecho da CE 467, trecho entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Monsenhor Tabosa, Estado do Ceará, não havendo nada além de documentos técnicos e projetos da obra;
3) Também insinua haver 3 pessoas quando do acidente. A verdade é que estavam presentes somente o piloto José Severino Enéas Cândido e o diretor da CLC, o Sr. Céliton Luiz Costa de Oliveira;
4) Sobre a propriedade da aeronave em tela, como forma de dirimir dúvidas, a sua propriedade é da CLC Construtora, adquirida em 3 de setembro de 2018, sendo que o seu registro ainda não havia sido alterado no Setor de Licenças da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), em face do pouco tempo de propriedade, e assim constou como sendo da Vokan Seguros.
A empresa, categoricamente, repudia o conteúdo mentiroso da matéria e informa que buscará repor a verdade, preservando a sua imagem e garantindo a confiança que desfruta em todos os estados da Região Nordeste, bem como tomará as medidas judiciais, cíveis e criminais.
CONSTRUTORA LUIZ COSTA – CLC



Inaugurado centro integrado para monitorar segurança nas eleições deste ano

октября 1, 2018 14:21, by Blog do Arretadinho

Foi inaugurado nesta segunda-feira (1º), em Brasília, um Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições Gerais de 2018.

O centro fica dentro da Polícia Federal e reúne outras 14 instituições, entre elas, as Forças Armadas, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Ministério Público e o Tribunal Superior Eleitoral.

O espaço vai monitorar a movimentação dos candidatos e toda a segurança da votação. Funcionará até o dia 8, um dia depois o primeiro turno. Depois, o centro reabre no dia 22 de outubro e funcionará até o dia 29 de outubro, logo após o segundo turno.

 O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, ressaltou que o centro é nos mesmos moldes dos criados durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Jungmann também informou que a estrutura montada servirá para monitorar o surgimento de notícias falsas, ou fake news, além de levantar informações da influência de organizações criminosas na votação.

A Polícia Federal informou ainda que a expectativa é que 40% dos crimes eleitorais do ano ocorram na semana anterior ao dia da votação, principalmente os casos de boca de urna, transporte irregular de eleitores e propaganda ilegal.

 Dos mais de 1650 inquéritos abertos pela Polícia Federal neste ano envolvendo crimes eleitorais, 62% são referentes à falsidade ideológica com fins eleitorais, ao omitir informações em documentos, e 13% são ligados à compra de votos. O estado com mais registros é o Rio de Janeiro, com 533 inquéritos abertos. Bem a frente do segundo colocado, que é o estado do Ceará, com 100 inquéritos envolvendo ações eleitorais abertas em 2018.

da Agência Brasil



Carta do ex-presidente Lula

октября 1, 2018 12:12, by Blog do Arretadinho

Ex-presidente Lula / Foto Joaquim Dantas-Blog do Arretadinho
O Brasil está muito perto de decidir, mais uma vez, pelo voto soberano do povo, entre dois projetos de país: 
o que promove o desenvolvimento com inclusão social 
e aquele em que a visão de desenvolvimento econômico é sempre para tornar os ricos mais ricos e os pobres mais pobres. 

O primeiro projeto foi aprovado pela maioria nas quatro últimas eleições presidenciais.

O segundo foi imposto por um golpe parlamentar e midiático travestido de impeachment.

Esta é a verdadeira disputa nas eleições de 7 de outubro. Foi por essa razão que meu nome cresceu nas pesquisas, pois o povo compreendeu que o modelo imposto pelo golpe está errado e precisa mudar.

Cassaram minha candidatura, de forma arbitrária, para impedir a livre expressão popular. Mas é também pela existência de dois projetos em disputa que a candidatura de Fernando Haddad vem crescendo, na medida em que vai sendo identificada com nossas ideias.

Com alguma perplexidade, mas sem grande surpresa, vejo lideranças políticas e analistas da imprensa dizerem que o Brasil estaria dividido entre dois polos ideológicos. E que o país deveria buscar uma opção “de centro”, como se a opção pelo PT fosse “extremista”. Além de falsa e, em certos casos, hipócrita, é uma leitura oportunista, que visa confundir o eleitor e falsear o que está realmente em jogo.

Desde a fundação, em 1980, o PT polarizou, sim: contra a fome, a miséria, a injustiça social, a desigualdade, o atraso, o desemprego, o latifúndio, o preconceito, a discriminação, a submissão do país às oligarquias, ao capital financeiro e aos interesses estrangeiros. Foi lutando nesse campo, ao lado do povo, da democracia e dos interesses nacionais, que nos credenciamos a governar o país pelo voto; jamais pelo golpe.

