Go to the content

Blog do Arretadinho

Full screen Suggest an article

Postagens

Aprile 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
Licensed under CC (by-nc-sa)

É Trump. É Temer. É Foda!!

Novembre 11, 2016 20:19, by Blog do Arretadinho




Rodoviários anunciam paralisação na sexta, dia 11, à partir das 4h da manhã

Novembre 10, 2016 22:19, by Blog do Arretadinho

Foto Joaquim Dantas/Arquivo
Rodoviários anunciam paralisação entre as 4h e as 9h desta sexta (11)
Categoria se unirá ao movimento nacional contra a PEC do Teto dos Gastos. Empresas afirmam que ainda não foram notificadas

Os rodoviários do Distrito Federal informaram, na tarde desta quinta-feira (10/11), que farão uma paralisação entre as 4h e as 9h de sexta (11). Os funcionários se juntarão ao “Dia Nacional de Greve”, organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

“Além de sermos contrários à PEC 55 (antiga 241), que prevê o congelamento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos, vamos protestar contra a Reforma da Previdência e a tentativa de instalar a terceirização no Brasil, o que acarretaria perda de direitos dos trabalhadores”, afirma Marcos Júnior, diretor do Sindicato dos Rodoviários.

Os rodoviários do Distrito Federal informaram, na tarde desta quinta-feira (10/11), que farão uma paralisação entre as 4h e as 9h de sexta (11). Os funcionários se juntarão ao “Dia Nacional de Greve”, organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

“Além de sermos contrários à PEC 55 (antiga 241), que prevê o congelamento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos, vamos protestar contra a Reforma da Previdência e a tentativa de instalar a terceirização no Brasil, o que acarretaria perda de direitos dos trabalhadores”, afirma Marcos Júnior, diretor do Sindicato dos Rodoviários.

do Portal Metrópoles



Cuidado com o novo golpe em nome da CEB!

Novembre 10, 2016 21:48, by Blog do Arretadinho

DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
Estelionatários usam nome da CEB e do Sindireta para aplicar golpes
Criminosos fazem cobranças em nome da empresa e do sindicato pedindo às pessoas que façam depósitos em contas bancárias. Polícia investiga

Tem golpe novo na praça. Desta vez envolvendo, de forma indevida, o nome de uma empresa pública e a maior entidade de servidores públicos do Distrito Federal, o Sindireta. As denúncias chegaram à Polícia Civil, que investiga a tentativa de extorsão de estelionatários a clientes da Companhia Energética de Brasília (CEB) e a filiados ao sindicato.

No caso da CEB, há relatos de pessoas que receberam ligações de um homem. Por telefone, ele faz cobranças, afirmando que o consumidor está com débitos pendentes ou em situação irregular na empresa. Em seguida, vem a ameaça: caso os clientes não façam o depósito bancário em conta repassada pelo estelionatário, a luz será cortada. 

Em nota, a CEB alerta que não faz cobranças por meio do telefone. A prática da empresa é informar na conta de luz quando há faturas em aberto e avisar, por carta, que o fornecimento de energia será suspenso caso não ocorra o pagamento.

“Nós acionamos a polícia e orientamos aos consumidores que tenham passado por isso que façam o mesmo. Estamos divulgando um comunicado à toda a população para prevenir novas vítimas do golpe”, disse o assessor de comunicação da empresa, Allan Barbosa de Souza.
CEB/REPRODUÇÃO

O Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do DF (Sindireta) também publicou um alerta. A entidade, que representa 17 categorias e 45 mil trabalhadores, diz que um grupo de estelionatários está ligando para seus filiados.

Neste caso, os criminosos telefonam para as residências dos associados, em nome do escritório de advocacia que atende ao sindicato. Eles fazem cobranças para que as vítimas façam depósito em agência da Caixa Econômica Federal.

