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Daniela

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junio 14, 2012 21:00 , por Daniela - | No one following this article yet.

Chávez diz a verdade sobre as Organizações Globo

octubre 8, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet



Serra é o candidato dos ricaços

octubre 8, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

O Estadão Dados, da famiglia Mesquita, e o Ibope realizaram um estudo sobre o “mapa do voto” no primeiro turno das eleições para a prefeitura de São Paulo. O resultado é elucidativo. Comprova que o tucano José Serra é o candidato dos ricaços, das elites que residem nas áreas nobres da capital, e que o petista Fernando Haddad obteve sua melhor votação nos bairros mais carentes da periferia, onde moram os trabalhadores desta injusta capital. É lógico que o Estadão preferiu apresentar estes dados de forma maquiada, disfarçada.
A pesquisa dividiu a cidade entre as “zonas eleitorais antipetistas” e as “zonas eleitorais petistas” – sem explicar a razão destas opções partidárias. Para o jornalão, a divisão de classes não existe – é invenção dos comunistas e esquerdistas. Não há choque entre patrões e trabalhadores e nem conflito de interesses entre elites e setores mais carentes da população. Deixando de lado esta querela teórica, a pesquisa conclui que “Serra ganhou em todas as zonas eleitorais antipetistas e Haddad ganhou em todas as zonas eleitorais petistas”.
A pesquisa ainda agrega as chamadas “zonas volúveis”, em que o voto não estaria consolidado. A única explicação para esta divisão do eleitorado é que “as zonas antipetistas têm renda média 2,5 vezes maior do que as zonas petistas. Elas formam uma área homogênea e contígua no centro expandido. As zonas petistas estão distribuídas nas periferias sul, leste e norte da cidades. As zonas volúveis ficam sempre entre as petistas e as antipetistas e formam uma área de transição econômica e política”.
O Estadão poderia ser mais simples e sincero no seu estudo – mas isto poderia atiçar a consciência da maioria trabalhadora e pobre da capital paulista. Um levantamento nos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que o José Serra venceu com folga nos bairros ricos da cidade. No Jardim Paulista, que concentra a parcela mais abastada e mesquinha da sociedade, o tucano obteve 66,72% dos votos e o petista teve apenas 14,41%. Nos bairros da chamada “classe média”, que come mortadela e arrota caviar, a disputa foi mais apertada, mas o tucano também venceu. Na Bela Vista, por exemplo, Serra teve 43,91% dos votos e Haddad teve 25,83%.
Já periferia trabalhadora, Haddad compensou a desvantagem e garantiu a ida ao segundo turno. Na sofrida Guainazes, o petista teve 42,95% dos votos e o tucano abocanhou 13,11%. O “azarão” do PRB também foi bem, com 28,66%. Já no Grajaú, bairro com tradição de lutas sociais, Haddad obteve 46,64%, Serra 11,22% e Russomanno 25,28%. A imensa maioria do eleitorado paulistano está nas periferias carentes da cidade. Ela votou majoritariamente no petista, seguido do “azarão”. Ela é que definirá o segundo turno em 28 de outubro.



Elitismo transparente no artigo de FHC

octubre 8, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a principal liderança nacional sem mandato na oposição, continua ativíssimo, o que é ótimo na sustentação do grande debate político nacional. Além de entrevistas, palestras, seminários, etc, quase diários ele ressurge a cada 15 dias com seu artigo nos grandes jornalões, O Globo e O Estado de S.Paulo.
É o caso deste fim de semana em que no Globo e Estadão ele fala que o Brasil montou o arcabouço, já tem as instituições democráticas, mas falta espírito e exercício de cidadania democrática por parte da população brasileira. O ex-presidente FHC dá alvíssaras ao julgamento da AP 470 em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo reconhecendo que esse julgamento "quase parou o país em pleno período eleitoral."
Até parece que a direita, os conservadores - com a mídia à frente - não fizeram de tudo e não pressionaram para que o julgamento se desse na data e forma como ocorre até agora para chegar até o dia da eleição. "A condenação clara e indignada (pelos ministros da Corte) do mau uso da máquina pública revigora a crença na democracia", diz em certo trecho o ex-chefe do Estado brasileiro.
E a compra de votos para a reeleição?
Já sobre o fato de a compra de votos para a reeleição (mudança da qual ele foi o primeiro beneficiário) não ter sido apurada, de o "engavetador" Geral da República do tempo dele não ter aberto processo e nem feito a denúncia, e dos parlamentares que venderam o voto terem renunciado ao mandato para não serem investigados pelo Congresso, etc, ele não diz uma palavra.
Tampouco fala da não apuração do "mensalão" de Minas (do deputado Eduardo Azeredo - PSDB-MG), parada há anos. Nem dos mais de 40 escândalos não apurados no governo dele. Mas, o que FHC queria mesmo neste artigo quinzenal seu está no final do texto: propor uma aliança PSDB-PSB em 2014.
"Faz falta agora, mirando 2014, que os partidos que poderão eventualmente se beneficiar do sentimento contrário ao oportunismo corruptor prevalecente, especialmente PSDB e PSB, se disponham, cada um a seu modo ou se aliando, a sacudir a poeira que até agora embaçou o olhar de segmentos importantes da população brasileira", diz FHC ao defender a aliança PSDB-PSB para a eleição nacional daqui a dois anos.
Não acredito nessa aliança PSDB-PSB para 2014
Sucesso para o ex-presidente em suas empreitadas.Agora em torno da formação desde já de uma aliança nacional PSB-PSDB - o que duvidamos. Mas, se vingar e acontecer, não será a primeira vez que o PT enfrenta uma eleição sem o PSB e outros aliados.
Só para ficar em um exemplo, o presidente Lula foi eleito em 2002 disputando com o tucano José Serra (que era apoiado pelo PMDB), com o ex-ministro Ciro Gomes, da coligação PPS-PTB-PDT e com o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho então do PSB.
Agora, o artigo de FHC deste fim de semana é de um elitismo e de uma hipocrisia lamentáveis.No fundo, em seu texto o ex-presidente termina dizendo que, como sempre o povo não sabe o que faz, que seu governo não foi acusado de corrupção e uso dessa maquina, e que o PSDB não usa a máquina pública. Isto tudo com seu partido campeão de ficha-sujas impugnados nesta eleição pela Justiça Eleitoral...



