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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
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"NOTA DAS MULHERES UNIDAS CONTRA O FASCISMO!!

сентября 16, 2018 10:46, by Blog do Arretadinho

O grupo Mulheres unidas contra Bolsonaro!!! está chegando a 1.700.000 membros.

Como era de se esperar, após tantas matérias na imprensa, estamos sendo alvo de difamações bastante tristes.

As tentativas de tumultuar internamente e gerar desentendimento não estão funcionando, pois estão todas atentas e as mais de cem administradoras vão rastreando e excluindo fakes e bolsominiuns infiltrados. Há até homens mentindo que são do grupo e testemunharam situações inverídicas. Mas, na verdade, o grupo não tem homens.
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Urge replicarmos em nossos murais esta nota para formarmos uma rede de apoio externo, no intuito de minar a tentativa de acabar com a união de mulheres contra o fascismo.
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O grupo é MUITO heterogêneo, diverso e plural. O respeito é a marca. Há mulheres trans, mulheres negras, brancas, netas de índias; jovens, sábias senhoras, educadoras, estudantes, advogadas, artistas, sociólogas, donas de casa, jornalistas religiosas e sem religião.
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Há um maior número de mulheres que votam em Ciro ou Haddad porque é a realidade no Brasil todo hoje, os dois são as alternativas que tem mais eleitores contra o fascismo;

mas você vai encontrar mulheres que votam em Boulos conversando pacificamente com mulheres que votam em Marina,
Há ainda mulheres que estão no exterior.
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Há sim feministas, como há mulheres que não se identificam como feministas e querem ajuda diante de companheiros que votam no candidato fascista.

Há sim, mulheres trans e há cis. Há manas que não se depilam (pasme, mas é um dos argumentos dos difamadores), como há minas que se depilam (que ruim termos que falar sobre escolhas tão pessoais).

Quem está no grupo se orgulha porque não há brigas, nem disputa de egos.
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A presente NOTA quer responder não aos difamadores vorazes, mas a quem pensa como nós e precisa saber a verdade sobre o grupo; às mulheres que querem debater e colaborar. 
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O QUE QUEREMOS? Nos unir contra o fascismo, abraçar mulheres que se sentem pressionadas em seus ambientes a votar no inominável, trocar e organizar encontros em todo o Brasi (o que de fato está ocorrendo), pensar estratégias.
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Queridos homens desconstruídos, nos ajudem a esclarecer estas dúvidas que estão crescendo em algumas pessoas. #JuntasSomosFortes #Participa #EleNão #MulheresUnidasContraBolsonaro

Biah Werther



Ao vivo no ‘Jornal Nacional’, Haddad dispara: “Globo tem problemas na Receita Federal”

сентября 15, 2018 9:28, by Blog do Arretadinho

O candidato do PT, perguntado sobre petistas investigados, ainda afirmou que "investigado por investigado, a Rede Globo é investigada" e que a emissora "condena por antecipação"

Por Redação   da Revista Fórum

Mesmo diante de inúmeras interrupções, o candidato do PT à presidência, Fernando Haddad, foi incisivo em suas respostas na entrevista que concedeu ao ‘Jornal Nacional’, da Globo, na noite desta sexta-feira (14).

A primeira pergunta foi sobre uma suposta falta de “auto-crítica” do PT com relação aos escândalos de corrupção, e Haddad respondeu que seu partido foi o que mais criou mecanismos para combater corrupção. Os apresentadores seguiram pautando o tema ao longo de um bom tempo do programa e, em determinado momento, o petista foi indagado sobre “investigados” de seu partido.

Haddad, então, disparou: “Investigado por investigado, a Rede Globo é investigada”, disse. William Bonner o interrompeu, mas o ex-prefeito prosseguiu: “A Rede Globo condena por antecipação, Bonner. Vocês não tratariam os problemas da Rede Globo como tratam os problemas da administração pública, mesmo se tratando de uma concessão”.