“Eles alegam diversos tipos de cobranças que não existem. Estamos alertando para que os nossos servidores se previnam e, caso sejam vítimas, entrem em contato conosco. A polícia está ciente e tem tomado as providências cabíveis”, disse Martinho José Muniz, diretor do Sindireta.

Casos recorrentes
A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social (SSP-DF) registrou 6.986 casos de estelionato entre janeiro e junho deste ano nas delegacias da Polícia Civil. São quase 40 registros por dia. No mesmo período do ano passado, foram contabilizados 5.519 casos.

A recomendação é para que as pessoas não se precipitem em depósitos sem a confirmação do banco. As autoridades também recomendam à população denunciar golpes como cheques clonados ou adulterados, falsos boletos de cobrança, cartões clonados e “bilhetes premiado” às delegacias.

do Portal Metrópoles



Após os EUA, é a vez da França?

Novembre 10, 2016 21:27, by Blog do Arretadinho

Marine Le Pen: "A eleição de Trump é uma boa notícia para o nosso país"
A cinco meses da eleição presidencial, franceses temem que populistas possam capitalizar descontentamento e fazer com que país seja a bola da vez, após a saída do Reino Unido da UE e a surpreendente vitória de Trump.
Marine Le Pen, líder do partido populista de direita francês Frente Nacional, postou no Twitter uma avalanche de felicitações a Donald Trump, mesmo antes de os resultados das eleições americanas, para alfinetar seus rivais franceses.

Após o referendo do Brexit, em que o Reino Unido decidiu sair da União Europeia, e a vitória do republicano Donald Trump, muitos se perguntam se a próxima grande decepção pode atingir a França, onde a eleição presidencial está a apenas cinco meses de distância e a popularidade de Le Pen vem crescendo fortemente há meses.

Ela não é a única que pode potencialmente ganhar terreno. Políticos como Jean-Luc Mélenchon, de extrema esquerda, e o ex-presidente Nicolas Sarkozy, de centro-direita, estão tentando adaptar sua mensagem política ao resultado da campanha americana.

"É interessante ver como os políticos daqui estão transformando a vitória de Donald Trump em argumentos favoráveis a si", observa o analista Bruno Cautrès, do instituto Sciences Po, de Paris.

O impopular François Hollande não teve escrúpulos para traçar paralelos entre o humor do eleitorado nos Estados Unidos e na França. "Os franceses devem saber que Trump é o que a extrema direita poderia vir a fazer amanhã na França", disse Hollande no mês passado, segundo o livro de confissões do chefe de Estado francês escrito por dois jornalistas do Le Monde e lançado mês passado Un président ne devrait pas dire ça (Um presidente não deveria dizer isso, em tradução livre).

Mas o que Hollande vê como um sinal de alerta foi abraçado como uma oportunidade pela líder da Frente Nacional. "A eleição de Trump é uma boa notícia para o nosso país", disse Le Pen em uma entrevista coletiva na quarta-feira (09/11), acrescentando ter esperança de que isso seja a sentença de morte para um acordo de livre-comércio entre os Estados Unidos e a Europa e contribua para melhorar as relações com a Rússia.

Outros nomes
Em alguns aspectos, o cenário parece uma volta ao passado, quando o pai de Le Pen, Jean-Marie, obteve segundo lugar no primeiro turno das eleições presidenciais de 2002. Os ingredientes, então e agora, são semelhantes: descontentamento dos eleitores e uma ampla rejeição ao status quo.

O velho Le Pen foi derrotado de forma retumbante no segundo turno. No que mais parecia um referendo contra o extremismo, os eleitores de direita e de esquerda votaram maciçamente em Chirac. Hoje, as declarações da filha dele são muito menos contundentes – e a retórica anti-imigração e antieuropeia da Frente Nacional repercute fortemente entre os eleitores enraivecidos.

Outros candidatos presidenciais estão lançando sua própria isca para um eleitorado descontente.
Candidato do Partido Socialista, Arnaud Montebourg, ex-ministro da Economia, é um ardente defensor de uma indústria "made in France" e quer reestruturar a União Europeia, que ele compara a uma "empresa falida".