Patrus: "tivemos uma grande vitória política"

octubre 8, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

Resumo da ópera em Beagá: acabou o Lulécio, a Dilmasia etc. Dez anos de confusão política, agora delimitados novamente em dois campos políticos. A oposição volta a existir em Minas e tem a cara de Patrus Ananias, com seu meio milhão de votos numa campanha heróica.
Trechos do discurso de Patrus na note da eleição:
Eu quero dizer que, na vida pública, as vitórias políticas nem sempre se confundem, ou se encontram, com as vitórias eleitorais. Nós tivemos uma grande vitória política. Primeiro, nós unimos em Belo Horizonte, o Partido dos Trabalhadores. Segundo, nós unimos em Belo Horizonte, as forças de centro-esquerda, as forças do campo democrático-popular, porque a nossa aliança com o PMDB, com o PC do B, com o PRTB e com os companheiros valorosos que estiveram conosco, do PSB, foi uma aliança programática, uma aliança em prol do povo de Belo Horizonte, especialmente, daqueles que mais necessitam. Demarcamos um campo: a partir de agora, Belo Horizonte, e Minas Gerais (porque nós tivemos também resultados muito importantes, vitórias importantes como Uberlândia, Ipatinga)... A partir de agora, haverá oposição em Belo Horizonte. Belo Horizonte e Minas Gerais não pertencem a ninguém. Vamos disputar, democraticamente, as nossas concepções contra o campo conservador. É o campo democrático popular, é o campo de centro-esquerda, contra as forças do atraso, do neoliberalismo. Foi uma vitória política, além dos reencontros, de amizades novas, de pessoas idosas, deficientes, crianças, chegando com brilho nos olhos, com emoção. Com a nossa querida e bela militância.
Quero enfatizar este ponto: nós demarcamos um campo político em Belo Horizonte, que reflete em Minas Gerais. De um lado, estamos nós, comprometidos com o desenvolvimento, com a ética, com a justiça social, com uma compreensão de Belo Horizonte e de Minas, no contexto nacional. Minas Gerais é um estado fundamental na história do Brasil. Minas, como já dizia um historiador, é a síntese do Brasil. Minas armou as pontas do laço e integrou o Brasil. Por isso, não podemos aceitar que queiram colocar Belo Horizonte e Minas fora do Brasil. A grandeza de Minas está exatamente na sua importância, no contexto nacional. Eu quero também agora externar aqui um sentimento de pesar e de tristeza.
E quero dizer também que recebi um telefonema da presidenta da República, Dilma Rousseff, parabenizando pelo nosso trabalho, pela nossa campanha, pela nossa militância, e reafirmando o que ela disse aqui, e que eu disse também: dentro do espírito ético, sem provocações pessoais, mas em torno de valores, princípios, convicções e programas, ela deixou muito claro: está estabelecida uma linha divisória entre Belo Horizonte e Minas; de um lado, as forças que estão com a presidenta Dilma, as forças que estão com o presidente Lula, de um lado as forças políticas e sociais que querem o bem de todos, mas com um carinho especial para aqueles que mais precisam. Então, a nossa luta, pra dizer uma frase que cala muito ao coração da nossa militância: Companheiros e companheiras, do fundo do nosso coração, a nossa luta continua.
Ricardo Amaral
No Advivo



Datafalha: Haddad vence 2º Turno. O que dirá agora?

octubre 7, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

Na histórica edição deste domingo, a manchete da Folha era:
“Cerra, Russomano e Haddad chegam ao dia da eleição empatados – Cerra, 28, Russomano, 27% e Haddad 24%”
Uns "jênios".
O Globope disse a mesma coisa: vai dar empate.
O que seria um fenômeno tão retumbante quanto o Sol voltar a girar em torno da Terra: o empate de três candidatos.
Ou seja, além de imensamente incompetentes, esses dois institutos só servem para uma coisa: tentar influir na eleição.
E sempre do lado do tucano mais próximo.
Os dois institutos são instrumentos de organizaçoes Golpistas: a Folha e a Globo.
Neste mesmo domingo de histórica desmoralização, o Datafalha dizia:
Nas (dis)simulações para o segundo turno, Haddad vence Cerra por 45% a 39%.
O que se apoia na monumental rejeição do Cerra: 42%, líder absoluto.
Vamos ver agora, amigo navegante, o que dirá a próxima (dis)simulação da Folha.
Quando Cerra vai passar o Haddad no Datafalha?
Que fenômeno “inesperado” nos aguarda, como o desmanche dessa obra-prima: três candidatos empatados.
O PiG brasileiro desmoraliza a Ciência Estatística.
Porque o Jornalismo já desmoralizou faz tempo.
Paulo Henrique Amorim
No Conversa Afiada