Denúncia é a arma mais forte contra o racismo

сентября 14, 2018 9:46, by Blog do Arretadinho

Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília
“O racismo ocorre toda vez que vou ao banco e a porta sempre para quando vou passar”

Neste ano, já há mais de 200 ocorrências por injúria racial. Caso mais recente foi em mercado.

por Raphaella Sconetto no Jornal de Braspilia

“O racismo ocorre toda vez que vou ao banco e a porta sempre para quando vou passar. Ela não tem detector de metal, tem detector de melanina”. O relato indignado é do contador Kim Fortunato, de 28 anos. Ele cresceu e soube se blindar dos comentários preconceituosos por conta da cor de sua pele, mas defende que é preciso haver mudanças culturais para cessar o racismo. Assim como ele, negras e negros são ofendidos diariamente. Só neste ano, 211 boletins de ocorrência de injúria racial foram registrados no Distrito Federal.

O último caso divulgado foi de uma funcionária de supermercado na 402 Sul, que foi xingada de “negra incompetente” por um cliente de 55 anos. O crime ocorreu por volta da 1h30 dessa quinta-feira (13). Outros clientes testemunharam o ataque racista e acionaram a Polícia Militar. O homem foi levado à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul). Ele prestou depoimento, assinou apenas um termo de compromisso e foi liberado. A ocorrência foi registrada como injúria racial.

A falta de punição efetiva por conta da tipificação do delito é a principal crítica do contador Kim Fortunato. “Além de desmerecer a nossa luta, essa é só uma forma preguiçosa de o Estado combater, porque quando é racismo é inafiançável, tem que ser punido, já quando é injúria só precisa assinar o termo e vai embora”, reclama.

Apesar da desesperança, o homem não se contentou com o pouco quando tomou a iniciativa de registrar um boletim de ocorrência. Há três anos, ele passou por uma situação constrangedora em um banco. “Fui fazer um depósito de uma grande quantia. Estava na fila e reparei que tinha um homem atrás de mim, mas não o conhecia. Assim que a funcionária foi me atender, disse que não faria o depósito e que eu teria que chamar meu chefe. Não entendi”, lembra.

“Perguntei a ela quem era meu chefe e ela apontou para o homem que estava atrás de mim. Ela o chamou e perguntou se me conhecia, e ele disse que não, claro. Foi uma confusão no banco. A sorte é que todas as câmeras gravaram. Fui à delegacia e o delegado tipificou como injúria racial, mesmo eu questionando. Depois, entrei com uma ação de danos morais e ganhei”, completa Kim.

O episódio marcou o contador. “Até quando pretos vão sofrer por conta dos brancos?”, questiona. “Não é ‘mimimi’. Só sabe o que é racismo quem é negro. Acontece muito comigo quando entro no meu carro, coloco meu boné aba reta e ligo o som para ouvir rap. Parece que eu viro a própria imagem do que é mal na cidade, do que é bandidagem”, acrescenta.

Kim é pai de duas crianças: uma menina de cinco anos e um menino de oito. Para ele, o mundo ideal para os filhos seria um mundo com mais respeito.

Relatos repugnantes documentados

O Ministério Público do DF e Território tem setor específico para receber e encaminhar denúncias de preconceito racial. No ano passado, o Núcleo de Enfrentamento à Discriminação (NED) encaminhou 46 denúncias à Justiça, sendo que em 2016 foram 129. Neste ano, até o momento, são 63 denúncias.

Em uma das denúncias deste ano, a vítima foi xingada de macaco. O autor das agressões havia estacionado de maneira incorreta e a vítima pediu para que ele estacionasse em local apropriado. O agressor, então, começou disparar comentários racistas: “Seu preto filho da p*, eu que pago seu salário, seu vagabundo”… “Você só fica sentado comendo às minhas custas”, “vocês são um bando de macacos”.

Outra agressão ocorreu em uma academia. A funcionária foi discriminada por conta de sua cor. O acusado dizia: “Eu queria que voltasse o tempo da escravidão e todos vocês fossem negros para que eu pudesse dar chibatadas, e assim as coisas seriam do meu jeito”.

Números estão abaixo da realidade

Os 211 boletins de injúria racial registrados só no primeiro semestre deste ano representam um aumento sutil de 3,4% se comparado com o ano passado, quando houve 204 no mesmo período.

Para caracterizar racismo, é necessário que a ofensa seja dirigida a um grupo ou coletividade. Já a injúria racial é individualizada. A pena para ambos vai de um a três anos, mas na injúria cabe fiança.

