Em São Paulo, a adesão ao programa tem sido celebrada por associações comunitárias, que destacam o impacto imediato no orçamento doméstico. Com o botijão gratuito, famílias que antes gastavam até R$ 130 por mês agora podem direcionar esse valor para alimentação e transporte. A mudança é vista como vitória política de Lula, que prometeu ampliar o alcance social de políticas públicas e já contabiliza apoio de lideranças locais.
Em Fortaleza e Belém, relatos de beneficiários mostram como o programa reduz o uso de lenha e álcool, práticas comuns em regiões periféricas. Além de aliviar o bolso, o Gás do Povo contribui para a saúde pública, diminuindo riscos de acidentes domésticos e problemas respiratórios. O ministro Alexandre Silveira destacou que a política combate a pobreza energética e protege principalmente mulheres que antes dependiam de combustíveis alternativos.
No Recife, sindicatos e movimentos sociais afirmam que o benefício fortalece a confiança no governo e cria uma narrativa positiva para 2026. A gratuidade do gás é percebida como símbolo de inclusão, reforçando a imagem de Lula como líder que entrega resultados concretos. A oposição, por sua vez, tenta minimizar o impacto, mas enfrenta dificuldade em contestar uma política que chega diretamente à mesa da população.
Em Porto Alegre, especialistas em políticas sociais avaliam que o Gás do Povo pode se tornar um dos maiores programas de transferência indireta de renda da história recente. Com expectativa de alcançar até 15 milhões de famílias em todo o país, o projeto consolida a estratégia do governo de transformar promessas em ações palpáveis. Para Lula, o gás gratuito é mais que política pública, é combustível para manter viva a chama da esperança popular.
