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| Charge de Latuff – Opera Mundi. |
O jornal curitibano Gazeta do Povo está batendo pino faz algum tempo. Veja se eu não tenho um pingo de razão, caro leitor.
No mês passado, o jornalão saiu em defesa do golpe de Estado no Paraguai reclamando em editorial da “rapidez das sanções políticas, impostas pelos membros do Mercosul e da Unasul, que suspenderam o Paraguai desses organismo. Segundo a opinião do jornal, “os países que condenaram o golpe ‘abusaram da cláusula democrática’ (sic) ao punir os golpistas”.
Não é que a Gazeta do Povo aprontou outra vez neste sábado (28)?
Em novo editorial, o jornal que em tese defende a paz — através da campanha Paz Sem Voz é Medo — propõe a violência física para a solução do problema sírio ao dizer que “o caminho mais seguro é dar condições para que os próprios sírios derrotem Assad, com o fornecimento de recursos, armas e equipamentos aos rebeldes”.
É mole ou quer mais?
Aqui em Curitiba não pode violência, mas na Síria, no Oriente Médio, pode descer a bala, pode matar a vontade porque está longe mesmo!
Santa hipocrisia, meu Zeus!
É a primeira vez que se vê em pleno século XXI uma imprensa belicista no país. “Coisa de loco”.
Reiteradas vezes, a presidenta Dilma Rousseff vem propondo uma solução diplomática na Síria.
No Blog do Esmael




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