Apesar dos números, Érica Macedo, delegada-adjunta da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin), acredita em subnotificação. “Houve aumento no número de denúncias com o passar dos anos, mas as pessoas ainda são tímidas. É importante lembrar que é crime para que a pessoa se sinta encorajada a denunciar”, diz.

Para Érica, muitas vezes as vítimas desacreditam da eficácia da denúncia. “Pensam que a pena será branda, que não dá em nada. O racismo ainda faz parte da cultura. Às vezes a vítima é discriminada e nem se dá conta”, pondera.

Na avaliação da delegada, a discriminação não vem acompanhada de fatores sociais. “Independe de classe econômica, lugar onde mora, idade, nível de escolaridade. Temos denúncias em todo o DF, de todos os tipos de pessoas”, indica.
Enquanto o Brasil não admitir que é um país racista, isso não vai mudar,
diz Kim Fortunato. Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília

Ponto de Vista
Educação e punição. Para mudar a sociedade e diminuir o racismo no País, a pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UnB, Marjorie Chaves, acredita que é preciso a união das duas coisas. “A penalização mostra que é crime e que as pessoas que o cometem têm de ser responsabilizadas. A mudança que precisamos é estrutural. Temos que discutir abertamente e entender que a questão diz respeito a toda a sociedade, e não só aos negros”. Para ela, há uma brecha na legislação na hora de tipificar os crimes. “No Brasil, não há a prática da condenação do racismo. Isso leva à certeza da impunidade. Muitas vezes, os autores perpetuam as atitudes e nem se arrependem. As vítimas também acabam desestimuladas, mas eu continuo achando que se deve denunciar. Se não é cumprido como está na lei, ao menos externaliza e expõe a pessoa”, conclui.

Serviço

Como denunciar
O registro de crimes de racismo e injúria racial pode ser feito em qualquer delegacia de área ou na Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin).

A Decrin funciona de segunda a sexta, das 12h às 19h, e fica no Departamento de Polícia Especializada (na altura do Sudoeste). Outro serviço disponível é o da Delegacia Eletrônica, no site www.pcdf.df.gov.br.



‘Oh! Linda’ e outras histórias de como a cidade pernambucana ganhou esse nome

сентября 13, 2018 10:45, by Blog do Arretadinho

De onde vem o nome Olinda? Essa resposta parece ser fácil de acertar, já que a narrativa mais conhecida e “oficial” conta que o donatário Duarte Coelho, recém-chegado em nossas terras e procurando um pico para se instalar do alto de uma colina, teria se encantado com a vista e proferido a célebre frase: “Oh! Linda situação para se construir uma vila!”.

A contradição dos detalhes sobre a verdadeira origem do nome já começa daí. Segundo Frei Vicente do Salvador na obra História do Brasil (1627), a famosa sentença não foi dita pelo donatário, e sim por “um galego criado de Duarte Coelho, porque cuidando com outros por entre o mato buscando o sítio onde se edificasse a vila”, achou um monte alto e exclamou de alegria.

Pelo menos outras três lendas são contadas para temperar ainda mais essa imprecisão histórica. Uma delas versa sobre a história de amor platônico de Duarte Coelho com uma bela indígena caeté chamada Iangaí. Segundo relatos, após uma batalha a mulher caiu em poder dos brancos junto com outros membros da tribo.

Mesmo aprisionada, Iangaí, corajosa, parecia rir da cara do perigo. Duarte Coelho, vítima de uma flechada e recolhido é apresentado a todos os prisioneiros. Ao ver Iangaí, “radiosa de revolta e envolvida pelo frescor de sadia juventude”, exclama fascinado: “Ó linda!”.

Absorto com tamanha beleza, o donatário por amor teria salvado a pele de Iangaí do sacrifício. Mesmo assim ela o despreza e tempos depois, fugida, é encontrada morta envolvida em folhas de timbó. Teria se suicidado. A cidade então construída tempos depois teria sido batizada de Olinda em lembrança a Iangaí.

Outras histórias
O historiador Francisco Adolfo de Varnhagen considerava pífia qualquer versão se não fosse aquela que defende a origem do nome Olinda sendo derivada de alguma localidade de Portugal. Segundo o próprio, Linda-a-Velha e Linda-a-Pastora são dois lugares que possivelmente inspiraram o nome da cidade pernambucana.

