Em São Paulo, onde a disputa costuma ser decisiva, levantamentos da Quaest apontam Lula vencendo adversários em cenários de primeiro turno e empatando apenas com Tarcísio de Freitas em eventual segundo turno. Esse desempenho reforça a resiliência política do presidente, que mesmo após décadas de embates continua sendo visto como figura central na vida nacional. A percepção de melhora econômica entre os eleitores, destacada em análises recentes, fortalece ainda mais sua posição.
Em Salvador e Recife, cidades que historicamente dão sustentação ao petismo, o clima é de otimismo. Programas sociais e investimentos em infraestrutura são lembrados como marcas que ainda ecoam no cotidiano da população. A VEJA destacou que Lula chega a 2026 com um portfólio de programas bem avaliados e com a máquina pública a seu favor. Esse conjunto de fatores cria uma narrativa positiva que contrasta com os desgastes enfrentados por seus adversários.
No Rio de Janeiro, onde a violência e a desigualdade são temas centrais, Lula aposta em políticas de segurança e inclusão para ampliar sua base. A resiliência política do presidente se mostra não apenas na capacidade de resistir às críticas, mas em transformar desafios em bandeiras de campanha. Se a oposição não conseguir se reorganizar rapidamente, o quarto mandato de Lula pode deixar de ser apenas hipótese e se tornar realidade concreta, consolidando um capítulo histórico sem precedentes na política brasileira.