O povo brasileiro não tem nenhuma dúvida sobre de que lado o PT sempre esteve, seja na oposição ou seja nos anos em que governamos o país. 

A sociedade não tem nenhuma dúvida quanto ao compromisso do PT com a democracia.

Nascemos lutando por ela, quando a ditadura impunha a tortura, o arrocho dos salários e a perseguição aos trabalhadores. Fomos às ruas pelas diretas e fizemos a Constituinte avançar. Governamos com diálogo e participação social, num ambiente de paz.

A força eleitoral do PT está lastreada nessa trajetória de compromisso com o povo, a democracia e o Brasil; nas transformações que realizamos para superar a fome e a miséria, para oferecer oportunidades a quem nunca as teve, para provar que é possível governar para todos e não apenas para uma parcela de privilegiados, promovendo a maior ascensão social de todos os tempos, o maior crescimento econômico em décadas e a soberania do país.

Foi o povo que nos trouxe até aqui, apesar de todas as perseguições, para que se possa reverter o golpe e retomar o caminho da esperança nestas eleições. Se fecharam as portas à minha candidatura, abrimos outra com Fernando Haddad. É o povo que põe em xeque o projeto ultraliberal, e isso não estava no cálculo dos golpistas.

São eles o outro polo nestas eleições, qualquer que seja o nome de seu candidato, inclusive aquele que não ousam dizer. Já atenderam pelo nome de Aécio Neves, esse mesmo que hoje querem esconder.

 Tentaram um animador de auditório, um justiceiro e um aventureiro; restou-lhes um candidato sem votos. 

O nome deles poderá vir a ser o da serpente fascista, chocada no ninho do ódio, da violência e da mentira.

Foram eles que criaram essa ameaça à democracia e à civilização. Assumam a responsabilidade pelo que fizeram contra o povo, contra os trabalhadores, a democracia e a soberania nacional. Mas não venham pregar uma alternativa eleitoral “ao centro”, como se não fossem os responsáveis, em conluio com a Rede Globo, pelo despertar da barbárie. 

Escrevo este artigo para o “Jornal do Brasil” porque é um veículo que vem praticando a democracia e a pluralidade.

Quem flerta com a barbárie cultiva o extremismo. Quem luta contra ela nada tem de extremista. Tem compromisso com o povo, com o país e com a civilização. Na disputa entre civilização e barbárie, deve-se escolher um lado. Não dá pra ficar em cima do muro.

Em outubro teremos a oportunidade de resgatar a democracia outra vez, encerrando um dos períodos mais vergonhosos da história e dos mais sofridos para a nossa gente. Estou seguro de que estaremos juntos a todos os que lutaram pela conquista da democracia a duras penas e com grande sacrifício. E estaremos juntos às mulheres que não aceitam a submissão, aos negros, indígenas e a todos e todas que sofreram ao longo de séculos a discriminação e o preconceito.

Estaremos juntos, todos os que, independentemente de diferenças políticas e trajetórias distintas, têm sensibilidade social e convicções democráticas.

Será uma batalha difícil, como poucas. Mas estou certo de que a democracia será vitoriosa. De minha parte, estarei onde sempre estive: ao lado do povo, sem ilusões nem vacilações. Com amor pelo Brasil e compromisso com o povo, a paz, a democracia e a justiça social.


LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Ex-presidente da República e presidente de honra do Partido dos Trabalhadores



Galinhada da democracia foi um sucesso no Gama

сентября 30, 2018 17:15, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Jairo Mendonça
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho 
O Bar do Cotia no Gama recebeu um seleto grupo de pessoas que foram prestigiar o evento "Galinhada da Democracia"

Do Gama
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

Na tarde deste sábado(29) foi realizado um evento cultural no Bar do Cotia, que fica localizado na comercial da quadra 45 do setor Leste no Gama.
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Cleison Batah
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho 

O evento foi organizado por apoiadores do deputado distrital Chico Vigilante, (PT), embora não tenha tido conotação política ou de campanha eleitoral, mas sim estritamente cultural, com a participação de vários músicos e artistas.
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Jefferson Wagner
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho 

Apoiadores de outras candidaturas também prestigiaram a festa e saborearam uma deliciosa galinhada, tudo num clima alegre, harmonioso e democrático. Não foi registrada a presença de nenhum candidato no local.
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Zico
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho 

Músicos como Jairo Mendonça, Cleison Batah, Zico, Jeffersom Wagner, Bira Jam, entre outros, abrilhantaram a tarde quente.
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
Bira Jam
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho 

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