O líder do Partido de Esquerda, Jean-Luc Mélenchon, que também quer balançar a eleição de abril, é ainda mais virulentamente anti-UE e promove manifestações contra a "globalização neoliberal".
O senador de Vermont Bernie Sanders, que perdeu as primárias democratas para Hillary Clinton, "teria vencido contra Trump", disse Mélenchon, que tem sido comparado ao democrata americano.
Há também Emmanuel Macron, outro ex-ministro da Economia, que goza de seu status como um "quase forasteiro" do meio político, apesar de ter ainda de declarar sua candidatura.

Primeiro teste
O revés vindo dos Estados Unidos talvez possa ser sentido mais imediatamente pela centro-direita, que realiza primárias neste mês.

Sarkozy, que está atrás nas pesquisas, aposta em uma virada no estilo Trump e alerta para os perigos de se acreditar nas pesquisas. Ele, que apoiou Hillary durante a campanha americana – apesar de sua retórica contra imigração e o islã ser cada vez mais de direita –, disse que, como o Brexit, a vitória de Trump "expressa um desejo de mudança".

Ainda assim, Cautrès diz que "será difícil" para Sarkozy vender a sua mensagem de mudança, dada sua condição de membro da classe política e às críticas às reformas fracassadas em sua gestão como presidente.

Por sua parte, o principal candidato conservador, Alain Juppé, está traçando conclusões muito diferentes sobre os resultados dos Estados Unidos, apesar de sua posição amplamente reconhecida como candidato do establishment.

Reconhecendo haver "duas Franças", de vencedores e perdedores, o ex-primeiro-ministro aperfeiçoou suas mensagens de campanha de moderação e reconciliação. "Digo 'não' para divisões e demagogia que colocam os franceses uns contra os outros", afirmou Juppé diante de seus adeptos, em uma referência não tão velada a Trump.

O cientista político Etienne Schweisguth, do Sciences Po, diz que a vitória de Trump precisa ser colocada em um contexto mais amplo. "Ela se encaixa na ampla rejeição no Ocidente à globalização e suas consequências", acredita. "Vimos isso nos Estados Unidos e estamos vendo na França com Marine Le Pen."

Mas Cautrès avalia que os paralelos entre eleitores franceses e americanos só vão até aí. O também analista do Sciences Po diz que muitos eleitores franceses estão ansiosos por uma mudança e que a insatisfação com o sistema democrático é profunda. Porém, afirma, não necessariamente a insatisfação dos eleitores será traduzida numa vitória de Le Pen.

Por um lado, ele crê que a centro-direita vai se unir em torno do vencedor das primárias e rejeitar qualquer aliança com a extrema direita.

"Uma vitória Le Pen parece descartada nesta eleição", concorda Schweisguth. "Para uma grande parte do eleitorado, o voto nela está fora de questão."

fonte dw.com



Para Lava Jato corrupção tucana já prescreveu

Novembre 10, 2016 19:43, by Blog do Arretadinho

Lava Jato diz que corrupção tucana na era FHC já “prescreveu” e não será julgada
Na avaliação de procuradores da força-tarefa da Lava Jato, os episódios relatados por delatores da Odebrecht envolvendo os dois mandatos do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso se referem a possíveis crimes que, na sua maioria, estão prescritos

247 – Se estiver citado por executivos da Odebrecht em delação premiada na Operação Lava Jato, o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pode se safar mesmo assim.

Procuradores da força-tarefa avaliam que os episódios relatados por executivos da empreiteira envolvendo os dois mandatos de FHC se referem a possíveis crimes que, na sua maioria, estão prescritos.

A informação é da coluna de Lauro Jardim, do Globo, que acrescenta, citando um investigador do caso como fonte, que todos os relatos serão investigados, para identificar se já existia um esquema de financiamento eleitoral ilegal e compra de apoio político com ajuda de empreiteiras.

fonte falandoverdades



tags