Por fim, o mesmo Varnhagem considera a hipótese de que “Olinda era nome de uma das belas damas da novela Amadis de Gaula“, romance de cavalaria best-seller na elite europeia do século XVI, apreciado por Duarte Coelho, e escrito em 1508 possivelmente por Vasco de Lobeira.

A versão Olinda-mulher também é considerada por Gilberto Freyre.”Se o nome de Olinda tiver sido expressão de lirismo não de um galego qualquer vagando entre os cajueiros da praia, mas do próprio patriarca da colonização portuguesa desta parte da América, o qual tendo lido a novela famosa se apaixonara pela figura e pelo nome da heroína? Olinda talvez seja isso um nome de mulher”.

fonte poraqui



Eleição sem Lula continua sendo fraude

сентября 12, 2018 15:37, by Blog do Arretadinho

Eleição sem Lula continua sendo fraude: por uma mobilização em defesa da liberdade de Lula candidato

Nos últimos dias a direita, por meio da imprensa golpista, do judiciário, dos militares e do próprio mercado financeiro, fizeram uma ampla campanha de chantagem e pressão para que o Partido dos Trabalhadores abandonasse a candidatura de Lula a presidência em troca do chamado plano B, nesse momento  representado na candidatura de Fernando Haddad,  ate então vice da chapa petista.

No ultimo dia 31 de agosto, o Supremo tribunal Eleitoral golpista impugnou por 6 votos a 1 a candidatura de Lula, tendo como base a inconstitucional lei da Ficha Limpa, passando por cima, inclusive, de uma resolução do Conselho de Direitos Humanos, da Organização das Nações Unidas, a ONU, favorável a candidatura de Lula. O tribunal estabeleceu um prazo de dez dias para que o PT substitua o nome de Lula por outro candidato.

Ao longo desse período, os golpistas deram inicio a uma intensa campanha de chantagem politica. Utilizaram para isso, os tribunais, por meio da absurda censura da imagem, e do próprio nome de Lula na campanha eleitoral. O mercado financeiro ameaçou com a retirada dos investimentos do Pais. Por fim, os próprios militares vieram a publico em tom de terrorismo aberto contra povo dizer que se Lula for candidato, eles darão um novo golpe militar.

A pressão da direita  encontrou respaldo em setores do próprio Partido dos Trabalhadores, os quais ha vários dias já vem fazendo campanha em nome do plano B, na defesa do abandono da candidatura de Lula, uma clara e completa capitulação diante da chantagem, das arbitrariedades impostas pelos golpistas, ou seja, ao próprio golpe de estado.

Na tarde desta terça-feira, dia 11 de setembro, o PT decidiu acatar a politica do plano B e substituir o nome do presidente Lula pelo nome de Haddad para a disputa presidencial. E preciso deixar claro que, como afirmamos anteriormente e a despeito das ilusões eleitorais da esquerda, do próprio PT, não estamos mais em um regime dito democrático. O golpe de estado vem eliminando os direitos democráticos da população um a um, a começar pelos direitos da principal liderança popular, Lula. As eleicoes desse ano, são apenas uma fachada para encobrir essa ditadura que se impõe sobre toda a população.

As decisões cada vez mais arbitrarias dos tribunais contra Lula, a violência da direita e de seus grupos fascistas contra a esquerda, suas organizações e militantes, e a própria interferência autoritária das forças armadas no processo politico, demonstram que, na pratica, já estamos em um regime ditatorial.

Nesse sentido aceitar as imposições ditatoriais daqueles que deram e comandaram o golpe de estado, é se submeter as arbitrariedades da direita, se colocar de joelhos perante toda violência dos golpistas que vem tomando conta do pais.

Desse modo, mesmo que a direção do PT tenha adotado a politica do Plano B e se submetido as imposições dos golpistas, é preciso continuar denunciando que as Eleições continuam sendo uma fraude, uma vez que o candidato com maior apoio popular, mantido como preso político, sem quaisquer provas, em Curitiba, por meio de um processo fajuto, que teve seu direito a candidatura cassado de maneira arbitraria, esta impedido de participar devido a uma perseguição politica imposta pelos golpistas.

E preciso lutar ate o fim e de maneira incondicional pela liberdade de Lula e por Lula presidente. Lula e o único capaz de opor uma verdadeira derrota a direita e ao próprio golpe de estado. Eleições sem Lula é fraude!

do Diário da Causa Operária